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Avicultura Evento

Conferência FACTA WPSA-Brasil 2019 terá palestrantes internacionais, que abordarão o cenário da avicultura no mundo

Um dos principais eventos técnicos da avicultura brasileira, a 36ª Conferência FACTA, será realizada nos dias 14, 15 e 16 de maio, na Expo D. Pedro, em Campinas (SP)

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Palestra magna será realizada pelo CEO da AVIAGEN, Jan Henriksen

Um dos principais eventos técnicos da avicultura brasileira, a 36ª Conferência FACTA, será realizada nos dias 14, 15 e 16 de maio, na Expo D. Pedro, em Campinas (SP). Reconhecido pela qualidade dos debates que vem levantando ao longo de mais de 30 anos, o evento conta com palestrantes internacionais, que trarão suas contribuições sobre o cenário mundial da avicultura.

A palestra magna será ministrada pelo CEO da Aviagen Jan Henriksen, que falará sobre o tema central do evento “A responsabilidade de alimentar o mundo”, no dia 15 de maio. Segundo ele, o Brasil tem um papel muito importante na indústria avícola global, já que é o 2º maior produtor e o 1º maior exportador da proteína, com alto consumo per capita de carne de frango e ovos – e de outras, como carne bovina e suína. “O país tem uma indústria avícola forte e bem estruturada. Se você combinar isso com a grande experiência em exportação e capacidade de atender as necessidades de diferentes mercados ao redor do mundo, verá como o Brasil está posicionado para apoiar a crescente necessidade global por proteína animal, não somente agora, mas também para o futuro”, detalha.

Ele acrescenta que, em conjunto, a indústria avícola pode trabalhar para promover a confiança dos consumidores ao redor do mundo. “Podemos implementar tecnologias inteligentes e de ponta em avicultura para aumentar nossas eficiências em produção exponencialmente, além de continuar a investir em Pesquisa & Desenvolvimento, melhorando o potencial genético para a saúde, o bem-estar e o desempenho das aves. Coletivamente, como uma indústria, nós temos a capacidade de assumir o controle e atender plenamente a demanda global por alimentos agora e para as gerações futuras, enquanto criamos negócios lucrativos para os produtores avícolas mundiais e preservamos o ambiente, para nossos filhos e netos. Vamos moldar o futuro do mundo juntos!”

Sobre a Conferência, Henriksen salienta que a FACTA é respeitada e reconhecida como representante oficial da Associação Mundial de Ciência Avícola (WPSA, na sigla em Inglês) no Brasil e, como tal, é um lugar ideal para debates de alto nível. “A Conferência tem proporcionado à indústria avícola brasileira um ótimo fórum para compartilhar ideias e informações desde que foi fundada, em 1989, e a Aviagen se orgulha em patrocinar e fazer parte dessa importante conferência desde o seu início”, finaliza.

Ainda no dia 15, haverá as palestras internacionais “Consequências do uso de antibióticos em animais de produção na saúde humana”, com Shabbir Simjee, da Elanco (Inglaterra); “Consequências da redução mundial no uso de antibióticos”, de José Ramirez, da Antinox (EUA), e “Segurança alimentar: status atual e alternativas futuras”, com Christophe Bostvironnois, da DHR-Hansen (França).

A Conferência FACTA WPSA-Brasil é promovida anualmente pela Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA). A programação completa e inscrição podem ser acessadas por meio do site do evento: http://www.facta.org.br/conferencia2019/.

Serviço:

Conferência FACTA WPSA-Brasil 2019

Data: 14, 15 e 16 de maio de 2019

Hora: 8h

Local: Expo D. Pedro – Av. Guilherme Campos, 500, Bloco II (Anexo ao Parque D. Pedro Shopping) – Campinas (SP).

Tel.:  (19) 3243-6555

E-mail: [email protected]

Inscrições: http://www.facta.org.br/conferencia2019/

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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