Avicultura
Consumo global de proteína animal deve crescer 14% até 2033
Expansão da população e busca por proteínas acessíveis sustentam crescimento do setor.

O crescimento da demanda por proteína animal no mundo deve aumentar 14% até 2033, abrindo oportunidades para o setor de ovos e carnes tanto no mercado interno quanto nas exportações, conforme projeções sobre o perfil de consumo feita pela Rabobank.
O estudo revela que, em três décadas, a demanda mundial avançou de forma contínua, acumulando altas expressivas: 36% entre 1993 e 2003, 25% de 2003 a 2013 e 16% de 2013 a 2023. “Embora o ritmo tenha diminuído, a curva segue em expansão e sustenta as perspectivas de valorização das proteínas, entre elas o ovo. Mesmo com uma desaceleração no ritmo de crescimento, a trajetória permanece sólida”, frisa o administrador, especialista em Finanças e diretor comercial do Instituto Ovos Brasil, Anderson Müller Herbert.
De acordo com ele, fatores como expansão populacional, aumento de renda em países emergentes e mudanças nas preferências dos consumidores contribuem para essa tendência, consolidando o ovo como uma proteína acessível, nutritiva e versátil. “Há um movimento claro em direção a proteínas de melhor custo-benefício e com apelo de saudabilidade. O ovo cumpre bem esse papel, e por isso deve continuar se valorizando no cenário global”, pontua.
Frango e ovo cresce mais

Fotos: Shutterstock
De acordo com as estimativas sobre o perfil de consumo nos próximos anos, a carne de frango lidera o avanço, com crescimento estimado em 22%, seguida pelos ovos, com previsão de aumento de 21%, reforçando seu papel como alternativa econômica e nutritiva. O pescado também deve registrar expansão, com alta de 12%. Já as carnes bovina e suína apresentam perspectivas mais modestas, com crescimento previsto de 9% e 7%, respectivamente. A carne ovina, por sua vez, deve permanecer praticamente estável, mantendo participação menor na cesta global. “Esses dados evidenciam que o mundo vai continuar demandando mais proteína animal, mas a composição do consumo está mudando. As proteínas mais acessíveis e percebidas como saudáveis – aves e ovos – ganharão maior espaço, enquanto carnes de maior custo crescerão em ritmo mais lento. Essa mudança reflete um cenário de consumidores mais conscientes e pressionados por renda, especialmente em países em desenvolvimento, ao mesmo tempo em que a urbanização e a conveniência favorecem alimentos práticos, como ovos e carne de frango”, evidencia Herbert.
Segundo o especialista, até 2033 o ovo deve se consolidar como protagonista na cesta global de proteínas, acompanhando a ascensão das aves. “O setor avícola terá papel estratégico para atender a essa demanda crescente, sobretudo em países exportadores como o Brasil”, enaltece.
Preços dos ovos
Ao mesmo tempo, a disparada nos preços dos ovos aponta um cenário de forte volatilidade, marcado por oscilações que vão muito além do custo de produção. Herbert explica que fatores externos, como sanidade avícola, consumo interno e exportações, têm sido determinantes na formação dos preços. “O custo de produção praticamente não mudou na última década, mas os preços passaram a registrar picos históricos a partir de 2020, sobretudo em função de choques de oferta e demanda”, destaca.
Nos Estados Unidos (EUA), dados do Centro da Indústria de Ovos mostram que entre 2015 e 2019 os preços variavam entre US$ 100 e US$ 150 cents por dúzia, com custos estáveis em torno de US$ 80 a US$ 100 cents. A partir de 2020, os valores ultrapassaram US$ US$ 400 cents/dúzia e chegaram a quase US$ 650 cents/dúzia em 2025, seis vezes acima do custo de produção. “Essa disparidade mostra que os preços têm sido fortemente influenciados por eventos externos, como a Influenza aviária e oscilações na demanda global”, menciona Herbert.
No Brasil, o comportamento do mercado também mudou a partir de 2020. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que, entre 2016 e 2019, os preços se mantinham entre R$ 50 e R$ 100 por caixa (30 dúzias). A pandemia elevou os valores para mais de R$ 100, e entre 2022 e 2023 a cotação chegou a quase R$ 200 por caixa. Após uma retração, os preços voltaram a subir em 2025, ultrapassando R$ 200 e atingindo o maior patamar da série histórica. “Diferente dos EUA, não temos dados oficiais sobre o custo de produção no mesmo período, mas sabemos que milho e soja tiveram forte alta, o que pressionou as margens”, pontua Herbert.
Risco sanitário
Um surto de Influenza aviária no Brasil poderia gerar impactos imediatos e severos para a indústria de ovos, afetando produção, preços e exportações. Herbert alerta que, dada a alta perecibilidade do produto, qualquer redução brusca na oferta repercute rapidamente no mercado interno. “Se houver uma contaminação em larga escala, a oferta doméstica pode cair de forma drástica. Isso pressiona os preços para cima, mas também representa risco para a confiança do consumidor e para a estabilidade do setor”, pontua.

Historicamente, mercados internacionais mostraram que surtos de Influenza aviária podem levar a picos de preço de até seis vezes acima do custo de produção, como ocorreu nos EUA em 2025. No Brasil, uma redução expressiva da produção afetaria não apenas o abastecimento interno, mas também a pequena fatia destinada à exportação, com potencial de reverberação em contratos comerciais e na imagem do país como fornecedor confiável de ovos.
Além do impacto econômico, Herbert aponta para os efeitos operacionais, envolvendo o isolamento de lotes, a destruição de aves e medidas sanitárias emergenciais, que poderiam gerar aumento de custos inesperados, afetando a rentabilidade do setor. “O controle sanitário é estratégico para garantir previsibilidade de produção e segurança alimentar. Um surto coloca em risco não só a margem dos produtores, mas toda a cadeia, desde granjas até o consumidor final”, reforça.
Exportações influenciam oferta interna
Com uma trajetória de expansão contínua, o Brasil deve alcançar a marca de 62 bilhões de ovos produzidos em 2025, crescimento de 7,5% em relação ao ano anterior. Para 2026, a expectativa é de 65 bilhões de unidades.
Embora apenas 0,86% da produção seja destinada ao mercado externo, o volume exportado, que deve alcançar 533,2 milhões de ovos ao longo de 2025, tem peso relevante na formação dos preços. Isso equivale a uma média de 1,46 milhão de ovos embarcados por dia. “Mesmo uma variação de menos de 1% nas exportações impacta o mercado interno. Se a exportação aumenta, a oferta doméstica cai e os preços sobem. Se diminui, o mercado interno fica mais abastecido e os preços recuam”, detalha Herbert.
Produto perecível
Herbert destaca que a produção contínua e a alta perecibilidade do ovo tornam o setor extremamente sensível a mudanças no equilíbrio entre oferta e demanda. “Estamos diante de um produto que não pode ser estocado por longos períodos. Por isso, qualquer ajuste na destinação da produção, seja para exportação ou consumo interno, reflete rapidamente nos preços”, explica, reforçando a importância de monitoramento constante da cadeia produtiva e da adoção de estratégias que tragam maior previsibilidade ao setor.
Ovo na dieta do brasileiro

Administrador com especialização em Finanças e diretor comercial do Instituto Ovos Brasil, Anderson Müller Herbert: “Se houver uma contaminação em larga escala, a oferta doméstica pode cair de forma drástica. Isso pressiona os preços para cima, mas também representa risco para a confiança do consumidor e para a estabilidade do setor” – Foto: Divulgação/Conbrasul Ovos
No Brasil, estudos sobre hábitos alimentares mostram que o ovo é uma das principais fontes de proteína na mesa das famílias. A pesquisa revelou que o preço acessível é o principal fator de escolha para os consumidores, com destaque em Minas Gerais (25,3%), São Paulo (25,0%) e Pernambuco (23,3%).
Além do preço, a nutrição e a versatilidade dos ovos também influenciam a preferência, com índices de até 35% no Espírito Santo e 24,6% no Ceará. Mais de 19% dos entrevistados em São Paulo e Rio Grande do Sul mencionaram a facilidade de uso nas receitas como motivador de consumo.
No entanto, o alto valor percebido ainda limita o aumento do consumo. Em estados como Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, entre 36% e 42% dos entrevistados citaram o preço como barreira. Em Pernambuco, além do custo, 28,4% mencionaram preocupações com colesterol e saúde, mesmo diante de evidências de que o consumo de ovos é seguro dentro de uma dieta equilibrada. “Essa percepção reflete a sensibilidade do mercado diante de variações no valor do produto. Ao mesmo tempo, a combinação de acessibilidade, nutrição e praticidade reforça o potencial do ovo como proteína essencial para a dieta dos brasileiros”, afirma Herbert.
Confiança do consumidor
A confiança do público consumidor em relação a informações sobre alimentação saudável está concentrada em nutricionistas e médicos, citados por 34% e 24% dos entrevistados, respectivamente. Amigos e familiares aparecem em menor escala, com 15% e 14%, enquanto chefs, influenciadores digitais e apresentadores de TV ou rádio somam de 3% a 6%. “A participação dos profissionais de saúde em campanhas educativas e de marketing fortalece a confiança e amplia a aceitação das informações compartilhadas com a população”, enfatiza Herbert.
O levantamento reforça que, no Brasil, o ovo se mantém como proteína democrática, combinando acessibilidade, nutrição e praticidade. “Ao mesmo tempo, as percepções sobre preço e saúde indicam desafios para o setor, sobretudo em períodos de valorização do produto”, indica Herbert. Essa informações foram apresentadas durante sua participação na 5ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (Conbrasul Ovos), promovida em meados de junho, na serra gaúcha.
A versão digital está disponível gratuitamente no site oficial de O Presente Rural. A edição impressa já circula com distribuição dirigida a leitores e parceiros em 13 estados brasileiros.

Avicultura
Exportações de ovos superam US$ 6 milhões em fevereiro
Resultado reflete o avanço das vendas externas do setor e a ampliação da presença do produto brasileiro em mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina, segundo a ABPA.

As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 2.939 toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 16,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 2.527 toneladas.
Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo. As vendas internacionais do setor somaram US$ 6,175 milhões, valor 25,1% superior ao obtido em fevereiro de 2025, quando as exportações totalizaram US$ 4,936 milhões.

Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin: “Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina” – Foto: Divulgação/Alimenta
No acumulado do primeiro bimestre, as exportações brasileiras de ovos alcançaram 6.025 toneladas, número 23,4% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 4.884 toneladas. Em receita, o crescimento comparativo chega a 37,9%, com US$ 12,583 milhões obtidos nos dois primeiros meses de 2026, contra US$ 9,122 milhões no mesmo período do ano passado.
Entre os principais destinos das exportações brasileiras de ovos em fevereiro estão Chile, com 767 toneladas (+156,8%), Emirados Árabes Unidos, com 531 toneladas (-3,1%), Japão, com 524 toneladas (+143,5%), e México, com 284 toneladas (+12,7%).
De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho das exportações reflete o fortalecimento da presença internacional da cadeia produtiva de ovos brasileira e a ampliação da diversificação de destinos. “Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. A diversificação de destinos e a competitividade do produto brasileiro têm ampliado o espaço da nossa produção no comércio internacional, consolidando gradualmente a cultura exportadora do setor de ovos”, avalia Santin.
Avicultura
Manejo do frango de corte moderno será tema do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
Especialista Rodrigo Tedesco Guimarães discutirá como transformar potencial genético em desempenho produtivo no dia 08 de abril, a partir das 14 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

O médico-veterinário Rodrigo Tedesco Guimarães será um dos palestrantes do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e abordará o tema Manejo do Frango de Corte Moderno durante o Painel Manejo, no dia 08 de abril, às 14 horas. O evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e ocorrerá de 07 a 09 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).
Rodrigo Tedesco Guimarães é médico-veterinário formado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no Rio Grande do Sul, com MBA em Gestão Empresarial pela Faculdade da Serra Gaúcha. Especialista em frango de corte e ambiência, é responsável pelo suporte técnico aos clientes da Aviagen no Brasil. Com 21 anos de atuação na indústria avícola, Rodrigo acumulou experiência em empresas como Frigorífico Nicolini, Agrofrango e Sadia/BRF (MBRF). É coautor do capítulo Manejo Inicial e do Crescimento do livro Produção de Frangos de Corte, 3ª edição da Facta.

Médico-veterinário Rodrigo Tedesco Guimarães será um dos palestrantes do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura – Foto: Divulgação
Ao antecipar os temas que serão discutidos durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), o palestrante destaca que o melhoramento genético transformou a avicultura mundial e impõe novos desafios ao setor. “O melhoramento genético foi decisivo para tornar a carne de frango a proteína animal mais consumida no mundo. Evoluímos muito neste aspecto e em nutrição, manejo e biosseguridade, mas o grande desafio agora é equilibrar eficiência produtiva com bem-estar animal, sustentabilidade ambiental, qualidade da carne e segurança alimentar. Precisamos manter altos níveis de produtividade sem comprometer a saúde das aves, buscando desempenho aliado à robustez fisiológica e menor impacto ambiental”, avalia Guimarães. Ao abordar a evolução da ave moderna e as exigências crescentes no campo, ele reforça que o manejo deixou de ser operacional para se tornar estratégico. “Atualmente apenas bons índices zootécnicos não são o suficiente. Não adianta ter sanidade sem nutrição adequada, nem nutrição sem ambiência de qualidade. A ave moderna é muito mais responsiva às práticas de manejo. Controle de temperatura, ventilação, densidade, qualidade de cama, iluminação, acesso a água e alimento, além da atenção ao comportamento das aves, deixaram de ser detalhes e passaram a ser fatores imprescindíveis para transformar o potencial genético em resultado produtivo e renda para o avicultor integrado e para a agroindústria”, salienta.
O especialista também adianta que o manejo eficiente depende de planejamento e acompanhamento contínuo, já que o ciclo produtivo é curto e exige precisão técnica. “O manejo do frango de corte é um processo sequencial, em que cada etapa impacta diretamente no resultado final. Desde o preparo do galpão antes da chegada dos pintos até o pré-abate, tudo exige planejamento, monitoramento constante e análise de dados. O tempo entre a eclosão e o abate é curto, o que reduz a margem para correções. Por isso, precisamos de equipes capacitadas, coleta de dados eficiente e decisões técnicas rápidas para garantir bem-estar, uniformidade do lote e desempenho comercial sustentável”, enfatiza.
O manejo adequado do frango de corte é um ponto importante quando falamos de eficiência produtiva na avicultura moderna, destaca a presidente da Comissão Científica do SBSA, Daiane Albuquerque. “Aspectos relacionados à ambiência, densidade, bem-estar animal, controle de variáveis ambientais e aplicação correta de protocolos técnicos impactam diretamente no desempenho zootécnico, na conversão alimentar e na sustentabilidade da produção. Durante sua palestra, Rodrigo trará uma abordagem prática e atualizada sobre os desafios do manejo nas diferentes fases de crescimento, alinhando tecnologia, gestão e aplicabilidade no campo”.
Compromisso
A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, frisa que o SBSA mantém o compromisso de oferecer temáticas alinhados às demandas da cadeia produtiva. “O Simpósio busca reunir especialistas que tragam conhecimento técnico com aplicação direta no dia a dia da produção. O manejo do frango de corte é um tema estratégico para a competitividade do setor, e a contribuição do Rodrigo reforça essa proposta”, afirma.
Para acompanhar a palestra e demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no 26º SBSA. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair, que ocorre simultaneamente ao Simpósio, tem valor de R$ 100. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.
Programação geral
26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair
DIA 07/04 – TERÇA-FEIRA
13h30 – Abertura da Programação
13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Tema: Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura
Palestrantes: Delair Bolis, Joanita Maestri Karoleski, Vilto Meurer
Coordenadora da mesa redonda: Luciana Dalmagro
15h40 – Intervalo
16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)
17h – Solenidade de Abertura Oficial
17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC
19h15 – Coquetel de abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair
DIA 08/04 – QUARTA-FEIRA
Bloco Abatedouro
8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate
Palestrante: Darwen de Araujo Rosa (15 minutos de debate)9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar
Palestrante: Dianna V. Bourassa (15 minutos de debate)10h – Intervalo
Bloco Nutrição
10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo
Palestrante: Wilmer Pacheco (15 minutos de debate)11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte
Palestrante: Rosalina Angel (15 minutos de debate)12h30 – Intervalo almoço
Eventos Paralelos – Painel Manejo
14h – Manejo do Frango de Corte Moderno
Palestrantes: Lucas Schneider, Rodrigo Tedesco Guimarães16h – Intervalo
Bloco Conexões que Sustentam o Futuro
16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura
Palestrantes: Kali Simioni e João Nelson Tolfo (15 minutos de debate)17h30 – Por que bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme (15 minutos de debate)18h30 – Eventos Paralelos
19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair
DIA 09/04 – QUINTA-FEIRA
Bloco Sanidade
8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa: métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande (15 minutos de debate)9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves
Palestrante: Dr. Ricardo Rauber (15 minutos de debate)10h – Intervalo
10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença
Palestrante: Gonzalo Tomás (15 minutos de debate)11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real
Palestrante: Taís Barnasque (15 minutos de debate)
Sorteios de brindes
Avicultura
Abertura do SBSA 2026 destaca importância de compreender cenários globais para a avicultura brasileira
Produtores e profissionais terão acesso a análises sobre economia mundial, comércio e políticas internacionais que afetam a cadeia produtiva.

O cientista político, professor e palestrante Heni Ozi Cukier (HOC) palestrará na abertura do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), com o tema Cenários Globais 2026. Formado em Filosofia e Ciências Políticas nos Estados Unidos e mestre em Resolução de Conflitos e Paz Internacional pela American University, em Washington DC, HOC possui trajetória internacional, tendo atuado no Conselho de Segurança da ONU, na Organização dos Estados Americanos (OEA) e no Woodrow Wilson Center, entre outras instituições. A apresentação, patrocinada pela Farmabase, está programada para o dia 07 de abril, às 17h40, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).
Heni é fundador da HOC Content, produtora de conteúdo e consultoria em comunicação, além de idealizador e coordenador da pós-graduação em Geopolítica da PUC Paraná. Professor de Relações Internacionais, também se destaca na popularização do conhecimento sobre geopolítica por meio do canal Professor HOC, no YouTube, considerado o maior canal brasileiro dedicado ao tema.

Professor e palestrante Heni Ozi Cukier (HOC) palestrará na abertura do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o SBSA será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e reunirá profissionais, pesquisadores, estudantes e empresas para debater inovação, tendências e desafios da cadeia produtiva avícola. Na palestra de abertura, HOC trará análise sobre os principais movimentos geopolíticos e econômicos que impactam o cenário internacional e influenciam mercados globais, incluindo o agronegócio.
A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, ressalta que a abertura do Simpósio busca ampliar o olhar dos participantes sobre o contexto global que envolve a produção de alimentos. “A avicultura está inserida em um mercado internacional altamente dinâmico. Compreender os cenários globais e os fatores geopolíticos que influenciam a economia mundial contribui para decisões mais estratégicas dentro da cadeia produtiva”, afirma.
A presidente da Comissão Científica do SBSA, Daiane Albuquerque, destaca que a proposta da programação é integrar conhecimento técnico com uma visão mais ampla do ambiente em que o setor está inserido. “O Simpósio sempre busca trazer conteúdos que ajudem os profissionais a compreender não apenas os aspectos técnicos da produção, mas também os movimentos que impactam o mercado. A palestra de abertura traz justamente essa perspectiva estratégica”, explica.
Além da programação científica, o 26º SBSA contará com a realização da 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira de negócios que reunirá empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola, promovendo networking, apresentação de tecnologias e geração de negócios.
Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica, é necessária inscrição no 26º SBSA. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.
Programação geral
26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair
DIA 07/04 – TERÇA-FEIRA
13h30 – Abertura da Programação
13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Tema: Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura
Palestrantes: Delair Bolis, Joanita Maestri Karoleski, Vilto Meurer
Coordenadora da mesa redonda: Luciana Dalmagro
15h40 – Intervalo
16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)
17h – Solenidade de Abertura Oficial
17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC
19h15 – Coquetel de abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair
DIA 08/04 – QUARTA-FEIRA
Bloco Abatedouro
8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate
Palestrante: Darwen de Araujo Rosa (15 minutos de debate)9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar
Palestrante: Dianna V. Bourassa (15 minutos de debate)10h – Intervalo
Bloco Nutrição
10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo
Palestrante: Wilmer Pacheco (15 minutos de debate)11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte
Palestrante: Rosalina Angel (15 minutos de debate)12h30 – Intervalo almoço
Eventos Paralelos – Painel Manejo
14h – Manejo do Frango de Corte Moderno
Palestrantes: Lucas Schneider, Rodrigo Tedesco Guimarães16h – Intervalo
Bloco Conexões que Sustentam o Futuro
16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura
Palestrantes: Kali Simioni e João Nelson Tolfo (15 minutos de debate)17h30 – Por que bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme (15 minutos de debate)18h30 – Eventos Paralelos
19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair
DIA 09/04 – QUINTA-FEIRA
Bloco Sanidade
8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa: métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande (15 minutos de debate)9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves
Palestrante: Dr. Ricardo Rauber (15 minutos de debate)10h – Intervalo
10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença
Palestrante: Gonzalo Tomás (15 minutos de debate)11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real
Palestrante: Taís Barnasque (15 minutos de debate)
Sorteios de brindes



