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Avicultura

Conferência FACTA 2016 reúne profissionais renomados da avicultura

Durante o evento serão apresentados os trabalhos selecionados para o Prêmio Lamas e homenageado o "Profissional do Ano"

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A 33ª Conferência FACTA, um dos principais eventos técnicos da avicultura realizados no Brasil, irá ocorrer entre os dias 17 e 19 de maio, no Expo Dom Pedro, em Campinas (SP) e terá como tema a "Sustentabilidade na Avicultura". Diversos profissionais do Brasil e exterior estarão ministrando palestras em dois workshops e diversos painéis. O programa foi desenvolvido com base nos novos desafios enfrentados pela produção animal atual, que tem importante ênfase em eficiência produtiva e qualidade da carne, em decorrência de demandas de bem-estar animal (BEA) e de redução do seu impacto ambiental.

Para José Luiz Tejon, que ministrará a palestra "Avicultura, o futuro socioeconômico e o novo Marketing Científico Sensorial", falar de Sustentabilidade é fundamental. "Significa o caminho da precisão intensiva na gestão da tecnologia e passaremos a envolver análise sensorial, a certificação sensorial e aspectos que até então não contávamos e que passarão a contar nas percepções da cadeia de valor e dos consumidores finais. Para isso, a Conferência FACTA é uma tomada de consciência sobre o estado da arte da cadeia produtiva do frango, onde poderemos apreciar movimentos desde os aspectos sensoriais percebidos pelas mentes dos clientes, a influência da sociedade urbana, chegando até a ciência e a inovação tecnológica dos meios de produção", explica Tejon.

O palestrante Luiz Carlos Demattê Filho, Diretor Industrial da Korin Agropecuária, acredita que a Sustentabilidade não é uma noção subjetiva, ao contrário, precisa ser tomada objetivamente. "A avicultura brasileira é uma das maiores do mundo e o país é reconhecido por sua capacidade de produção. Portanto, a Conferência FACTA é uma importante oportunidade para atualização não só de novas técnicas, mas sobretudo de princípios e conceitos que possam atualizar toda nossa avicultura, em relação as demandas mais prementes. Nestas questões incluo, o bem-estar animal, a redução de antibióticos, o uso de água e a mitigação de impactos ambientais"

A programação da Conferência, elaborada pela diretoria e corpo técnico da FACTA, terá workshops, palestras e painéis com temas atuais e relevantes para a avicultura, apresentados por renomados palestrantes e especialistas nas áreas em questão.

Prêmios

Os trabalhos inscritos no Prêmio Lamas 2016 epreviamente selecionados pela comissão avaliadora serão apresentados no primeiro dia do evento. Os ganhadores terão direito a uma inscrição na Conferência FACTA 2017 e um livro da Coleção FACTA que será escolhido pelo próprio ganhador. 

Já o Prêmio FACTA 2016 irá eleger o "Profissional do Ano", atribuído ao profissional técnico/científico de reconhecido mérito. O Prêmio a ser designado pela FACTA será uma  Placa de Mérito referente ao Prêmio FACTA. .

Para se inscrever na Conferência acesse www.facta.org.br/conferencia2016.

Programa 

Dia 17/05 – Terça-feira

AUDITÓRIO AMOREIRA – MANHÃ

Workshop sobre Microscopia de Ingredientes de Ração 

8h – Ronaldo Sanches (Lanagro – MG) e Clarice Toyofuku (Laboratório Primor – SP) Importância da microscopia no controle de qualidade de ingredientes de rações para aves; Princípios básicos de microscopia e estereoscopia; Características dos principais ingredientes em rações para aves: milho, sorgo e milheto; Farelo de soja, farelo de soja integral extrusada e farelo de soja semi-integral extrusada; Farinha de penas, farinha de penas e sangue, farinha de vísceras e farinha de sangue; Farinha de carne; Calcário, fosfato e sal; Premixes; Lisina, etionina e treonina.

10h20 – Ronaldo Sanches (Lanagro – MG) e Clarice Toyofuku (Laboratório Primor – SP) Demonstração prática de microscopia em ingredientes; Testes de detecção de farinha de sangue, calcário e sal em farinhas de carne; Avaliação do processamento térmico de farinhas de penas; Identificação de cobre em rações.

AUDITÓRIO JEQUITIBÁ – MANHÃ

Workshop sobre Técnica de Necropsia e Coleta de Material

8h – Nair Katayama Ito – SPAVE, São Paulo (SP)
Técnica de Necropsia e Coleta de Material.

AUDITÓRIO AMOREIRA – TARDE

13h30 às 15h15 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Nutrição

15h50 às 16h50 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Outras Áreas

17h05 – Cerimônia de Abertura

17h20 – José Luiz Tejon – TCA, São Paulo (SP)
Palestra de Abertura – Avicultura: o futuro sócio econômico e o novo marketing científico sensorial?

AUDITÓRIO JEQUITIBÁ – TARDE

14h às 15h15 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Produção

15h50 às 16h50 – Apresentação Oral Prêmio Lamas – Sanidade

Dia 18/05 – Quarta-feira

AUDITÓRIO AMOREIRA

8h15 – Anne-Marie Neetson – Aviagen, Holanda
Sustentabilidade x Produtividade 

9h15 – Avicultura sustentável do incubatório ao supermercado

10h35 – Luiz Carlos Demattê Filho – Korin, Ipeúna (SP)
A percepção do consumidor sobre a sustentabilidade

11h15 – Everton Luis Krabbe – Embrapa Suínos e Aves, Concórdia (SC)
Ações e medidas da avicultura sustentável

13h30 – Thomas Kaufmann – Evonik, Hanau ( Alemanha)
Nutrição na produção avícola sustentável

14h20 – Irenilza de Alencar Nääs – FACTA, Campinas (SP)
Ambiência na produção avícola sustentável

15h10 – Julio Cesar Pascale Palhares – Embrapa Pecuária Sudeste, São Carlos (SP) 
Manejo ambiental na avicultura: o nexus água, energia e nutrientes

16h20 – Claudio Bellaver – Qualyfoco – Concórdia (SC)
Processamento dos resíduos / coprodutos da cadeia de carnes

17h10 – Iesser Duarte Salah – Hob Gestão Avicola, Porto Alegre (RS)
Impacto no custo da avicultura sustentável 

18h – Entrega Prêmio FACTA 2016

AUDITÓRIO JEQUITIBÁ

Painel Automação do sistema produtivo

8h30 – José Luis Januário – Cobb-Vantress, Guapiaçu (SP)
Custo x benefício na automação

Painel Empresarial

9h15 – Empresarial Merial

10h35 – Empresarial

11h15 – Empresarial

Painel Quadros respiratórios em frangos de corte

13h30 – Antonio José Piantino Ferreira – USP, São Paulo (SP)
Patógenos respiratórios e interações

14h20 – Alberto Back – Mercolab, Cascavel (PR)
Estratégias de controle dos problemas respiratórios

15h10 – William A. Stanley – Aviagen (EUA)
Atualidade e experiência prática em Influenza Aviária

Painel sobre Biosseguridade

16h20 – Luiz Sesti – Ceva, São Paulo (SP)
Conceitos

16h40 – Paulo Raffi – Bender  & Raffi Serviços Veterinários, São José do Rio Preto (SP) 
Matrizes

17h – André Marca – Copacol, Cafelândia (PR)
Frango de corte

17h20 – Luciano Lagatta – CDA, Pirassununga (SP)
Poedeira

Dia 19/05 – Quinta-feira

AUDITÓRIO AMOREIRA

Os desafios da nutrição na avicultura sustentável

8h30 – Tiago Tedeschi dos Santos- AB Vista, Curitiba (PR)
Enzimas: Digestibilidade e qualidade intestinal

9h20 – Claudson Oliveira Brito – UFS, Aracajú (SE)
Aminoácidos

Aditivos melhoradores de desempenho

10h35 – Ariovaldo Zani – Sindirações, São Paulo (SP)
Promotores químicos de crescimento

10h50 – Paulo César Martins – Biocamp, Campinas (SP)
Aditivos não químicos

11h05 – Flávio Alves Longo – Btech, Valinhos (SP)
Ácidos Orgânicos

11h20 – Elisabeth Gonzales – FMVZ/Unesp, Botucatu (SP)
Óleos Essenciais

12h – Anúncio do Vencedor do Prêmio Lamas 2016 & Encerramento

AUDITÓRIO JEQUITIBÁ

8h30 – Aline Kuntze Ferreira – Aviagen, Rio Claro (SP)
Manipulação térmica e produtividade

9h20 – Lenise Souza – Pas Reform, Porto Alegre (RS)
Desinfecção do incubatório

Fonte: Assessoria

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Avicultura Em Arapongas (PR)

1ª Feira Aves Seara deve reunir dois mil produtores do Paraná e Mato Grosso do Sul

Evento exclusivo para integrados terá painéis com lideranças da avicultura, exposição de tecnologias e participação de mais de 40 empresas do setor.

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Foto: Shutterstock

Arapongas, no Norte do Paraná, será palco da primeira edição da Feira Aves Seara na próxima sexta-feira (26). A iniciativa, criada para fortalecer a cadeia produtiva avícola e ampliar o desenvolvimento dos produtores integrados da companhia, deve reunir cerca de dois mil avicultores de frangos de corte e matrizes ligados às operações da empresa no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

Diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior: “A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira” – Foto: Divulgação

Com participação gratuita e exclusiva para os integrados, o evento foi estruturado como um ambiente de troca de experiências, atualização técnica e geração de oportunidades para o setor. A programação terá início às 08h30, no Golden Hall Eventos, às margens da PR-218, Km 5, na saída para Astorga.

Segundo o diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior, a proposta é reforçar a parceria construída com os produtores ao longo dos anos. “Os produtores integrados são protagonistas do modelo de negócio da Seara e fundamentais para a qualidade e a competitividade dos nossos produtos. A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira”, afirma.

Debates com lideranças da avicultura

A programação inclui painéis e debates com executivos da Seara e representantes de destaque do setor avícola nacional. Entre os convidados estão Francisco Turra, conselheiro da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e Ricardo Santin, presidente da entidade.

Foto: Divulgação

Além do conteúdo técnico, os participantes terão acesso a uma área de exposição com mais de 40 empresas fornecedoras de equipamentos, tecnologias e soluções para a atividade. Também estarão presentes companhias ligadas às áreas de nutrição animal, genética e bem-estar animal, apresentando inovações, tendências e oportunidades de negócios para os produtores.

Plataforma de relacionamento com mais de 10 mil integrados

A Feira Aves Seara faz parte da Plataforma SuperAgro, principal programa de relacionamento da companhia com seus mais de 10 mil produtores integrados de aves e suínos em todo o país.

Criada há mais de uma década, a iniciativa reúne ações voltadas ao reconhecimento dos produtores, acompanhamento de desempenho, capacitação técnica e gerencial, treinamentos e suporte às propriedades, com foco no fortalecimento da atividade no campo e na evolução sustentável da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria Seara
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Avicultura

Um em cada três frangos abatidos no Brasil sai do Paraná

Estado respondeu por 35% da produção nacional no primeiro trimestre de 2026, período em que o país atingiu o maior volume de abates da série histórica.

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Foto: Jonathan Campos

O Paraná ampliou sua liderança na avicultura brasileira e respondeu sozinho por mais de um terço de todos os frangos abatidos no país no primeiro trimestre de 2026. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o estado concentrou 35% do abate nacional no período, mantendo ampla vantagem sobre os demais produtores.

Foto: Ari Dias

Ao todo, o Brasil abateu 1,71 bilhão de frangos entre janeiro e março, resultado 3,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Apesar do crescimento anual, houve ligeira retração de 0,5% em relação ao quarto trimestre de 2025.

Ainda assim, o desempenho foi suficiente para garantir o melhor resultado já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica do IBGE, em 1997. O mesmo ocorreu com os abates de bovinos e suínos, indicando um começo de ano marcado por volumes recordes nas principais cadeias de proteína animal do país.

A distância do Paraná em relação aos demais estados ajuda a dimensionar a importância da avicultura na economia estadual. Com participação de 35%, o estado produz praticamente três vezes mais do que o quarto colocado nacional.

Na sequência aparecem Santa Catarina, com 13,3% do total abatido, Rio Grande do Sul, com 11,8%, e São Paulo, com 10,9%. Juntos, os quatro estados responderam por mais de 70% do abate nacional de frangos no primeiro trimestre.

Produção de carne cresce acima do ritmo de abate

Além do aumento no número de aves abatidas, a produção de carne de frango registrou expansão ainda maior no

Foto: Ari Dias

início deste ano.

O peso acumulado das carcaças alcançou 3,73 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026, alta de 6,9% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 2,2% frente ao trimestre imediatamente anterior.

O crescimento da produção em ritmo superior ao do abate indica ganho de eficiência na cadeia produtiva, com aves mais pesadas e melhor aproveitamento dos sistemas de criação e processamento.

A avicultura brasileira ocupa posição estratégica no agronegócio nacional. Além de atender ao mercado interno, o setor é fortemente orientado às exportações e possui no Sul do país sua principal base produtiva, sustentada pela integração entre produtores, cooperativas e agroindústrias.

Os números divulgados pelo IBGE reforçam essa concentração. Somente Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul responderam por 60,1% do abate nacional no primeiro trimestre, confirmando a Região Sul como o principal polo da produção brasileira de carne de frango.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Galinhas livres de gaiolas e foco em biossegurança garantem produção de ovos bem-sucedida

Plantel de 500 mil aves, produção sem antibióticos melhoradores de desempenho e certificação em bem-estar animal sustentam o modelo adotado pela Planalto Ovos há oito anos.

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Foto: Divulgação

Galinhas livres de gaiolas, biosseguridade e a adoção de sistemas preventivos e sustentáveis garantem há oito anos o sucesso da Planalto Ovos, cujos resultados produtivos obtidos ao longo da sua trajetória demonstram a consistência do modelo escolhido para sua operação desde a concepção do projeto. Membro fundadora da Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA), a empresa mantém hoje um plantel de aproximadamente 500 mil aves, distribuídas entre diferentes unidades produtivas em Minas Gerais.

Foto: Divulgação

A decisão de adotar a criação de galinhas livres foi influenciada pela experiência prévia dos sócios na avicultura, construída entre 1964 e 2017 na Granja Planalto, e pela avaliação de que o modelo permitiria estruturar uma produção baseada em manejo cuidadoso, disciplina sanitária e qualidade do produto.

Em 2018, o mercado brasileiro de ovos provenientes de sistemas alternativos ainda era pouco desenvolvido. Existiam iniciativas pontuais, muitas vezes de pequena escala e com baixa padronização de processos. Porém, as mudanças observadas em mercados internacionais indicavam que modelos de criação que proporcionassem melhores condições às aves tenderiam a ganhar relevância ao longo do tempo. Esse contexto sinalizava uma oportunidade para a Planalto, que desde o início descartou a ideia de realizar uma transição gradual a partir de estruturas convencionais.

Toda a produção da empresa é desde então conduzida em sistemas livres de gaiolas ou caipira e integralmente certificada em bem-estar animal, para estabelecer um elevado padrão produtivo para todas as aves, independentemente do destino comercial dos ovos. Essa abordagem contribui para maior consistência operacional e reforça o princípio de que as práticas de manejo e as condições de criação devem ser uniformes em todo o plantel.

Biosseguridade como eixo central da produção

Desde a concepção do projeto, a biosseguridade foi estabelecida como um dos principais pilares da operação. Inicialmente havia preocupação de que a criação no piso pudesse ampliar o risco de desafios sanitários. Na prática, a experiência demonstrou que um programa robusto de prevenção, aliado a boas condições de manejo, permite manter estabilidade sanitária e consistência produtiva.

Foto: Divulgação

Um dos desdobramentos dessa abordagem foi conduzir a produção sem utilização de antibióticos como melhoradores de desempenho. Para viabilizar esse modelo, a empresa estruturou um conjunto integrado de medidas preventivas, baseadas em biosseguridade rigorosa, nutrição equilibrada e manejo adequado das aves.

Nesse contexto, são utilizadas alternativas tecnológicas que contribuem para a saúde intestinal e para a estabilidade da microbiota das aves, como probióticos e simbióticos, ácidos orgânicos e óleos essenciais. Essas ferramentas auxiliam na manutenção do equilíbrio microbiológico e reduzem a necessidade de intervenções terapêuticas ao longo do ciclo produtivo.

A abordagem está alinhada ao conceito de Saúde Única, que reconhece a interdependência entre saúde animal, saúde humana e equilíbrio ambiental, reforçando a importância de sistemas produtivos preventivos e sustentáveis.

A estrutura produtiva é compartimentalizada, com unidades fisicamente separadas (fábrica de ração, fazendas e entreposto de ovos), o que, apesar de aumentar a complexidade logística, reduz significativamente o risco de disseminação de patógenos.

O manejo sanitário inclui vacinação, monitoramento, controle de acesso e desinfecção, com atenção adicional, em sistemas no piso, ao manejo da cama, escolha do ninho e prevenção de endoparasitas.

Reconhecimento internacional

Os resultados produtivos obtidos demonstram a consistência do modelo adotado. Um dos marcos mais relevantes foi o reconhecimento de um lote da linhagem Lohmann como o mais produtivo já registrado pela genética, atingindo 593,8 ovos por ave alojada.

A empresa também recebeu em 2024 o Good Egg Award, concedido pelo ONG de bem-estar animal internacional Compassion in World Farming. A premiação reconhece empresas que adotam padrões elevados de criação e práticas alinhadas à melhoria das condições de vida das galinhas poedeiras.

Diretor da Planalto Ovos, Daniel Mohallem: “A viabilidade de sistemas livres de gaiolas depende menos de discurso e mais de execução: planejamento, disciplina sanitária, observação das aves, equipe capacitada e expansão alinhada à demanda” – Foto: Divulgação

Segundo a empresa, esses reconhecimentos demonstram que essas dimensões não são conflitantes, mas que é possível combinar altos níveis de bem-estar animal com alta e consistente produtividade.

Cooperação e perspectivas para o setor

A participação na criação da COBEA está alinhada à visão de que iniciativas colaborativas podem acelerar o aprendizado do setor. A troca de experiências entre empresas, academia e organizações da cadeia produtiva contribui para ampliar o alcance de boas práticas e fortalecer discussões técnicas e estratégicas sobre produção animal.

Na avaliação da Planalto Ovos, o Brasil tem capacidade técnica para avançar, mas enfrenta desafios como acesso a financiamento, custos mais altos e necessidade de melhor organização comercial; nesse contexto, certificações independentes são chave para diferenciar boas práticas e dar transparência ao mercado. “A viabilidade de sistemas livres de gaiolas depende menos de discurso e mais de execução: planejamento, disciplina sanitária, observação das aves, equipe capacitada e expansão alinhada à demanda. Nossa participação na COBEA serve não apenas para compartilhar nossa experiência com outros, mas também para evoluir em conjunto e promover a colaboração necessária em toda a cadeia de valor, o que pode ajudar a acelerar a transição para sistemas de produção que promovam um melhor bem-estar animal”, afirma o diretor da Planalto Ovos, Daniel Mohallem.

Fonte: Assessoria Planalto Ovos
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