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Conheça as metas ambiciosas da Frimesa ​para tornar suas operações mais sustentáveis até 2040

Foco está na redução das emissões diretas nas operações, com a adoção de fontes de energia limpa, como solar, biogás e biomassa.

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Fotos: Divulgação/Frimesa

Maior empresa de abate e processamento de suínos do Paraná e uma das principais cooperativas agropecuárias do Brasil, a Frimesa está avançando de forma decisiva rumo a uma operação cada vez mais sustentável. Com metas claras e compromissos bem estruturados para a próxima década, a cooperativa reforça seu comprometimento com a sustentabilidade no Roadmap Frimesa ESG 2040, documento que prevê todas as ações e áreas de atuação da empresa para reduzir o impacto socioambiental das suas atividades.

Entre as prioridades da Frimesa estão a gestão do uso da água e dos efluentes gerados, áreas sensíveis para a suinocultura. A cooperativa tem investido em tecnologias para garantir que os recursos hídricos sejam utilizados de maneira responsável e que os resíduos sejam tratados de acordo com as melhores práticas ambientais. A eficiência energética também é foco de atenção, com medidas que buscam a redução do consumo de energia e a adoção de fontes renováveis.

O compromisso com a sanidade e o bem-estar animal também está no centro das operações da Frimesa. Com uma suinocultura tecnificada e de alta qualidade, a cooperativa investe em rastreabilidade para garantir, além da saúde dos animais, a segurança dos alimentos oferecidos ao consumidor. “A rastreabilidade é fundamental para assegurar que todas as etapas da cadeia produtiva, desde a granja até a mesa do consumidor, estejam em conformidade com os mais altos padrões de qualidade”, salienta Elias José Zydek, presidente-executivo da Frimesa, em entrevista exclusiva ao Jornal O Presente Rural.

Além dos aspectos ambientais, a empresa também atua fortemente em questões sociais e de governança. A saúde e segurança do trabalho são tratadas com seriedade, garantindo condições dignas e seguras para os colaboradores. A diversidade, a inclusão e a equidade são princípios norteadores nas políticas de recursos humanos da cooperativa, com iniciativas para promover um ambiente de trabalho mais justo e acolhedor para todos.

Para coordenar e monitorar as iniciativas ESG (Ambiental, Social e Governança) foi criado em outubro o Comitê de Sustentabilidade da Frimesa, que será responsável por desenvolver e revisar políticas ESG, monitorar o cumprimento das metas e avaliar os riscos e oportunidades em áreas como mudanças climáticas, gestão de resíduos e segurança do consumidor.

Reúso de água

Presidente-executivo da Frimesa, Elias José Zydek: “A rastreabilidade é fundamental para assegurar que todas as etapas da cadeia produtiva, desde a granja até a mesa do consumidor, estejam em conformidade com os mais altos padrões de qualidade”

Um dos compromissos sustentáveis da Frimesa é alcançar 10% de reutilização de água até 2025. Para atingir essa meta, a cooperativa tem implementado uma série de medidas em suas plantas industriais. Um dos principais focos é o tratamento avançado de efluentes por meio de Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs), nas quais a água utilizada no processo industrial passa por processos avançados de tratamento, tornando-a adequada para reutilização em atividades não potáveis, como limpeza de pisos e equipamentos externos, refrigeração e para irrigar jardins. “Não realizamos reúso de água nas indústrias, pois atuamos no setor alimentício e a legislação vigente não permite essa prática. Nosso compromisso é garantir o uso de água potável em todos os processos de industrialização, assegurando os mais altos padrões de segurança e qualidade”, salienta Zydek, acrescentando que as plantas industriais estão equipadas com sistemas de captação de água da chuva, que, após tratamento, é utilizada em diversas operações, reforçando o compromisso da empresa com a sustentabilidade.

Outra frente de atuação da cooperativa é o controle do consumo de água, com meta para reduzir em 10% o consumo nas indústrias até 2030. Para isso estão sendo feitos investimentos em tecnologias de monitoramento e automação, que permitem o acompanhamento em tempo real do uso de recursos hídricos. “A instalação de sensores e sistemas automatizados tem sido essencial para identificar e corrigir desperdícios, além de otimizar o uso em etapas como higienização das linhas de produção e processamento de carne”, menciona Zydek, destacando que essas iniciativas geram ganhos operacionais como a redução de custos, maior eficiência nos processos e uma gestão ambiental mais eficaz.

O presidente da Frimesa adianta que também estão sendo realizados diversos estudos sobre a potabilização da água. “A ideia é realizar um tratamento adicional para tornar a água potável, em vez de descarregá-la nos rios. Além disso, o controle automático da vazão nos pontos de consumo e o monitoramento da pressão também contribuem para a redução de consumo”, evidencia.

Para alcançar essa meta, Zydek explica que A capacitação dos colaboradores também desempenha um papel fundamental nessa estratégia, ressalta o executivo. “Realizamos campanhas internas de conscientização e treinamentos contínuos para promover o uso responsável da água e fortalecer a cultura de economia de recursos entre os funcionários”, afirma.

Biosseguridade em 80% das granjas

Um dos principais pilares para garantir a sustentabilidade e a segurança em sua cadeia produtiva está na implantação da biosseguridade em 80% das granjas até 2025, uma medida importante para assegurar a sanidade dos plantéis e reduzir a necessidade de antimicrobianos. Entretanto, o caminho para alcançar essa meta não está isento de desafios. “A uniformização das práticas entre as diversas granjas, que variam em tamanho e infraestrutura, é uma barreira a ser superada. Além disso, a conscientização dos produtores sobre a importância da biosseguridade e a adaptação de suas operações exigem um esforço coordenado entre a Frimesa e seus parceiros”, ressalta Zydek.

Outro ponto central na estratégia da cooperativa é a gestão de riscos socioambientais e o cumprimento das práticas ESG, metas que a Frimesa também planeja alcançar até 2025. O uso de sistemas de monitoramento para rastrear emissões de gases, resíduos e o consumo de recursos também estão sendo adotados na empresa. “Estamos trabalhando para trazer ferramentas sistematizadas que possam fornecer o máximo de confiabilidade nas informações coletadas, junto a isso vamos adotar pontualmente auditorias in loco em nossos principais fornecedores. Hoje adotamos diversos controles para monitoramento para emissões de gases, resíduos sólidos e líquidos, consumos, destinos e gerações de prevenção”, detalha.

100% das unidades fabris certificadas em bem-estar animal até 2025

Com um olhar atento ao bem-estar animal, a Frimesa se compromete a certificar 100% das suas unidades fabris até o fim de 2025. Para cumprir essa meta, Zydek conta que nas indústrias mais antigas foram realizadas alterações estruturais para melhorar o manejo pré-abate, minimizando o estresse para os animais, contudo, segundo ele, o maior investimento realizado foi na educação de colaboradores que trabalham diretamente com os suínos. “É importante que todos os envolvidos entendam a importância do bem-estar animal e como o trabalho realizado de forma adequada pode contribuir para uma melhor qualidade de vida dos animais, bem como dos colaboradores envolvidos, uma vez que trabalhamos com o conceito de bem-estar único – conexão entre animal, humano e meio ambiente. Também adequamos o sistema de transporte dos animais e o controle dos percursos de forma a reduzir o estresse e o cansaço”, pontua.

Rastreabilidade na cadeia de abastecimento

Alcançar 100% de rastreabilidade na cadeia de abastecimento até 2030 é um dos objetivos mais audaciosos da cooperativa. Atualmente a Frimesa implementa sistemas manuais de rastreamento através de documentações que comprovam desde a origem até o abate dos animais, abrangendo a nutrição, medicação, vacinações, entre outros processos que fazem parte da cadeia produtiva.

Contudo, Zydek adianta que o próximo passo será sistematizar esse processo através de aplicativos que serão utilizados para coleta de dados nas propriedades rurais e posterior integração dos dados com os sistemas da cooperativa. “Essa integração de aplicativos e tecnologias que permitam o monitoramento em tempo real aumenta a transparência de toda a produção e oferece aos consumidores maior segurança e confiança nos produtos com a marca Frimesa, além de reforçar o nosso compromisso com uma produção sustentável e responsável”, enfatiza.

Ampliação das fontes de energia renovável

Daqui a seis anos, a Frimesa projeta atingir 95,7% de fontes de energia renovável em suas indústrias. A transição para fontes de energia mais sustentáveis está sendo conduzida por meio de uma mudança de combinação de estratégias que envolve biomassa, energia solar e biodigestores. Segundo Zydek, com a transição energética em andamento todas as caldeiras devem passar a ser movidas a biomassa. “Para garantir o abastecimento, estamos ampliando nossas áreas de reflorestamento, o que permitirá que 70% do consumo de biomassa nos setores seja atendido por esse recurso renovável”, frisa.

Outra frente é a expansão da sua capacidade de geração de energia solar, com a ampliação do atual sistema para atingir 12% de consumo de energia até 2030. No período também está previsto a ampliação do uso de biodigestores, fundamental para a substituição do GLP, especialmente em processos como a chamuscagem. “Estudos para a aplicação dessa tecnologia estão em andamento em outras áreas, incluindo o transporte”, antecipa Zydek.

Para aprimorar a eficiência energética em todas as unidades industriais está sendo implementada a Comissão Interna de Conservação de Energia (CICE), que ficará responsável por monitorar e implementar boas práticas, além de promover inovações para reduzir o consumo de energia e melhorar as operações.

Outro investimento estratégico da Frimesa é a aquisição de energia no mercado livre. “O próximo passo é garantir o uso de fontes renováveis por meio de contratos com lastro em energia limpa e certificação via IREC (Certificado Internacional de Energia Renovável)”, expõe Zydek.

Embalagens sustentáveis ​​até 2040

Com o propósito de alcançar 50% das embalagens recicláveis, reutilizáveis ou biodegradáveis até 2040, a cooperativa desenvolve e homologa fornecedores de embalagens que são auditadas e possuem certificações em normas reconhecidas pela GFSI (Iniciativa Global de Segurança Alimentar). Zydek ressalta que todas as embalagens da Frimesa passam por avaliações técnicas e testes em linha de produção. “Para verificar o atendimento da meta ESG, as embalagens estão sendo classificadas quanto aos critérios de recicláveis, reutilizáveis ou biodegradáveis, para juntamente com nossos fornecedores, avaliar as alternativas de desenvolvimento para atender a esses requisitos até 2040”, salienta o executivo.

Atualmente, a Frimesa está testando novas embalagens em produtos como salsichas, linha grill e filmes contratados que utilizam resina PCR (resina reciclada pós-consumo). Além de atender aos critérios de maquinabilidade, a cooperativa acompanha o prazo de validade dos produtos, garantindo que os padrões de qualidade não sejam comprometidos.

No entanto, a transição para embalagens sustentáveis ​​apresenta alguns desafios e o principal deles é a viabilidade econômica. “Em sua maioria possuem um custo mais elevado das resinas que atendam aos critérios ESG. Outro ponto a ser considerado está relacionado ao uso em nossos equipamentos, por necessitar de ajustes mais finos, essas embalagens podem apresentar uma maior dificuldade de utilização inicial por terem características diferentes das embalagens atuais”, avalia Zydek.

Meta de Carbono Neutro até 2040

Outro compromisso assumido pela Frimesa é se tornar carbono neutro no escopo 1 – relacionado ao CO2 decorrente das atividades diretas da empresa – até 2040, cujo medição do progresso da cooperativa é feita através do Inventário de Gases de Efeito Estufa, seguindo normas internacionais reconhecidas. O foco está na redução das emissões diretas nas operações, com a adoção de fontes de energia limpa, como solar, biogás e biomassa.

Zydek reforça que a eficiência energética envolve, além da redução do consumo de recursos, a sua otimização nos processos para gerar a mesma quantidade de energia com menos recursos naturais, o que é essencial para atingir a neutralidade de carbono no prazo previsto.

O acesso é gratuito e a edição Suínos pode ser lida na íntegra on-line clicando aqui. Tenha uma boa leitura!

Fonte: o Presente Rural

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Primeiro lote de inscrições ao Sinsui 2026 encerra em 15 de janeiro

Evento acontece entre os dias 19 e 21 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). o Simpósio chega à sua 18ª edição consolidado como um espaço técnico de discussão sobre produção, reprodução e sanidade suína, em um momento de crescente complexidade para a cadeia produtiva.

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Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

A suinocultura brasileira e internacional tem encontro marcado em maio, na Capital gaúcha, com a realização do Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui). O evento ocorre de 19 a 21 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, e chega à sua 18ª edição consolidado como um espaço técnico de discussão sobre produção, reprodução e sanidade suína, em um momento de crescente complexidade para a cadeia produtiva. O Jornal O Presente Rural é mais uma vez parceiro de mídia do Simpósio e toda a cobertura você pode acompanhar pelas nossas redes sociais.

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Faltando pouco mais de quatro meses para a abertura do simpósio, a organização avança em etapas-chave da preparação. A programação científica será divulgada a partir de fevereiro, mas já está em andamento o processo de submissão de trabalhos, um dos pilares do evento. Pesquisadores, técnicos e profissionais do setor têm até 23 de março para inscrever estudos científicos ou casos clínicos, que deverão se enquadrar em uma das áreas temáticas definidas pela comissão organizadora: sanidade, nutrição, reprodução, produção e manejo, One Health e casos clínicos.

A estrutura temática reflete desafios centrais da suinocultura contemporânea, como a integração entre saúde animal, saúde humana e meio ambiente, além da busca por eficiência produtiva em um cenário de custos elevados e maior pressão por biosseguridade. As normas para redação e envio dos trabalhos estão disponíveis no site oficial do evento, o que indica uma preocupação com padronização científica e qualidade técnica das contribuições.

Inscrições no evento

No campo das inscrições, o Sinsui mantém valores diferenciados por perfil de público. Até 15 de janeiro, profissionais podem se inscrever por R$ 650, enquanto estudantes de graduação em Medicina Veterinária, Zootecnia e Agronomia, além de pós-graduandos stricto sensu nessas áreas, pagam R$ 300. Há ainda modalidades específicas para visitantes e para acesso à feira. A inscrição dá direito a material de apoio, certificado, crachá e acesso à programação.

A política de descontos reforça o foco em participação coletiva, especialmente de empresas e instituições de ensino. Grupos de estudantes

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

ou profissionais vinculados a empresas patrocinadoras têm condições mais vantajosas a partir de dez inscritos, enquanto demais empresas obtêm desconto para grupos acima de vinte participantes. Em ambos os casos, o modelo prevê a emissão de recibo único e a concessão de um código adicional de inscrição.

A organização também detalhou a política de cancelamento, com percentuais de reembolso decrescentes conforme a proximidade do evento, e ressalva para situações de força maior, nas quais o simpósio poderá ser transferido de data sem cancelamento das inscrições.

Termômetro

Ao reunir produção científica, debates técnicos e interação entre diferentes elos da cadeia, o Sinsui 2026 se posiciona como um termômetro dos rumos da suinocultura. Em um setor cada vez mais pressionado por exigências sanitárias, sustentabilidade e competitividade internacional, o simpósio tende a funcionar não apenas como espaço de atualização, mas como arena de construção de consensos técnicos e estratégicos.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@sinsui.com.br ou pelos telefones (51) 3093-2777 e (51) 99257-9047.

Fonte: O Presente Rural
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Piauí decreta emergência zoossanitária para prevenção da peste suína clássica

Entre as principais medidas está o controle rigoroso da movimentação de animais e de produtos considerados de risco.

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Foto: Ari Dias/AEN

O governador Rafael Fonteles decretou estado de emergência zoossanitária em todo o território do Piauí, para prevenção e controle da Peste Suína Clássica (PSC). A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na terça-feira (06), e tem validade de 180 dias. Entre as principais medidas está o controle rigoroso da movimentação de animais e de produtos considerados de risco.

O decreto foi motivado pela confirmação de um foco da doença no município de Porto. A decisão considera laudos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, vinculado ao Ministério da Agricultura, que confirmaram a ocorrência do vírus.

Ao justificar a medida, o documento destaca a necessidade de resposta imediata para evitar a disseminação da doença. “A movimentação de animais e de produtos de risco deverá observar normas e procedimentos estabelecidos pela equipe técnica, com vistas à contenção e à eliminação do agente viral”, diz o texto publicado no DOE.

O trânsito de animais só poderá ocorrer conforme normas definidas pela equipe técnica responsável pelas operações de campo, com foco na contenção e eliminação do agente viral.

O decreto também autoriza a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi) a expedir diretrizes sanitárias, adotar manejo integrado da doença e utilizar produtos já registrados no país, além de seguir recomendações técnicas de pesquisas nacionais.

Cabe ainda à Adapi a aquisição dos insumos necessários às ações de prevenção, controle e erradicação da PSC durante o período de emergência.

Fonte: Assessoria Governo do Piauí
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Exportações de carne suína batem recorde em 2025 e Brasil deve superar Canadá

Embarques somam 1,51 milhão de toneladas no ano, com alta de 11,9%, e colocam o Brasil como provável terceiro maior exportador mundial. Filipinas assumem liderança entre os destinos.

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Foto: Shutterstock

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram os embarques brasileiros de carne suína totalizaram 1,510 milhão de toneladas ao longo de 2025 (recorde histórico para as exportações do setor), volume 11,6% superior ao registrado em 2024, com 1,352 milhão de toneladas. Com isto, o Brasil deverá superar o Canadá, assumindo o terceiro lugar entre os maiores exportadores mundiais de carne suína.

Foto: Shutterstock

O resultado anual foi influenciado positivamente pelo bom desempenho registrado no mês de dezembro, com os embarques de 137,8 mil toneladas de carne suína, volume 25,8% superior ao registrado em dezembro de 2024, quando os embarques somaram 109,5 mil toneladas.

Em receita, as exportações brasileiras de carne suína totalizaram US$ 3,619 bilhões em 2025, número 19,3% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 3,033 bilhões. Apenas em dezembro, a receita somou US$ 324,5 milhões, avanço de 25,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 258,4 milhões.

Principal destino da carne suína brasileira em 2025, as Filipinas importaram 392,9 mil toneladas, crescimento de 54,5% em relação a 2024.

Em seguida aparecem China, com 159,2 mil toneladas (-33%), Chile, com 118,6 mil toneladas (+4,9%), Japão, com 114,4 mil toneladas (+22,4%), e Hong Kong, com 110,9 mil toneladas (+3,7%). “Houve uma mudança significativa no tabuleiro dos destinos de exportação. As Filipinas se consolidaram como maior importadora da carne suína do Brasil, e outros mercados, como Japão e Chile, assumiram protagonismo entre os cinco maiores importadores. Isso demonstra a efetividade do processo de diversificação dos destinos da carne suína brasileira, o que reduz riscos, amplia oportunidades e reforça a presença do Brasil no mercado internacional, dando sustentação às expectativas positivas para este ano”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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