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Pet Capacitação

Congresso Pet do CBNA: Auditora discute autocontrole e segurança em petfood  

XX Congresso CBNA Pet acontece entre os dias 21 a 23 de setembro

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Divulgação

“Discutir autocontrole e segurança em petfood e os cenário regulatórios no Brasil é de suma importância para desmistificarmos de uma vez por todas a questão de auto controle, de forma que fique claro que não haverá substituição ou suspensão das atividades do setor público em relação a fiscalização agropecuária. Haverá uma forma mais eficiente de atuação entre setor privado e setor produtivo, cujo objetivo final é melhorar o atendimento aos anseios da sociedade.” Essa é a declaração de Andréa Mendes Maranhão, Auditor Fiscal Federal Agropecuário, que participa entre os dias 21 a 23 de setembro, do XX Congresso CBNA Pet, na versão online.

Andréa vai aborda o assunto e promete também esclarecer o que é o autocontrole, qual o papel de cada entidade e como todos os poderão se beneficiar desta nova forma de fiscalização (setor público, privado e a sociedade).

“Após a palestras espero que todos vejam que a proposta nada mais é do que tornar mais claro qual o papel de cada um para garantir produtos seguros para o consumo (animal e humano) e que muitos conceitos e procedimentos já são exigidos desde a publicação do Decreto 6.296/07 e da IN 04/07”, afirma Andrea.

Para ela, trabalhar com avaliação de risco sanitário e obter uma fiscalização mais proativa que reativa será uma forma mais eficiente de aplicar velhos conceitos que ainda são fundamentais para a garantia da saúde animal e saúde publica. “Não há nenhuma roda sendo reinventada, e sim há uma proposta de melhor organização dos trabalhos e maior interação entre os entes”, finaliza.

Mais informações: https://www.cbnapet.com.br.  

O CBNA ressalta a possibilidade de inscrição nos próximos dois eventos pet, XX Congresso e IV Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (05 e 06 de outubro de 2021), com 15% de desconto.

Fonte: Assessoria
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Pet Viagem com pets

Estados Unidos mudam regras para ingresso de cães procedentes do Brasil

Animais que chegam de países classificados como de alto risco para raiva, que inclui o Brasil, só poderão ingressar nos Estados Unidos por um dos 18 pontos de entrada aprovados.

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Divulgação/iStock/Mapa

Desde o dia 1º de dezembro, o Center for Disease Control and Prevention (CDC), órgão de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos, alterou as regras de entrada de cães no país. Os animais que chegam de países classificados como de alto risco para raiva, que inclui o Brasil, só poderão ingressar nos Estados Unidos por um dos 18 pontos de entrada aprovados.

As entradas permitidas são: Anchorage (ANC), Atlanta (ATL), Boston (BOS), Chicago (ORD), Dallas (DFW), Detroit (DTW), Honolulu (HNL), Houston (IAH), Los Angeles (LAX), Miami (MIA), Minneapolis (MSP), New York (JFK), Newark (EWR), Philadelphia (PHL), San Francisco (SFO), San Juan (SJU), Seattle (SEA), e Washington DC (IAD).

A decisão inclui cães que estiveram em países com alto risco nos últimos seis meses.

A exigência de documentos aumentou. Antes, era exigido apenas o comprovante de vacina de raiva, agora é preciso apresentar um comprovante de microchip e o laudo de sorologia da raiva, se a vacina atual tiver sido aplicada fora dos Estados Unidos. A idade mínima para o ingresso de cães passou de 4 meses para 6 meses de idade.

Segundo o CDC, as medidas são necessárias para proteger a saúde pública contra a reintrodução da variante do vírus da raiva canina nos Estados Unidos.

Passageiros oriundos de países com alto risco de raiva só poderão ingressar com cão nos Estados Unidos se forem:

  • Funcionários do governo dos EUA com ordens de viagem oficiais;
  • Cidadãos dos Estados Unidos ou residentes legais que se mudem para os Estados Unidos, por exemplo, para trabalhar ou estudar;
  • Proprietários de cães de serviço especificamente treinados para auxiliar o proprietário com deficiência;
  • Importadores de cães para fins científicos, educacionais, de exibição ou de aplicação da lei;
  • Viajantes com cães que possuem certificados de vacinação antirrábica válidos emitidos pelos EUA;
  • Pessoas que se mudam para os EUA com cães devem ter uma Licença de Importação (Import Permit) para o cão do CDC se os certificados de vacinação contra a raiva dos cães nos EUA tiverem expirado;
  • Pessoas retornando de uma viagem temporária não são elegíveis para uma autorização para seu cão retornar se o certificado de vacinação antirrábica dos Estados Unidos tiver expirado.

Coreia do Sul

Coréia do Sul mudou as regras de ingresso de cães e gatos. Para emissão do Certificado Veterinário Internacional, são exigidos um atestado de saúde, o comprovante de microchip e comprovante da vacina antirrábica.

É exigido que o microchip do animal seja lido no dia da emissão do CVI pelo médico veterinário oficial e que o CVI emitido seja submetido ao Oficial da Quarentena Animal da Coréia antes da chegada.

Regras gerais

Para fazer uma viagem internacional com seu pet, o tutor precisa de um Certificado Veterinário Internacional emitido pelo Vigiagro, atendendo às exigências do país de destino.

Atualmente, o Ministério da Agricultura disponibiliza a emissão do CVI para trânsito internacional de cães e gatos para 11 países de forma eletrônica: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Japão, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

Para os demais países com o CVI presencial, o passageiro deve contatar uma unidade do Vigiagro com, no mínimo, 30 dias de antecedência.

Mais informações quanto as exigências de cada país acordado e contato das unidades Vigiagro você encontra clicando aqui.

Fonte: Mapa
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Pet

Como um pet pode transformar as nossas vidas: conheça os benefícios da interação humano-animal

O convívio diário com gatos e cães ajuda a criar senso de responsabilidade, além de reduzir a solidão e o sedentarismo.

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Divulgação/Pexels

Não é novidade que os animais desempenham um papel importante em nossa rede de apoio, deixando a vida mais ativa e feliz. A convivência com gatos e cães traz diversos benefícios para todas as fases da vida humana.

Pesquisas demonstram que a presença de pets nas casas de crianças, por exemplo, pode causar efeitos positivos no desenvolvimento cognitivo e aprendizado de vocabulário.

Não é à toa que o crescimento de aquisição de animais de estimação aumentou durante a pandemia. Um estudo recente conduzido pelo canal especializado Journal of Veterinary Behavior com 1.300 respostas coletadas em três semanas de distanciamento constatou que os animais de estimação trazem benefícios para saúde mental e ajudaram as pessoas a enfrentar as consequências do confinamento, que incluem a solidão como principal sintoma.

O convívio diário com gatos e cães também pode ajudar a aliviar sintomas relacionados à solidão e sentimento de isolamento, diminuindo os níveis de estresse e aumentando os hormônios que trazem a sensação de felicidade e bem-estar nos seres humanos.

Quer saber mais sobre como os pets podem ajudá-lo a ter uma vida mais feliz e saudável? Confira os estudos da Mars Petcare sobre o assunto.

Seu cão pode te ajudar a ter hábitos mais saudáveis

Estudos indicam uma associação entre ser tutor de um pet e uma vida mais longa. De acordo com estudos do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM®, parte da Mars Petcare, ser tutor de um gato ou cão agrega benefícios em diversos aspectos da vida, incluindo a saúde física, já que nos estimulam à prática diária de exercícios físicos, através de passeios ou até mesmo das brincadeiras dentro de casa.

Os pets contribuem para a nossa saúde mental

A grande maioria dos tutores de gatos e cães atestam que conviver diariamente com seu pet tem impacto positivo na sua saúde mental. Não é à toa que são conhecidos como os “melhores amigos do homem”. Eles transmitem uma sensação de segurança e bem-estar, além de ajudar a lidar com o estresse, a ansiedade e a depressão.

Seu pet também tem necessidades emocionais

A saúde mental dos pets também deve ser motivo de atenção para os tutores, principalmente em períodos de mudanças e instabilidade. As questões emocionais contribuem para o bem-estar de um animal de estimação durante sua rotina e o tutor deve ter atenção caso o pet apresente algum comportamento diferente, demonstrando estresse ou angústia

Pets são companheiros, mas exigem compromisso

Observando todas as vantagens de se conviver com um pet, é fácil imaginar que muitas pessoas adorariam ser tutores de um gatinho ou cãozinho, principalmente em momentos de isolamento. Entretanto, a decisão de adquirir um pet deve ser planejada para garantir uma guarda responsável.

O futuro tutor deve avaliar antes se possui reais condições de dedicar tempo para proporcionar uma rotina saudável ao pet, além de arcar com as despesas para os cuidados com sua saúde. Assim, é possível evitar os abandonos de animais.

Fonte: Assessoria Royal Canin
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Pet Você Sabia?

Coceira excessiva em pets pode ser sintoma de alergia

Na maioria das vezes, a coceira dos pets não é algo que causa preocupação nos tutores. Porém, quando começa a ocorrer de forma intensa e contínua, o alerta deve ser ativado.

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Melvin Quaresma/DrogaVET

Na maioria das vezes, a coceira dos pets não é algo que causa preocupação nos tutores. Porém, quando começa a ocorrer de forma intensa e contínua, o alerta deve ser ativado.

É o que afirma a veterinária da DrogaVET, Alessandra Farias, explicando que a constância desse comportamento pode indicar a presença de alguma alergia, comprometendo o bem-estar e a saúde do animal de estimação. “Os tipos de alergia mais comuns que acometem os pets são a dermatite alérgica por picada de pulga, por alergia alimentar e por atopia. Trata-se de uma reação exacerbada do organismo do cachorro a alguma substância ou ao próprio ambiente, no caso da atópica, e, assim como nós humanos, cada pet reage de um jeito a cada tipo de substância. Então, quando o coça-coça se torna mais intenso é importante investigar” orienta a veterinária.

As causas das alergias em pets são inúmeras. Segundo a profissional, até mesmo os pets que tomam banho semanalmente e fazem uso do secador podem desenvolver alergia por terem predisposição ao ressecamento da pele, por exemplo. “Outro fator preponderante é o estresse. Os cães necessitam de passeios e brincadeiras, já os felinos necessitam de um ambiente rico em distrações, com caixas e obstáculos, por exemplo. A ausência desses momentos de descompressão pode dar origem a alergias e até automutilações”, alerta a Alessandra.

Ao sinal de coceira ininterrupta e lambedura constante das patas ou corpo, a especialista orienta o tutor a visitar um veterinário para identificar a causa do coça-coça. “As alergias, normalmente, são multifatoriais e necessitam de exames clínicos, laboratoriais e acompanhamento médico de médio a longo prazo, para que se possa analisar o contexto e o histórico do paciente, objetivando o tratamento mais compatível ao caso”, detalha Alessandra.

Um aliado do tutor no tratamento de alergias atópicas e dermatites são os medicamentos manipulados. “A manipulação veterinária permite unir matérias-primas que ajudam a tratar as alergias. O uso do fitoterápico com princípios fármacos é um aliado para reduzir os sintomas. Além disso, há opções de fórmulas farmacêuticas manipuladas para cada caso, como: xampus, mousses e loções que diminuem o prurido”, finaliza a especialista.

Fonte: Assessoria DrograVET
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ABPA – PSA

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