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Congresso da Abitrigo aponta novas tendências de consumo, inovações e tecnologias para o mercado do trigo

Painelistas debaterão suas percepções sobre os hábitos dos consumidores e os avanços tecnológicos durante evento em Foz do Iguaçu (PT).

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Foto: Arquivo/OP Rural

Mercado consumidor, inovações e tecnologia receberão destaque durante o 29º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, promovido pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) entre os dias 25 e 27 de setembro em Foz do Iguaçu (PR), no Bourbon Cataratas do Iguaçu Thermas Eco Resort.

Presidente da Abimapi, Cláudio Zanão – Fotos: Divulgação/Abitrigo

O terceiro painel do evento, cujo tema é “Tendências do Mercado Consumidor”, discutirá os novos rumos no consumo de alimentos, massas, biscoitos e pães, com a participação do presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), Cláudio Zanão, da analista de pesquisa da Euromonitor International, Mikaely Correa, e do fundador e presidente da “La Panière”, Pascal Cantenot, com moderação do presidente da Moageira Irati Marcelo Vosnika.

Analista de pesquisa da Euromonitor International, Mikaely Correa

“Acredito que será uma troca muito rica porque é um painel com palestrantes de diferentes perfis que agregarão análises em suas respectivas categorias de especialização. Nós contribuiremos com dados de mercado (global e local) e tendências do consumidor e da indústria de alimentos, evidenciando as categorias de produtos que utilizam o trigo como um dos seus principais insumos de fabricação, mostrando cases inspiradores no Brasil e no mundo”, destaca Mikaely Correa.

“Levaremos para as empresas insights assertivos de tendências de consumo que podem agregar no produto ou serviço ideal. Isso é primordial para que o negócio esteja preparado e atualizado, aumentando, consequentemente, as chances de vendas”, reitera Cláudio Zanão.

O painel 4, o último do congresso, cujo tema é “Inovações e Tecnologias no Brasil e no Mundo”, abordará como as tecnologias existentes no mercado podem ser aproveitadas pelos negócios. O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Alvim, e o cofundador da AAA Inovação e Fundador da Disrupt Investment and Innovation, Arthur Igreja, mediados pelo presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo, Rogério Tondo, farão parte deste debate.

“A expectativa para o evento é muito alta. São tantas novas tecnologias disponíveis no mercado, inúmeros tópicos para se debater e tentar entender como isso se aplica aos negócios. Também será feito um balanço do que fica como tendência sólida pós-pandemia. Será uma oportunidade para discutir, ainda, sobre o cenário tecnológico, das inovações, das novas experiências e quais pontos precisam de atenção nesse contexto”, afirma Igreja.

As inscrições para os formatos físico e online do congresso podem ser realizadas pelo site oficial do evento: https://congressoabitrigo.com.br.

Fonte: Ascom

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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