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Avicultura De 1º a 03 de junho

Conbrasul Ovos 2025 destaca desafios sanitários e perspectivas de mercado

Painel com a ABPA, Naturovos e Moba na conferência em Gramado vai debater estratégias de exportação, riscos sanitários como a influenza aviária e o papel das inovações na segurança e qualidade dos ovos

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Foto: Divulgação

Estratégias para a abertura, a manutenção e a expansão de mercados para a indústria e produção de ovos; preocupações e planos de contingência em caso de infecção de influenza aviária e seus impactos no setor produtivo, além de tecnologias e inovações e seus impactos na segurança alimentar e na qualidade de ovos serão alguns dos temas que serão debatidos entre a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Naturovos e a Moba durante o Painel de Sanidade e Negócios da 5ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (Conbrasul Ovos), que vai ser realizada pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) de 1º a 03 de junho, em Gramado, no Rio Grande do Sul.

O painel, que vai ser realizado na tarde do dia 02 de junho, será aberto pelo presidente da ABPA, Ricardo Santin, com uma discussão sobre as ‘Estratégias para abertura e manutenção de mercados para avicultura da indústria e produção de ovos: quais os desafios e caminhos para ampliar a exportação de ovos?’, na sequência, o diretor comercial da Naturovos, Anderson Herbert, vai destacar ‘As preocupações e possíveis consequências para a indústria de produção de ovos no caso de uma grande contaminação por Influenza aviária’. E, logo depois, o diretor do Departamento de Inovação da Moba na Holanda, Paul Buisman, vai encerrar a programação com um debate sobre as ‘Tecnologias e inovações que se aliam à segurança alimentar e qualidade na produção de ovos’. O diretor executivo da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves), Nélio Hand, vai moderar este painel.

O evento

Em sua quinta edição, a Conbrasul 2025 deve reunir cerca de 500 participantes, líderes de vários elos da cadeia produtiva para debater os principais desafios e oportunidades do setor e pensar no futuro da produção, industrialização e comercialização de ovos.

O evento vem registrando crescimento todos os anos desde a primeira edição e agora anunciar novo recorde de participação de empresas, com mais de 35 patrocinadoras e expositoras, salienta o presidente executivo da Asgav e organizador do encontro, José Eduardo dos Santos. “Estamos muito satisfeitos com o crescimento do evento. A cada edição vemos mais produtores, empresários e executivos se inspirando e se capacitando para inovar e contribuir com o desenvolvimento da avicultura da indústria e produção de ovos. Acreditamos no potencial deste segmento por meio de iniciativas como essa, que oferece conhecimento e conexões estratégicas para impulsionar a produção e comercialização de ovos”, ressaltou.

Inscrições
Com cerca de 25 palestras em três dias, a Conbrasul vai compartilhar desafios e conquistas do mercado, além de proporcionar um ambiente ideal para networking, possibilitando que os participantes ampliem sua rede de contatos e identifiquem novas oportunidades no segmento. Os interessados podem se inscrever no site do evento, clicando aqui. Contudo, para esta edição, o evento tem uma nova regra de inscrição com o objetivo de dar maior isonomia às empresas patrocinadoras.

A participação de profissionais de empresas prestadoras de serviços e produtos para a cadeia produtiva deve estar vinculada a alguma modalidade de patrocínio do evento através de uma nova categoria de participação: a de Membro Conbrasul Premium (MCP), que oferece uma série de benefícios até dois anos após o evento. “Para produtores, profissionais da indústria e produção de ovos, representantes de instituições estaduais e federais, as inscrições podem ser realizadas normalmente, conforme os anos anteriores”, ressalta Santos.

Outras informações sobre a Conbrasul Ovos 2025 estão disponíveis no site do evento, ou podem ser obtidas através do e-mail [email protected] ou do telefone (51) 9 8600.9684.

Apoio
Algumas das mais importantes empresas do setor já confirmaram participação. A Moba – MRE está participando na categoria Ovo Diamante. Na categoria Ovo de Ouro está a Vaccinar e a Zucami. Na categoria Ovo de Prata, estão a Naturovos e a Mercoaves. E na categoria Ovo de Bronze estão Giordano, Artabas, Big Dutchman, FS Energia, Plasson, MSD, Alltech, Sanovo, American Nutrients, Rio Bonito, Vencomatic, PlanET Biogás, Grupo Fasa, Senar/RS, Tectron e Eurofins. Entre os expositores confirmados estão Moba, Audax, Dimel, Suiaves, Jofama Equipamentos, Agroceres Multimix, Agrosys, Dalmak, Gallus, Nutritec, Grupo Krabbe, Bionutri, Uniave, Royale Equipamentos, Sanex, Brasfeed e Instituto Ovos Brasil (IOB).

Fonte: Assessoria Asgav

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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