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Conselho de Administração empossa nova diretoria da Epagri

Conselho da Administração da Epagri é presidido pelo Secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa

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Divulgação/Assessoria

O Conselho de Administração da Epagri aprovou na quinta-feira (07) o nome da extensionista Edilene Steinwandter para a presidência da Empresa. Também foram avaliados e aprovados os nomes de Humberto Bicca Neto, Vagner Miranda Portes e Giovani Teixeira, que, juntamente com Edilene, passam a compor a nova diretoria executiva. A reunião aconteceu na sede da Epagri, em Florianópolis.

“Tenho clareza do tamanho o desafio que assumo” resumiu Edilene aos conselheiros, ao mesmo tempo em que se disse confiante para ocupar o cargo. “A Epagri é uma Empresa moderna, com foco e diretrizes”, descreveu a presidente, enumerando esses como alguns dos motivos que a fazem crer no sucesso da gestão de sua diretoria.

Edilene é funcionária da Epagri desde 2002, quando iniciou na função de extensionista rural no município de Ponte Serrada. Na Empresa ocupou os cargos de gerente regional de Xanxerê e gerente estadual de extensão rural, onde permaneceu até assumir a presidência. Ela é engenheira-agrônoma, com mestrado em zootecnia.

Os três nomes que vão compor a nova diretoria foram indicados por Edilene. “Estes profissionais têm suas histórias de trabalho na Epagri pautadas pela retidão, competência, liderança, ética e admiração dos colegas” declarou a presidente ao justificar as indicações, lembrando que elas foram pautadas por critérios estritamente técnicos.

Humberto Bicca, que assumiu a diretoria da extensão, ocupava até então a gerência da Estação Experimental da Epagri em Campos Novos. É engenheiro-agrônomo, extensionista da Epagri desde 2008. Na nomeação ele manifestou intenção de fortalecer o entrosamento entre as áreas de pesquisa extensão. “Vamos priorizar as demandas regionalizadas de cada cadeia produtiva, sempre seguindo o estabelecido no planejamento estratégico da Empresa”, descreveu.

O novo diretor de pesquisa, Vagner Portes, é médico-veterinário, doutor em biotecnologia e biociências. Pesquisador do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf), atuava até então como coordenador do Laboratório de Biotecnologia em Sanidade Animal da unidade, inaugurado em junho de 2018. “A nossa Empresa cresceu muito nos últimos anos e nosso desafio é dar continuidade a esse processo”, declarou.

Giovani Canola foi mantido no cargo de diretor administrativo financeiro da Empresa, que já ocupava na antiga gestão. É engenheiro-agrônomo, com especialização em gestão pública avançada. Na posse ele destacou a grandeza da estrutura da empresa e como é importante que tudo esteja funcionando de forma adequada para dar suporte ao trabalho de pesquisadores e extensionistas.

O Conselho da Administração da Epagri é presidido pelo Secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa. Ele lembrou ao novo corpo gestor a necessidade de dar sequência aos trabalhos com austeridade nos gastos, mas destacou que essa diretriz do atual governo não vai interferir no bom trabalho que a Epagri realiza ao longo de seus 27 anos de história.

Os três novos diretores se unem a Ivan Luiz Zilli Bacic, diretor institucional da Epagri, cargo para o qual foi eleito pelos funcionários em pleito realizado em 2018.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Interno

Indicador do milho chega a menor patamar em cinco meses

Ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores

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Arquivo/OP Rural

A oferta superior à demanda tem mantido os preços do milho em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em Campinas (SP), os valores voltaram a operar próximos dos patamares observados em novembro do ano passado. Entre 12 e 18 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa Campinas (SP) caiu 2,32%, a R$ 35,84/sc de 60 kg na quinta-feira (18), o menor patamar nominal desde meados de novembro/18.

No geral, o ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores. Além disso, alguns produtores têm dado preferência em comercializar a soja – vale lembrar que a cotação da oleaginosa está firme, favorecida pelas altas do dólar e dos preços externos. No campo, o clima segue favorável ao desenvolvimento das lavouras de milho, o que pode resultar em antecipação da colheita.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Preços da soja sobem, mas médias mensais são as menores desde janeiro

Apesar dos recentes aumentos, na parcial deste mês, os valores da oleaginosa são os menores desde janeiro de 2019

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As cotações da soja registraram ligeira alta na semana passada, devido à valorização do dólar frente ao Real, à relativa estabilidade dos prêmios e ao aumento de cotas nos armazéns portuários, cenário que aumentou também a liquidez no mercado.

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá avançou 0,2%, a R$ 76,66/saca de 60 kg nessa quinta-feira (18). No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 0,3%, a R$ 72,11/sc de 60 kg nessa quinta.

Pesquisadores do Cepea afirmam que, apesar dos recentes aumentos, na parcial deste mês, os valores da oleaginosa são os menores desde janeiro de 2019, em termos nominais. Isso se deve à menor procura de indústrias brasileiras, uma vez que grande parcela tem garantido os lotes por contrato a termo e negociado poucos volumes no spot. Além disso, as aquisições são para consumo a médio prazo, visto que agentes esperam preços menores.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Última semana da quaresma é marcada por preços estáveis

No geral, o mercado de ovos apresentou bom desempenho de vendas no período de Quaresma deste ano

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Apesar da estabilidade nas cotações dos ovos comerciais, o ritmo de negócios esteve mais intenso na semana passada. Com isso, colaboradores do Cepea afirmam que, no geral, o mercado de ovos apresentou bom desempenho de vendas no período de Quaresma deste ano.

Entre 11 e 18 de abril, as cotações do ovo tipo extra, branco, colocado na Grande São Paulo, registraram elevação de 0,3%, com a média da caixa com 30 dúzias passando para R$ 94,42 na última quinta-feira (18).  Para o produto vermelho, entregue na Grande SP, houve alta de 0,9% de 11 a 18 de abril, com a caixa de 30 dúzias comercializada a R$ 110,87 na quinta-feira.

Com o encerramento da Quaresma, avicultores consultados pelo Cepea se mostram receosos com o possível enfraquecimento das vendas nas próximas semanas. Parte dos agentes, inclusive, já cogita intensificar os descartes de poedeiras mais velhas.

Fonte: Cepea
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