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Congresso de Suinocultores do Paraná será realizado em junho

Evento será no dia 9, em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, e reunirá produtores, técnicos, cooperativas, agroindústrias e empresas que integram a base produtiva da principal região suinícola do Estado.

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Foto: Divulgação

A suinocultura moderna não se move por improviso. Ela avança quando informação técnica, leitura de mercado e decisões bem calibradas se encontram no momento certo. É com esse entendimento que o Congresso de Suinocultores do Paraná volta ao calendário em 9 de junho, em Marechal Cândido Rondon, reunindo produtores, técnicos, cooperativas, agroindústrias e empresas que fazem parte da base produtiva da maior suinocultura do Estado.

Produzido pelo O Presente Rural, com direção de conteúdo compartilhada com a Frimesa, o Congresso nasce com uma proposta clara: ser objetivo, conciso e estrategicamente relevante para o suinocultor no seu dia a dia. Um evento pensado para quem precisa sair da granja com informação prática e voltar com mais clareza para decidir.

Diretor -geral do Congresso, Selmar Marquesin: “Nossa proposta é oferecer conteúdo técnico relevante, com foco na realidade do produtor, nos desafios que ele tem no seu dia a dia”

A programação técnica está sendo cuidadosamente lapidada pelas equipes do jornal e da cooperativa para refletir os desafios reais da atividade. O formato contempla palestras técnicas pela manhã e à tarde, uma palestra dedicada à análise de mercado, além de momentos de integração entre os participantes. O encontro inclui ainda um almoço especial com pratos à base de carne suína, reforçando a identidade do setor e valorizando o produto que sustenta toda a cadeia.

Segundo Selmar Marquesin, diretor-geral do Congresso, o retorno do evento à base produtiva do Oeste do Paraná tem um significado estratégico. “Nossa proposta é oferecer conteúdo técnico relevante, com foco na realidade do produtor, nos desafios que ele tem no seu dia a dia”, afirma.

Além do conteúdo técnico, o Congresso se consolida como espaço de leitura mais ampla da atividade. A palestra sobre mercado integra essa visão, conectando produção, consumo e perspectivas, em um momento em que a suinocultura exige atenção redobrada a custos, sanidade e posicionamento comercial.

Para Selmar, o evento também cumpre um papel importante no próprio ecossistema de informação do agro. “Eventos como esse fortalecem o setor como um todo. Eles aproximam produtores, cooperativas, agroindústrias e empresas, criando um ambiente saudável de troca, negócios e construção coletiva”, destaca.

O Congresso além do palco

O Congresso de Suinocultores do Paraná será realizado em formato híbrido, com transmissão ao vivo pelo YouTube, ampliando o alcance do conteúdo técnico para além do público presencial. A experiência não é nova para O Presente Rural: eventos anteriores transmitidos pela plataforma seguem sendo acessados e consultados até hoje, acumulando milhares de visualizações ao longo do tempo.

Para Giuliano De Luca, jornalista e editor do jornal, essa é uma escolha estratégica. “Queremos disponibilizar informação não apenas aos produtores ligados às cooperativas que integram a Frimesa, mas também a quem acompanha o setor pela internet, em qualquer região. O conteúdo fica disponível depois do evento, permitindo consulta permanente e ampliando o impacto do que é debatido no Congresso”, ressalta.

A proposta é transformar o Congresso em acervo técnico, acessível antes, durante e depois do encontro, fortalecendo o papel da informação como base da produção.

O formato do evento reflete essa filosofia. Nada de excessos. Um dia bem estruturado, com temas centrais, debates objetivos e conteúdo aplicável. Um congresso pensado para gerar valor real, sem dispersão.

Empresas ao lado da suinocultura

O Congresso de Suinocultores do Paraná 2026 também se estrutura como uma plataforma para empresas que acreditam na suinocultura, no cooperativismo e no desenvolvimento técnico do setor. Estar ao lado do evento é associar a marca a um ambiente de credibilidade, conteúdo qualificado e diálogo direto com quem decide.

Empresas interessadas em participar e apoiar essa iniciativa podem procurar O Presente Rural ou obter mais informações com seu gerente de conta. O Congresso é um espaço de visibilidade responsável, alinhada à base produtiva e às decisões que moldam o futuro da atividade.

Fonte: O Presente Rural

Suínos

Como fortalecer a imunidade dos animais sem intervenções farmacológicas?

Especialista internacional vai apresentar no Simpósio Brasil Sul de Suinocultura estratégias baseadas em nutrição e microbioma intestinal para aumentar a resiliência sanitária dos suínos.

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Foto: Divulgação/O Presente Rural

O fortalecimento da saúde intestinal e o desenvolvimento de estratégias capazes de reduzir a dependência de intervenções farmacológicas na produção animal estarão em pauta durante o 18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS).

Especialista em microbioma intestinal e imunonutrição, Andres Gomez apresentará no SBSS estratégias não farmacológicas para fortalecer a resiliência sanitária dos animais – Foto: Divulgação

Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra “Imunonutrição: Estratégias Não Farmacológicas para a Resiliência Sanitária” será ministrada pelo pesquisador Andres Gomez, no dia 12 de agosto, às 10h55, durante o Painel Alimentação – Desafios e Oportunidades, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

A apresentação vai abordar como a nutrição e o microbioma intestinal podem atuar como aliados estratégicos na construção de sistemas produtivos mais resilientes, saudáveis e eficientes. O tema ganha relevância em um cenário em que a suinocultura busca alternativas capazes de promover o desempenho animal e a sanidade dos rebanhos com menor dependência de antibióticos e outras intervenções farmacológicas.

Professor associado da University of Minnesota, campus Twin Cities, Andres Gomez desenvolve pesquisas que integram nutrição animal, ciência do microbioma, metabolômica e biologia computacional para compreender como dieta, manejo, ambiente e aditivos alimentares influenciam os ecossistemas microbianos responsáveis por impactar a saúde, a produtividade e o desempenho fisiológico dos animais de produção.

Um dos principais focos de seu trabalho é o microbioma intestinal de suínos, incluindo temas como

Foto: Shutterstock

programação materna, desenvolvimento microbiano nas fases iniciais da vida, utilização de nutrientes, suplementação com zinco dietético e estratégias nutricionais voltadas à saúde intestinal.

Suas pesquisas têm contribuído para o desenvolvimento de abordagens inovadoras capazes de fortalecer a imunidade dos animais por meio da nutrição e do equilíbrio microbiológico. Andres Gomez é zootecnista formado pela Universidad Nacional de Colombia, mestre em Biotecnologia pela mesma instituição e doutor em Ciência Animal pela University of Illinois, nos Estados Unidos. É reconhecido internacionalmente por seus estudos em metagenômica, metabolômica, ecologia microbiana e nutrição orientada pelo microbioma.

Presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin: “A busca por sistemas mais sustentáveis e eficientes tem levado a cadeia produtiva a investir cada vez mais em estratégias preventivas e em soluções baseadas na saúde intestinal e no equilíbrio microbiológico” – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca que o tema representa uma das principais tendências da produção animal moderna. “A busca por sistemas mais sustentáveis e eficientes tem levado a cadeia produtiva a investir cada vez mais em estratégias preventivas e em soluções baseadas na saúde intestinal e no equilíbrio microbiológico. São conhecimentos que impactam diretamente a produtividade e a competitividade da suinocultura”, afirma.

Para o presidente da Comissão Científica do SBSS, Lucas Piroca, a palestra reforça a proposta do evento de antecipar discussões que já estão transformando a produção animal em nível mundial. “O microbioma intestinal deixou de ser apenas um tema de pesquisa e passou a fazer parte das estratégias de manejo e nutrição utilizadas pelas empresas. Compreender como a alimentação influencia a imunidade e a resiliência sanitária dos animais é fundamental para os desafios atuais e futuros da produção de suínos”, ressalta.

Presidente da Comissão Científica do SBSS, Lucas Piroca: “Compreender como a alimentação influencia a imunidade e a resiliência sanitária dos animais é fundamental para os desafios atuais e futuros da produção de suínos” – Foto: Divulgação

As inscrições para o SBSS já estão disponíveis no site: www.nucleovet.com.br. O investimento do primeiro lote, até o dia 25 de junho, é de R$ 600 para profissionais e R$ 400 para estudantes. O valor para participar somente da 17ª Brasil Sul Pig Fair é de R$ 100. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários terão condições diferenciadas.

Brasil Sul Pig Fair

Realizada simultaneamente ao Simpósio, a 17ª Brasil Sul Pig Fair vai reunir empresas dos segmentos de sanidade, genética, nutrição, equipamentos, ambiência, tecnologia e serviços voltados à suinocultura.

O espaço será destinado à apresentação de lançamentos, soluções inovadoras e fortalecimento do networking entre empresas, profissionais, pesquisadores e produtores, ampliando as oportunidades de negócios e troca de experiências durante o evento.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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ABCS lança agenda com prioridades da suinocultura para o período eleitoral

Documento reúne pautas consideradas estratégicas para a competitividade, a segurança jurídica e a sustentabilidade da produção de suínos no Brasil.

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Foto: Jairo Backes

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) vai apresentar na quinta-feira (25), durante evento em Florianópolis (SC), o documento “Demandas da Suinocultura para Candidatos”, publicação que consolida as principais pautas defendidas pela cadeia produtiva e busca orientar o diálogo do setor com candidatos e agentes públicos durante o período eleitoral.

Presidente da ABCS, Marcelo Lopes: “Nosso objetivo é oferecer um material que apresente, de forma clara e objetiva, as prioridades da suinocultura brasileira, contribuindo para um diálogo mais qualificado e alinhado em todas as regiões do país” – Foto: Divulgação/ABCS

A proposta é fornecer às entidades representativas da suinocultura uma base comum de informações e posicionamentos para ser utilizada em reuniões, debates e encontros com representantes dos poderes Executivo e Legislativo. O material foi elaborado pelo departamento político da ABCS e será disponibilizado às associações estaduais filiadas à entidade.

Segundo o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, o documento pretende contribuir para tornar mais objetiva a interlocução entre o setor produtivo e os candidatos. “Em período eleitoral, é comum que candidatos procurem as associações para conhecerem as demandas do setor produtivo. Nosso objetivo é oferecer um material que apresente, de forma clara e objetiva, as prioridades da suinocultura brasileira, contribuindo para um diálogo mais qualificado e alinhado em todas as regiões do país”, afirma.

Pautas consideradas prioritárias

A publicação reúne temas que impactam diretamente a atividade suinícola, entre eles bem-estar animal, defesa agropecuária, meio ambiente, integração com as agroindústrias, rotulagem de alimentos, economia e tributação.

Além de apresentar os posicionamentos defendidos pela entidade, o material aborda questões que podem influenciar a competitividade do setor, a sustentabilidade da produção e a segurança da cadeia produtiva.

A iniciativa busca ampliar a uniformidade do discurso institucional da suinocultura em nível nacional, oferecendo referências comuns para a atuação das lideranças do segmento em diferentes estados.

Para a gerente de Relações Governamentais da ABCS, Ana Paula Cenci, o lançamento ocorre em um momento estratégico para o setor. “Estamos entrando em um

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período estratégico para o Brasil. ‘Demandas da Suinocultura para Candidatos’ consolida as pautas do setor, que são consideradas essenciais para garantir competitividade, segurança jurídica, sustentabilidade e condições adequadas para continuar produzindo e contribuindo com a economia nacional”, destaca.

Plataforma reunirá indicadores da cadeia suinícola

Além da agenda política, a ABCS também lançará durante o evento a plataforma ABCS Data Insights, ferramenta desenvolvida para reunir e organizar informações estratégicas relacionadas à cadeia produtiva da suinocultura.

A plataforma concentrará dados de diferentes segmentos ligados ao setor, incluindo produção em granjas, sanidade animal, genética, nutrição, transporte, geração de empregos e outros indicadores econômicos e produtivos.

Integrado ao site da entidade, o sistema foi desenvolvido para disponibilizar informações consolidadas e análises que possam apoiar produtores, empresas, entidades e demais agentes da cadeia na tomada de decisões.

A expectativa da ABCS é que a ferramenta se torne uma referência para acompanhamento de indicadores, inteligência de mercado e análise de dados voltados ao desenvolvimento da suinocultura brasileira.

Fonte: O Presente Rural
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CBNA reforça papel da discussão técnica e aponta caminhos para o futuro da nutrição animal

Evento reuniu especialistas da academia e da indústria para debater inteligência artificial, microbiota, qualidade de ingredientes, bioinsumos e novas estratégias para aumentar a eficiência da produção animal

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Médico-veterinário e presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg: "O CBNA busca contribuir para a evolução da nutrição animal" - Foto: Divulgação/CBNA

Em um momento em que artigos científicos, tabelas nutricionais e resultados de pesquisas estão cada vez mais acessíveis, o diferencial para a tomada de decisão passou a ser a capacidade de interpretar informações e transformá-las em estratégia. Essa foi uma das principais mensagens da 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, realizada em São Paulo, reunindo pesquisadores, nutricionistas, profissionais da indústria e lideranças da produção animal para discutir os temas que devem influenciar o futuro do setor.

Foto: Giuliano De Luca/OP Rural

A edição deste ano marcou uma evolução no formato do evento. Em vez de concentrar a programação em apresentações sequenciais de resultados, o CBNA ampliou o espaço para discussões aprofundadas entre especialistas, permitindo que conceitos, aplicações práticas e tendências fossem debatidos de forma aberta com os participantes.

Temas como inteligência artificial aplicada à produção animal, modulação da microbiota, digestibilidade de ingredientes, uso de tecnologias NIRS, retorno do investimento em nutrição, bioinsumos e estratégias para melhoria da eficiência produtiva estiveram no centro das discussões.

Para o médico-veterinário e presidente do CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), Godofredo Miltenburg, a proposta foi valorizar aquilo que não pode ser obtido apenas pela leitura de artigos ou pela análise de resultados. “Os dados científicos são fundamentais e hoje estão amplamente disponíveis. Mas a discussão sobre como uma pesquisa foi desenhada, por que determinada tecnologia apresenta resultados diferentes em cada situação e como transformar conhecimento em estratégia ainda depende da troca direta entre pesquisadores, técnicos e empresas. É nesse ambiente que o CBNA busca contribuir para a evolução da nutrição animal”, afirma.

Entre os destaques do evento estiveram os debates sobre inteligência artificial aplicada à análise de desempenho animal, novas abordagens para interpretação da microbiota, o papel da qualidade dos ingredientes nas diferentes fases de produção e os desafios relacionados à substituição de tecnologias tradicionais por soluções alinhadas às demandas de sustentabilidade e saúde animal.

Em uma das sessões, pesquisadores com décadas de atuação foram convidados a responder qual linha de pesquisa escolheriam se estivessem iniciando a carreira atualmente, exercício que ofereceu aos participantes uma visão privilegiada sobre as tecnologias e tendências que devem ganhar relevância nos próximos anos.

Diretor técnico do CBNA, Marcio Ceccantini: “Tão importante quanto os resultados apresentados é a oportunidade de discutir conceitos, questionar abordagens e entender como as novas tecnologias podem ser aplicadas na realidade da produção animal” – Foto: Divulgação/CBNA

O diretor técnico do CBNA, Marcio Ceccantini, integrante da comissão organizadora, destacou que o sucesso da 36ª Reunião Anual está justamente na capacidade de reunir conhecimento científico e experiência prática em um mesmo ambiente. “Os trabalhos científicos continuam tendo papel fundamental e, nesta edição, demos mais um passo ao fortalecer a divulgação de pesquisas com maior visibilidade internacional. Mas tão importante quanto os resultados apresentados é a oportunidade de discutir conceitos, questionar abordagens e entender como as novas tecnologias podem ser aplicadas na realidade da produção animal. Esse tipo de interação vai muito além de tabelas ou artigos científicos”, destaca.

Ao final do encontro, ficou evidente que a próxima fronteira da nutrição animal não será determinada apenas pela geração de novos dados, mas pela capacidade de integrar ciência, tecnologia e tomada de decisão. “O CBNA continuará estimulando discussões produtivas sobre os temas que impactam a competitividade do setor. Nosso objetivo é criar um ambiente onde a ciência possa ser debatida de forma aberta, crítica e aplicada aos desafios reais da produção animal”, ressalta Ceccantini.

Fonte: Assessoria CBNA
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