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Avicultura Avicultura Moderna

Consumo de água, ganho de peso e muito mais em tempo real pelo celular

Produtor de São Miguel do Iguaçu, no Paraná, comenta que as novidades que chegam no mercado são muito interessantes, mas muitos avicultores podem ter dificuldades de usar as ferramentas.

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Francine Trento/OP Rural

Novas tecnologias chegam quase que diariamente no setor produtivo do agronegócio. Elas são para as mais diferentes funções, que ajudam o produtor desde a gestão do negócio, como no controle do ambiente e na nutrição das aves. Absorver tantas novidades pode ser um desafio ao produtor, principalmente se ele não estiver tão “aberto” a tudo que está chegando.

Leandro Zatta é avicultor. Ele possui dois aviários na cidade de São Miguel do Iguaçu, cidade a aproximadamente 40 quilômetros de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. Cada aviário tem a capacidade de alojamento de aproximadamente 30 mil aves por lote. O projeto para entrar no setor começou há quase um ano. Dessa forma, Zatta teve a oportunidade – e vontade – de usar todas as mais novas tecnologias possíveis a seu favor desde a construção dos espaços.

Os dois aviários são do modelo dark house, que usa luz artificial na criação. Entre as tecnologias adotadas estão sistemas de acompanhamento online e remoto, câmeras de segurança e painéis solares. “Montamos essa propriedade em família, sendo eu e os meus pais”, comenta. O avicultor explica que toda a estrutura do aviário foi pensada para haver conexão. “O painel utilizado tem conexão via internet. Além de ter também os exaustores automáticos, a questão da oferta de comida do frango ser toda automática, eu também tenho uma balança interna que calcula o peso dos frangos e vários sensores que medem temperatura e umidade. Tudo isso em tempo real”, menciona. “Qualquer coisa dentro do aviário eu consigo ter acesso pelo celular”, comenta.

Para todo o controle o produtor conta com um painel de alta tecnologia desenvolvido por uma empresa particular. “O painel já é dimensionado para ter acesso online. Além do painel, o único investimento que tive foi o de colocar internet dentro dos aviários, para ter todo o sistema WiFi e, assim, ter acesso a todas as informações. Tenho tudo conectado. E para ter acesso aos dados mais tarde, eu somente preciso entrar no site da empresa. Eu poderia ter aviário em qualquer lugar que eu teria acesso em tempo real”, afirma.

Outro grande investimento feito pelo avicultor foi a instalação de placas solares na propriedade. “O maior custo que temos hoje na atividade é com energia elétrica. É o que mais impacta. Então começamos a estudar e percebemos que o valor que investiríamos nas placas se pagaria somente com o que já gastamos de energia. Vimos que isso deu certo. E assim as placas abastecem os aviários e toda a propriedade, que conta ainda com casas e motores para fazer silagem aos animais (bovinos)”, comenta.

Tudo o que chega é novidade 

Como começou na atividade há quase um ano, Zatta comenta que todas as tecnologias que chegam até ele e à família são novidade. Porém, sabe que a tecnologia é uma faca de dois gumes. “Ao mesmo tempo que é algo bom é também ruim se o produtor tem dificuldade em manusear ou aprender. Assim, alguns acabam sofrendo”, diz. Ele explica que os aviários são uma parceria com os pais, mas sabe que muitas das tecnologias não poderiam ser utilizadas se somente o pai, menos íntimo dos equipamentos tecnológicos, fosse o responsável. “Quando pensamos em colocar as tecnologias, sempre pensamos no quesito funcionalidade. Porque eu também trabalho em outro lugar, então não posso ficar o dia todo nos aviários. Mesmo com a parceria com os meus pais, sei que eles não têm a facilidade em manusear estes controladores como outra pessoa teria”, afirma.

Dessa forma, comenta o avicultor, adquirir as tecnologias que permitam que ele faça a maioria das atividades de forma remota foi essencial para o sucesso da atividade. “O que mais me chamou a atenção foi justamente saber o que está acontecendo em tempo real, mesmo não estando na propriedade, e poder controlar tudo, como ganho de peso, consumo de água e temperatura, por exemplo. Facilita muito essa gestão do negócio”, diz. Se alguns desses indicadores, como GPD ou consumo de água, por exemplo, estiver, fora das linhas indicadas, o produtor pode tomar medidas corretivas imediatamente.

Zatta ainda menciona que sabe que existem ainda muitas tecnologias para o setor, que surgem diariamente. “Às vezes, até porque questão financeira, a gente não consegue acompanhar tudo. Mas o que eu sei é que estas novas tecnologias demandam muita curiosidade do produtor e a vontade dele de ter um resultado melhor. Para ter o básico é fácil, mas para se diferenciar é preciso investir nas tecnologias”, afirma. O avicultor sabe que o que possui hoje nos aviários não é tudo que existe, mas tem sido o suficiente até o momento. “São muitos detalhes dos aviários que tenho o controle na palma da minha mão”, diz.

Zatta ainda comenta que quando o assunto é a aquisição de algo novo, o primeiro passo é fazer a conta para ver se aquele produto ou serviço é necessário. “Hoje em dia qualquer recurso já muda a gestão da propriedade, mas é preciso que ele se viabilize. Assim eu vou fazer um investimento que eu vejo que vai agregar valor futuramente e melhorar a questão do frango, eu vou tentar adotar”, comenta. O produtor sabe que muitas das tecnologias que surgem são também ainda caras e, por enquanto, não são viáveis. Mesmo assim, os aviários já foram construídos pensando em adotá-las assim que possível. “Os dois espaços já foram pensados em tecnologias futuras que podem ser implementadas”, diz.

Fonte: OP Rural
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Avicultura 2ª enfermidade que mais causa prejuízo

Estudo revela perdas financeiras e produtivas com a bronquite infecciosa

Diagnóstico preciso é o primeiro passo para o controle da doença.

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Arquivo/OP Rural
Por  Graziela Santos, Jorge Chacón e Tharley Carvalho da Ceva Saúde Animal

A bronquite infecciosa é uma doença grande impacto da indústria. O Banco Mundial aponta como a segunda enfermidade que mais causa prejuízo globalmente. Provocada por um coronavírus, pertencente ao gênero gammacoronavírus. Atualmente sabe-se que a doença possui um impacto mais amplo no organismo das aves, com manifestações respiratórias, renais e reprodutivas.

Você acha fácil identificar um lote comprometido pelo vírus? 

Muitas vezes o diagnóstico dos lotes acometidos apenas pela análise clínica do lote através das visitas de acompanhamento não é uma tarefa fácil. Tendo em vista que em lotes com uma infecção tardia os sinais clínicos podem ser mais brandos. Além disso é importante ressaltar, que a cepa BR da bronquite infecciosa tem importante acometimento renal que muitas vezes passa despercebido quando erroneamente atrelamos o diagnóstico da bronquite apenas à sinais respiratórios.

Vamos usar esse caso real como exemplo

Em uma empresa do sul do Brasil foi realizado o acompanhamento laboratorial e o desempenho zootécnico de 16 lotes de frango de corte (295 mil aves). No acompanhamento sorológico, 62,5% dos lotes apresentaram resultado positivo. No entanto em 94% dos lotes foi detectado o vírus variante BR.

O que isso significa?

Quando utilizamos somente a sorologia como ferramenta de diagnóstico, estamos excluindo os lotes que foram infectados tardiamente. Pois no diagnóstico realizado através da sorologia, identificamos os anticorpos IgG que podem levar até 3 semanas pós infecção para serem identificados. Já na PCR conseguimos fazer o diagnóstico em algumas horas após a infecção.

Os lotes nem sempre apresentam soroconversão elevada próximo ao abate. Mas isso não significa que não foram infectados e sofrem com os danos da doença. A alta positividade na PCR confirma que o vírus desafia os organismos desses animais.

A alta positividade na PCR demonstra claramente a infecção e a circulação do desafio na região. As aves positivas através de PCR confirmam a presença do vírus e as consequentes perdas causadas por ele.

Os lotes com maiores títulos indicam que foram infectados com o vírus nas primeiras semanas de vida e são mais prejudicados.

Os lotes com títulos mais altos indicam uma infecção mais precoce, já que sabemos que a soroconversão pode levar em torno de 3 semanas. As perdas produtivas, nesses lotes, iniciam desde o primeiro momento da infecção.

Os resultados zootécnicos provam isso

Quando comparamos lotes com GMT abaixo de 1.500 com lotes que possuem GMT acima de 1.500, observamos os indicadores zootécnicos com melhores resultados nos lotes com menor GMT, indicando uma infecção mais tardia nesses lotes.

Ou seja, em lotes positivos na PCR e com sorologia mais elevada as perdas zootécnicas são mais expressivas. Demonstrando que o momento da infecção, mais precoce ou tardiamente interfere no desempenho do lote.

Lotes com infecção precoce necessitaram de quase 1 dia a mais no campo para serem abatidos.

Os lotes com infecção mais precoce e consequente maior soroconversão apresentaram um resultado PIOR (R$ 142 reais) quando comparado aos lotes com menor soroconversão. Vale lembrar que apenas um lote não foi positivo na PCR.

Conclusões

❖   Somente a sorologia não deve ser utilizada como ferramenta de diagnóstico e monitoramento da circulação viral da Bronquite Infecciosa.

❖   Lotes infectados mais precocemente pelo vírus da Bronquite Infecciosa ficam expostos mais tempo e apresentam pior desempenho zootécnico (mortalidade, conversão alimentar e ganho de peso), além de aumento dos gastos com antibióticos.

❖   A infecção precoce pelo vírus da Bronquite Infecciosa Gera maiores impactos no Abatedouro, com aumento dos índices de condenação.

❖   Lotes infectados tardiamente podem não apresentar sinais clínicos evidentes no campo, mas podem apresentar altas condenas no abatedouro. Tendo em vista o diagnóstico tardio e a não medicação a campo.

As referências bibliográficas estão com os autores. Contato via: tharley.carvalho@ceva.com

Fonte: Ceva Saúde Animal
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Avicultura Cerimônia de abertura

3ª Conbrasul Ovos evidencia importância do setor

Evento reúne atores da agroindústria e fornecedores de insumos da cadeia avícola até a próxima quarta-feira (1º), em Gramado, na serra gaúcha.

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Foi aberta oficialmente a 3ª edição do Conbrasul Ovos – Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos, neste domingo (28), na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul. O evento reúne atores da agroindústria e fornecedores de insumos da cadeia avícola até a próxima quarta-feira (1º).

Na cerimônia de abertura foi enaltecida a importância do setor. O presidente executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos disse estar honrado em receber os congressistas após quase dois anos de muita dificuldade em decorrência da pandemia da Covid-19, mas que o compromisso com a avicultura faz com que eventos como da Conbrasul Ovos aconteçam. “Os desafios nos movem e nos fazem fazer um evento como esse direcionado para lideranças e principais profissionais do setor avícola do país, que atuam no dia a dia na produção, no fornecimento de tecnologias, na ciência ou nas mais diversas áreas. Vamos sempre lutar pela nossa avicultura, temos temas estratégicos e vitais que vamos discutir durante esse fórum de debates, assim como vamos ter temas desafiadores que precisamos colocar em pauta, para quer possamos traçar um novo rumo para o nosso setor, porque vamos ter desafios e novos cenários”, mencionou Santos.

Participam do evento representantes dos Estados de Alagoas, amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, enalteceu em seu discurso o investimento de mais de R$ 1 bilhão no setor durante a pandemia para que não faltasse comida na mesa dos brasileiros. “Os produtores foram verdadeiros heróis, trabalharam com muita resiliência, investiram neste período mais de R$ 1 bilhão para não deixar faltar comida para os brasileiros. E estar aqui junto pra pensar o futuro de novo, pra pensar em uma retomada onde a gente possa entregar nutrição para as pessoas que vão continuar a lutar para ter imunidade para trabalhar com essas novas variantes chegando. Então as situações de limitações que estamos tendo agora, de ter que ficar longe um do outro e de usar máscara são temporárias e vai passar, mas nós vamos cada vez ficar maiores. O setor viveu grandes dificuldades, agora é momento de pensar olhando para frente. Nós temos um ano que precisamos crescer mais ainda na exportação e trabalhar para não deixar faltar a produção, é isso que nós temos que fazer!”, declarou Santin, chamando a atenção para casos de Influenza Aviária fora do país. “Não dá pra descuidar”, encerrou.

“É muito importante que os setores parem, se organizem, porque nunca se viveu um tempo de tanta disrupção como agora, o que  vale hoje já não vale amanhã, mas uma coisa é verdadeira, alimento na mesa das pessoas vai chegar, tem que chegar, e tomara que chegue em abundância. Na pandemia, vocês não imaginam a ginástica que fizemos para manter o nosso setor produzindo, havia literalmente gente querendo que parássemos o tempo todo. E o Brasil foi o país que melhor se comportou entre todos os países, porque nós não tivemos abate sanitário”, frisou o presidente do Conselho Consultivo da ABPA, Francisco Turra.

Por sua vez, o presidente do Conselho Diretivo da organização avícola do Rio Grande do Sul e de entidades membros ASGAV/SIPARGS, Nestor Freiberger, enalteceu a importância do congresso para o setor. “A avicultura sofreu e ainda sofre com os impactos da pandemia, mas não deixamos de produzir carne de frango e ovos para alimentar milhares de famílias no Brasil e no mundo. Momentos como este, de retomada de eventos presenciais, nos ajudarão a superar as dificuldades, definir novos horizontes para a nossa avicultura. Parabenizo a equipe da ASGAV capitaneada pelo presidente Eduardo em meio as mudanças constantes de regras sanitárias conseguiram organizar este avento para que pudéssemos estar juntos. Tenho plena convicção de que serão dias bem produtivos e que nossos palestrantes trarão informações muito importantes e muito conhecimento para ser compartilhado”, ressaltou.

Demais autoridades, lideranças, convidados, publico e imprensa em geral marcaram presença na solenidade. O Jornal O Presente Rural está fazendo a cobertura do evento, que você, caro leitor, cara leitora, pode acompanhar na próxima edição sobre Avicultura Corte & Postura.

As principais tendências econômicas e os fundamentos de mercado que devem impactar a avicultura nos próximos anos serão discutidos durante a 3ª Conbrasul Ovos, na abertura da programação nesta segunda-feira (29), com painéis sobre “Agronegócio Brasil: Novos Cenários e Novos Desafios” e “As forças que estão acelerando as transformações no mundo e no agronegócio”.

A 3ª Conbrasul Ovos está seguindo todos os protocolos sanitários vigentes e determinados pelos órgãos de vigilância.

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Avicultura

Produtos comerciais a base de parede celular de levedura melhoram desempenho de frangos de corte com baixo desafio sanitário

Para a manutenção dos altos índices de performance, associasse a necessidade de adição de outras substâncias que mantenham o desempenho e a saúde das aves. Produtos prebióticos, a base de parede celular de levedura, mostram-se eficazes para avicultura tanto de corte como de postura.

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Por Marcio Oro, médico-veterinário, pós-graduado em Ciência Avícola e coordenador técnico regional de Aditivos da Phileo by Lesaffre; e Marcos Aronovich, zootecnista PhD e gerente de Serviços Técnicos Brasil da Phileo by Lesaffre.

A parede celular da levedura Saccharomyces cerevisiae (PCSc) é um prebiótico que tem despertado um grande interesse devido ao seu potencial de utilização em rações animais. Produtos à base de parede celular de levedura têm sido utilizados como aditivos melhoradores do desempenho, proporcionando benefícios aos animais, especialmente em sistemas de produção em que seja necessária a redução dos antimicrobianos. Nestes casos, para a manutenção dos altos índices de performance, associasse a necessidade de adição de outras substâncias que mantenham o desempenho e a saúde das aves. Produtos prebióticos, a base de parede celular de levedura, mostram-se eficazes para avicultura tanto de corte como de postura.

Pesquisa conduzida na Universidade Federal de Lavras em 2020, no Centro de Pesquisa em Tecnologia Avícola (CPTA/Ufla) para avaliação de três produtos comerciais obtiveram resultados diferentes. As principais diferenças com relação a um produto denominado Premium, de fermentação primária, proveniente de uma cepa específica, produzido de forma padronizada e controlada desde o seu início até a sua finalização.

Foram utilizados pintos de corte machos de uma linhagem comercial com 1 dia até os 42 dias de idade, no sistema convencional de cama, com maravalha nova com 8 cm de espessura. O manejo foi seguido conforme as designações específicas da linhagem. A ração foi fornecida na forma farelada em comedouros tubulares, sendo ad libitum ração e água (bebedouros tipo nipple) durante todo o período experimental.

Ao final da fase de criação das aves, os dados foram analisados mediante análise de variância (Anova), utilizando o pacote computacional Sisvar (2016) sendo utilizado o teste de SNK (Student-Newman-Keuls) ao nível de 5% de probabilidade para comparação das médias dos tratamentos experimentais.

Os resultados de consumo de ração, ganho de peso e conversão alimentar, podem ser observados na tabela 1.

Para o ganho de peso foi observado que o tratamento controle negativo, sem inclusão de AMD, proporcionou o menor ganho de peso (P<0,05). A suplementação com a Parede Premium proporcionou maior ganho de peso em relação aos demais tratamentos.

Para a conversão alimentar foi observado que a suplementação da Parede Premium possibilitou melhor índice de conversão comparado aos demais tratamentos.

“A escolha de um produto premium pode levar ao sucesso de seu criatório”

Os resultados de ganho médio diário (GMD, g), viabilidade criatória (VC, %) e índice de eficiência produtiva (IEP), podem ser observados na tabela 2.

Houve efeito (P<0,05) sobre o GMD e VC dos frangos de corte. Para o GMD foi observado que o tratamento controle negativo, sem inclusão de AMD, proporcionou o menor ganho de peso dos frangos de corte. A suplementação com a Parede Premium a dieta proporcionou um melhor GMD.Para a VC foi observado que o tratamento controle negativo proporcionou o menor valor (P<0,05), sendo o maior encontrado com a suplementação da Parede Premium a dieta dos animais (P>0,05).

Com relação aos valores de IEP, os maiores valores foram observados para a suplementação com a Parede Premium.

Conclusões

Os aditivos melhoradores de desempenho devem ser suplementados às dietas para frangos de corte, pois as aves analisadas sem a adição de equilibradores da microbiota intestinal apresentaram resultados insatisfatórios de desempenho, como ganho de peso, viabilidade criatória, índice de eficiência produtiva e conversão alimentar.

A suplementação com Parede Celular de Levedura Premium, mesmo em condições de baixo desafio sanitário, demonstrou-se eficaz em promover melhores índices zootécnicos em comparação aos demais produtos analisados.

Fonte: Phileo by Lesaffre
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