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Notícias Durante o Show Rural 2025

Conheça as iniciativas do Governo do Paraná voltadas ao agro no Show Rural

Estado participa com a Arena Paraná e apresenta iniciativas em tecnologia, crédito rural e infraestrutura, além de contar com espaços para startups, biogás, agroecologia e agricultura familiar.

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Foto: Gabriel Rosa

O 37º Show Rural Cascavel, uma das maiores feiras agropecuárias da América Latina, começou nesta segunda-feira (10). O evento acontece na Cooperativa Agroindustrial de Cascavel (Coopavel), às margens da BR-277, tem entrada gratuita e reúne mais de 600 expositores. A expectativa é que cerca de 350 mil pessoas do Brasil e de outros países passem pelo local. A edição de 2024 chegou à marca de R$ 6,1 bilhões comercializados, recorde até então.

Foto: Gabriel Rosa

Mais uma vez o Governo do Paraná é parceiro da iniciativa. O Estado conta com a Arena Paraná, espaço exclusivo para atendimento de secretarias, e entidades como BRDE e IDR-Paraná tem espaços exclusivos dedicados ao atendimento de pequenos e grandes agricultores e agroindustriais. Neste ano, os extensionistas e pesquisadores vão levar mais de 100 tecnologias e cerca de 120 profissionais para mostrar as diversas alternativas para o produtor em 15 áreas diferentes de atuação.

Além disso, o governador Carlos Massa Ratinho Junior visita a feira nesta quarta-feira (12) e anuncia, entre outras novidades, crédito para produtores rurais, um programa de inovação aberta para desenvolvimento de tecnologia genômica aplicada ao agronegócio, os avanços dos Corredores Rodoviários Sustentáveis, com um uma ampla rede de abastecimento de gás natural e biometano, e novos equipamentos e recursos para os colégios agrícolas, como tratores, drones, perfuradores de solo, plantadeira de mandioca, entre outros.

Ele também participa da reunião das diretorias da Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e da Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) junto com o governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel. Estão na pauta investimentos previstos para este ano e possíveis parcerias com os governos estaduais.

Confira algumas das iniciativas para visitar:

Show Rural Digital

Com apresentações de startups e maratona de ideias, o Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), participa entre os dias 10 e 14 de fevereiro do Show Rural Digital. A ação é uma das principais atrações do 37º Show Rural Coopavel, a maior feira agro da América Latina, que acontece em Cascavel, na região Oeste. A SEI participa da programação na Arena Paraná, apresentando iniciativas voltadas à inovação e na Arena Hackathon Paraná, com uma competição de desenvolvimento de ideias e soluções.

Um dos destaques será a exposição de empresas aprovadas no programa estadual de incentivo a startups, o Paraná Anjo Inovador, que em dois editais já destinou R$ 37 milhões para startups desenvolverem produtos, serviços e processos inovadores, pensando em solucionar problemas reais em diversas áreas.

IDR-Paraná

O IDR-Paraná preparou uma ampla programação técnica para o evento. As novidades são a apresentação de três novas opções de mandioca em fase final de experimentação; orientações sobre a aplicação de dejetos da criação de aves, suínos e bovinos nas lavouras para reduzir custos, aumentar o retorno econômico e ainda melhorar o solo na propriedade; as vantagens do uso da raça de gado de corte Purunã; e o programa Grãos Sustentáveis, iniciativa que busca aumentar a eficiência, reduzir custos e minimizar os impactos ambientais da atividade agrícola.

O IDR-Paraná também apresenta a Vitrine do Biogás e Biometano, estande que apresentará detalhes do programa RenovaPR. O objetivo é despertar o interesse do público para o tratamento de dejetos animais por biodigestão, além do aproveitamento das linhas de financiamento e da subvenção de taxas de juros oferecidas pelo Governo do Estado para que os produtores invistam em projetos de energia renovável.

Outra atração é a Feira da Agricultura Familiar, que dá uma mostra da diversidade e qualidade do que é produzido no Paraná. Tradicionalmente o espaço é ocupado por empreendedores que expõem novidades em diversos segmentos como o alimentício e o artesanato. Neste ano a feira conta com 60 empreendedores, dos quais 45 foram selecionados após um criterioso processo de classificação. O pavilhão da agroindústria vai abrir suas portas no dia 9, na área do IDR-Paraná, com empresas familiares de pequeno porte, cooperativas e associações de 26 municípios paranaenses.

A Vitrine de Fruticultura, preparada pelos profissionais do IDR-Paraná, também é uma aposta. O espaço evidencia os avanços na fruticultura e sua relevância no fortalecimento da agricultura familiar. Ela apresenta uma ampla variedade de espécies frutíferas, entre elas a acerola, a amora-preta, a banana, os citros, o figo, a goiaba, o mamão, o maracujá, a pitaya e a uva. O público poderá conhecer técnicas modernas de manejo e práticas sustentáveis.

E a Vitrine Tecnológica de Agroecologia Vilson Nilson Redel (Vital) é uma unidade demonstrativa onde os extensionistas e pesquisadores mostram tecnologias voltadas à agricultura orgânica e agroecologia. São aproximadamente 4.400 metros quadrados dedicados exclusivamente ao tema, reproduzindo uma propriedade agroecológica sustentável, com foco em atividades de transição agroecológica. Neste ano todas as atividades da Vital giram em torno do tema: “Construindo conhecimento agroecológico”.

Praça das Águas

Fotos: Igor Jacinto

A parceria da Sanepar com o IDR-Paraná leva novamente ao Show Rural Coopavel a sustentabilidade e a preservação ambiental como temas. Na Praça das Águas serão mostradas diversas ações de saneamento, de fornecimento de água com qualidade, com foco no cuidado e proteção de nascentes. Os técnicos também vão trabalhar com práticas agronômicas que servem de referência para o manejo sustentável de sistemas de produção.

Uma grande maquete mostra uma microbacia, onde estão retratados os principais programas do Governo do Estado, especialmente de manejo e conservação de solo e água, saneamento, proteção de nascentes, energia renovável, produção de suínos, aves e pecuária leiteira, numa combinação de explorações de forma harmônica, levando a mensagem de cuidado com a natureza. Durante todo o evento, técnicos do IDR-Paraná e da Sanepar estarão presentes no espaço para levar informação e o conhecimento aos visitantes.

Turismo

A Secretaria do Turismo (Setu-PR) e o Viaje Paraná – órgão de promoção comercial do setor no Estado – vão promover uma série de encontros com prefeitos, gestores, empresários, trade e demais profissionais do turismo, por meio da 4ª edição da Jornadas Regiões Turísticas – Riquezas do Oeste. O evento vai acontecer de 11 a 14 de fevereiro, durante a programação do 37º Show Rural Coopavel.

Com mais uma edição da Jornada, a pasta irá promover uma série de ações, palestras e capacitações, que apresentam o turismo paranaense como um impulsionador econômico e de crescimento sustentável. Durante a programação também serão abordados os três principais programas da secretaria: o Paraná + Viagem, Paraná + Eventos e o Paraná + Infra, todos aprovados por lei na Assembleia Legislativa, voltados ao fomento do setor estadual.

Fonte: AEN-PR

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Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo

Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

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Foto: Shutterstock

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação

A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.

“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.

Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Como acessar

O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.

“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.

Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.

“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.

A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras

Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

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Fotos: Claudio Neves

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.

“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.

Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay. 

Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.

“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.

Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.

O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.

Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.

Fonte: Agência Brasil
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EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil

Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

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Foto: Allan Santos/PR

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação

A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.

Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.

Brasil entre os países com maior alíquota proposta

Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.

A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação

dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.

Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.

Instrumento de pressão comercial

A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.

A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.

Consulta pública antes da decisão final

As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.

As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.

Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.

Fonte: O Presente Rural
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