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“Conexão Aviagen” leva conhecimento a produtores em todo o Brasil

Série de eventos demonstra o compromisso da empresa com seus clientes, por meio do tema “Criando o sucesso juntos.

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Durante os meses de setembro e outubro, a equipe brasileira da Aviagen(R) realizou uma série de eventos intitulados “Conexão Aviagen”, viajando pelo Brasil para fornecer aos produtores avícolas as mais recentes experiências, para alcançar o melhor potencial das matrizes Ross(R) 308 AP. Cerca de 500 clientes do produto Ross 308 AP participaram dos eventos nas cidades de Pará de Minas (MG), Goiânia (GO), Recife (PE), Chapecó (SC), Rio Claro (SP), Cascavel (PR) e Maringá (PR) e se beneficiaram de dicas para melhorar a saúde, o bem-estar e a performance de suas aves. O formato interativo dos seminários ofereceu oportunidades para importantes discussões entre todos os participantes.

Conformação de machos e fêmeas, manejo e qualidade da progênie, otimização da eclodibilidade e ferramentas para melhorar o desempenho do Ross 308 AP foram alguns dos itens apresentados durante os eventos. As aves Ross vêm aumentando sua popularidade em toda a América Latina, com mais e mais empresas e produtores se beneficiando por sua taxa de crescimento e produtividade, mesmo em ambientes desafiadores.

Ross 308 AP: excelência em desempenho

Durante os eventos, a coordenadora de Produto da Aviagen, Jane Lara Grosso, falou sobre as perspectivas do produto Ross 308 AP para os próximos anos e o compromisso da Aviagen no desenvolvimento de um produto cada vez mais balanceado em todas as etapas da cadeia, para benefício dos clientes e de toda a indústria avícola.

Sobre o desempenho das matrizes, em um compilado de dados acompanhados ao longo dos últimos três anos com mais de 17 milhões de matrizes, resultados expressivos foram apresentados, incluindo altas taxas de produção de ovos e pintos de um dia e melhoria geral da saúde e produtividade das aves. “O Ross 308 AP alcançou, nesse período, em
média, a partir dos 25% melhores resultados, 206,7 ovos totais por fêmea alojada e 166,1 pintos totais por fêmea alojada às 66 semanas de idade, resultados que demonstram de maneira clara o seu potencial genético”, disse Jane Lara.

Adicionalmente, a apresentação sobre o desempenho de frangos de corte contou com informações de quase 3 bilhões de aves abatidas no período de 2015 a 2023. “Esses resultados mostram que as aves Ross 308 AP apresentam características superiores como melhor viabilidade, robustez óssea e ausência de problemas locomotores, assim como maior resistência ao estresse térmico (calor) e maior rendimento de carne”, disse Jane Lara. “O Ross 308 AP apresenta o menor custo em todas as etapas da cadeia: custo por pinto de um dia, custo por quilo do frango vivo e custo por quilo do mix de produção na indústria, proporcionando o maior retorno ao final de toda a cadeia”, agregou.

Conformação ideal de galos para fertilidade Em sua apresentação sobre “Conformação ideal de galos para fertilidade”, o gerente de Serviços Técnicos da Aviagen no Brasil,
Marco Aurélio Romagnole de Araújo, abordou as principais características de conformação e os principais indicadores de monitoramento para gerenciar a atividade, enfatizando a importância de conciliar o bom desenvolvimento testicular por meio da busca pela conformação ideal dos machos, incluindo o adequado desenvolvimento de
órgãos e estrutura esquelética, assim como da massa muscular peitoral nas diferentes fases da vida. Ele também destacou a atenção ao controle de peso e a estimulação contínua dos machos para um melhor desempenho.

Conformação ideal de fêmeas visando produtividade (recria)

Os supervisores regionais de Serviços Técnicos da Aviagen nas diversas regiões do Brasil abordaram a importância da conformação ideal de fêmeas visando produtividade. Eles abordaram a necessidade de gerenciar os principais indicadores na fase de recria visando alcançar a reserva de gordura e _fleshing_ peitoral adequados na população ao final deste
período. Para tanto, um estrito controle alimentar, ração bem balanceada e as boas práticas de manejo se tornam chave para o controle de peso e uniformidade nas diferentes fases.

“Resumidamente, essa é uma fase de construção, investir em intensidade e qualidade de manejo significa desenvolver lotes que trarão muito retorno produtivo”, pontuou Marco Aurélio.

Manejo de fêmeas com foco em persistência produtiva e qualidade da progênie

Os supervisores regionais de Serviços Técnicos da Aviagen nas diversas regiões do Brasil também abordaram os aspectos essenciais do manejo de fêmeas, com foco em persistência produtiva e qualidade da progênie. A apresentação destacou a importância de três fatores essenciais para um correto manejo: qualidade de água, luz e plano alimentar bem estruturado. Os especialistas da Aviagen enfatizaram a necessidade das aves pelo acesso à água fresca, limpa e potável, com monitoramento diário do consumo por meio de hidrômetro. Eles também recomendaram testes regulares do suprimento de água em busca de contaminantes bacterianos, assim como da sua composição físico-química, juntamente com a manutenção diária dos bebedouros.

Adicionalmente, a apresentação reforçou as estratégias de estímulo de luz, como também a qualidade de iluminação dos galpões durante toda a fase produtiva. Além disso, enfatizou o cuidado com o manejo da alimentação e do peso corporal nessa fase. “Em essência, essas medidas são vitais para garantir uma produtividade consistente e a
saúde das futuras gerações de frangos”, explicou Marco Aurélio.

Otimizando a eclodibilidade: fatores de influência do ovo ao incubatório

Na apresentação intitulada “Otimizando a eclodibilidade: fatores de influência do ovo ao incubatório”, apresentada pelo supervisor regional de Serviços Técnicos e especialista em incubação, Felipe Kroetz, a importância da correta coleta de dados durante a incubação foi reforçada. Kroetz enfatizou a necessidade de dados precisos para identificar e resolver possíveis problemas. Ele também observou a evolução do papel da inteligência artificial na predição por meio de dados durante o processo de incubação e o desenvolvimento
embrionário.

O especialista reforçou a importância de uma meticulosa atenção no incubatório, onde os menores detalhes podem impactar significativamente os resultados. “O sucesso da eclosão depende da observação cuidadosa e do ajuste fino de vários fatores, principalmente em relação à qualidade dos pintinhos”, aconselhou Kroetz.

Criando o sucesso junto com os clientes

O compromisso da Aviagen com a melhoria contínua foi ressaltado por Luiz Mansano, gerente Comercial da Aviagen no Brasil. “O ‘Conexão Aviagen’ foi apenas uma das maneiras pelas quais estamos ‘criando o sucesso juntos’ com nossos clientes, permitindo-lhes alcançar ótimosresultados com as matrizes Ross 308 AP e aumentando sua capacidade de
alimentar as gerações atuais e futuras, com uma carne de frango nutritiva e sustentável”. E acrescentou: “Gostamos muito de trabalhar próximos a nossos clientes e essa rodada de eventos foi a forma perfeita de encontrá-los, em eventos focados em suas necessidades”.

Fonte: Assessoria Aviagen

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs

Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

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Divulgação Jefo

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.

Os benefícios da nutrição de precisão

Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.

Jefo e a tecnologia de microencapsulação

Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.

Destaques no SIAVS 2026

Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:

• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;

• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;

• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;

• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;

• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.

“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.

No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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 Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

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Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.

O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico

O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.

Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos

Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).

No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.

Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.

Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico

Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos

Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.

As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico

Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2.  A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.

 Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!

Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.

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Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

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Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!

 

 

Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1

1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac

 

Fonte: Ass. de Imprensa Laboratoires Phodé
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

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Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
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