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Peixes

Controle do pH é essencial para a qualidade da água na piscicultura

Faixa recomendada para o cultivo de tilápias varia entre 6,5 e 8,5, segundo a Peixe BR.

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O monitoramento da qualidade da água é uma prática essencial na piscicultura, e o pH está entre os principais parâmetros que devem ser acompanhados regularmente. Esse indicador mede o grau de acidez ou alcalinidade da água e influencia diretamente as condições do ambiente de cultivo.

De acordo com a Peixe BR, para a criação de tilápias, a faixa de pH recomendada está entre 6,5 e 8,5, considerada adequada para o desenvolvimento da espécie. Valores dentro desse intervalo contribuem para manter a água em condições favoráveis aos peixes.

A escala de pH varia de 0 a 14. Valores abaixo de 7 indicam água ácida, o pH 7 é considerado neutro e valores acima desse nível caracterizam água alcalina.

Por isso, o acompanhamento frequente do pH é uma medida importante no manejo dos viveiros, permitindo verificar se a água permanece dentro da faixa recomendada para a produção de tilápias.

Fonte: O Presente Rural com Peixe BR

Peixes

Preços da tilápia recuam até 0,44% nas principais regiões produtoras

Levantamento do Cepea mostra queda nas cotações em todas as regiões monitoradas entre 06 e 10 de julho.

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Os preços da tilápia apresentaram leve recuo nas principais regiões produtoras acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) na semana de 06 a 10 de julho.

O maior valor foi registrado no Norte do Paraná, onde o quilo do peixe foi negociado a R$ 10,37, com queda de 0,30% em relação à semana anterior. Em seguida aparecem o Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, com R$ 10,09/kg (-0,44%), e a região dos Grandes Lagos, com R$ 9,85/kg (-0,32%).

Em Morada Nova de Minas, a cotação ficou em R$ 9,50/kg, com variação negativa de 0,04%, a menor queda entre as regiões pesquisadas.

Já o Oeste do Paraná registrou o menor preço do levantamento, com a tilápia comercializada a R$ 8,71/kg, recuo de 0,28% na comparação semanal.

De acordo com os dados do Cepea, todas as regiões monitoradas apresentaram desvalorização no período.

Fonte: Assessoria Cepea
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Colunistas

Como uma alga marinha ajuda plantas a enfrentar o estresse climático

Extratos de Ascophyllum nodosum favorecem o desenvolvimento das culturas, melhoram o aproveitamento de água e nutrientes e aumentam a tolerância das plantas a condições adversas.

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A agricultura precisa aumentar continuamente a produção de alimentos para atender à população global crescente ao mesmo tempo em que enfrenta desafios cada vez mais complexos relacionados às mudanças climáticas e pragas. Eventos extremos, como secas prolongadas, ondas de calor, chuvas intensas e outras irregularidades climáticas, têm impactado diretamente a produtividade das lavouras e exigido novas estratégias para garantir a segurança alimentar e a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Nesse cenário, a busca por tecnologias que aumentam a resiliência das culturas ganha relevância. Entre elas, os bioestimulantes à base da alga marinha Ascophyllum nodosum se destacam por contribuir para o desenvolvimento das plantas e a adaptação da agricultura aos novos tempos.

Originária das águas frias e limpas do Atlântico Norte, especialmente das regiões costeiras do Canadá, essa alga desenvolveu mecanismos naturais de sobrevivência para suportar condições ambientais extremas. Durante seu ciclo natural, Ascophyllum nodosum permanece exposta diariamente às marés, enfrentando congelamento durante o inverno, com temperaturas próximas de -20°C, e aquecimento intenso durante a maré baixa no verão, quando pode atingir 40°C.

Essa capacidade de tolerar variações climáticas estimula a produção de compostos bioativos que ajudam a protegê-la contra o estresse. Esses compostos são preservados em processos de extração específicos e podem ser aproveitados na agricultura para auxiliar as plantas a enfrentar situações adversas.

Os extratos de Ascophyllum nodosum contêm combinação de substâncias naturais, como aminoácidos, antioxidantes e outros compostos bioativos que atuam em diferentes processos fisiológicos das plantas e contribuem para desenvolvimento radicular, absorção de água e nutrientes, além de auxiliar o equilíbrio metabólico das culturas e aumentar sua tolerância aos estresses hídrico e térmico.

Esses benefícios têm sido percebidos pelos produtores rurais no campo. Em diversas culturas, como soja, milho, trigo, café, cana-de-açúcar, frutas e hortaliças, os bioestimulantes têm proporcionado maior uniformidade das lavouras, incremento do desenvolvimento radicular, melhoria da eficiência no aproveitamento dos fertilizantes e maior estabilidade produtiva, dependendo da cultura, do manejo e das condições ambientais, além de melhorias na qualidade dos frutos e grãos e maior retorno sobre o investimento.

Além dos benefícios diretamente relacionados às plantas, o uso de tecnologias baseadas em algas marinhas está alinhado ao conceito de agricultura sustentável. O aumento da eficiência do aproveitamento dos recursos disponíveis no solo e a melhoria das condições fisiológicas das culturas contribuem para sistemas produtivos mais equilibrados e preparados para os desafios futuros.

À medida que os desafios climáticos se intensificam, cresce a importância de soluções que ajudam os produtores a proteger o potencial produtivo sem abrir mão da conservação dos recursos naturais.

Ao longo de décadas de pesquisa com Ascophyllum nodosum, observa-se que a natureza pode oferecer respostas valiosas para os desafios do campo. Mais do que uma tendência, os bioestimulantes de origem natural se consolidam como ferramentas estratégicas para promover sistemas mais eficientes e produtivos, sustentáveis e preparados para os desafios de hoje e do futuro.

Fonte: Artigo escrito por Bruno Carloto, gerente de Marketing Estratégico da Acadian Sea Beyond na BU Atlantic.
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Peixes

Mercado da tilápia fecha junho com preços em baixa e exportações em alta

Consumo doméstico enfraquecido reduziu as cotações, enquanto o dólar valorizado e a antecipação de embarques favoreceram as vendas externas.

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A desaceleração da demanda pelo mercado interno pressionou as cotações da tilápia em junho, levando à queda dos preços em todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Segundo o Centro de Pesquisas, em algumas praças, um movimento de baixa como o registrado no último mês não era observado desde agosto de 2025.

De acordo com agentes consultados pelo Cepea, o mercado operou em ritmo lento ao longo de junho. Embora a oferta de peixes não tenha apresentado crescimento significativo, o consumo enfraquecido reduziu o volume de negócios e dificultou as negociações entre produtores e compradores, refletindo diretamente na formação dos preços.

Mesmo diante da retração das cotações, o cenário foi mais favorável ao produtor em relação ao custo de produção. Conforme o Cepea, o poder de compra dos tilapicultores apresentou melhora no período.

No mercado externo, o desempenho foi oposto ao observado no consumo doméstico. As exportações de tilápia e de seus produtos secundários alcançaram, em junho, o maior volume embarcado e a maior receita de 2026.

Segundo o Cepea, o resultado pode estar relacionado à antecipação de embarques para os Estados Unidos, diante da expectativa de novas taxações sobre os produtos. A estratégia dos exportadores também foi favorecida pela combinação entre a baixa demanda no mercado interno e a valorização do dólar, fatores que aumentaram a atratividade das vendas ao exterior.

Fonte: Assessoria Cepea
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