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Congresso de Ovos APA: Última semana de inscrições com desconto

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Termina nesta sexta-feira, dia 6 de fevereiro, o prazo para inscrições com desconto para o 13º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, que vai acontecer de 17 a 19 de março de 2015, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Até esta data, as inscrições podem ser realizadas através do site do evento (http://www.congressodeovos.com.br/inscricao.php) pelo valor de R$ 220 para estudantes com comprovante, R$ 360 para associados da Associação Paulista de Avicultura (APA), professores e pesquisadores e R$ 450 para profissionais. A partir do dia 7 de fevereiro, os valores sobem para R$ 250 para estudantes com comprovante, R$ 380 para professores e pesquisadores, R$ 410 para associados da Associação Paulista de Avicultura (APA) e R$ 510 para profissionais.
Nesta edição, o evento vai debater as principais perspectivas para a produção de ovos, as tendências para a comercialização de ovos e estratégias para melhorar a produtividade e a rentabilidade no campo. Para isso, o encontro vai reunir os principais especialistas em produção de ovos de países como Brasil, Estados Unidos e França, além de profissionais com experiência no mercado asiático. A expectativa é reunir mais de 500 participantes entre médicos veterinários, zootecnistas, pesquisadores, produtores, empresários do setor e profissionais das principais empresas da avicultura de postura. A programação completa do 13º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos está disponível do site do evento (http://www.congressodeovos.com.br). Outras informações podem ser obtidas através do e-mail diretoria@apa.com.br ou pelo telefone (11) 3832.1422.
Apoio
O Congresso de Ovos da APA já tem confirmado o patrocínio de empresas como Adisseo, Agroceres Multimix, AgroInfo TI, Alltech, Amicil, Artabas, Big Dutchman, Biovet, Ceva, De Heus, Des-Vet, DSM Produtos Nutricionais, Evonik, Globoaves, Granja Fujikura, H&N Avicultura, Hy-Line, Kilbra, Lohmann Saúde Animal, Lohmann do Brasil, Lubing do Brasil, Merial, MSD Saúde Animal, Ourofino Agronegócios, Sanphar e Zoetis.
O evento tem ainda o apoio institucional da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) e da Funep (Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Extensão), além de parceria de divulgação com as principais mídias do setor, como Avisite, Ovosite, A Hora do Ovo, Avicultura Industrial, Revista Feed&Food, Jornal O Presente Rural, Revista Mundo do Agronegócio, Portal Agrolink, Portal do Agronegócio, Portal Mercado do Ovo e Portal Ovoonline.
Serviço:
13º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos
Data: 17 a 19 de março de 2015
Local: Centro de Convenções de Ribeirão Preto – Ribeirão Preto, SP 
Informações: diretoria@apa.com.br
Telefone: (11) 3832.1422.

Fonte: Ass. Imprensa da APA

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Notícias Mercado suinícola mundial

Questões de ESG serão debatidas no painel de Agronegócio do IPVS2022

Assuntos envolvendo o meio ambiente, o social e a governança corporativa na suinocultura terão destaque no evento

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Com o tema “A produção de Suínos numa perspectiva da Agroindústria”, a sexta sessão do Pré-Congresso do IPVS2022, que ocorre no 21 de junho, no RioCentro, Rio de Janeiro (RJ), abordará as questões envolvendo o meio ambiente, o social e a governança corporativa (em inglês environmental, social and corporate governance – ESG), como um elo entre a ciência e as exigências do mercado suinícola mundial.

Pautada na necessidade da intercomunicação entre as questões acadêmicas, muito bem desenvolvidas pelo campo da produção científica, e o que está no contexto no setor, a organização do evento traz de maneira pioneira esta pauta para o cronograma de palestras, formando uma sessão que será conduzida por renomados profissionais do setor.

José Antônio Ribas

De acordo com o Diretor de Relações Institucionais do IPVS2022, Diretor Executivo de Agropecuária e Sustentabilidade da JBS/Seara e Presidente do Sindicarne, José Antônio Ribas, atualmente há questões que orbitam diretamente nas cadeias produtivas e que não possuem uma proximidade com as questões técnico-científicas, mas que o profissional que faz parte da cadeia produtiva de suínos precisa ter conhecimento. “O painel poderá ampliar a visão dos congressistas devido às questões que serão abordadas e a experiência de seus interlocutores, sempre associando com as questões de ESG”, afirma.

Segundo Ribas, o tema escolhido para abrigar as discussões do painel traz uma abordagem setorial inédita dentro do IPVS2022. “Os debates que ocorrerão vão do campo à indústria, trazendo um olhar voltado à produção sustentável, tratando do meio ambiente na produção, que será apresentado por Paulo Armando Oliveira da EMBRAPA, o bem-estar, conduzido por Antônio Velarde do IRTA (Espanha) e a governança, por Neivor Canton do Sindicarne/SC”, relata.

O evento tratará da gestão de negócios suinícolas, discorrendo sobre a sucessão familiar, apresentado por Cleiton Pamplona Peters, a liderança e protagonismo das mulheres, por Joanita Karolesky da JBS e ainda Ricardo Santin da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) com o tema “Oportunidades de produção em diferentes países para satisfazer a procura global”.

Para o Diretor de Relações Institucionais do IPVS2022, a sessão trará grande contribuição para os congressistas do IPVS2022. “Para completar, vislumbrando oportunidades, a sessão trará um olhar sobre o que acontece em diferentes países e suas melhores práticas, bem como o entendimento do comportamento dos mais diferentes mercados, através da palestra de Gilberto Tomazoni da Seara (Brasil), que fechará a sessão com as “Atuais demandas dos consumidores”, encerra.

O mercado

A importância desta discussão, de acordo com Ribas, está concentrada na associação do profissional ao mercado em dois aspectos: o destinatário do produto final e a cadeia produtiva. “O gestor da atividade não é só um pequeno produtor do campo ou uma pequena indústria. As cadeias estão globalizadas e a atividade está cada vez mais vinculada à profissionalização e ao conhecimento mercadológico para satisfazer, em todos os aspectos o consumidor”, acrescenta o Diretor de Relações Institucionais.

Ele destacou ainda que o profissional mais qualificado é aquele que tem a capacidade de encontrar as melhores soluções, às quais passam necessariamente por uma visão global do sistema. “Os congressos da IPVS são o principal evento mundial voltado à suinocultura, o que torna fundamental a abordagem das questões práticas associadas às técnico-científicas”, diz. “Conhecer ambos os lados é o que nos trará a certeza de termos um equilíbrio pleno na produção da cadeia suinícola. Também é importante reforçarmos ao mundo que o Brasil tem uma suinocultura competente, responsável e de alta qualidade”, encerra Ribas.

Segundo a Presidente do IPVS2022, Fernanda Almeida, atento às necessidades que o setor suinícola mundial apresenta e buscando trazer inovação, o evento colocará no centro dos seus objetivos preparar seus congressistas, oferecendo conhecimento de maneira global. “Inserimos o painel ‘Agronegócio’ em nossa programação por entender que precisamos nos preparar de maneira holística, ou seja, associar teoria e prática, para que tenhamos sucesso nos resultados produtivos”, declara.

Somando forças com o IPVS2022

O IPVS2022 conta com o apoio das principais entidades da suinocultura brasileira, como: Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Suínos e Aves, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS), Sindicarne-SC e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O IPVS2022 tem como Partner as empresas Boehringer-Ingelheim, Farmabase, Hipra, MSD e Zoetis. Na categoria Supporter, temos a presença da Ceva e Elanco. As empresas Agroceres PIC, Biofarma, Idexx, Ourofino, Pharmacosmos, Sanphar, Trouw Nutrition, Vetanco e Virbac formam o grupo dos patrocinadores Platinum e no grupo Gold temos Crystal Spring, Magapor, Microvet, Phytobiotics, Thermo Fisher, Tonisity, VetScience e Vetoquinol. Além destas, as empresas Adisseo, Boehringer-Ingelheim e ICC patrocinam o Pré-Congresso do IPVS2022.

O evento apresenta como parceiros de mídia os veículos 333 Brasil, 333 Internacional, Academia Suína, Ediciones Pecuarias/Acontecer Porcino, Engormix, Feed & Food, Maiz Y Soya, MAP, O Presente Rural, Pig Progress, Piscishow e Avisuleite, Suíno Brasil, Suino.com, Suinocultura Industrial, SuiSite, Veterinária Digital e Globo Rural.

SERVIÇO

IPVS2022 – International Pig Veterinary Society Congress

21 e 24 de junho de 2022

Evento híbrido – Rio de Janeiro / Riocentro Convention & Event

Contato: www.ipvs2022.com ou pelo telefone +55 (31) 3360-3663.

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Fonte: Assessoria
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Notícias Agroindustrialização

Avançam obras da esmagadora de soja da C.Vale

Obras civis da indústria vão começar logo após conclusão da pavimentação

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Obras avançam com a realização do sistema de drenagem e da pavimentação / Divulgação

As obras da esmagadora de soja da C.Vale estão avançando com a realização do sistema de drenagem e da pavimentação das vias de acesso que deverão estar totalmente concluídas até o final de julho de 2022. O início da construção das moegas, em março, deu a largada das obras civis do empreendimento no parque industrial da cooperativa, em Palotina (PR).

A C.Vale vai investir mais de R$ 650 milhões no empreendimento. O novo empreendimento vai resultar na criação de 580 empregos diretos e indiretos. Outros 1.500 postos de trabalho vão ser gerados durante a construção da esmagadora.

Durante visita à obras, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, explicou que a indústria começará produzindo farelo e óleo de soja que serão usados na fabricação de rações. O volume que não for consumido será comercializado com terceiros nos mercados interno e externo.

Recursos liberados

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou, em março, R$ 104 milhões à C.Vale como parte dos recursos para a construção de uma esmagadora de soja. Os recursos têm origem no Plano Safra, sendo R$ 84 milhões diretamente pelo BNDES e R$ 20 milhões pelo BRDE.

A indústria terá potencial para produzir até 2.300 toneladas/dia de farelo, 600 toneladas de óleo vegetal degomado (para produção de rações) e 36 toneladas de casca peletizada (também para alimentação animal).

A construção da esmagadora de soja vai envolver 20 empresas e gerar 1.500 empregos.

Raio X

Esmagadora de soja

Capacidade: 2.500 a 3.000 toneladas/dia

Área: 50 mil m2

Empregos: 580

Empregos na construção: 1.500

Investimento: R$ 650 milhões

 

Fonte: Comunicação C.Vale
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Notícias Em reunião na sede da ONU

Brasil defende livre comércio na agricultura para contribuir com a segurança alimentar global

Ministro Marcos Montes disse que o país está ciente de sua responsabilidade como fornecedor confiável de alimentos , mas depende da integração das cadeias produtivas

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, defendeu ontem (18) o livre-comércio na agricultura, de modo a promover a prosperidade e contribuir com a luta contra a fome e a má-nutrição mundial. Na reunião ministerial Global Food Security – Call to Action, realizada em Nova York (EUA), o ministro brasileiro disse que é preciso estimular um ambiente de negócios que permita um fluxo desimpedido do comércio internacional de alimentos e insumos.

“Em um mundo interdependente e interconectado, nenhum país pode manter-se isolado e prosperar. A segurança alimentar, enquanto meta comum, é responsabilidade de todos”, disse.

Marcos Montes representa o Brasil no evento, organizado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que reúne ministros de mais de 30 países na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. O objetivo é identificar os principais desafios e mobilizar ações para enfrentar a insegurança alimentar global.

Os impactos do conflito na Ucrânia foram lembrados por representantes de diversos países no evento. Segundo o ministro brasileiro, os efeitos da guerra desestruturaram profundamente as cadeias globais de suprimentos de commodities, fazendo com que insumos essenciais, como os fertilizantes, fiquem expostos ao risco da escassez e da alta de preços.

O ministro disse que o Brasil está ciente de sua responsabilidade como fornecedor confiável de alimentos de qualidade, pois é um dos únicos países do mundo capazes de aumentar sua produção sem incorporar novas áreas à atividade produtiva. No entanto, o sucesso do modelo brasileiro depende da integração das diversas cadeias produtivas de insumos e de produção de alimentos.

“No mundo globalizado, produzir não significa apenas plantar e colher. Inclui, também, garantir o suprimento de sementes, fertilizantes, defensivos e combustíveis, combinar tudo isso com tecnologia e distribuir os gêneros alimentícios pelo planeta”, destacou Marcos Montes.

O Brasil alcançou a posição de um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do planeta com o desenvolvimento de um modelo de agricultura tropical altamente eficiente. Nas últimas cinco décadas, o país usou a tecnologia para expandir a produção a partir do aumento da produtividade com sustentabilidade, alcançando até três colheitas por ano na mesma área.

Reuniões Bilaterais

Ministro Marcos Montes com a vice-secretária Geral das Nações Unidas, Amina Mohamed – Fotos: UN Photo/Manuel Elías

Mais cedo, Marcos Montes teve reuniões bilaterais com o Enviado Especial do Departamento de Estado para a Segurança Alimentar Global, Cary Fowler, e com a vice-secretária Geral das Nações Unidas, Amina Mohamed. Nos encontros, ele ressaltou a disposição do Brasil em cooperar no contexto da atual crise de segurança alimentar.

Ao representante do governo americano, Marcos Montes disse que Brasil e Estados Unidos podem cooperar na definição de prioridades conjuntas de pesquisa em agricultura sustentável, na defesa da ciência como princípio orientador do progresso na agricultura e na disseminação de boas práticas produtivas para aprimorar a contribuição da agricultura para a ação climática.

Montes também destacou o papel da ONU, juntamente com a FAO e outras agências, de promover um fluxo desimpedido de alimentos e insumos, não apenas comercial, mas também humanitário.

 

 

Fonte: Mapa
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