Suínos
Congresso de Suinocultores do Paraná coloca a base produtiva no centro do debate
Evento será realizado em 09 de junho na cidade de Marechal Cândido Rondon (PR), no Oeste do Paraná.

A suinocultura paranaense opera em um ambiente cada vez mais exigente. Custos pressionados, padrões sanitários rigorosos, demandas crescentes por eficiência e um mercado que oscila com velocidade colocam o produtor diante de decisões cada vez mais técnicas e menos intuitivas. Nesse contexto, o acesso à informação qualificada deixa de ser diferencial e passa a ser condição para permanecer na atividade.
É nesse ponto que iniciativas que conectam conhecimento, experiência prática e leitura de cenário ganham relevância concreta. O Congresso de Suinocultores do Paraná, que será realizado em 09 de junho na cidade de Marechal Cândido Rondon (PR), se posiciona justamente como esse espaço: um ambiente de atualização técnica, troca de experiências e alinhamento entre os diferentes elos da cadeia.
Promovido pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o evento reúne representantes das principais cooperativas paranaenses, técnicos, lideranças e produtores em um formato pensado para ser objetivo, direto e aplicável à realidade da granja.
Mais do que um encontro, o Congresso se propõe a concentrar, em um único dia, discussões que impactam diretamente o resultado da atividade: da sanidade ao manejo, da nutrição ao mercado.
Cadeia que se constrói na integração

Diretor do Jornal O Presente Rural, Selmar Frank Marquesin: “O Congresso foi pensado para aproximar todos os elos da cadeia e permitir um alinhamento de forma prática, com troca direta entre quem está no campo, na assistência técnica e na indústria” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural
A força da suinocultura paranaense vai além dos números, está na forma como a atividade se organiza. O modelo cooperativista consolidou uma estrutura que integra produção, assistência técnica e indústria, criando um sistema que depende, essencialmente, de alinhamento e padronização.
É nesse ambiente que os gerentes de fomento assumem papel estratégico. São eles que traduzem diretrizes técnicas em prática de campo, acompanham indicadores produtivos e lidam diretamente com os desafios enfrentados nas granjas.
Na rotina das integrações, esse papel se materializa na identificação de gargalos que, muitas vezes, não estão apenas no manejo pontual, mas em questões estruturais que impactam diretamente o desempenho e a viabilidade da atividade. Entre os principais pontos de atenção, a sanidade aparece como um dos desafios mais críticos. “Nos últimos anos estamos enfrentando um desafio sanitário muito grande, com dificuldade para melhorar esse status nas granjas”, afirma o zootecnista William Wesendonck, gerente Pecuário da Primato. Na mesma linha, o técnico em Agropecuária Evandro Cezar Beraldin, coordenador de suinocultura na Cooperativa Lar, destaca a biosseguridade como fator determinante. “Uma vez comprometida, não há como reverter. Estamos em uma região adensada, com granjas próximas e diferentes realidades sanitárias”, pontua.
Além da sanidade, a gestão também surge como fator limitante. A escassez de mão de obra e a dificuldade de integração entre gerações dentro das propriedades afetam a eficiência das rotinas. “Temos produtores há muitos anos na suinocultura e jovens profissionais começando agora. Eles têm outra dinâmica, o que exige adaptação dos dois lados”, observa Wesendonck.
A sucessão familiar reforça esse cenário. Segundo o médico-veterinário e zootecnista Leonardo Dornelles, gerente de Integrações Suínos e Leite da Copacol, a falta de interesse dos jovens em permanecer na atividade compromete a continuidade das granjas. Ao mesmo tempo, gargalos operacionais persistem, como a definição de momentos estratégicos para intervenções e a padronização de indicadores de controle nas visitas técnicas, como aponta Thiago Grasel, gerente de Fomento Pecuário da Copagril.

Presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek: “Os eventos técnicos trazem informações atualizadas que orientam na tomada de decisões mais assertivas em toda a cadeia do suíno, além de proporcionarem a troca de experiências entre os participantes” – Foto: Divulgação/Frimesa
Outro eixo crítico está no desalinhamento entre o que a indústria exige e o que a granja consegue entregar. Parte dessas exigências está associada a legislações, certificações e demandas de mercado, que avançam em ritmo mais acelerado do que a adaptação no campo. “A maior parte das exigências da indústria está vinculada ao cumprimento de legislações, protocolos de boas práticas e às demandas de consumidores cada vez mais criteriosos. Nesse contexto, as granjas precisam se adequar, com ajustes estruturais e aprimoramento contínuo dos manejos produtivos”, afirma Dornelles.
Na prática, essa adaptação enfrenta limitações, especialmente no atendimento a certificações exigidas por mercados específicos. Grasel aponta que o problema não está apenas na implementação, mas na continuidade desses processos. “Ainda existe desalinhamento entre o que a indústria exige e o que a realidade da granja permite entregar, principalmente nas questões de certificação para mercados especiais, que são implantadas, mas não perduram na rotina”, afirma, ressaltando que um dos pontos que precisam avançar é justamente a construção de mecanismos que garantam a manutenção dessas exigências no dia a dia das granjas.
A uniformidade dos animais é outro ponto recorrente. “É um desafio histórico. Mesmo com evolução em genética e nutrição, ainda há muita variação de desempenho”, salienta Beraldin. Esse descompasso impacta diretamente o resultado industrial. “O custo fixo de abate e processamento se mantém praticamente igual para animais entre 120 e 140 quilos, mas o rendimento varia de forma significativa. O padrão de carcaça, o teor de carne magra e as perdas no processamento impactam a eficiência industrial e, consequentemente, a receita final do abate”, afirma o médico-veterinário Valdecir Luiz Mauerwerk, gerente de Integração de Suínos e Leite da C.Vale

Médico-veterinário, zootecnista e gerente Integrações Suínos e Leite da Copacol, Leonardo Dornelles: “O conhecimento está disponível, mas é preciso transformar isso em prática no dia a dia” – Foto: Divulgação/Copacol
Além disso, a velocidade de resposta do campo ainda não acompanha a dinâmica do mercado. Wesendonck observa que há uma resistência natural por parte dos produtores. “No mercado altamente competitivo em que atuamos, a velocidade de resposta é determinante. Entre o Brasil fechar ou não uma venda para determinados países, muitas vezes o que pesa é já ter todos os protocolos exigidos implantados. Se houver demora em atender essas demandas, o país pode perder espaço. Por isso, o alinhamento precisa ser rápido. Quando a exigência surge, a indústria precisa repassar e o produtor responder na mesma velocidade, para que toda a cadeia tenha junto resultado econômico”, afirma.
Mesmo com amplo acesso à informação, o desafio central está na aplicação prática do conhecimento. “O conhecimento está disponível, mas é preciso transformar isso em prática no dia a dia”, afirma Dornelles. A relação entre técnico e produtor é determinante nesse processo. “A informação chega, mas sem confiança ela não é aplicada”, destaca Grasel.
O monitoramento dos animais ainda é subutilizado como ferramenta de decisão. Sinais como redução no consumo de ração nem sempre são comunicados com rapidez, o que limita a ação técnica. Para Beraldin, a proximidade com a assistência técnica é decisiva. “Ao primeiro sinal de anormalidade, o produtor precisa acionar o técnico. A rapidez na decisão impacta o resultado do lote”, pontua.

Técnico em Agropecuária e coordenador de suinocultura na Cooperativa Lar, Evandro Cezar Beraldin: “Mesmo com evolução em genética e nutrição, ainda há muita variação de desempenho” – Foto: Arquivo pessoal
A complexidade atual da produção também exige maior domínio técnico por parte do produtor. “Hoje trabalhamos com várias dietas e diferentes genéticas. O produtor precisa conhecer sobre o animal que está recebendo. Não dá para esperar o fim do lote para saber o resultado, é preciso ter os dados em tempo real para ser mais assertivo na tomada de decisão”, ressalta Wesendonck.
Mauerwerk chama atenção para perdas que ainda não são percebidas dentro da granja. Segundo ele, muitos produtores não dimensionam o impacto de um animal doente, maltratado ou medicado de forma inadequada, que segue para o frigorífico e acaba condenado ou com aproveitamento parcial. “Esse animal já perdeu desempenho, ganho de peso e piorou a conversão do lote. O prejuízo começa na granja e muitas vezes não é percebido”, destaca, enfatizando que ainda há a percepção de que, após o embarque, o resultado deixa de ser responsabilidade do produtor, quando, na prática, as perdas financeiras já ocorreram dentro da propriedade.
Ao reunir esses pontos, os gerentes de fomento indicam que o principal desafio da suinocultura integrada está na capacidade de execução, alinhamento e gestão dentro das granjas. É nesse contexto que o Congresso de Suinocultores do Paraná se insere como espaço para aproximar a realidade do campo das exigências técnicas e de mercado.
Ao reunir esses profissionais no mesmo espaço, o evento cria uma oportunidade rara de intercâmbio. Realidades distintas passam a ser compartilhadas, soluções deixam de ser isoladas e práticas bem-sucedidas podem ser replicadas com mais velocidade. Não se trata apenas de ouvir palestras, mas de aproximar experiências que, no dia a dia, estão dispersas ao longo da cadeia.
Onde estão os principais pontos de atenção
Se há um consenso entre os profissionais da cadeia, é que a complexidade da suinocultura aumentou. A margem de erro diminuiu, e decisões equivocadas, seja na biosseguridade, no manejo ou na gestão, têm impacto direto no resultado econômico.

Médico-veterinário e gerente de Integração de Suínos e Leite da C.Vale, Valdecir Luiz Mauerwerk: “O padrão de carcaça, o teor de carne magra e as perdas no processamento impactam a eficiência industrial e, consequentemente, a receita final do abate” – Foto: Arquivo pessoal
A dificuldade, muitas vezes, não está na ausência de tecnologia, mas na aplicação contínua e correta das boas práticas. É nesse ponto que a troca de conhecimento ganha valor. “O conhecimento hoje está disponível a todos, seja por meio da equipe técnica, de treinamentos ou de eventos como o Congresso de Suinocultores do Paraná. O desafio é desenvolver as habilidades do produtor para que ele coloque isso em prática”, frisa Dornelles.
Para Beraldin, além do acesso à informação, o produtor precisa avançar na tomada de decisão. “O principal conhecimento hoje é estratégia de mercado. É entender o mercado, saber o momento de investir, manter atenção à conformidade do lote e ter uma relação próxima com o técnico”, menciona.
A proposta do Congresso é justamente trazer essa discussão para o nível prático. Ao invés de abordagens genéricas, o foco está em temas que fazem diferença no dia seguinte ao evento, dentro da granja.
Mercado entra no centro da conversa
Se dentro da porteira a pressão é técnica, fora dela o cenário também exige atenção. O mercado da carne suína atravessa um momento de reconfiguração, com mudanças na demanda internacional, ajustes de produção entre grandes players e novas dinâmicas de preço.

Gerente de Fomento Pecuário da Copagril, Thiago Luiz Grasel: “A informação chega, mas sem confiança ela não é aplicada” – Foto: Divulgação/Copagril
Inserir esse debate em um evento técnico deixa de ser complementar e passa a ser parte central da discussão. A tomada de decisão no campo depende não apenas do desempenho produtivo, mas também da leitura do ambiente de comercialização.
Na avaliação do presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek, os desafios se distribuem de forma clara entre o que acontece dentro e fora da propriedade. “O principal fator dentro da porteira é a eficiência produtiva atrelada ao bem-estar animal e à biosseguridade. O produtor precisa de escala e modernização tecnológica para diluir custos, mas enfrenta limitações como a sucessão familiar e o alto investimento inicial, agravado por juros elevados”, salienta.
Do lado de fora da porteira, os entraves passam por logística e insumos. “A infraestrutura logística e a dependência do milho e da soja, especialmente em custos de frete e suprimento, são centrais. Além disso, as barreiras sanitárias internacionais exigem que o estado mantenha o status sanitário com extremo rigor”, completa Zydek.
Conexão entre produção e indústria
A presença da Frimesa na construção do conteúdo do evento reforça a conexão entre produção e indústria, especialmente em um momento em que variáveis externas têm impacto direto sobre a rentabilidade da atividade. Ao mesmo tempo em que acompanha o desempenho das granjas, a cooperativa também está exposta às oscilações de mercado, ao ritmo das exportações e às condições de competitividade do setor.
Nesse contexto, o câmbio passa a ser um fator crítico para o equilíbrio entre oferta e demanda. “Hoje o Brasil precisa exportar 25% da produção. Nessa situação o câmbio é determinante. Quando o dólar fica abaixo de R$ 5,20 a exportação se torna inviável, a oferta no mercado interno aumenta, os preços caem trazendo dificuldades”, avalia o presidente da Frimesa.

Zootecnista e gerente Pecuário na Primato Cooperativa Agroindustrial, William Wesendonck: “No mercado altamente competitivo em que atuamos, a velocidade de resposta é determinante” – Foto:Divulgação/Primato
Além da variável econômica, a sanidade segue como requisito central para acesso a mercados e manutenção de produtividade. “A sanidade é sempre determinante e sem ela não se alcança produtividade, padronização e nem mercado. A busca de melhorias tecnológicas na conversão alimentar, prolificidade e redução da mortalidade deverá ser contínua. Essa melhoria contínua é um papel importante das cooperativas”, enfatiza Zydek.
Para o executivo, o controle da oferta também é decisivo para sustentar resultados ao longo do ciclo produtivo. “O resultado da cadeia de produção do suíno está no equilíbrio entre oferta e a demanda. O mais importante é se organizar para controlar a oferta. Isso exige informações precisas e ações determinantes na produção e acompanhamento contínuo da demanda mundial”, menciona.
Evento concentra palestras, integração e valorização da cadeia
O formato do Congresso foi estruturado para concentrar conteúdo técnico em um período curto, com foco na rotina do produtor. A programação reúne palestras ao longo do dia, com abordagem voltada à produção e ao mercado, além de espaços para interação entre os participantes.
O evento também inclui almoço com pratos à base de carne suína, como forma de valorizar o produto e reforçar a identidade da cadeia.
Informação como ponto de convergência
Em um setor altamente integrado, a informação precisa circular com qualidade e velocidade. Quando isso não acontece, surgem desalinhamentos entre o que é exigido e o que é executado, entre o potencial produtivo e o resultado efetivo. “O Congresso foi pensado justamente para aproximar esses elos da cadeia e permitir esse alinhamento de forma prática, com troca direta entre quem está no campo, na assistência técnica e na indústria”, enfatiza o diretor do jornal O Presente Rural, Selmar Frank Marquesin.
O Congresso se insere justamente como um ponto de convergência. Um espaço onde produção, assistência técnica e indústria compartilham visões, ajustam expectativas e alinham caminhos. “Os eventos técnicos trazem informações atualizadas que orientam na tomada de decisões mais assertivas em toda a cadeia do suíno, além de proporcionarem a troca de experiências entre os participantes”, enaltece Zydek ao destacar a relevância do evento promovido pelo O Presente Rural.
Ao trazer diferentes elos da cadeia para a mesma mesa, o evento reforça um princípio que sustenta a suinocultura paranaense: ninguém produz sozinho.
Além do encontro presencial
A proposta do Congresso também ultrapassa o limite físico do evento. Ao adotar o formato híbrido, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube de O Presente Rural, o alcance da informação se amplia de forma consistente, ficando disponível on demand para ser acessado a qualquer momento. “Nosso objetivo é ampliar o acesso ao conteúdo técnico e garantir que a informação chegue ao produtor, independentemente de onde ele esteja”, frisa Marquesin.
Isso permite que produtores que não estejam presentes acompanhem as discussões e tenham acesso ao conteúdo técnico em um segundo momento, transformando o evento em um ambiente permanente de conhecimento.
Um movimento que reforça a base
Mais do que um evento pontual, o Congresso de Suinocultores do Paraná se posiciona como parte de um movimento maior: o de manter a base produtiva atualizada, conectada e preparada para tomar decisões em um ambiente cada vez mais exigente.
Ao reunir conhecimento técnico, leitura de mercado e experiências de campo, o encontro reforça o papel da informação como elemento central da produção.
Em um setor onde eficiência, sanidade e gestão caminham juntas, a diferença está, cada vez mais, na capacidade de interpretar e aplicar conhecimento. É nesse terreno que o Congresso se propõe a atuar, não como vitrine, mas como ferramenta de trabalho para quem está na atividade.
Acompanhe o Congresso de Suinocultores do Paraná ao vivo a partir das 09 horas do dia 09 de junho. Acesse clicando aqui.
A edição digital do jornal está disponível gratuitamente para leitura online no portal de O Presente Rural, acesse clicando aqui.


Suínos
Comércio global e segurança alimentar pautam abertura do SBSS 2026
Palestra de Marcos Jank vai analisar como a reorganização do cenário internacional afeta mercados, exportações e a competitividade da suinocultura brasileira.

As transformações no cenário econômico e político mundial e seus reflexos sobre a cadeia produtiva da carne suína estarão em destaque na palestra de abertura do 18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). No dia 11 de agosto, às 18h30, o professor e especialista em agronegócio Marcos Jank ministrará a palestra “A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas Proteínas Animais e na Suinocultura”, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o evento reunirá especialistas nacionais e internacionais para debater os principais desafios e oportunidades da cadeia suinícola.

Professor e especialista em agronegócio Marcos Jank ministrará a palestra “A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas Proteínas Animais e na Suinocultura”, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC)
Reconhecido como um dos maiores especialistas brasileiros em agronegócio global, Jank abordará como as mudanças geopolíticas, as relações comerciais internacionais, a segurança alimentar e os novos mercados influenciam diretamente a competitividade da suinocultura brasileira, oferecendo aos participantes uma visão estratégica sobre o futuro do setor.
Professor sênior de Agronegócio Global do Insper, Marcos Jank coordena o centro Insper Agro Global e possui uma trajetória consolidada nas áreas de economia, comércio internacional e agronegócio. Além da atuação acadêmica, é escritor, conselheiro de empresas e palestrante, sendo uma das principais referências brasileiras na análise dos mercados globais de alimentos e das cadeias do agronegócio.

Foto: O Presente Rural
A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca que a palestra de abertura foi escolhida para ampliar o olhar dos participantes sobre os desafios que ultrapassam os limites da produção dentro das granjas. “O SBSS busca oferecer uma programação que combine conhecimento técnico e visão estratégica. Iniciar o evento discutindo a nova geopolítica dos alimentos é proporcionar aos congressistas uma compreensão mais ampla do cenário internacional e dos fatores que influenciam diretamente a competitividade da suinocultura brasileira”.
O presidente da Comissão Científica do SBSS, Lucas Piroca, ressalta que compreender o ambiente global tornou-se uma necessidade para todos os profissionais da cadeia produtiva. “A suinocultura está inserida em um mercado conectado. Questões relacionadas ao comércio internacional, às exigências sanitárias, à sustentabilidade e à segurança alimentar impactam diretamente o setor. A presença do professor Marcos Jank agrega uma visão estratégica que complementa toda a programação técnica do Simpósio”.
SBSS

Foto: Andressa Kroth/UQ Eventos
As inscrições já estão disponíveis no site, acesse clicando aqui. O investimento do segundo lote, até o dia 30 de julho, é de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O valor para participar somente da 17ª Brasil Sul Pig Fair é de R$ 100. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários terão condições diferenciadas.
Tecnologia e negócios
Realizada simultaneamente ao Simpósio, a 17ª Brasil Sul Pig Fair reunirá empresas dos segmentos de sanidade, genética, nutrição, equipamentos, ambiência, tecnologia e serviços voltados à suinocultura.
O espaço será destinado à apresentação de lançamentos, soluções inovadoras e fortalecimento do networking entre empresas, profissionais, pesquisadores e produtores, ampliando as oportunidades de negócios e troca de experiências durante o evento.
Programção geral
• 18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura
• 17ª Brasil Sul Pig Fair
Terça-feira (11)
WORKSHOP: GESTÃO DE PROGRAMAS SANITÁRIOS NA SUINOCULTURA
9h00 – Módulo 1: A base de qualquer programa
• Conceitos de Bactericida e Bacteriostático
• Por que pensar em Farmacodinâmica e Farmacocinética
• Interações e associações de drogas antimicrobianas
Palestrante: Everson Zotti
9h40 – Módulo 2: Inteligência Sanitária e Diagnóstico
• Entendimento do conceito e desafio sanitário: qual é o meu desafio?
• Diagnóstico de rotina e análise de dados (isolamento, antibiograma, MIC)
• Aprendizado com falhas diagnósticas
Palestrante: Edison Magalhães
10h20 – Módulo 3: Desenhando Programas Factíveis
• Crítica aos protocolos de “amplo espectro”
• Impactos do uso imprudente de antimicrobianos
• O que realmente é necessário para resolver o problema
Palestrante: Augusto Heck
11h00 – Módulo 4: Farmacoeconomia e Monitoramento
• O programa que cabe no bolso (Análise de ROI)
• Como monitorar a efetividade do tratamento
• Tecnologias para detecção precoce de falhas
Palestrante: Luiz Carlos Giongo
11h30 – Mesa Redonda
13h30 – Abertura da Programação Científica
Painel Produção – A BASE
13h40 às 14h10 – Primíparas: Gestão Estratégica e Longevidade
Palestrante: Rafael Ulguim
14h15 às 14h45 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Sanidade)
Palestrante: Paulo Eduardo Bennemann
14h50 às 15h20 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Nutrição)
Palestrante: Cesar Augusto Pospissil Garbossa
15h25 às 15h55 – Mesa Redonda
16h00 às 16h30 – Coffee break
16h30 às 17h10 – O Futuro da Proteína Suína
Palestrante: Luis Rua
17h10 às 17h30 – Perguntas
17h30 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS
18h30: Palestra de Abertura: A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas proteínas animais e na suinocultura.
Palestrante: Marcos Jank
20h00: Coquetel de Abertura na PIG FAIR
Quarta-feira (12)
Painel Biovigilância – Gestão Integrada
08h00 às 8h40: Biomanagement e Defesa Sanitária: Estratégias de Mitigação
Palestrante: Jordi Baliellas Capdevila
08h45 às 09h15: Vigilância e controle de Vetores: Roedores e Insetos como disseminadores de Patógenos
Palestrante: Alisson Mezzalira
09h20 as 09h50 – Mesa Redonda
09h50 às 10h20: Coffee Break
Painel Alimentação – Desafios e Oportunidades
10h20 às 10h50 – Eixo Imuno-Nutricional: Programação Metabólica da Matriz ao leitão
Palestrante: Jose Soto
10h55 às 11h25 – Imunonutrição: Estratégias Não Farmacológicas para a Resiliência Sanitária
Palestrante: Andres Gomez
11h30 às 12h00: Vigilância Analítica e Gestão de Micotoxinas: Estratégias para Blindar a Performance e a Sanidade
Palestrante: Ricardo Rauber
12h00 às 12h30 – Mesa Redonda
12:30 às 14h00 – Intervalo para almoço
12h30 às 13h30 – Eventos Paralelos
Painel Sanidade – Saúde Respiratória
14h00 às 15h00 – Erradicação de M. hyopneumoniae: Protocolos de Exposição, Estabilização e Eliminação
Palestrantes: Gustavo Silva e Paul Yeske
15h00 às 15:30 – Sincronia Sanitária: O Impacto da Aclimatização de Leitoas na estabilidade do plantel
Palestrantes: Luciano Brandalise
15h30 às 16h00: Coffee Break
16h00 às 16h40 – Influenza em Foco: Impactos e alternativas de controle
Palestrante: Ricardo Yuti Nagae
16h45 às 17h25 – Ambiência 4.0: Conectividade, Bem-Estar e Eficiência Energética na Suinocultura
Palestrante: Lederson Trindade de Lima
17h35 às 18h00 – Mesa Redonda
18h30 às 19h30 – Evento Paralelo Exclusivo (MSD)
20h00: Happy Hour na PIG FAIR
Quinta-feira (13)
08h30 às 09h10 – Alimentação de Precisão: Sensores, Conectividade e Eficiência Nutricional
Palestrante: Bruno Silva
09h10 às 09h30 – Perguntas
9h30 às 10h00 – Coffee Break
Painel Pessoas – Gestão e Performance
10h00 às 10h30 – Percepção vs. Realidade: Comunicação Estratégica para Mitigar Erros e Maximizar Resultados
Palestrante: Creici Lamonato
10h35 às 11h05 – Capital Humano e Sucessão: Preparando a Próxima Geração e as Equipes de Alta Performance
Palestrante: Rogério Facin
11h10 às 11h40 – O Apagão de Mão de Obra e o Desafio da Qualificação
Palestrante: Anderson Queirós
11h45 às 12h15 – Mesa Redonda
12h15 – Sorteio de brindes e encerramento
Suínos
Especialista apresenta estratégias de prevenção à influenza suína no SBSS
Ricardo Yuiti Nagae abordará os desafios da doença e alternativas de controle durante evento promovido pelo Nucleovet.

A prevenção e o controle da influenza suína, uma das enfermidades de maior impacto para a produtividade dos rebanhos, estarão em destaque durante o 18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra “Influenza em Foco: Impactos e Alternativas de Controle” será ministrada pelo médico-veterinário Ricardo Yuiti Nagae, no dia 12 de agosto, às 16h, durante o Painel Sanidade – Saúde Respiratória, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).
A apresentação abordará os principais desafios relacionados à influenza nos sistemas de produção, seus reflexos sobre a saúde dos animais e os impactos econômicos para a suinocultura. Além de discutir a dinâmica da doença, o especialista apresentará estratégias de prevenção e alternativas de controle capazes de reduzir perdas produtivas e fortalecer os programas sanitários das granjas.

Médico-veterinário Ricardo Yuiti Nagae
Ricardo Yuiti Nagae é médico-veterinário graduado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com aperfeiçoamento em Reprodução de Suínos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestrado em Agronomia, na área de Sustentabilidade de Agroecossistemas, pela Universidade Estadual do oeste do Paraná (Unioeste), e doutorado em Ciências Veterinárias, com ênfase em Sanidade e Patologia Suína, pela UFRGS.
Ao longo de sua trajetória profissional, construiu experiência na Seara Alimentos, passando por empresas que integraram a história da companhia, como Ceval, Bunge, Cargill e Marfrig. Atuou nas áreas de extensão rural, supervisão, gerência agropecuária e gerência técnica, desenvolvendo trabalhos voltados à produção, reprodução e saúde animal. Atualmente, é especialista corporativo em Saúde Animal – Suínos da Seara/JBS, acompanhando programas sanitários e estratégias de controle de enfermidades em sistemas de produção de grande escala.

Presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin: “A saúde respiratória influencia diretamente o desempenho zootécnico, os custos de produção e o bem-estar dos animais” – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação
A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca que a sanidade permanece entre os principais pilares da competitividade da cadeia suinícola. “A ocorrência de enfermidades respiratórias representa desafios permanentes para a produção, exigindo atualização constante dos profissionais e adoção de estratégias cada vez mais eficientes de prevenção e controle. O SBSS tem justamente o propósito de promover esse intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores, especialistas e o setor produtivo”, afirma.
Para o presidente da comissão científica do SBSS, Lucas Piroca, discutir influenza é tratar de um tema prioritário para a sustentabilidade da atividade. “A saúde respiratória influencia diretamente o desempenho zootécnico, os custos de produção e o bem-estar dos animais. Reunimos especialistas que vivenciam essa realidade diariamente para apresentar informações atualizadas e estratégias que possam ser aplicadas nas granjas, fortalecendo os programas de biosseguridade e sanidade”, ressalta.
SBSS
As inscrições já estão disponíveis no site, acesse clicando aqui. O investimento do segundo lote, até o dia 30 de julho, é de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O valor para participar somente da 17ª Brasil Sul Pig Fair é de R$ 100. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários terão condições diferenciadas.
Tecnologia e négocio
Realizada simultaneamente ao Simpósio, a 17ª Brasil Sul Pig Fair reunirá empresas dos segmentos de sanidade, genética, nutrição, equipamentos, ambiência, tecnologia e serviços voltados à suinocultura.
O espaço será destinado à apresentação de lançamentos, soluções inovadoras e fortalecimento do networking entre empresas, profissionais, pesquisadores e produtores, ampliando as oportunidades de negócios e troca de experiências durante o evento.
Programação geral
18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura
17ª Brasil Sul Pig Fair
Terça-feira (11)
WORKSHOP: GESTÃO DE PROGRAMAS SANITÁRIOS NA SUINOCULTURA
9h00 – Módulo 1: A base de qualquer programa
• Conceitos de Bactericida e Bacteriostático
• Por que pensar em Farmacodinâmica e Farmacocinética
• Interações e associações de drogas antimicrobianas
Palestrante: Everson Zotti
9h40 – Módulo 2: Inteligência Sanitária e Diagnóstico
• Entendimento do conceito e desafio sanitário: qual é o meu desafio?
• Diagnóstico de rotina e análise de dados (isolamento, antibiograma, MIC)
• Aprendizado com falhas diagnósticas
Palestrante: Edison Magalhães
10h20 – Módulo 3: Desenhando Programas Factíveis
• Crítica aos protocolos de “amplo espectro”
• Impactos do uso imprudente de antimicrobianos
• O que realmente é necessário para resolver o problema
Palestrante: Augusto Heck
11h00 – Módulo 4: Farmacoeconomia e Monitoramento
• O programa que cabe no bolso (Análise de ROI)
• Como monitorar a efetividade do tratamento
• Tecnologias para detecção precoce de falhas
Palestrante: Luiz Carlos Giongo
11h30 – Mesa Redonda
13h30 – Abertura da Programação Científica
Painel Produção – A BASE
13h40 às 14h10 – Primíparas: Gestão Estratégica e Longevidade
Palestrante: Rafael Ulguim
14h15 às 14h45 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Sanidade)
Palestrante: Paulo Eduardo Bennemann
14h50 às 15h20 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Nutrição)
Palestrante: Cesar Augusto Pospissil Garbossa
15h25 às 15h55 – Mesa Redonda
16h00 às 16h30 – Coffee break
16h30 às 17h10 – O Futuro da Proteína Suína
Palestrante: Luis Rua
17h10 às 17h30 – Perguntas
17h30 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS
18h30: Palestra de Abertura: A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas proteínas animais e na suinocultura.
Palestrante: Marcos Jank
20h00: Coquetel de Abertura na PIG FAIR
Quarta-feira (12)
Painel Biovigilância – Gestão Integrada
08h00 às 8h40: Biomanagement e Defesa Sanitária: Estratégias de Mitigação
Palestrante: Jordi Baliellas Capdevila
08h45 às 09h15: Vigilância e controle de Vetores: Roedores e Insetos como disseminadores de Patógenos
Palestrante: Alisson Mezzalira
09h20 as 09h50 – Mesa Redonda
09h50 às 10h20: Coffee Break
Painel Alimentação – Desafios e Oportunidades
10h20 às 10h50 – Eixo Imuno-Nutricional: Programação Metabólica da Matriz ao leitão
Palestrante: Jose Soto
10h55 às 11h25 – Imunonutrição: Estratégias Não Farmacológicas para a Resiliência Sanitária
Palestrante: Andres Gomez
11h30 às 12h00: Vigilância Analítica e Gestão de Micotoxinas: Estratégias para Blindar a Performance e a Sanidade
Palestrante: Ricardo Rauber
12h00 às 12h30 – Mesa Redonda
12:30 às 14h00 – Intervalo para almoço
12h30 às 13h30 – Eventos Paralelos
Painel Sanidade – Saúde Respiratória
14h00 às 15h00 – Erradicação de M. hyopneumoniae: Protocolos de Exposição, Estabilização e Eliminação
Palestrantes: Gustavo Silva e Paul Yeske
15h00 às 15:30 – Sincronia Sanitária: O Impacto da Aclimatização de Leitoas na estabilidade do plantel
Palestrantes: Luciano Brandalise
15h30 às 16h00: Coffee Break
16h00 às 16h40 – Influenza em Foco: Impactos e alternativas de controle
Palestrante: Ricardo Yuiti Nagae
16h45 às 17h25 – Ambiência 4.0: Conectividade, Bem-Estar e Eficiência Energética na Suinocultura
Palestrante: Lederson Trindade de Lima
17h35 às 18h00 – Mesa Redonda
18h30 às 19h30 – Evento Paralelo Exclusivo (MSD)
20h00: Happy Hour na PIG FAIR
Quinta-feira (13)
08h30 às 09h10 – Alimentação de Precisão: Sensores, Conectividade e Eficiência Nutricional
Palestrante: Bruno Silva
09h10 às 09h30 – Perguntas
9h30 às 10h00 – Coffee Break
Painel Pessoas – Gestão e Performance
10h00 às 10h30 – Percepção vs. Realidade: Comunicação Estratégica para Mitigar Erros e Maximizar Resultados
Palestrante: Creici Lamonato
10h35 às 11h05 – Capital Humano e Sucessão: Preparando a Próxima Geração e as Equipes de Alta Performance
Palestrante: Rogério Facin
11h10 às 11h40 – O Apagão de Mão de Obra e o Desafio da Qualificação
Palestrante: Anderson Queirós
11h45 às 12h15 – Mesa Redonda
12h15 – Sorteio de brindes e encerramento
Suínos
SIAVS recebe painel da ABCS com foco em mercado, inovação e sustentabilidade
Evento gratuito reunirá lideranças e especialistas para debater temas que influenciam a competitividade da suinocultura nacional.

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realizará, no dia 04 de agosto, o Painel ABCS no SIAVS 2026, com acesso gratuito. O encontro reunirá especialistas e lideranças para discutir os principais desafios e oportunidades da suinocultura brasileira. O evento acontece das 14h30 às 17h30, nas salas 112 e 113 do Pavilhão de Exposições do Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), integrando a programação do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS).
Promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o SIAVS é considerado o maior evento das cadeias produtivas de proteína animal do Brasil e um dos mais relevantes do mundo. A feira e congresso reúnem produtores, indústrias, pesquisadores, autoridades, compradores e especialistas nacionais e internacionais para debater tendências, inovação, sustentabilidade, mercados e os principais temas que impactam o futuro da produção de proteínas animais.
Com o tema “Mercados, geopolítica e uso racional de antimicrobianos”, o Painel ABCS trará uma programação voltada à atualização técnica e estratégica do setor. Entre os assuntos em destaque estão a organização da suinocultura mundial, o cenário do mercado global, os impactos da geopolítica sobre o agro, as atualizações relacionadas ao uso racional de antimicrobianos, políticas públicas de incentivo às boas práticas agropecuárias, bem-estar animal e os desafios da gestão de pessoas diante da escassez de mão de obra.

A programação contará com a participação de especialistas como Marcelo Miele (Embrapa Suínos e Aves), Iuri Pinheiro Machado (Integrall), Fernando Iglesias (Safras & Mercado), Maurício Dutra (GFD Consultoria), Bruno Leite (Ministério da Agricultura e Pecuária), Charli Ludtke (ABCS) e Leandro Trindade (BPL Educação), reunindo diferentes visões sobre os temas mais estratégicos para a cadeia produtiva.
A participação no Painel ABCS é gratuita, mediante inscrição no SIAVS na categoria Visitante. Os interessados podem se inscrever pelo link, clique aqui.



