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Conselho Consultivo da ABCZ debate pauta diversificada durante 88ª ExpoZebu
Os conselheiros apresentaram demandas de cada um dos estados, além de sugestões para melhorar os serviços prestados aos criadores.

Uma pausa para discutir os rumos da maior entidade mundial das raças zebuínas. Durante a 88ª ExpoZebu, a diretoria da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) realizou a primeira reunião do Conselho Consultivo com representantes da área técnica e todos os conselheiros da entidade.
O presidente Gabriel Garcia Cid abriu a pauta de discussões apresentando o relatório trimestral de todas as ações desenvolvidas nos primeiros meses da nova gestão. “Inauguramos na nossa gestão a prática de fazer a cada trimestre a prestação de contas que será encaminhada para todos os associados”, comenta.
O Superintendente Geral, Moacir Sgarioni, trouxe um levantamento completo da saúde financeira da entidade com números de receita e investimentos.
Na reunião, os conselheiros também foram ouvidos e apresentaram demandas de cada um dos estados, além de sugestões para melhorar os serviços prestados aos criadores.
“Entre elas, estão os pontos de apoio que o Gabriel prometeu durante a campanha, que serão implementados em regiões mais distantes dos ETRs e que precisa urgentemente ser concretizada por conta da distância e do custo que vai ter para o pecuarista. Fazendo essa implentação certamente a ABCZ vai angariar mais associados”, enalteceu o conselheiro da ABCZ no Ceará, Cléber Calou Filho.
“O Brasil é um país muito grande e, em decorrência disso, estamos em microclimas totalmente diferentes e as necessidades são outras. Esta abertura que estamos tendo hoje, aqui, só vai beneficiar o criador, a ABCZ e a pecuária do Brasil como um todo”, destacou o conselheiro da ABCZ em Mato Grosso, Olímpio Risso.
O encontro contou, ainda, com a participação das associações promocionais das raças zebuínas e de ex-presidentes da ABCZ, sinalizando mais uma vez para uma administração aberta e participativa. “Isto mostra o espírito de participação e empolgação que reina no momento. Uma retomada de disposições e com a nova administração, também”, salientou o presidente da ACGB, Carlos Fontenelle.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





