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Congresso de Ovos APA: Ourofino patrocina Happy Hour

Empresa confirma apoio e destaca lançamento do FOS 350 no controle de doenças respiratórias e entéricas, incluindo salmonelose durante o evento, que vai de 15 a 17 de março

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A Ourofino Saúde Animal confirmou patrocínio do  14o Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, que vai acontecer de 15 a 17 de março, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. No dia 16, a empresa vai realizar um Happy Hour aos participantes a partir das 18h30, no Centro de Convenções. O objetivo é promover um momento de descontração e troca de informações entre os presentes, explica o médico veterinário e diretor da Linha de Aves e Suínos da Ourofino Saúde Animal, Amilton Silva.

 

“Nós, da Ourofino, acreditamos que estes momentos de descontração e conversas entre os colegas do setor representam uma importante oportunidade para discutir o dia a dia da atividade. É quando os produtores conseguem conversar com outros e trocar informações sobre o que acontece no campo e esta interação é extremamente positiva para o desenvolvimento da atividade”, destaca o especialista que apoia o evento pelo segundo ano consecutivo.

 

“A Ourofino está investindo muito forte na avicultura, um segmento em fase de expansão e desenvolvimento tecnológico. E este evento, promovido pela APA, é hoje o mais conceituado da postura comercial no país, por isso não podemos ficar de fora. Assim, neste ano, vamos participar com um pouco mais de força e mais apoio”, ressalta o executivo. “Foi muito importante ter participado no ano passado. Tivemos boa visibilidade e um retorno muito positivo, além da oportunidade de prestar nosso apoio a avicultura de postura ao patrocinar um congresso focado em levar informações relevantes para o produtor de ovos”.   

 

Lançamento

Entre os destaques da empresa para esta edição do Congresso de Ovos está o lançamento do FOS 350 para o controle de doenças respiratórias e entéricas, incluindo a salmonelose. “Este produto a base de fosfomicina tem maior potência de ação farmacológica no combate aos problemas respiratórios e entéricos”, explica Silva defendendo a importância de estar atento a sanidade e a nutrição do plantel. “A sanidade e a nutrição estão entre os mais importantes elos para o produtor em função do forte impacto no desempenho dos animais”. 

 

Inscrições
As inscrições para o 14o Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos podem ser realizadas no site do evento (www.congressodeovos.com.br) pelo valor de R$ 280 para estudantes com comprovante, R$ 420 para professores e pesquisadores, R$ 450 para associados da Associação Paulista de Avicultura (APA) e R$ 560 para profissionais. Outras informações sobre o evento podem ser encontradas no site do congresso (www.congressodeovos.com.br) ou através do telefone (11) 3832.1422.
 

Apoio

As principais empresas do setor confirmaram patrocínio para a próxima edição do evento: Abase, Adisseo, Agroceres Multimix, Alltech do Brasil, Amicil, Artabas, Big Dutchman, Biocamp, Biovet, BR Nova, Ceva, De Heus, Des-Vet Produtos Veterinários, DSM, Elanco, Fatec, Granja Fujikura, H&N Avicultura, H&N Avicultura Internacional, Hendrix Genetics, Hy-Line do Brasil, Ilender do Brasil, Interaves Agropecuária, Kilbra, Lohmann do Brasil, Mercoaves, Merial, Ourofino Saúde Animal, Planalto Postura, Sanphar Saúde Animal, Uniquímica, Vicami e Zoetis. 

 

O evento tem o apoio de divulgação das principais mídias do setor, como Avisite, A Hora do Ovo, Ovosite, Avicultura Industrial, Feed&Food, O Presente Rural, Setor Avícola, AveWorld, Mundo do Agronegócio e Avimig (Associação de Avicultores de Minas Gerais).

 

 

Serviço:
14º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos
Data:
de 15 a 17 de março de 2016
Local: Centro de Convenções de Ribeirão Preto – SP
Informações: (11) 3832.1422.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Agroceres Multimix reforça parceria com Copagril durante Agroshow 2026

Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.

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Foto: Agroceres Multimix

Fortalecendo uma relação construída ao longo de mais de duas décadas com a Copagril e seus associados, a Agroceres Multimix esteve presente no Agroshow 2026, nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2026, na Estação Experimental Copagril em Marechal Cândido Rondon (PR).

O evento, já consolidado como um dos mais importantes do agronegócio no Oeste do Paraná, reuniu produtores, parceiros e especialistas em torno de inovação, tecnologia e conhecimento técnico.

“A Agroceres Multimix participa do Agroshow há muitos anos, e o principal objetivo sempre foi fortalecer o relacionamento com a Copagril, com sua equipe técnica e com os produtores associados, que já são nossos parceiros. É um momento de proximidade, troca e construção conjunta”, destaca Fausto Maluf, consultor técnico comercial da empresa na região Oeste do Paraná.

Atualmente, a Agroceres Multimix fornece à Copagril a linha de premixes vitamínico-minerais utilizados nas fases de lactação, crescimento e terminação na suinocultura, com produtos disponíveis tanto nas lojas agropecuárias quanto na fábrica de ração e fomento da cooperativa.

Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.

O Oeste do Paraná é reconhecido como um dos principais polos de produção e exportação de proteína animal do país, resultado de um histórico ligado à colonização e ao forte papel das cooperativas no fomento da atividade. Nesse contexto, o Agroshow cumpre papel estratégico ao promover encontros técnicos, atualização de temas relevantes e integração entre os elos da cadeia produtiva.

Durante os três dias de evento, a Agroceres Multimix recebeu produtores, técnicos e parceiros em seu estande, reforçando seu compromisso com a nutrição animal aliada à assistência técnica e à construção de resultados consistentes no campo.

“Parabenizamos a Copagril pela organização e pela condução de um evento que vai além da exposição de soluções, consolidando-se como um espaço de diálogo, cooperação e evolução contínua do agro regional”, conclui Fausto.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Somave Alimentos Amplia Capacidade Produtiva com Aquisição da Sanimax Brasil

A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor

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Foto : Assessoria

A Somave Alimentos concluiu a aquisição das plantas da Sanimax Brasil, após aprovação dos órgãos reguladores e cumprimento das condições precedentes. A operação eleva a capacidade produtiva do grupo, triplicando o volume de transformação de subprodutos provenientes do abate e fortalecendo a atuação no segmento de rendering.

A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor. A operação passa a integrar a divisão Somave Feed Ingredients, responsável pela produção de farinhas e óleo dentro de padrões técnicos, operacionais e ambientais.

A iniciativa está alinhada aos objetivos estratégicos e sustentáveis da empresa, que incluem a atuação integrada em toda a cadeia de abate de aves. Os subprodutos da indústria passam a ser tratados como ativos relevantes, transformados de forma responsável e sustentável e reinseridos de maneira eficiente na cadeia de abastecimento da avicultura.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Mitos x realidade: como a tecnologia transformou a segurança e a qualidade da carne suína no Brasil

Especialistas da MSD Saúde Animal e da ABCS explicam por que o uso de hormônios e o risco de cisticercose são falácias na suinocultura.

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Foto: O Presente Rural

Nas últimas décadas, a suinocultura brasileira passou por um processo intenso de modernização e garantiu uma versão atualizada da carne suína. Hoje, ela é uma carne com diversos cortes magros, de alto valor biológico e rica em vitaminas do complexo B (especialmente B1, B3, B6 e B12), minerais essenciais, como zinco e ferro, e proteína. Mas, apesar de toda evolução, ainda há muitos mitos que cercam a produção de suínos e a qualidade da carne para consumo. Para esclarecer os principais pontos, profissionais da MSD Saúde Animal e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) destacam tópicos importantes sobre a produção e composição nutricional.

O médico-veterinário Leonardo Rossi, gerente nacional de vendas da unidade de negócio de Suinocultura na MSD Saúde Animal, começa destacando que um dos mitos mais comuns na produção da proteína animal é sobre o uso de hormônios de crescimento para acelerar o ganho de peso, prática que não acontece no Brasil. “É proibida e fiscalizada por legislação do Ministério da Agricultura e Pecuária”, diz.

Leonardo também pontua que o melhoramento genético, as melhores práticas nutricionais, o controle sanitário respaldado por evidências científicas em constante validação, a ambiência controlada e as novas tecnologias, como identificação eletrônica, monitoramento e gestão individual dos suínos, trouxeram maior eficiência aos sistemas produtivos. “Conseguimos acompanhar cada animal do nascimento ao abate, garantindo transparência e confiabilidade da cadeia produtiva. O uso da tecnologia como ferramenta catalisadora para uma produção eficiente e sustentável é justamente o que mantém o Brasil como quarto maior produtor mundial de carne suína, aproximando-se da terceira posição a cada ano”, afirma o profissional.

Ainda segundo o médico-veterinário, as boas práticas de produção já não são mais uma vantagem competitiva no mercado de suinocultura, é condição para existir. “Produzir alimento saudável e inócuo para o consumidor, com ética social e ambiental, são pilares que sustentam a credibilidade das empresas produtoras frente aos mercados consumidores da carne suína brasileira”, exalta.

Biosseguridade

O conjunto de medidas adotadas em uma granja, ao qual chamamos de protocolo de biosseguridade, visam impedir a entrada e disseminação de agentes infecciosos no sistema produtivo. Isolamento físico, protocolo vacinal eficiente e controle sanitário rigoroso são exemplos de procedimentos indispensáveis para assegurar a biosseguridade dos plantéis. “O robusto status sanitário da suinocultura brasileira foi construído há anos e é mantido a muitas mãos, desde órgãos governamentais até a iniciativa privada, o que nos garante acesso aos mercados mais exigentes e um crescimento consistente no volume exportado”, pontua Rossi.

Como reflexo direto dessa segurança sanitária, o destaque da carne suína também é cada vez maior em território nacional. O consumo per Capita de Carne Suína foi de 18,6 kg/habitante em 2024, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Comparado ao consumo de dez anos atrás, o índice cresceu 26,5%.

Maciez e melhor custo-benefício

Iuri Pinheiro Machado, consultor da ABCS, ressalta que a produção de suínos adotou linhagens geneticamente selecionadas para produzir mais carne e com menos gordura. “Avanços na nutrição com dietas balanceadas, formulações mais precisas e manejo alimentar tecnificado garantiram um desenvolvimento mais eficiente e um produto final mais alinhado ao que o consumidor moderno busca”, explica.

Além dos benefícios nutricionais da carne suína, Iuri destaca que ela não perde em nada para outras carnes e ainda possui mais maciez e melhor custo-benefício. “Hoje, os suínos produzidos nas granjas tecnificadas do Brasil, que representam a maior parte da produção, são criados com biosseguridade rigorosa, ambientes controlados, manejo sanitário profissional, rastreabilidade e inspeção. Isso elimina o risco associado à produção industrial. O que o consumidor precisa saber é que a carne suína é segura, nutritiva e atende aos padrões sanitários elevados”, expõe Machado.

O consultor da ABCS também reflete que um dos mitos mais persistentes, mas que não condiz com a realidade da suinocultura moderna, é de que o suíno é o vilão da cisticercose (infecção parasitária grave causada pelas larvas da tênia). Machado detalha que a cisticercose está relacionada a condições sanitárias inadequadas, e não ao consumo de carne suína inspecionada e de procedência segura. “O produto nacional cumpre rigorosos requisitos sanitários, ambientais e de qualidade, inclusive são reconhecidos mundialmente”, pontua.

Tanto que, atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne suína do mundo, ocupando posição de destaque no cenário global e exportando para mais de 100 países.

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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