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Contagem regressiva: 12º SBSBL inicia na próxima semana em Chapecó

Entre 07 e 09 de novembro ocorrerão o 12º SBSBL, a 7ª Brasil Sul Milk Fair, o 2º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte, o 1º Simpósio Catarinense de Pecuária de Leite à Base de Pasto e a Fazenda do Futuro.

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Presidente do Nucleovet, Lucas Piroca: "Evoluímos a cada edição" - Foto: Divulgação/UQ Eventos

Promovido anualmente pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o 12º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL) inicia na próxima terça-feira (07) e segue até quinta-feira (09), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Neste ano, o evento conta com novidades. Além da 7º Brasil Sul Milk Fair e do 2º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte, o 1º Simpósio Catarinense de Pecuária de Leite à Base de Pasto promovido pela Epagri, também integrará a programação científica do SBSBL. Bem como, o evento estreará a Fazenda do Futuro, realizado pelo Nucleovet e Ecossistema de Inovação de Chapecó, com apoio do Pollen Parque, Deatec/Acate e Sebrae-SC. A novidade é uma oportunidade para as startups do setor de bovinocultura de leite e corte exporem suas inovações e soluções.

Referência em transferência de conhecimentos, aperfeiçoamento da classe, desenvolvimento de novas tecnologias e troca de experiências, o SBSBL trará palestrantes renomados que abordarão tendências e inovações do setor. A qualidade do evento é destacada pelo presidente do Nucleovet, Lucas Piroca. “Evoluímos a cada edição. Em 2022 tivemos como novidade o Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte que, junto com o Simpósio, garantiu conteúdo técnico e científico, além de muito networking. Neste ano, com a parceria da Epagri e do Ecossistema de Inovação de Chapecó, teremos o 1º Simpósio Catarinense de Pecuária de Leite à Base de Pasto e a Fazenda do Futuro. Será mais uma edição memorável, com grande qualidade técnica”, enaltece

Com a parceria inédita, o Nucleovet e a Epagri promoverão eventos com palestrantes e atores de nível nacional e internacional, permitindo em espaço comum o envolvimento de instituições de ensino, pesquisa e extensão, empresas do setor e produtores rurais. O gerente do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Cepaf), da Epagri, em Chapecó, Vagner Miranda Portes, enfatiza que o 1º Simpósio Catarinense de Pecuária de Leite à Base de Pasto pretende, além da abordagem de temas de interesse com palestrantes de renome internacional, apresentar os avanços técnicos e econômicos em propriedade leiteira à base de pasto, resultado de implementação de tecnologias difundidas pela Epagri. “Também será possível, durante o evento, a visita em uma propriedade de referência tecnológica, possibilitando a discussão in loco de alternativas para a produção leiteira sustentável”, frisa.

Entre os temas que serão abordados na programação científica do 12º SBSBL estarão tendências, inovações e o futuro da bovinocultura de leite e de corte. “Nosso objetivo é proporcionar conhecimento e troca de experiências. O sucesso do evento tem sido baseado em uma abordagem pragmática de assuntos do cotidiano e que possam agregar informação técnica e aplicação prática”, realça o presidente da comissão científica, Claiton André Zotti.

Inscrições

As inscrições para o SBSBL, para a 7ª Brasil Sul Milk Fair e para o 2º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte estão no terceiro lote. O investimento é de R$ 550,00 para profissionais e R$ 440,00 para estudantes. Esse ingresso proporciona participação no Simpósio, no Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e na Milk Fair.

Para participar somente do 2º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e da 7ª Brasil Sul Milk Fair, o valor é de R$ 200,00. Esse ingresso não dá direito à participação nas palestras do Simpósio. Os ingressos para participar somente da 7ª Brasil Sul Milk Fair são de R$ 100,00 no terceiro lote, não dando o direito à participação nas palestras do Simpósio nem do Fórum.

Grupos de profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e universidades terão bonificações, a partir da compra coletiva de dez inscrições ou mais. Associados do Nucleovet terão condições diferenciadas na compra da sua inscrição.

As inscrições podem ser feitas clicando aqui.

Programação 

Terça-feira (07)

2° Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte

08h15: Abertura do 2º Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte

08h30: Importância da integração lavoura-pecuária na cadeia produtiva da carne

Palestrante: Paulo Adami

09h20: O papel do melhoramento genético para pecuária sustentável

Palestrante: Fernando Cardoso

10h10: Coffee break

10h55: Terminação intensiva de bovinos de corte a pasto

Palestrante: Alvaro Simeone

11h35: Debate

Terça-feira (07)

14h: Abertura do 12º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite

Painel Indústria: O mercado, seus desafios e o futuro

14h10: Impacto da CCS para a indústria e derivados lácteos: estamos atentos?

Palestrante: Mônica Pinho Leite

14h55: Qualidade do leite como requisito para inovação de produtos lácteos

Palestrante: Luciana Saboya

15h40: Milk Break

16h15: O papel da inspeção na indústria láctea

Palestrante: Dra. Beatris Kuchenbecker

17h: Mesa Redonda

Moderador: André Fischer Sbrissia

17h40: Abertura oficial

18h40: Palestra de abertura: O futuro do leite no Brasil

Palestrante: Dr. Paulo do Carmo Martins

19h45: Coquetel de abertura

Quarta-feira (08)

Painel: Pecuária de leite à base de pasto

08h: Pontos críticos para atingir rentabilidade e sustentabilidade na produção de leite

Palestrante: Christiano Nascif

09h: Sistemas de produção de leite à base de pastagens: produção e sustentabilidade

Palestrante: Rémy Delagarde

10h: Milk Break

10h40: Estratégias para a redução de emissão de gases do efeito estufa aliado a alta produtividade de leite

Palestrante: Jonathan Herron

11h40: Mesa Redonda

12h30: Almoço

Quarta-feira (08) – auditório principal 

14h: Impacto das micotoxinas na produção de leite

Palestrante: Carlos Augusto Mallmann

14h50: Colostragem em bezerras: Onde estamos e onde podemos chegar?

Palestrante: Sandra Gesteira

15h35: Milk break com exposição de pôster e interação com os apresentadores

16h15: Decifrando a composição do leite

Palestrante: Rodrigo Almeida

17h: Saúde de casco – medidas preventivas sistemas semi-intensivos e confinados

Palestrante: Rogério Isler

17h45: Questionamentos

19h: Happy Hour

Quarta-feira (08) – Sala Welcy Canals

14h: Manejo de pastagens: como otimizar a produção de leite à base de pasto

Palestrante: Dr. Sila Carneiro da Silva

14h40: Manejo alimentar de bovinos em pastejo: necessidades para potencializar a produção de leite

Palestrante: Dr. Henrique Mendonça Nunes Ribeiro Filho

15h35: Leite com pôster – Intervalo com apresentação de trabalhos na forma de pôster

16h15: A conservação de forragem como estratégia para déficits da produção de pastagens

Palestrante: Dr. João Luiz Pratti Daniel

17h05: Resultados do trabalho Epagri – O produtor com a palavra

Palestrantes: Carlos Mader Fernandes e Gilmar Moraes

17h45 – Mesa redonda: Potencialização da produção de leite à base de pasto

Moderador: André Thaler Neto

19h: Happy Hour

Quinta-feira (09) 

Painel: Genética e Saúde

08h: Impactos do estresse calórico e da emissão de gases de efeito estufa em rebanhos leiteiros: estratégias de seleção genômica para minimizar seus efeitos

Palestrante: Dr. Marcos Vinicius Barbosa da Silva

09h: Pontos-chaves no período de transição

Palestrante: José Eduardo Portela Santos

10h: Milk Break

10h40: Distúrbios metabólicos: o que está em jogo?

Palestrante: José Eduardo Portela Santos

11h40: Mesa Redonda

12h20: Encerramento e sorteio de brindes

Quinta-feira (09) 

13h30: Visita à campo – Conhecendo a realidade da produção de leite à base de pasto – Visita na propriedade de família acompanhada pela Epagri.

Fonte: Assessoria Nucleovet

Notícias

Rio Grande do Sul reforça monitoramento da gripe aviária após foco em aves silvestres

Equipes capacitam agentes de saúde, inspecionam propriedades rurais e intensificam vigilância sanitária na região da Reserva Ecológica do Taim.

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Foto: Divulgação/Seapi

O Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDA/Seapi) realizou, até esta quata-feira (12), a capacitação de 186 agentes de saúde e da área social, além de reuniões com gestores municipais em Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e Chuí.

As ações vêm sendo desenvolvidas desde a notificação do primeiro caso de gripe aviária em aves silvestres, registrada no fim de fevereiro deste ano na Reserva Ecológica do Taim. Até o momento, 23 aves das espécies cisne-coscoroba e garça-moura foram recolhidas com a doença.

Fiscal agropecuária do DDA, Rosane Collares: “Finalizamos as atividades previstas, mas seguiremos na região para monitorar e ampliar as ações conforme a necessidade” – Foto: Divulgação

Segundo o diretor do DDA, Fernando Groff, o Estado mantém estrutura preparada para enfrentar a enfermidade. “O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul está muito preparado para o enfrentamento da doença e segue atuando de forma permanente na região, com equipes em campo e ações coordenadas para enfrentar a gripe aviária e encerrar o foco o mais breve possível”, afirma.

A fiscal agropecuária do DDA, Rosane Collares, explica que as ações educativas e de articulação com os municípios continuam mesmo após a conclusão das atividades inicialmente previstas. “Finalizamos as atividades previstas, mas seguiremos na região para monitorar e ampliar as ações conforme a necessidade. Realizamos encontros nas três prefeituras, com reuniões individuais com gestores e também com agentes de saúde que, pela capilaridade, constituem um público muito importante na disseminação de informações nas comunidades”, ressalta.

Os encontros tiveram como objetivo atualizar gestores e profissionais sobre a situação sanitária e alinhar estratégias de prevenção e controle da doença. A articulação com autoridades locais e a capacitação de profissionais da saúde e da assistência social são consideradas medidas estratégicas para fortalecer a resposta ao foco.

As atividades também incluíram contato direto com a comunidade e reuniões com representantes das áreas de educação, saúde, meio ambiente, agricultura e defesa civil, realizadas de forma presencial e on-line. A educação sanitária é apontada como um componente essencial da defesa agropecuária, tanto na prevenção quanto no enfrentamento de enfermidades.

Inspeção sanitária em propriedades rurais

Entre as medidas adotadas está a realização de uma varredura sanitária em propriedades com criação de aves. Desde o início de março, equipes técnicas realizam vistorias em um raio de até 10 quilômetros do local onde foi identificado o foco.

Ao todo, serão inspecionadas 93 propriedades com criação de aves de subsistência no entorno da reserva, com verificação das condições sanitárias e da presença de possíveis sintomas nos animais.

Também foram realizadas inspeções em granjas comerciais da regional de Pelotas e vistorias em criatórios de aves ornamentais em Santa Vitória do Palmar, com o objetivo de avaliar as medidas de biosseguridade e reduzir o risco de disseminação do vírus para a produção avícola.

Foto: Cassiane Osorio Ascom/Seapi

Atuação integrada

O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS) atua de forma integrada com equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na Lagoa da Mangueira, onde foi identificado o foco em aves silvestres da espécie cisne-coscoroba.

Entre as ações estão vistorias em campo, monitoramento das aves com embarcações e o uso de drones para acompanhar a lagoa e a área afetada.

As amostras coletadas são encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), unidade de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), responsável por confirmar ou descartar a presença do vírus.

Casos suspeitos

A Secretaria da Agricultura orienta que qualquer suspeita da doença, caracterizada por sinais respiratórios ou neurológicos, além de mortalidade súbita e elevada em aves, seja comunicada imediatamente às autoridades sanitárias.

As notificações podem ser feitas nas Inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária, pelo sistema e-Sisbravet ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

Fonte: O Presente Rural com Seapi
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Entidades do agro defendem aumento da mistura de biodiesel no diesel

Manifesto propõe elevar percentual de 15% para 17% como estratégia para reforçar a segurança energética e reduzir dependência de importações.

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Foto: Sistema Faep

‌O Sistema Faep assinou, ao lado de outras entidades do setor agropecuário nacional, o manifesto “Pela Elevação da Mistura de Biodiesel como Estratégia de Segurança Energética e Desenvolvimento Nacional”. O documento, elaborado pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), propõe ao governo federal o imediato aumento do percentual de mistura obrigatória de biodiesel no diesel de 15% para 17% (B17). A medida é estratégica para fortalecer a segurança energética do país e reduzir riscos de desabastecimento.

A iniciativa ocorre em meio ao cenário de preocupação com o mercado internacional de combustíveis, agravado pelas tensões no Oriente Médio, que podem afetar o fornecimento global de petróleo e derivados. No interior do Paraná, sindicatos rurais já relatam falta de combustíveis, insumo essencial para a produção mecanizada no campo.

“Ampliar a mistura significa reduzir a dependência do diesel importado, além de fortalecer a produção nacional e gerar mais renda e desenvolvimento no campo”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, que também integra o Conselho Executivo do IPA. “A medida contribui para dar mais previsibilidade ao setor produtivo e para os nossos produtores rurais, que precisam de segurança energética para continuar produzindo alimentos”, complementa.

O manifesto reforça que a elevação da mistura de biodiesel para 17% é uma medida estratégica, podendo ampliar a oferta interna de combustível, reduzir a dependência de importações e fortalecer a indústria nacional. Segundo as entidades, a iniciativa também garante maior previsibilidade para produtores, protege a economia de choques externos e acelera a transição energética por meio de biocombustíveis renováveis, em um período crítico para o escoamento da safra e para a competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Jornada 6×1: mais debate técnico, menos politicagem

Mudança na jornada de trabalho terá reflexos negativos significativos, com aumento do custo de produção e redução dos investimentos, colocando em risco o crescimento do país e comprometendo empregos.

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Foto: Shutterstock

O ano de 2026 promete intensas discussões em Brasília, com impactos diretos na população, ainda mais com as eleições programadas para outubro. Um tema que, certamente, vai atrair os holofotes é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de jornada de trabalho 6×1. Antes de qualquer decisão, é preciso um debate considerando pontos importantes.

O primeiro é simples e direto. A discussão precisa ser equilibrada, sem qualquer viés ideológico e/ou político. Nossos parlamentares precisam conhecer o real cenário, e não apenas buscar votos para eleição e/ou reeleição. Outro ponto é envolver o setor produtivo no debate, tanto as entidades representativas quanto os próprios empresários.

Do lado do setor agropecuário, já adianto: hoje não é possível reduzir a jornada de trabalho no Brasil! Num primeiro momento, o que pode parecer uma conquista para a sociedade será um grande desastre para o país.

Artigo escrito por Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep.

O Brasil não está preparado para essa mudança em face de seu atraso tecnológico, resultado da política protecionista de nossos governos nas últimas décadas. Isso fica provado quando o país aparece na 67ª posição no ranking de produtividade e no 68° lugar em capacitação de mão de obra, segundo levantamento do Global Talent Competitiveness Index (GTCI), elaborado pelo Instituto Europeu de Administração de Empresas (Insead), em parceria com o Portulans Institute.

Esses rankings significam que não temos condições de competir com outras economias globais, porque os sucessivos governos não atentaram para a necessidade de desenvolver tecnologia, aumentar a eficiência da mão de obra e implantar uma infraestrutura que pudesse ser facilitadora. É preciso reconhecer que estamos atrasados em relação aos demais players mundiais.

A mudança na jornada de trabalho terá reflexos negativos significativos, com aumento do custo de produção e redução dos investimentos, colocando em risco o crescimento do país e comprometendo empregos. Ou seja, não vai beneficiar o trabalhador!

Esse cenário desastroso será verificado em todos os setores – indústria, serviços e comércio. A agropecuária será severamente impactada. No meio rural, onde a jornada de trabalho é diferenciada, a mudança vai exigir dos produtores um aumento expressivo no número de novos trabalhadores – cada vez mais raros – para compensar a redução das horas trabalhadas. Basta ver as tarefas contínuas dos produtores de leite, aves, suínos, peixes e outras atividades que exigem atenção permanente, ao longo das 24 horas do dia, durante o ano inteiro. A obrigação de novas contratações certamente vai impactar os preços dos alimentos para a população.

A proposta do fim da escala de jornada de trabalho 6×1 não pode ser usada como ferramenta política para angariar votos em ano de eleição. O bom senso recomenda que não mexamos nesse tema agora, para não ampliar a carga de problemas que pesam sobre o setor produtivo. Cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Principalmente se a medida for elevar o preço do frango.

Fonte: Artigo escrito por Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep.
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