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Pet Nutrição

Confira 5 erros na hora de alimentar seu cachorro

Médica veterinária comenta atitudes de tutores que influenciam na obesidade do pet

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Você sabia que o cão tem uma maneira diferente de se alimentar? De acordo com a médica veterinária Bárbara Benitez, a refeição deve ser regrada e assim, o tutor evita que seu cachorro fique obeso. Mas, existem erros muito comuns que são cometidos pelos tutores de cães na hora da alimentação. Confira os principais deles e evite-os:

Dar comida durante a sua refeição

Os cachorros sabem como ninguém pedir comida quando estamos à mesa, mas ao alimentá-lo dessa forma você estará ensinando que chorar e latir são as melhores maneiras de ele conseguir o que quer. Além disso, o problema de alimentar o cachorro com comida caseira, além da ração, é que ele consumirá mais calorias do que precisa e pode acabar engordando.

Dar restos de comida caseira

A ração para cães é balanceada, tem os nutrientes necessários e na quantidade correta para o organismo de acordo com seu estágio fisiológico (filhote, adulto e idoso). Muitas pessoas acreditam que alimentar os cachorros com sobras das refeições é suficiente ou que podem ser fornecidas como complemento à ração.

Porém, as necessidades nutricionais dos cães são diferentes das humanas, o que pode levar à desnutrição ou obesidade. Além disso, alguns temperos podem fazer mal ao cachorro e a comida caseira, quando fornecida no longo prazo pode causar tártaro.

Dar ossos

Os cães adoram roer ossos de aves e bovinos, porém não é recomendável, uma vez que podem perfurar o esôfago, estômago ou intestino do cachorro. Recomendamos os snacks funcionais que são específicos para os cães e trazem inúmeros benefícios para sua saúde e não tem riscos de perfurar nenhum órgão digestivo do animal.

Não controlar a quantidade de ração fornecida por dia

Deixar o pote de ração sempre cheio dá menos trabalho, mas pode fazer o seu cachorro comer além do necessário e gerar um quadro de obesidade. O ideal é que cães sejam alimentados de 2 ou 3 vezes por dia e ter uma rotina é importante para o animal. Porém, se a rotina do tutor não permitir, eles podem ser alimentados uma vez ao dia, porém a quantidade precisa ser medida. Lembre-se de fornecer água limpa e fresca à vontade.

Escolher a ração errada (raça, porte, idade)

Existem muitas rações de cachorro disponíveis no mercado e é difícil escolher qual oferecer ao seu amigo. Dar a ração certa para o tamanho, idade e raça do seu cachorro é essencial para a nutrição e saúde dele. Em qualquer fase de vida você deve fornecer o melhor alimento para seu pet.

Evite cometer um dos erros acima para garantir uma vida mais saudável ao seu cão. Dicas ou dúvidas, consulte um médico veterinário de confiança, que saberá das necessidades especiais do seu pet e ajudará na escolha certa da alimentação.

Fonte: Assessoria
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Pet Congresso CBNA Pet

CBNA convida pesquisadores a enviar trabalhos científicos para Congresso

Prazo para envio vai até o dia 13 de março

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Arquivo/OP Rural

O XIX Congresso CBNA Pet, promovido pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal entre os dias 13 e 14 de maio de 2020, na Expo D. Pedro em Campinas, SP, acontece logo depois do III Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos (12 de maio). Uma oportunidade única de atualização para profissionais interessados em trocar experiências e participar das palestras sobre nutrição de cães e gatos, além da apresentação de novas pesquisas e jovens pesquisadores chegando ao mercado.

A programação do XIX Congresso CBNA Pet será dividida em blocos: NUTRIÇÃO (com foco em Gorduras e Ácidos Graxos), PROCESSO, SEGURANÇA e MERCADO. O Congresso será finalizado com a realização de MESA-REDONDA que abordará “Responsabilidade Ambiental e Uso dos Recursos Naturais”. Palestrantes de peso das mais importantes Universidades e Empresas do Brasil e Exterior garantirão os eficientes e imperdíveis debates. Veja o programa completo no site do evento.

Completando o evento há também o “café com ciência”, na qual os visitantes poderão observar os pôsteres selecionados. Parte importante do evento é também a apresentação oral de trabalhos científicos submetidos no Congresso e no Workshop. O prazo para envio vai até o dia 13/03.

O aluno apresentador do melhor trabalho submetido no Congresso receberá o Prêmio Waltham Petcare Science Institute e o aluno apresentador do melhor trabalho submetido no Workshop receberá o Prêmio PremieRpet®.

Fonte: Assessoria
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Pet Vigiagro

Viagens internacionais com animais de estimação exigem passaporte ou certificado veterinário

Quem for viajar para o exterior com cachorro ou gato nas férias, deve ficar atento aos documentos necessários

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Divulgação/MAPA

As viagens internacionais dos animais de estimação exigem uma série de cuidados de seus tutores, para não correr o risco de o amigão ser barrado no aeroporto por falta dos documentos necessários: atestado de saúde, comprovante de vacina e identificação eletrônica do animal com microchip implantado sob a pele (exigido apenas para viagens fora dos Estados Unidos).

As exigências valem para cães e gatos. Sem o atendimento delas, o pet não embarca.

Atualmente, a emissão de do Certificado Veterinário Internacional (CVI) é um dos serviços mais acessados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). De janeiro a novembro deste ano, foram emitidos 7.724 CVIs.

Três horas e 15 minutos é o tempo médio gasto pelo servidor do momento de entrada do pedido no sistema até a emissão do Certificado. Antes da digitalização dos documentos eram necessários vários dias. Com a automação, o governo economizou R$ 13,5 milhões /ano.

A emissão do Certificado Veterinário Internacional Eletrônico (E-CVI) para os Estados Unidos é feita eletronicamente, e o próprio tutor pode solicitar pela internet, com o passo a passo contido nesse manual. O e-CVI emitido tem validade de 60 dias para retorno ao Brasil.

Em caso de dúvidas sobre a emissão do CVI online, entre em contato pelo e-mail:  cvi.vigiagro@agricultura.gov.br

A emissão online reduziu em 39% o custo total para a obtenção do certificado, que caiu para R$ 980. Essa redução significa uma economia de ordem de R$ 5,2 milhões por ano para a sociedade.

Demais países

Para outros países, o processo de solicitação e emissão do CVI ainda é manual. Programe-se para que o atendimento para solicitar o certificado nos aeroportos, nas unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), ocorra entre 10 e 2 dias antes da data da viagem. O usuário deve procurar as unidades emissoras de CVI para agendamento prévio com, no mínimo, 30 dias de antecedência.

Após agendar o atendimento, prepare a documentação (original e cópia), conforme os seguintes procedimentos:

– Imprima e preencha o Requerimento de Fiscalização para Animais de Companhia para solicitar o Certificado Veterinário Internacional (CVI)

– Solicite ao Médico Veterinário particular a emissão do Atestado de Saúde, atendendo à validade e aos requisitos sanitários do país de destino.

– Providencie a documentação adicional (vacinas, tratamentos antiparasitários, comprovante de microchip, sorologia de raiva), conforme as exigências específicas do país de destino. Consulte neste link as exigências gerais e documentação básica para emissão de CVI (requisitos mínimos exigidos).

Passaporte

Existe também o Passaporte para o pet, que pode ser usado para várias viagens durante toda a vida do animal, enquanto o CVI deve ser emitido a cada viagem que o animal for realizar. Com o Passaporte, as informações sanitárias são apenas legalizadas (validadas) por auditor fiscal federal agropecuário do Ministério, na ocasião da viagem.

O animal deve ser levado no momento da solicitação da emissão do passaporte para que seja realizada a leitura do microchip e a conferência das informações. É necessário também a apresentação de duas fotos do animal, tamanho 5X7 para a confecção do passaporte, sendo que uma delas vai ficar arquivada no Vigiagro.

O Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos será concedido para animais que atendam aos seguintes requisitos: sejam nascidos há pelo menos 90 (noventa) dias; sejam nascidos no Brasil, ou nascidos no exterior e importados definitivamente para o Brasil; sejam criados por proprietários residentes no Brasil e tenham sido  examinados por médico veterinário inscrito no CRMV-UF, que ateste a boa saúde dos animais.

O proprietário deve imprimir e preencher o Requerimento para Concessão de Passaporte para Cães e Gatos e comparecer a uma Unidade do Sistema Vigiagro habilitada para a emissão do Passaporte, portando as vias originais e cópias dos seguintes documentos: Documento oficial de identificação do proprietário e comprovante de residência no Brasil; documento de comprovação da aplicação do microchip, contendo o número, data da aplicação e localização, devidamente firmada pelo técnico responsável; Atestado de saúde do animal, emitido em conformidade com o disposto na legislação do Conselho Federal de Medicina Veterinária, com validade máxima de 10 (dez) dias contados da data de sua emissão até a apresentação do Requerimento para Concessão de Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos à Unidade do Mapa; e Declaração firmada pelo proprietário do animal, relacionando os nomes das pessoas físicas autorizadas a realizar trânsito nacional e internacional transportando o animal com finalidade de companhia; Procuração outorgando poderes, para os casos de solicitação via representante legal do proprietário.

Fonte: MAPA
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Pet Dicas

Arranhadores para gatos: descubra a importância deste brinquedo e como fazer um em casa

Ter esse brinquedo em casa é mais útil do que você imagina

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Se você é dono de um gato e ainda não deu de presente um arranhador para o seu felino, a probabilidade de ter pelo menos um móvel arranhado na sua casa é bem grande. Ter esse brinquedo em casa é mais útil do que você imagina, já que os gatos têm, por natureza, a necessidade de arranhar.

O veterinário Marcello Machado explica que esse costume está ligado ao instinto do animal e ressalta a importância de presentear o seu pet com um arranhador. De acordo com o especialista, eles arranham para afiar as unhas e eliminar as partes lascadas e desgastadas, a fim de nascerem novas e afiadas garras em suas patinhas.

Outro motivo é para marcar território, mesmo que não haja outros gatos na mesma residência, ele deixará não somente sua marca ali ao arranhar um objeto, mas também seu cheiro por meio de feromônios liberados pelas glândulas de suas membranas interdigitais. Por fim, ele arranha para esticar tanto as patas quanto todo o corpo, além de alongar seus músculos e se livrando das tensões.

Viu só como arranhar é preciso quando se é um gatinho? Então nada de repreender ou castigar o bigodudo, muito menos cogitar remover as unhas do coitado, cirurgicamente! “Ao fazer isso, você estará sendo cruel com seu animal, e quem tem amor pelo pet só procura fazer o bem a ele. Por isso, para evitar o desgaste de se incomodar com arranhões pela casa, invista no arranhador de gato, que você pode comprar ou até mesmo fazer”, explica Machado.

 Qual arranhador para o gato escolher?

Antes de comprar um arranhador para gatos, ou até mesmo fazer o seu, é preciso identificar qual tipo de superfície seu gato prefere arranhar. “Observe se a preferência dele é por superfícies horizontais ou verticais, com texturas lisas, ásperas ou enrugadas”, orienta o veterinário.  Após perceber a preferência do gatinho, é hora de escolher o arranhador perfeito. Existem diversos modelos de arranhadores em meio aos brinquedos para gatos, separados em três diferentes modelos:

Arranhadores verticais para gato: seu nome já deixa clara a preferência do gatinho. São os mais conhecidos e a principal referência quando falamos no assunto. Normalmente é um pequeno mastro, envolto por corda, que você pode complementar com acessórios para gato, como uma bolinha amarrada por uma corda presa no topo do arranhador.

Arranhador tipo torre ou árvore: esses aqui são mais extravagantes, parecendo, na verdade, uma casinha de gato com arranhador. Eles possuem mais mastros para o gatinho arranhar, contando também com áreas de descanso para o felino dormir e repor suas energias tranquilamente.

Arranhadores de gato tipo tapete: esses são mais simples, perfeitos para gatos filhotes ou os que preferem arranhar na horizontal. Também são ótimos para levar em viagens, por serem fáceis de transportar e não ocuparem muito espaço.

Como ensinar o gato a usar o arranhador?

O local em que você coloca o arranhador é muito importante para atrair o felino até ele, pois isso ajudará a determinar se o pet vai ou não se interessar por seu brinquedo novo. Procure sempre por lugares visíveis, principalmente os que você perceber que seu gato tem preferência, ou próximo a locais em que ele costuma arranhar.

Evite lugares que não oferecem visibilidade ao felino, como nos cantos dos cômodos ou em locais mais escondidos da casa. É importante que o arranhador para gato esteja firme, para evitar que o fofinho se assuste com qualquer balançada, também sendo resistente para aguentar as unhadas e não quebrar.

Se você ainda está com dificuldades para atrair seu gatinho até o arranhador, existem alguns truques que podem ajudá-lo. “Experimente deixar seu cheiro no brinquedo, esfregando um cobertor ou algo do tipo, ou até entre na brincadeira e mostre para que serve o novo acessório da casa, arranhando o brinquedo. Contar com um reforço positivo também é uma ótima saída para quem está tentando atrair o pet, oferecendo um petisco para gato quando ele usa o arranhador”, aconselha Machado.

Faça seu próprio arranhador

Se está procurando um arranhador barato para gatos, uma ótima opção é, ao invés de comprar um pronto, fazer o do seu felino do zero. Você só precisará de duas placas de MDF do mesmo tamanho, cano PVC, corda sisal e cola (branca ou cola quente).

Corte círculos do tamanho do cano de PVC nas placas de MDF, de forma que elas encaixem nas extremidades do cano perfeitamente. Enrole a corda sisal bem apertada por todo o PVC, colando cada ponta da corda e segurando até que esteja perfeitamente firme e colada.

Observe seu gatinho se divertir de montão com seu presentão!

Fonte: Assessoria
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