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Conferência Facta 2025 traz novidades e reformula Prêmio José Maria Lamas da Silva

Evento ocorrerá em setembro e contará com prêmios em dinheiro e gratuidade nos eventos Facta para estimular inovação no setor de produção animal.

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Foto: Divulgação/Facta

A 41ª edição da Conferência FACTA WPSA-Brasil, prevista para os dias 2 e 3 de setembro de 2025, em Campinas (SP), promete uma série de inovações com o objetivo de tornar o evento mais dinâmico e interativo. Tradicionalmente realizado no primeiro semestre, entre maio e junho, o evento foi transferido para setembro, uma mudança estratégica que visa evitar a sobrecarga do calendário do setor e garantir maior participação dos profissionais das cadeias produtivas.

Outra novidade está no local: a conferência ocorrerá na Sociedade Hípica de Campinas, um espaço que combina fácil acesso, infraestrutura de qualidade e uma variedade de opções de alimentação e hospedagem nas proximidades. O tema deste ano, “A inovação e a produtividade na proteína animal”, reforça o compromisso do evento em promover debates e atualizações para o desenvolvimento da indústria.

“Entre os destaques está o Prêmio José Maria Lamas da Silva, que em 2025 trará mudanças significativas. Com o objetivo de fomentar a aplicação do conhecimento técnico-científico na produção animal, o prêmio agora contará com incentivos financeiros. Serão concedidos R$ 2 mil ao primeiro colocado e R$ 500 à menção honrosa em cada uma das quatro áreas: Produção, Sanidade, Nutrição e Outras Áreas”, explica o presidente da Facta, Ariel Mendes.

Os resumos de trabalhos poderão ser submetidos dentro dessas categorias e as regras de envio serão divulgadas nos próximos dias. Com essa nova estrutura, a Facta busca incentivar a participação de estudantes e pesquisadores, oferecendo uma plataforma para a apresentação de ideias inovadoras e resultados de pesquisa diretamente ao setor produtivo.

Além dos prêmios em dinheiro, os vencedores de cada área terão direito a um ano de cortesia em todos os eventos organizados pela Facta. Já os ganhadores de menção honrosa poderão escolher dois eventos ao longo do ano para participar com inscrições gratuitas, proporcionando ainda mais oportunidades para ampliar seus conhecimentos e networking no setor.

“Para a APINCO, é uma grande satisfação patrocinar o Prêmio Lamas. Essa premiação em dinheiro reflete a importância de estimularmos a geração de tecnologia aqui no Brasil, especialmente considerando nosso papel de destaque como segundo maior produtor mundial de carne de frango e maior exportador. Além disso, somos também um dos principais exportadores de material genético. Investir em inovação e pesquisa nos permite continuar elevando a qualidade, tanto na produção de carne quanto na exportação de genética avícola”, afirma o presidente da APINCO, Roberto Kaefer.

Reserve a data – 41ª Conferência FACTA WPSA-Brasil 2025

Data: 2 e 3 de setembro de 2025

Local: Sociedade Hípica de Campinas, localizado na Rua Buriti, s/n – Bairro das Palmeiras, Campinas – SP, 13092-566

Para mais informações, acesse clicando aqui.

Inscrições: Em breve

Fonte: Assessoria Facta

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Governo federal prepara decreto de salvaguardas para acordo Mercosul-UE

Texto será analisado pela Casa Civil e estabelece mecanismos para proteger produtores nacionais em caso de aumento das importações europeias.

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Foto: Divulgação

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou na quarta-feira (25) que o decreto sobre as salvaguardas do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) será enviado para a Casa Civil, onde passará por análise jurídica antes da publicação. A salvaguardas são instrumentos de proteção a produtores nacionais. 

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado e Gpoint Studio/Freepik

O texto prevê mecanismos para proteger produtos agrícolas, caso sejam sancionados por organismos europeus. Isso porque, no final do ano passado, o Parlamento Europeu aprovou regras mais rígidas para importações agrícolas vinculadas ao acordo com o Mercosul, cujas medidas seriam acionadas se importações em grande volume causarem ou ameaçarem prejuízo grave aos produtores europeus.

O setor do agronegócio nacional quer que essas salvaguardas sejam assumidas também pelo governo brasileiro, em caso de aumento das importações de produtos europeus concorrentes. “Sempre há uma preocupação de alguns setores. Então, nós estamos encaminhando a proposta, para passar pelos ministérios, o decreto de salvaguardas”, declarou o vice-presidente.

A fala foi feita após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), relator do projeto que ratifica o acordo entre o bloco europeu e o sul-americano, que vai criar uma das maiores zonas de livre comércio do planeta, com produção avaliada em US$ 22 trilhões e mercado consumidor de 720 milhões habitantes.

A Casa Civil poderá consultar outros ministérios, como a Fazenda, para depois enviar o decreto para assinatura do presidente da

Bandeira do Mercosul

República, antes que o Senado Federal aprove a ratificação do acordo. O texto da ratificação foi aprovado na quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados.

Como funcionam as salvaguardas

Salvaguardas são mecanismos previstos em acordos comerciais que permitem a um país reagir a surtos de importação decorrentes da redução de tarifas negociadas. Caso fique comprovado dano grave à produção nacional, o governo pode:

  • Estabelecer cotas de importação;
  • Suspender a redução tarifária prevista no acordo;
  • Restabelecer o nível de imposto anterior à vigência do tratado.

O decreto deverá definir prazos, procedimentos de investigação e condições para aplicação das medidas.

Fonte: Agência Brasil
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Câmara autoriza uso de até R$ 500 milhões do FGO para crédito do Pronaf

Projeto visa ampliar garantias para agricultores familiares sem impactar as contas da União e segue para sanção presidencial.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (16) o Projeto de Lei  2213/25, que autoriza o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir ações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O texto, de autoria do Senado, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Administrado pelo Banco do Brasil, o FGO facilita o acesso ao crédito por empresas e setores específicos, diminuindo os riscos para os bancos.

De acordo com o projeto, até R$ 500 milhões do FGO poderão ser utilizados para garantir as operações do Pronaf, que oferece linhas de crédito com condições especiais a agricultores familiares. O texto aprovado altera a Lei 13.999/20, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

Um ato conjunto dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Fazenda definirá como esses recursos serão alocados, quais limites máximos de garantia poderão ser concedidos, os critérios de elegibilidade dos agricultores familiares e de suas cooperativas.

O ato deve indicar ainda quais operações do Pronaf poderão receber cobertura do FGO. As instituições financeiras autorizadas a operar

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

crédito rural no Pronaf poderão solicitar essa garantia, respeitados os limites proporcionais de suas carteiras e o montante efetivamente aportado pela União e pelos demais cotistas.

O relator do projeto, deputado Rogério Correia (PT-MG), disse que a medida não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União. O deputado citou o Balanço Patrimonial Consolidado do próprio FGO, referente a dezembro de 2024, que mostra que o fundo detinha R$ 43 bilhões em ativos totais, o que demonstra, segundo Correia, que a eventual destinação de até R$ 500 milhões para operações do Pronaf representa uma fração modesta de sua capacidade financeira.

“A medida não afeta sua aptidão [do FGO] para dar cobertura às garantias relacionadas ao Pronampe, nem compromete a estabilidade do fundo. Diante desse cenário, conclui-se que o projeto não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União, uma vez que apenas autoriza a utilização de recursos já existentes no FGO”, afirmou

Fonte: Agência Brasil
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Argentina e Uruguai aprovam Acordo Mercosul-UE; Brasil ainda depende de aval do Senado

Após sessões extraordinárias em Montevidéu e Buenos Aires, países iniciam processo de integração comercial.

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Uruguai foi o primeiro país do bloco a aprovar o projeto de lei que ratifica o acordo comercial interino entre o Mercosul e a União Europeia - Foto: Vila Flores/Maria Laura

O Senado uruguaio aprovou nesta quinta-feira (26) o projeto de lei que ratifica o acordo comercial interino entre o Mercosul e a União Europeia, assinado em 17 de janeiro em Assunção, Paraguai. A votação ocorreu em sessão extraordinária após o término do recesso, e o projeto agora seguirá para análise da Câmara dos Representantes do país.

Foto: Divulgação/Governo do Uruguai

O senador Daniel Caggiani apresentou o acordo ao plenário, acompanhado de manifestações de senadores como Pedro Bordaberry, Sebastián Da Silva e Eduardo Antonini. O projeto foi aprovado com 91 votos a favor em um total de 93.

Também na quinta-feira, o Senado argentino confirmou a aprovação do tratado, com 69 votos a favor e três contrários, antecipando a sessão para consolidar a posição do país como um dos primeiros integrantes do Mercosul a ratificar o acordo. “Escolhemos a abertura, a concorrência e a integração no mundo; isto significa mais investimento, mais crescimento e mais empregos”, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, em sua conta no X.

Brasil 

No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou o acordo na quarta-feira (25), mas o aval do Senado ainda é necessário para concluir a

Foto: Divulgação

ratificação. O tratado, que enfrenta forte apoio da Alemanha e da Espanha, encontra resistência liderada pela França, que teme impactos sobre a produção agrícola local, especialmente carne bovina e açúcar.

O acordo, fruto de 25 anos de negociações, estabelece preferências tarifárias entre os países do Mercosul e a União Europeia, abrindo caminho para expansão de exportações e maior integração econômica da região.

Fonte: O Presente Rural
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