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Congresso de Ovos APA destaca postura comercial da próxima década

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Quais são as principais perspectivas para a produção de ovos na próxima década? Quais serão as principais tendências de mercado para a avicultura de postura? Como melhorar a produtividade no campo? Como conseguir crédito e financiamento para empresas avícolas? Enfim, como será a produção de ovos no futuro? Estas são algumas das perguntas que serão respondidas pelos principais especialistas do setor durante o XII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, que vai acontecer de 25 a 27 de março, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.
Consagrado como o mais importante encontro da avicultura de postura do Brasil, o evento organizado pela Associação Paulista de Avicultura (APA) ganha dimensões internacionais e espera receber nesta edição mais de 600 participantes de toda a América Latina. O objetivo é reunir produtores, pesquisadores, médicos veterinários, zootecnistas e representantes de todos os elos da cadeia produtiva de toda a região para debater os principais desafios e oportunidades para a atividade na próxima década, explica o Diretor da APA e membro da comissão organizadora do evento, José Roberto Bottura. “Este evento vem crescendo nos últimos anos e a nossa expectativa é de público recorde nesta edição”, diz o médico veterinário.
O período de inscrição com desconto vai até o próximo dia 8 de fevereiro através do site www.congressodeovos.com.br/inscricao.php. Para outras informações, os interessados podem entrar em contato com a APA através do telefone (11) 3832.1422. 

Programação 

A secretaria do evento começa a atender a partir das 10h, do dia 25 de março, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, para a realização de inscrições e entrega de material. Às 14h começa a abertura do evento com o Painel A visão do mercado de ovos para a próxima década. Um debate sobre A visão de produção abre a programação do encontro. Em seguida, o especialista do setor, Sérgio Luis Moretto, vai destacar sua Visão de mercado.   
A partir das 16h30, o Painel de Nutrição será aberto pelo pesquisador da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e responsável pelo Laboratório de Análises Micotoxicológicas (Lamic), Carlos Augusto Mallmann, que vai apresentar Atualidades em nutrição: monitoria de micotoxinas. Logo depois a palestra Pontos críticos nos processos de fabricação de rações será ministrada pelo consultor independente Antônio Apércio Klein, da Agropec Consultoria. A abertura oficial será às 18h seguida de uma palestra magna e um coquetel aos participantes. 
No dia 26 de março, a programação começa a partir das 8h com apresentação oral dos trabalhos científicos premiados nas áreas de manejo e nutrição. Na sequencia, o Painel de Manejo será aberto às 8h30 pela Professora da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Feagri – Unicamp), Irenilza Nääs, que vai destacar Ambiência: Oportunidades para melhoria de produtividade. Às 9h15, o pesquisador da Embrapa Júlio César Palhares vai falar sobre Manejo de resíduos provenientes da avicultura de postura. Os Sistemas alternativos de produção de ovos serão destacados pela Gerente do Programa de Aprovação de Insumos IBD, Maria Carolina Manço. Às 11h35 começa uma Programação Empresarial que será promovida pela Ceva Saúde Animal.
Às 14h começa a apresentação dos trabalhos científicos premiados em sanidade e outras áreas. O Painel de Gestão e Tecnologia será aberto às 14h30 com um debate sobre A gestão e a profissionalização da empresa avícola. Em seguida o Gerente de Negócios do Mercado de Agronegócios do Banco do Brasil, Giovani Morangueira Magri, vai falar sobre Crédito e financiamento para empresas avícolas. A partir das 16h40, o zootecnista especialista no uso de informática em empresas avícolas da Agroinfo Tecnologia da Informação, Marcelo Lima, vai destacar Gestão da produção de ovos com o uso da informática. Às 17h20começa uma Programação Empresarial que será realizada pela Biomin do Brasil Nutrição Animal. O jantar de confraternização começa às 20h. 
No dia 27 de março, o Painel de Sanidade será aberto, às 8h, com uma apresentação sobre Laringotraqueíte infecciosa: o quanto evoluímos, que será realizada pelo especialista da Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo (CDA), Fernando Gomes Buchala. Logo depois, o Presidente da WPSA (sigla de Associação Mundial de Ciências Avícolas em inglês), Edir Nepomuceno, vai falar sobre Prevenção e controle de Salmonella na avicultura. A partir das 10h20, o Professor da Universidade Autonoma do México (UNAM), Victor Petrone vai destacar Lições e aprendizados com Biossegurança: a experiência mexicana com a influenza aviária. Em seguida, a Fiscal Federal Agropecuária do Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro, SP), Dilmara Reischak, vai apresentar O monitoramento de influenza aviária e doença de Newcastle no Brasil. O almoço de encerramento do evento começa às 12h. Outras informações sobre o XII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos podem ser encontradas no site www.congressodeovos.com.br, ou pelo telefone (11) 3832.1422. 
O XII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos tem o apoio de divulgação das principais mídias do setor, como Avisite, Revista do Avisite, Revista do Ovo, Ovosite, Portal e Revista Avicultura Industrial, Portal e Revista Feed&Food, Portal e Revista AveWorld, Portal e Revista A Hora do Ovo, Portal Setor Avícola, Portal e Jornal O Presente Rural, Portal Rural Centro e Portal Agrolink. 
Serviço: 
XII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos
Data: de 25 a 27 de março de 2014
Local: Centro de Convenções de Ribeirão Preto – SP
Informações: www.congressodeovos.com.br
Telefone: (11) 3832.1422

Fonte: Ass. Imprensa da APA

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Notícias Mercado Interno

Mercado de frango segue com firmeza nos preços, refletindo demanda

Mercado brasileiro de milho registrou uma semana bastante positiva em termos de demanda, fato que contribuiu para um novo cenário de valorização dos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho registrou uma semana bastante positiva em termos de demanda, fato que contribuiu para um novo cenário de valorização dos preços. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, outra notícia positiva foi o recuo dos preços do milho em alguns estados, o que trouxe um quadro de maior rentabilidade ao setor.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram mudanças para os cortes congelados ao longo da semana na comparação com o fechamento anterior. O quilo do peito no atacado passou de R$ 5,50 para R$ 5,70, o quilo da coxa de R$ 4,30 para R$ 4,35 e o quilo da asa de R$ 7,10 para R$ 7,20. Na distribuição, o quilo do peito passou de R$ 5,70 para R$ 5,90, o quilo da coxa de R$ 4,40 para R$ 4,45 e o quilo da asa de R$ 7,25 para R$ 7,30.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alta nos preços ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito passou de R$ 5,60 para R$ 5,80, o quilo da coxa de R$ 4,42 para R$ 4,47 e o quilo da asa de R$ 7,18 para R$ 7,28. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 5,80 para R$ 6, o quilo da coxa de R$ 4,52 para R$ 4,57 e o quilo da asa de R$ 7,33 para R$ 7,38.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 277,5 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 30,8 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 170,7 mil toneladas, com média diária de 19 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.625,70.

Na comparação com fevereiro, houve alta de 33,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 30,9% na quantidade média diária exportada e alta de 1,9% no preço. Na comparação com março de 2018, houve alta de 20,9% no valor médio diário, ganho de 13,6% na quantidade média diária e alta de 6,4% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 3,20 para R$ 3,30. Em São Paulo o quilo vivo avançou de R$ 3,10 para R$ 3,20.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,56. No oeste do Paraná o preço continuou em R$ 3,05 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 2,80 para R$ 3.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango subiu de R$ 3,10 para R$ 3,20. Em Goiás o quilo vivo subiu de R$ 3,15 para R$ 3,25. No Distrito Federal o quilo vivo passou de R$ 3,20 para R$ 3,30.

Em Pernambuco, o quilo vivo passou de R$ 3,50 para R$ 4. No Ceará a cotação do quilo vivo avançou de R$ 3,50 para R$ 4 e, no Pará, o quilo vivo subiu de R$ 3,80 para R$ 4.

Fonte: Safras & Mercado
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Notícias Mercado Interno

Mercado de milho volta a recuar com boa oferta interna

Após registrar um ritmo calmo nos negócios em grande parte da semana, a procura pelo cereal melhorou na quinta-feira (21)

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho registrou mais uma semana de pressão nas cotações, em meio ao aumento da oferta disponível nos estados produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, após registrar um ritmo calmo nos negócios em grande parte da semana, a procura pelo cereal melhorou na quinta-feira (21), especialmente com relação às vendas antecipadas da safrinha nos Estados de Goiás, Mato Grosso e Paraná. A tendência para o curto prazo, contudo, é de que os preços possam seguir recuando em todo o país.

O analista salienta que as exportações de milho do Brasil seguem surpreendendo positivamente em março. De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 74,1 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 8,2 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 407,4 mil toneladas, com média de 45,3 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 182.

Na comparação com a média diária de fevereiro, houve uma retração de 46,8% no valor médio exportado, uma queda de 48,3% na quantidade média diária e ganho de 2,9% no preço médio. Na comparação com março de 2018, houve ganho de 64,1% no valor médio diário exportado, elevação de 57,1% na quantidade média diária de volume e valorização de 4,5% no preço médio.

No cenário internacional, Maia afirma que as tratativas de um acordo comercial entre Estados Unidos e China contribuíram para um melhor cenário de preços, assim como as preocupações em torno do clima desfavorável previsto para o cinturão produtor norte-americano, por conta da umidade excessiva e dos expressivos volumes de chuvas esperados para a região no curto prazo.

No balanço semanal de preços realizado por SAFRAS & Mercado, na Mogiana Paulista, o preço do milho caiu de R$ 39 para R$ 36 por saca na venda. Em Campinas/CIF, a cotação caiu de R$ 42,50 para R$ 38.

No Paraná, em Cascavel, o preço recuou de R$ 35 a saca para R$ 34 na venda. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o milho na base de venda baixou de R$ 38 para R$ 37. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, a cotação permaneceu em R$ 31.

Em Rio Verde, Goiás, o valor do milho na venda subiu de R$ 33,50 para R$ 34,50 a saca. Uberlândia, Minas Gerais, o preço caiu de R$ 38 a saca para R$ 36.

Fonte: Safras & Mercado
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Notícias Mercado

Oferta ajustada garante suporte aos preços do suíno

Bom ritmo das exportações contribuiu para trazer um ajuste na disponibilidade interna de carne suína

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de firmeza nas cotações, em meio ao quadro de oferta de animais ajustado frente à demanda dos frigoríficos. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, a reposição entre o atacado e o varejo perdeu um pouco de força, com o menor apelo ao consumo, o que é natural levando em conta a segunda metade do mês.

Por outro lado, o bom ritmo das exportações contribuiu para trazer um ajuste na disponibilidade interna de carne suína, o que favoreceu também o movimento de alta nos preços.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil ficou em R$ 3,75 nessa semana, subindo 2,75% frente ao fechamento da anterior, de R$ 3,64. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 7,09 nessa semana, alta de 1,02% frente ao valor registrado na passada, de R$ 7,01. A carcaça registrou um valor médio de R$ 6,14 ao longo da semana, avanço de 2,50% frente ao valor praticado na anterior, de R$ 5,99.

O analista comenta ainda que o mercado de milho está cada vez mais pressionado, em diversas regiões do país. “Esse cenário remete a um menor custo relacionado a nutrição animal, alargando a margem operacional da atividade”, afirma.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 51,4 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 5,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 25,2 mil toneladas, com média diária de 2,8 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.044,40.

Em relação a fevereiro, houve alta de 26,2% na receita média diária, ganho de 22,0% no volume diário e avanço de 3,5% no preço. Na comparação com março de 2018, houve aumento de 16,7% no valor médio diário exportado, incremento de 19,8% na quantidade média diária e perda de 2,6% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 81 ao longo da semana, contra R$ 79 da semana anterior. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,15. No interior a cotação subiu de R$ 3,70 para R$ 3,80. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração passou de R$ 3,10 para R$ 3,20. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 3,80 para R$ 3,90. No Paraná o quilo vivo subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo permaneceu em R$ 3,50.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração passou de R$ 3 para R$ 3,20, enquanto em Campo Grande o preço avançou de R$ 3,20 para R$ 3,35. Em Goiânia, o preço subiu de R$ 4,20 para R$ 4,30. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno vivo teve alta de R$ 4,20 para R$ 4,40. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 4,20 para R$ 4,40. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis subiu de R$ 3,30 para R$ 3,40. Já na integração do estado a cotação avançou de R$ 3 para R$ 3,10.

Fonte: Safras & Mercado
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