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Confira as dicas da ABCS para alinhar carne suína na lista de metas em 2023

Sabe a lista que todo mundo faz para cumprir no ano que se aproxima? Confira como a proteína suína é a melhor parceira na realização dos objetivos.

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Foto: Arquivo/OP Rural

Ano novo, vida nova. Quem nunca fez uma lista de coisas para realizar no ano que se aproxima? Quase sempre o item ‘cuidar da saúde’ aparece nessas metas, mas sempre acaba sendo jogado de escanteio. Pensando em ajudar a não desistir dos objetivos, a Associação Brasileira de Criadores de Suíno (ABCS) traz dicas para ajudar a ter um 2023 mais saudável e equilibrado, e o melhor: com carne suína.

A proteína suína tem diversas vantagens, como: alimentação saudável, facilidade de preparo, baixa caloria, congelamento e custo benefício. Neste boletim, iremos te informar como ela se enquadra em todos os itens acima. Tudo isso para ajudar e incentivar que a sua listinha de metas para este ano renda frutos e não acabe adiada para 2024.

“A carne suína é perfeita para ajudar no cumprimento das metas de começo de ano. Além do preço estar vantajoso, ela é rica em proteína de alto valor biológico, minerais como ferro e zinco e é uma excelente fonte de vitaminas do complexo B. Trata-se de uma carne  extremamente saborosa e suculenta. É uma opção muito prática de preparar, o que auxilia muito no dia a dia, já que estamos com cada vez mais tarefas. Ou seja, o melhor para o bolso e um ingrediente delicioso na sua dieta e rotina!”, afirma Thaliane Dias, nutricionista consultora da ABCS.

Aliada da saúde e custo-benefício

A carne suína é uma grande aliada da nossa saúde e ajuda no equilíbrio da dieta. Os suínos possuem diversos cortes magros, que contém poucas calorias e muita proteína, se tornando um aliado indispensável da boa alimentação. Uma prova é o nível de calorias e proteínas presentes no lombo em comparação ao peito de frango. Além de ter cortes saudáveis com alto nível nutricional e baixas calorias, a carne suína também é mais barata comparada ao frango e à carne bovina, por isso se encaixa muito bem no quesito custo benefício! Um item indispensável para quem quer começar uma dieta ou começar um estilo de vida saudável sem pesar no bolso.

Diversidade e facilidade na cozinha

A proteína suína também tem diversos cortes magros, além do lombo, como por exemplo, o filé mignon, pernil e a bisteca. O motivo de ter uma variedade de cortes saudáveis se deve à produção dos suínos, que permite que a gordura seja extramuscular, permitindo sua retirada. Outro fator positivo da carne suína é a facilidade de preparo. Não é preciso torrar os cortes, isso faz com que a suculência e o sabor sejam perdidos. Atualmente a produção visa a segurança alimentar do consumidor e por isso comer a proteína ao ponto ou mal passada é seguro e permite saborear uma carne macia e suculenta com pouco tempo de cocção.

Ideal para sua marmita!

A carne suína também é ideal para aqueles que levam marmita para o trabalho e seguindo as dicas, o congelamento da proteína não será uma preocupação. Para a carne in natura comprada no mercado, recomendamos levar um isopor no carro, deixar para escolher a proteína por último para não ficar muito tempo no carrinho. Ao chegar em casa, caso queira resfriar, não precisa tirar das embalagens, basta colocar na prateleira mais alta da geladeira e consumir dentro de 72 horas. Se for congelar, cheque a embalagem, se estiver íntegra, basta refrigerar na temperatura de 4C° ou inferior em até cinco dias. Para reaproveitar, use sacos plásticos ou vasilhas adequadas ao congelamento. Em caso de sacos plásticos, retire o ar do pacote o máximo possível para evitar alterações sensoriais na carne.

Fonte: Ascom ABCS

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Tradição em Campo encerra com recorde de público

Evento da Cooperativa Agroindustrial Tradição mobiliza produtores, estudantes e parceiros em dois dias de palestras técnicas, vitrines tecnológicas e demonstrações práticas no Centro de Inovação e Tecnologia.

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Fotos: Divulgação/Cooperativa Tradição

A edição 2026 do Tradição em Campo – Dia de Campo de Verão chegou ao fim consagrada como um grande sucesso de público, participação e geração de conhecimento. Durante os dois dias de programação, 3.075 mil visitantes passaram pelo Centro de Inovação e Tecnologia da Cooperativa Agroindustrial Tradição, em Pato Branco (PR), entre cooperados, produtores rurais, estudantes e parceiros.

Ao longo do evento, o CITT se transformou em um ambiente marcado por inovação, troca de experiências e fortalecimento do agronegócio regional. A ampla participação confirmou o interesse crescente por tecnologia, gestão e soluções estratégicas para o campo, reforçando a relevância do Tradição em Campo como um dos principais encontros técnicos do setor na região.

A programação técnica foi um dos grandes destaques. O biólogo Richard Rasmussen trouxe reflexões sobre sustentabilidade e os desafios do agronegócio, conectando produtividade e responsabilidade ambiental. O especialista Carlos Cogo abordou o cenário e as perspectivas do mercado agrícola, oferecendo uma análise estratégica sobre economia e tendências globais. Já Maria Iraclézia destacou a importância da gestão, liderança e sucessão familiar no campo, tema cada vez mais presente na realidade das propriedades rurais.

Além das palestras, os visitantes conheceram de perto as inovações apresentadas nos estandes da Tradição e de empresas parceiras, com foco em sementes, máquinas, pecuária e soluções tecnológicas voltadas à potencialização dos resultados no campo. Experiências como o bar suspenso, o test drive de quadriciclos,  arena de drones e um espaço kids também foram diferenciais que atraíram o público e tornaram o ambiente ainda mais dinâmico.

Em seu pronunciamento de encerramento, o presidente da cooperativa, Julinho Tonus, agradeceu a presença dos cooperados, parceiros e estudantes, destacando a emoção ao ver o Centro de Inovação e Tecnologia movimentado e cumprindo seu propósito de ser um espaço permanente de aprendizado e evolução. “O Tradição em Campo mostra que, quando unimos conhecimento, tecnologia e cooperação, fortalecemos não apenas nossas propriedades, mas todo o agronegócio regional”, ressaltou.

Mais do que um evento técnico, o Tradição em Campo 2026 apresentou o compromisso da cooperativa com a inovação, a geração de valor ao produtor e o desenvolvimento sustentável do setor. A edição encerra com resultados expressivos e deixa a expectativa ainda maior para os próximos encontros.

Fonte: Assessoria Cooperativa Tradição
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Goiás registra superávit de US$ 305 milhões na balança comercial em janeiro

Exportações goianas somaram US$ 721 milhões no primeiro mês do ano, enquanto as importações alcançaram US$ 416 milhões. Resultado representa crescimento de 33,4% no saldo em relação a janeiro de 2025.

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Fotos: Claudio Neves

Goiás iniciou 2026 com desempenho positivo na balança comercial. Em janeiro, o saldo foi de US$ 305 milhões, resultado de US$ 721 milhões em exportações e US$ 416 milhões em importações. O desempenho mantém o Estado entre os principais protagonistas do comércio exterior brasileiro, ocupando a 9ª posição no ranking nacional de exportações no mês e a 11ª colocação em importações. Os dados são da Superintendência de Comércio Exterior e Atração de Investimentos Internacionais, vinculada à Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

Na comparação com janeiro de 2025, as exportações goianas cresceram 5,51%. Com isso, o superávit apresentou alta expressiva de 33,43% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o saldo foi de US$ 228,3 milhões. A corrente de comércio (soma de exportações e importações) totalizou US$ 1,13 bilhão em janeiro de 2026. “O resultado de janeiro confirma que Goiás inicia 2026 com bases sólidas no comércio exterior. Tivemos crescimento nas exportações e aumento expressivo de mais de 33% no saldo da balança comercial em relação ao ano passado. Esse desempenho reflete a força do nosso agronegócio, o avanço da indústria e da mineração, além do amadurecimento da política de atração de investimentos e de apoio ao setor produtivo. Goiás amplia sua participação nas exportações brasileiras e se consolida, cada vez mais, como um dos estados mais competitivos do país no cenário internacional”, destacou o titular da SIC, Joel de Sant’Anna Braga Filho.

Entre os produtos mais exportados em janeiro, o destaque foi o segmento de carnes, responsável por 31,65% das exportações estaduais no mês, com crescimento de 33,73% em relação a janeiro de 2025. As carnes bovinas lideraram o grupo, com alta de 44,43%. Também apresentaram desempenho relevante o complexo soja (16,77%), o complexo milho (15,96%), os minérios de cobre (9,31%), com crescimento expressivo de 193,78% na comparação anual, as ferroligas (8,70%) e o ouro (5,38%).

Os principais destinos das exportações goianas foram a China, que absorveu 20,62% do total exportado, seguida pelos Estados Unidos (9,58%), Bulgária (9,31%), Irã (6,78%), Vietnã (5,78%) e Canadá (5,52%). No ranking dos municípios exportadores, Rio Verde liderou, com US$ 107 milhões, o equivalente a 14,95% do total estadual, seguido por Alto Horizonte (9,31%), Mozarlândia (9,16%) e Jataí (6,91%). Já no que se refere às importações, o principal município foi Anápolis, responsável por 44,65% do total importado.

Fonte: Assessoria Governo de Goiás
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Frísia anuncia aquisição de esmagadora de soja em Ponta Grossa

Complexo industrial terá cerca de 200 colaboradores na produção de óleo, farelo e lecitina de soja.

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Foto: Pedro Ruta Jr.

A Frísia Cooperativa Agroindustrial, com sede em Carambeí (PR), anuncia a assinatura do contrato de aquisição de uma esmagadora de soja em Ponta Grossa (PR). A planta tem capacidade de processamento de 3,4 mil toneladas de soja por dia.

O complexo industrial pertence à multinacional Louis Dreyfus Company (LDC). Os atuais colaboradores serão mantidos na estrutura.

“A aquisição dessa unidade industrial representa um avanço significativo para o cooperativismo paranaense, agregando valor para seus cooperados e impulsionando o desenvolvimento regional. A verticalização da produção, viabilizada por essa unidade, é um pilar fundamental do nosso Planejamento Estratégico para o ciclo 2025-2030. Ao integrarmos etapas produtivas, desde o recebimento da matéria-prima até a industrialização e comercialização dos derivados, ampliamos nossa eficiência, fortalecemos a competitividade e garantimos maior autonomia para enfrentar os desafios do mercado”, destaca o superintendente da Cooperativa Frísia, Mario Dykstra.

Localizada em um terreno de 58,08 hectares, a unidade tem como estrutura: área de recepção, beneficiamento e armazenamento de grãos, com capacidade estática de 300 mil toneladas; área de preparação da soja; extração de óleo e farelo; degomagem e envase de lecitina; e refinaria.

A esmagadora terá como foco a produção de óleo de soja degomado, destinado predominantemente à fabricação de biocombustíveis, e farelo de soja voltado tanto ao mercado interno quanto à exportação, além de outros produtos como lecitina e casca de soja, utilizados em indústrias de alimentos destinados ao consumo humano e à nutrição animal.

Para que a operação passe a ser administrada pela cooperativa, ainda é necessária a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a conclusão da transferência das licenças e autorizações. A estimativa é que esse processo seja finalizado até o segundo semestre de 2026.

Fonte: Assessoria Frísia
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