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Avicultura Biossegurança pode ser a solução

Conversão alimentar e ganho de peso pioram com retirada de antimicrobianos

Em entrevista exclusiva ao jornal O Presente Rural, médica-veterinária Ines Andretta cita prejuízos já calculados em alguns estudos, mas garante que essa retirada pode até ser benéfica do ponto de vista econômico, já que muitos animais conseguem o mesmo desempenho (ou até melhor) sem que a indústria avícola gaste com a compra dos medicamentos.

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Wenderson Araújo

A professora e pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, médica-veterinária Ines Andretta, falou sobre os desafios e oportunidades com a retirada de antimicrobianos promotores de crescimento da avicultura durante o Simpósio Brasil Sul de Avicultura, realizado no mês de abril em Chapecó (SC).

Em entrevista exclusiva ao jornal O Presente Rural, Ines cita prejuízos já calculados em alguns estudos, mas garante que essa retirada pode até ser benéfica do ponto de vista econômico, já que muitos animais conseguem o mesmo desempenho (ou até melhor) sem que a indústria avícola gaste com a compra dos medicamentos. Confira.

Professora e pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, médica veterinária Ines Andretta, falou sobre os desafios e oportunidades com a retirada de antimicrobianos promotores de crescimento da avicultura durante o Simpósio Brasil Sul de Avicultura, realizado em abril na cidade de Chapecó (SC) – Foto: Arquivo pessoal

O Presente Rural – Quais os desafios sanitários que podem ocorrer nas aves com a retirada de antimicrobianos promotores de crescimento (APC)?

Ines Andretta – Os animais expressam apenas 60-70% do seu potencial genético para desempenho, mesmo em sistemas modernos e tecnificados. Diversos fatores colaboram para isso, mas certamente os desafios sanitários são parte importante deste contexto. Os APC reduzem o impacto dos desafios à medida que minimizam a ocorrência de infecções, sobretudo aquelas que chamamos de subclínicas. Os animais que mantêm uma melhor condição de saúde são mais eficientes no aproveitamento dos nutrientes presentes nos alimentos e na expressão do seu potencial de crescimento, ou seja, desempenham melhor.

O Presente Rural – Quais impactos a retirada dos APCs podem ocorrer na saúde dos animais?

Ines Andretta – Os desafios entéricos são os mais relevantes. Porém, a disbiose intestinal compromete a resposta imune e pode certamente gerar problemas em outros sistemas do animal. Cabe ressaltar que a perda de saúde (e de desempenho) depende sempre do sistema em que o animal está sendo criado. A retirada dos APC em um sistema que investe em bioseguridade pode não gerar prejuízo. Porém, em uma condição de desafios sanitários frequentes, a retirada dos APC certamente será mais impactante.

O Presente Rural – Que impacto essa retirada pode causar na performance dos animais, como consumo de ração, GPD ou conversão alimentar?

Ines Andretta – Nossa equipe desenvolveu uma série de estudos neste tema e eu vou compartilhar alguns desses resultados no Simpósio Brasil Sul de Avicultura. Em um desses projetos, fizemos uma revisão sistemática da literatura científica disponível na área. Foram revisados 174 estudos publicados em periódicos científicos com o objetivo de encontrar um valor ‘médio’ para esse impacto. A Dra. Kátia Maria Cardinal foi responsável por essa pesquisa, que foi publicada na revista Poultry Science. A primeira observação que fizemos é que esse impacto varia muito entre os estudos. Há trabalhos que associam a retirada dos APC a prejuízos de 30-40% no GPD (conforme a figura 1), enquanto outros estudos descrevem resultados semelhantes ou até aumento no GPD em tratamentos sem APC. Quando os dados foram reanalisados (através de meta-análise), observamos que animais alimentados com dietas sem APC apresentaram conversão alimentar em média 3.5% pior que os animais que recebiam dietas com APC. Essa é uma redução bem expressiva e vale ressaltar que só consideramos estudos sem desafio sanitário nesse projeto.

Variações no ganho de peso associadas a retirada dos antibióticos promotores de crescimento nos estudos disponíveis na literatura científica

O Presente Rural – Nesse cenário, quais são os impactos econômicos causados com a retirada de APCs? Se possível, cite números.

Ines Andretta – Nós desenvolvemos um modelo bem simples que prevê o impacto da retirada dos APC no custo da produção das aves. Esse modelo considera que há perdas na eficiência alimentar nas aves que não recebem APC, mas também considera que essas dietas podem ser mais baratas (pois retira-se o custo do APC). Nos cenários que estudamos, o impacto era em média de 3 centavos de US$ por animal. Mas é importante considerar que esse é um valor que muda muito de cenário para cenário. Cada indústria precisa conhecer seus próprios números.

O Presente Rural – Como a indústria tem encarado essa situação?

Ines Andretta – O uso dos antimicrobianos como promotores de crescimento é um tema muito amplo. Embora o impacto econômico seja extremamente relevante, nós estamos falando de um problema muito sério de saúde pública e não podemos ignorar isso. A avicultura tem um papel super relevante garantindo segurança alimentar (alimento disponível para uma população cada vez maior), mas é nossa responsabilidade entregar também alimento seguro e ambientalmente sustentável. Claro que a resistência microbiana não é um problema apenas da produção animal. Muito pelo contrário, há muito a ser feito na medicina humana e, principalmente, na conscientização das pessoas para o uso correto e responsável dos antimicrobianos. As substâncias classificadas pela WHO no nível mais crítico para resistência não são usadas na produção animal. Porém, já há registros de bactérias resistentes a estas moléculas na suinocultura, por exemplo. Acho que essa é uma prova importante de que precisamos desenvolver um trabalho de equipe. A ‘saúde única’ não tem esse nome à toa e nós devemos fazer a nossa parte. De maneira geral, o uso de fármacos nas rações é muito bem regulado e fiscalizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Muitas empresas têm trabalhado reduções voluntárias como políticas de mercado. Acredito que já avançamos muito, tanto em ‘conscientização’, quanto em ‘ação’.

O Presente Rural – Quais as alternativas aos APCs? Essas alternativas são mais onerosas?

Ines Andretta – Existem muitas alternativas disponíveis e é inegável que há produtos capazes de auxiliar muito nesse processo de retirada dos antimicrobianos. Probióticos, prebióticos, simbióticos, enzimas, fitogênicos, acidificantes e tantos outros. Esses aditivos são ótimas ferramentas para manter a produtividade dos animais e, em algumas situações, podem até melhorar a performance. Porém, não existe uma receita pronta. Cada cenário de produção é único e tem seus próprios desafios. O desempenho dos animais depende sempre de muitos fatores e, por isso, é fundamental validar as alternativas no cenário real de produção.

O Presente Rural – Como a biossegurança pode auxiliar na retirada desses APCs?

Ines Andretta – A biosseguridade, na minha opinião, é o ponto-chave para a retirada dos APC com o menor impacto produtivo e econômico possível. Sistemas de produção que se preocupam com biosseguridade podem ser beneficiados pela retirada dos APC. Afinal, eliminá-los representa menos custos e pode abrir mercados. Implantar um plano completo de biosseguridade não é uma tarefa fácil, mas é cada vez mais necessário.

O Presente Rural – Como a ambiência e as instalações podem contribuir para reduzir impactos da retirada dos APC?

Ines Andretta – Desempenho é uma condição multifatorial. Os animais expressam seu desempenho como resposta à genética, ambiente, nutrição ou condição sanitária em que são expostos. Cada fator explica uma parcela do desempenho e todos são associados. Se pioramos a condição sanitária dos animais, estamos desafiando esse animal e provavelmente reduzindo a chance de que ele entregue seu potencial genético máximo. O mesmo acontece com cada um dos fatores envolvidos. Por isso, a retirada dos APC em condições ótimas de produção (boas instalações, boa ambiência, boa saúde, etc.) vai certamente representar um desafio menor em comparação com cenários produtivos em que outros desafios também estão presentes.

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Fonte: O Presente Rural

Avicultura

Brasil entra pela primeira vez no top 10 mundial de consumo per capita de ovos

Brasileiro nunca consumiu tantos ovos e as estimativas apontam que o consumo per capita deverá atingir 287 unidades, podendo ultrapassar a marca de 300 ovos em 2026.

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Fotos: Shutterstock

A avicultura de postura encerra 2025 em um ciclo de expansão, sustentado sobretudo pelo avanço do consumo doméstico e por uma mudança clara no comportamento alimentar da população. O brasileiro nunca consumiu tantos ovos e as estimativas apontam que o consumo per capita deverá atingir 287 unidades, podendo ultrapassar a marca de 300 ovos em 2026, segundo projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Caso isso se confirme, o Brasil vai integrar, pela primeira vez, o ranking dos 10 maiores consumidores per capita de ovos do mundo.

Essa escalada do consumo é resultado da maior oferta nacional, que deve chegar a 62,250 bilhões de unidades em 2025, com perspectiva de atingir 66,5 bilhões de ovos em 2026, da combinação entre preço competitivo, conveniência e maior confiança do público no valor nutricional do alimento. “O consumidor busca alimentos nutritivos, com boa relação custo-benefício e que se adaptem ao dia a dia. O ovo entrega exatamente esses três pilares, por isso que deixou de ser apenas um substituto de outras proteínas e consolidou espaço definitivo no cotidiano das famílias. Hoje, participa muito mais do café da manhã dos brasileiros. É uma mudança cultural motivada pela acessibilidade do produto e por seu preço extremamente competitivo frente a outras proteínas, como a bovina”, evidencia o diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert, destacando que a expansão também se deve do ciclo recente de investimentos dos produtores em aviários mais modernos, mecanização e tecnologias de automação, que têm elevado eficiência e produtividade em várias regiões do País.

O profissional reforça que a maior segurança do consumidor em relação ao alimento tem base em evidências científicas mais robustas, aliadas ao esforço de comunicação do setor e do próprio IOB na atualização de informações e combate a mitos históricos. “Há quase duas décadas, o Instituto Ovos Brasil atua na promoção do consumo e na educação nutricional, período em que registrou avanço significativo na percepção pública sobre o alimento. Contudo, as dúvidas relacionadas ao colesterol ainda existem”, pontua, acrescentando: “A ciência evoluiu e já demonstrou que o impacto do colesterol alimentar é diferente do que se acreditava no passado. Essa informação vem ganhando espaço de maneira consistente”, afirma Herbert.

Preço competitivo sustenta consumo

O preço segue como um dos principais vetores da expansão do consumo. Para Herbert, a combinação entre custo acessível, praticidade de preparo e alto valor nutricional reforça a competitividade do produto. “É um alimento versátil, de preparo rápido e com uma lista extensa de aminoácidos. Essa soma faz com que o ovo esteja cada vez mais presente nas mesas dos brasileiros”, avalia.

Exportações sobem mais de 100% em 2025

Diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert: “Nosso foco é estar onde o consumidor está, com informação clara, acessível e confiável”- Foto: Arquivo OP Rural

Embora ainda representem uma fatia pequena da produção nacional, as exportações ganham tração. A ABPA projeta até 40 mil toneladas exportadas em 2025, um salto de 116,6% frente às 18.469 toneladas embarcadas em 2024. Para 2026, o volume pode avançar a 45 mil toneladas, alta de 12,5% sobre o previsto para este ano.

Herbert exalta as aberturas de mercados estratégicos, com os Estados Unidos se destacando no primeiro semestre de 2025, e o Japão se consolidando como comprador regular. Chile e outros países da América Latina mantêm presença relevante, enquanto acordos com Singapura e Malásia ampliam o alcance brasileiro. Um dos marcos de 2025 foi o avanço dos trâmites para exportação à União Europeia, que deve ter peso crescente a partir de 2026. “Mesmo exportando cerca de 1% da produção, o volume é significativo porque o Brasil figura entre o quarto e o quinto maior produtor do mundo. Estamos preparados para ocupar um espaço maior no mercado global”, enaltece Herbert, destacando que a reputação do País em biosseguridade fortalece essa competitividade.

Custos seguem incertos

O cenário para ração, energia, embalagens e logística segue desafiador. Herbert aponta que prever alívio em 2026 é praticamente impossível, dada a forte dependência de insumos dolarizados como milho e farelo de soja. “O câmbio é um dos fatores que mais influenciam o custo dos grãos, tornando qualquer projeção extremamente difícil”, diz.

A estratégia do setor permanece focada em eficiência interna e gestão de custos, enquanto aguarda maior clareza do mercado internacional.

Avanço em programas sociais e políticas públicas

O IOB também fortaleceu ações voltadas ao acesso ao ovo em 2025. A entidade participou de eventos educacionais e doou materiais informativos, reforçando o papel da proteína na segurança alimentar. “A campanha anual do Mês do Ovo ampliou visibilidade e estimulou inserção do produto em programas de alimentação pública, como merenda escolar”, ressalta Herbert, enfatizando que ampliar o consumo em iniciativas sociais é prioridade. “Seguimos trabalhando para facilitar o acesso da população a um alimento completo, versátil e nutritivo”.

Combate à desinformação

A comunicação permanece entre os maiores desafios. Em um ambiente de excesso de informações, o IOB aposta em estratégias digitais e parcerias com nutricionistas, educadores e influenciadores de saúde para alcançar públicos emergentes, como pais de crianças, praticantes de atividade física e pessoas em transição para dietas mais equilibradas. “Nosso foco é estar onde o consumidor está, com informação clara, acessível e confiável”, afirma o diretor.

Um setor mais organizado e unido

Herbert destaca que o IOB vive um momento de fortalecimento institucional, com crescimento no número de associados e maior representatividade dos principais estados produtores. “Estamos no caminho certo. Trabalhamos para estimular a produção legalizada, reforçar cuidados sanitários e aproximar o produtor, além de orientar consumidores e profissionais de saúde”, salienta.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Países árabes impulsionam exportações brasileiras de carne de frango em 2025

Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita figuram entre os principais destinos, contribuindo para novo recorde de volume exportado pelo setor, que superou 5,3 milhões de toneladas no ano.

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Foto: Ari Dias/AEN

Dois países árabes, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, estiveram entre os principais destinos das exportações brasileiras de carne de frango em 2025. Os Emirados foram o maior comprador, com 479,9 mil toneladas e aumento de 5,5% sobre 2024. A Arábia Saudita ficou na terceira posição entre os destinos internacionais, com aquisições de 397,2 mil toneladas e alta de 7,1% sobre o ano anterior.

As informações foram divulgadas na terça-feira (06) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo a entidade, o Japão foi o segundo maior comprador da carne de frango do Brasil, com 402,9 mil toneladas, mas queda de 0,9% sobre 2024, a África do Sul foi a quarta maior importadora, com 336 mil toneladas (+3,3%), e Filipinas vieram em quinto lugar, com 264,2 mil toneladas (+12,5%).

Foto: Jonathan Campos

A ABPA comemorou o resultado das exportações em 2025, que foram positivas, apesar da ocorrência de gripe aviária no País. As vendas ao exterior somaram 5,324 milhões de toneladas, superando em 0,6% o total exportado em 2024. O volume significou um novo recorde para as exportações anuais do setor, segundo a ABPA. Já a receita recuou um pouco, em 1,4%, somando US$ 9,790 bilhões.

“O ano foi marcado pela resiliência do setor e pela superação de um dos maiores desafios da história da avicultura nacional, com o registro de um foco, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais. Fechar o ano com resultados positivos, conforme previu a ABPA, é um feito a ser celebrado e reforça a perspectiva projetada para 2026, ampliando a presença brasileira no mercado global”, disse o presidente da ABPA, Ricardo Santin, em nota divulgada.

Fonte: ANBA
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Avicultura

Exportações de ovos crescem mais de 121% e batem recorde histórico em 2025

Setor supera 1% da produção nacional exportada e amplia presença em mercados de maior valor agregado.

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Foto: Rodrigo Fêlix Leal

As exportações brasileiras de ovos, considerando todos os produtos, entre in natura e processados, totalizaram 40.894 toneladas nos 12 meses de 2025, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde histórico e supera em 121,4% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 18.469 toneladas.

Foto: Rodrigo Fêlix Leal

A receita também é recorde. O saldo do ano chegou a US$ 97,240 milhões, número 147,5% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 39,282 milhões.

No mês de dezembro, foram exportadas 2.257 toneladas de ovos, número 9,9% maior em relação aos embarques alcançados no mesmo período de 2024, com 2.054 toneladas. Em receita, a alta é de 18,4%, com US$ 5.110 milhões em dezembro de 2025, contra US$ 4.317 milhões no mesmo mês de 2024. “O ano foi marcado pela forte evolução das exportações aos Estados Unidos, movimento que perdeu ritmo após a imposição do tarifaço. Em contrapartida, o setor se reorganizou e novos destinos ganharam impulso, como o Japão, um mercado de alto valor agregado que passou a liderar os embarques brasileiros nos últimos meses do ano. Com esses volumes, as exportações superaram o equivalente a 1% de toda a produção nacional de ovos, um marco relevante para a internacionalização do setor, sem comprometer o abastecimento interno, que segue absorvendo cerca de 99% do que é produzido no país”, ressaltou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais destinos de 2025, os Estados Unidos encerraram o ano com maior volume acumulado, totalizando 19.597 toneladas

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “As exportações superaram o equivalente a 1% de toda a produção nacional de ovos, um marco relevante para a internacionalização do setor” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

(+826,7% em relação ao total de 2024), seguido pelo Japão, com 5.375 toneladas (+229,1%), Chile, com 4.124 toneladas (-40%), México, com 3.195 toneladas (+495,6%) e Emirados Árabes Unidos, com 3.097 toneladas (+31,5%).  “Com a consolidação da cultura exportadora, a expectativa é de manutenção do fluxo das exportações em patamares positivos. Esse movimento, somado ao contexto climático do início do ano, com temperaturas elevadas, e à proximidade do período de maior demanda da quaresma, deverá contribuir para o equilíbrio da oferta ao mercado interno”, afirma Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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