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Confira os vencedores da 1ª etapa do Circuito Nelore de Qualidade, em Araguaína

Foram avaliados 351 machos de seis pecuaristas na etapa

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A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e a Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT), juntamente com Friboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal, anunciam os vencedores da 1ª etapa do Circuito Nelore de Qualidade. O evento foi realizado na unidade da Friboi em Araguaína (TO), nos dias 31 de maio e 1º de junho.

“Avaliamos 351 machos de seis pecuaristas na etapa. Setenta e dois por cento dos animais tinham até quatro dentes incisivos permanentes (menos de três anos de idade), sendo 25% com até dois dentes incisivos permanentes (cerca de dois anos de idade) e 81% dos animais atingiram peso de mais de 18 arrobas, com média de 19,5 arrobas”, informa o gerente executivo da ACNB, André Locateli.

Epaminondas de Andrade, da Fazenda Vale do Boi (Carmolândia/TO), recebeu a Medalha de Ouro de Melhor Lote de Carcaças de Machos.

“Participar das etapas do Circuito Nelore de Qualidade é muito importante para mostrar a qualidade do Nelore e constatar a consistência do nosso trabalho de melhoramento genético de mais de 40 anos. Essa é a nossa 5ª participação em Tocantins. Já fomos a Colinas e Araguaína, em 2005, e Araguaína em 2008, 2009 e 2019, quando também vencemos. Tudo soma, desde a visualização dos lotes antes do abate até a análise das carcaças para entender como conduzir a genética, o manejo e a nutrição para obter o produto que o mercado consumidor valoriza”, destaca Ricardo José de Andrade, zootecnista e responsável pela Fazenda Vale do Boi.

A Fazenda Vale do Boi recebeu sua 2ª Medalha de Ouro do Circuito. A propriedade venceu também em 2019, além de obter bons resultados em outras edições.

Espólio de Alacide Negreiros Rodrigues da Fazenda Mariana (Santa Fé do Araguaia/TO) e Eduardo Ferreira de Vasconcelos Silva da Fazenda Triunfo (Governador Edilson Lobão/MA) ficaram com as Medalhas de Prata e Bronze, respectivamente. A Fazenda Mariana já obteve uma Medalha de Ouro no Circuito, conquistada em 2018, na etapa de Araguaína.

Circuito Nelore de Qualidade

Realizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), o Circuito Nelore de Qualidade fortalece e promove a genética e a carne Nelore, contribuindo para elevar a produtividade da pecuária nacional. A iniciativa avalia resultados obtidos pelos produtores, cada qual em sua realidade e sistema de produção.

Promovido desde 1999, o Circuito conta com apoio da Friboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal e cresce a cada ano: em 2021, estão confirmadas 36 etapas. Até o fim do ano, mais de 20 mil animais devem ser avaliados. O Circuito Nacional de Qualidade é o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo.

Fonte: Assessoria

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UFSM cria primeiro laboratório maker de foodtech do Brasil

Foodtech FabLab conecta ciência, startups e indústria para acelerar o desenvolvimento de alimentos, bebidas e suplementos mais sustentáveis e inovadores.

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A inovação tecnológica aplicada à alimentação ganha um novo impulso no Brasil com a criação do primeiro laboratório maker voltado à foodtech no país. Instalado na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Foodtech FabLab foi concebido para aproximar ciência, empreendedorismo e indústria, oferecendo infraestrutura avançada, capacitação e serviços especializados para o desenvolvimento de novos produtos nos segmentos de alimentos, bebidas e suplementos.

Integrado ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico e viabilizado com recursos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o laboratório surge com a proposta de acelerar a transformação da cadeia alimentar por meio da inovação, contribuindo para processos mais eficientes, sustentáveis e alinhados às demandas do mercado. A inauguração oficial do espaço está marcada para o dia 31 de março, às 09 horas, no Espaço Collab, localizado no prédio 61H do campus sede da universidade.

A iniciativa responde a um cenário global marcado por profundas transformações. A pressão por sistemas alimentares mais sustentáveis, cadeias produtivas resilientes e alternativas aos insumos químicos tradicionais se intensifica diante de desafios como insegurança alimentar, instabilidade no abastecimento, mudanças climáticas e exigências crescentes de qualidade e transparência.

Ao mesmo tempo, a reformulação de produtos para atender a novas preferências de consumo exige pesquisa aplicada, agilidade e segurança regulatória. Nesse contexto, ambientes de prototipagem e validação tecnológica tornam-se estratégicos para reduzir o gargalo entre o conhecimento científico e a aplicação no mercado. Por isso, o FoodTech FabLab nasceu com vocação global. É o resultado de um projeto focado em conectar a excelência acadêmica brasileira às exigências de um mercado internacional em constante evolução.

Trata-se de um espaço colaborativo, equipado com tecnologias avançadas, capaz de integrar pesquisadores, estudantes, startups, empresas e representantes do setor regulatório em torno de soluções concretas para os sistemas alimentares do presente e do futuro.

Ambientes maker são espaços de criação que possibilitam aprendizagem prática e incentivam criatividade, experimentação e desenvolvimento de habilidades. Neles, há acesso a ferramentas, equipamentos e plataformas para testes, prototipagem e validação de ideias. No campo das foodtechs, iniciativas com esse perfil ainda são raras no mundo, e no Brasil o Foodtech FabLab se destaca como uma proposta pioneira.

A UFSM já demonstrou sua capacidade de gerar negócios inovadores na área, com empresas como a Baristo e o Delivery Much, criadas por universitários da UFSM e apoiadas pela Pulsar Incubadora Tecnológica, que estão hoje consolidadas no mercado nacional. O novo laboratório amplia essa vocação ao oferecer infraestrutura especializada para que outras iniciativas possam surgir e se desenvolver com maior robustez técnica. E, ainda, o laboratório terá potencial de atuar internacionalmente, em conexão com outros ambientes de inovação, laboratórios de pesquisa e de interação ao redor do mundo.

Empresas deste ramo vêm ressignificando os sistemas alimentares por meio de tecnologias aplicadas ao processamento de alimentos, desenvolvimento de novos ingredientes e produtos, proteínas alternativas, sistemas de entrega por aplicativo (delivery), rastreabilidade, varejo, food service e soluções para redução de desperdício. O objetivo é tornar a cadeia alimentar mais eficiente, segura, e sustentável, atendendo às demandas crescentes por alimentos de alta qualidade e com menor impacto ambiental.

Foodtech FabLab

Mais do que um laboratório, o Foodtech FabLab é uma plataforma de inovação estruturada para transformar ideias em soluções viáveis, sustentáveis e regulatoriamente seguras. Sua organização se apoia em eixos estratégicos (tecnologias disruptivas, sustentabilidade e regulatório) que atuam de forma integrada para reduzir riscos, acelerar validações e ampliar o potencial de mercado dos projetos desenvolvidos.

A infraestrutura contempla o Food Maker Space, a Experience Box para análise sensorial, a Kitchen 3.0 e sala de reuniões para articulação com parceiros. No núcleo tecnológico, o laboratório dispõe de equipamentos como impressora 3D de alimentos, pasteurizador a fio, extrusora de proteínas, extrator de aromas sem solvente, emulsificador nano e sistemas de secagem. Essa combinação permite desenvolver e testar soluções em diferentes frentes, como vegetais minimamente processados, bebidas funcionais, proteínas de origem animal e vegetal, emulsões, aromas naturais, aplicações com micro-organismos, massas e panificação.

Na prática, isso significa que pesquisadores, startups e empreendedores poderão prototipar novos ingredientes, reformular produtos, validar processos industriais em escala piloto e testar modelos de produção antes de investir em escala comercial. O ambiente foi concebido para encurtar o ciclo entre concepção, validação técnica e entrada no mercado, reduzindo incertezas tecnológicas e econômicas.

A sustentabilidade não é apenas um princípio orientador, mas um elemento mensurável do processo produtivo. A cozinha experimental conta com sensores capazes de monitorar consumo de insumos, geração de resíduos, sobras e uso de água, permitindo construir métricas ambientais e orientar decisões baseadas em dados. Essa abordagem favorece o desenvolvimento de produtos com menor impacto ambiental e contribui para a construção de cadeias produtivas mais responsáveis e eficientes.

O eixo regulatório diferencia o Foodtech FabLab ao integrar, desde o início, a interlocução com órgãos municipais, estaduais e federais. A regulamentação é um dos principais desafios na indústria de alimentos, onde padrões rigorosos de qualidade, segurança e saúde são indispensáveis para a comercialização de novos produtos. O laboratório atuará em estreita colaboração com instituições como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Mapa, além de dialogar com referências internacionais, assegurando que as inovações avancem com respaldo técnico e jurídico.

O FabLab poderá oferecer suporte técnico e consultoria para empresas e startups, auxiliando na compreensão e no atendimento aos requisitos legais desde as fases iniciais de desenvolvimento. Atuando como interlocutor, o laboratório ajudará a desburocratizar processos que, por vezes, podem ser complexos e demorados e que comumente causam atrasos no lançamento de inovações no mercado devido à falta de conformidade regulatória.

Outro compromisso central é a formação de talentos. O ambiente foi concebido para promover aprendizagem ativa, criativa e prática, estimulando tanto competências técnicas quanto habilidades comportamentais. A proposta é formar especialistas da UFSM (estudantes dos cursos de Nutrição, Tecnologia em Alimentos, do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos e de grupos de pesquisa da área) e também profissionais externos, ampliando o impacto para além da universidade.

A inauguração do espaço foi precedida pelo investimento na formação de capital humano. Em 2025, o InovaTec lançou o programa FoodTech Skills, voltado à capacitação de estudantes, pesquisadores e empreendedores para atuação em ambientes de inovação em alimentos. Inicialmente centrado em conteúdos técnicos e regulatórios, o programa passa agora a integrar teoria e prática no próprio laboratório, preparando profissionais para explorar plenamente o potencial da nova infraestrutura. Cerca de cem pessoas já foram atingidas com as ações do Foodtech Skills que trataram sobre registros de produtos e boas práticas laboratoriais, regulamentações sanitárias, sistemas avançados de microondas e extrusão em alimentos.

Inauguração

Com proposta de ambiente aberto e colaborativo, o FoodTech FabLab chega para ampliar as possibilidades de conexão entre a Universidade, a comunidade, o mercado e a indústria. Instalado no Prédio 61H do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, o espaço favorece parcerias estratégicas, estimula a criação de negócios de base científica e tecnológica e fortalece o desenvolvimento regional.

Nos próximos meses a meta é integrá-lo plenamente às atividades acadêmicas e empresariais, consolidando-o como polo de referência na área de alimentos. A partir dessa articulação, o laboratório deverá impulsionar novos projetos, atrair investimentos e posicionar ainda mais Santa Maria como rota no mapa da inovação regional e nacional.

No dia 31, o InovaTec UFSM estará de portas abertas para receber a comunidade neste novo espaço, conectar ideias e celebrar mais uma nova etapa da inovação na UFSM.

Fonte: Assessoria UFSM
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Economia brasileira mantém expectativa de crescimento estável para 2026

Com o dólar em queda, real ganha força e câmbio mostra cenário mais favorável no início do ano.

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O cenário macroeconômico brasileiro no início de 2026 combina queda na taxa de câmbio com estabilidade nas projeções de crescimento da economia. A valorização do real frente ao dólar ocorre em um contexto de expectativas relativamente estáveis para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) ao longo do ano.

Foto: Shutterstock

No mercado cambial, o dólar registra recuo tanto na comparação com o mês anterior quanto em relação ao mesmo período do ano passado. O movimento indica uma trajetória de apreciação da moeda brasileira ao longo dos últimos meses, refletindo ajustes nas condições financeiras internacionais, no fluxo de capitais e nas expectativas do mercado em relação à economia doméstica.

A redução do câmbio tende a ter impacto direto sobre diferentes setores da economia. Para cadeias produtivas que dependem de insumos importados, a queda da moeda norte-americana pode contribuir para aliviar custos. Por outro lado, para segmentos fortemente exportadores, um real mais valorizado pode reduzir parte da competitividade no mercado internacional.

Em paralelo, as projeções para o crescimento da economia brasileira seguem relativamente estáveis. As estimativas de mercado para o PIB de 2025 mantêm-se próximas de 1,8%, indicando que os agentes econômicos não realizaram revisões significativas nas expectativas mais recentes.

Foto: Marcelo Cassal/Agência Brasil

Na comparação anual, houve leve melhora nas projeções de crescimento, sugerindo uma visão um pouco mais otimista em relação ao desempenho da atividade econômica. No entanto, na comparação com o mês anterior, o cenário permanece praticamente inalterado, reforçando a percepção de estabilidade nas expectativas.

As informações integram análise de indicadores econômicos divulgada pelo Centro de Inteligência do Leite (CILeite), da Embrapa Gado de Leite, com base em dados do Banco Central do Brasil, que acompanham variáveis macroeconômicas relevantes para o desempenho do setor agropecuário e da cadeia do leite.

Fonte: O Presente Rural
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Copercampos supera R$ 9,6 milhões em economia com Mercado Livre de Energia

Estratégia iniciada em 2018 já envolve 13 unidades da cooperativa e reduz custos com eletricidade em mais de 25% em comparação ao mercado cativo.

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A decisão estratégica da Copercampos de migrar parte de suas unidades para o Mercado Livre de Energia segue gerando resultados expressivos e consolida a cooperativa como referência em gestão eficiente de custos e visão de longo prazo. Iniciado em 2018, o projeto começou com a migração de cinco unidades e, ao longo dos anos, foi sendo ampliado de forma planejada, acompanhando a evolução do consumo energético e as oportunidades do setor elétrico brasileiro.

Somente em 2025, as unidades da Copercampos inseridas no mercado livre registraram uma economia de R$ 1.866.154,16, o que representa uma redução média de 25,55% nos custos com energia elétrica em comparação ao mercado cativo, sem considerar o ICMS. No período, o consumo total dessas unidades somou 11.168,040 MWh, evidenciando a relevância do impacto financeiro da estratégia adotada.

Além do ganho econômico, toda a energia adquirida pela cooperativa no Mercado Livre é proveniente de fontes 100% renováveis, o que reforça o compromisso da Copercampos com práticas sustentáveis e responsáveis. “A utilização de energia limpa contribui diretamente para a sustentabilidade econômica, social e ambiental, alinhando eficiência operacional com responsabilidade ambiental”, destaca o Gerente Operacional Ricardo Saurin.

Desde o início do projeto, a cooperativa avançou de forma consistente. Em 2018, cinco unidades passaram a operar no mercado livre. Em 2024, outras três migraram, seguidas por mais cinco unidades em 2025. Atualmente, o grupo conta com 13 unidades no ambiente de contratação livre, e o planejamento segue ativo, com mais cinco unidades em processo de migração em 2026, reforçando o compromisso contínuo com a eficiência energética e a competitividade.

No acumulado desde 2018, a economia total alcançada pela Copercampos com o mercado livre de energia é superior a R$ 9,6 milhões. O maior destaque está na Indústria de Rações, unidade que apresenta o maior consumo energético do grupo. Migrada ainda em 2018, essa unidade já acumula, até o momento, uma economia de R$ 5,3 milhões, demonstrando como o modelo é especialmente vantajoso para operações industriais de grande porte e consumo intensivo.

“Além da redução direta de custos, a atuação no mercado livre proporciona ganhos estratégicos, como previsibilidade orçamentária, análises de impacto de reajustes tarifários, otimização de demanda e avaliação contínua do perfil de consumo. Para 2026, estamos realizando a contratação de três novos contratos de fornecimento, ampliando a gestão ativa da energia e fortalecendo a segurança no abastecimento”, ressalta Ricardo Saurin.

O gerente da área ressalta ainda que a experiência da Copercampos no Mercado Livre de Energia demonstra que a eficiência energética vai além da economia financeira. “Trata-se de uma ferramenta estratégica para fortalecer a competitividade, sustentar investimentos e contribuir para um modelo de gestão cada vez mais moderno, sustentável e alinhado às boas práticas ambientais”, complementa.

Fonte: Assessoria Copercampos
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