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Avicultura

Conbrasul Ovos 2025 anuncia pacote de benefícios inédito para participantes Membro Conbrasul Premium

Vantagens incluem patrocinadores e expositores, têm duração de até dois anos após a realização do evento, de 1º a 3 de junho, em Gramado (RS).

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Fotos: Divulgação/Asgav

Uma das novidades desta edição da 5ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (Conbrasul Ovos), a categoria Membro Conbrasul Premium (MCP) de participação apresenta uma série de benefícios exclusivos para expositores da central de negócios e patrocinadores. Além dos benefícios tradicionais das cotas de patrocínio, as empresas apoiadoras terão contrapartidas até um ano após a realização do evento e descontos de 10% nas inscrições e patrocínios da próxima edição, dois anos depois.

O presidente Executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos, destacou estas iniciativas na última quinta-feira (24), em reunião realizada pela comissão organizadora da Conbrasul 2025 em parceria com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) com lideranças da cadeia produtiva, em São Paulo. “Essa distinção foi criada especialmente para esta edição com o objetivo de valorizar ainda mais aqueles que acreditam e investem na conferência, além de garantir isonomia de participação entre os envolvidos”.

Organizada pela Asgav, a Conbrasul Ovos 2025 vai reunir líderes de todos os elos da indústria e produção de ovos do Brasil e do exterior, além de dirigentes de associações de representantes do setor e órgãos oficiais de 1º a 3 de junho, em Gramado, na serra gaúcha. Os interessados em participar, podem se inscrever no site do evento, acesse clicando aqui. Outras informações sobre a Conbrasul Ovos 2025 estão disponíveis no site do evento, ou podem ser obtidas através do e-mail [email protected] ou do telefone (51) 9 8600.9684.

Os Benefícios

Os Membros Conbrasul Premium vão receber um cupom para retirar um kit de boas-vindas exclusivo no estande da Asgav/Ovos RS durante o evento. A categoria de participação, que inclui patrocinadores e expositores, ainda vai receber cupons de descontos para colaboradores e convidados, para utilizar em lojas, restaurantes, vinícolas e outros estabelecimentos credenciados na cidade de Gramado. Eles devem receber uma lista com a relação dos comércios parceiros.

Entre os benefícios que vão se estender após o evento, Santos menciona dois stories nas redes sociais das entidades Ovo Rio Grande do Sil, Ovos Plus Quality e Conbrasul, completando seis stories no total; meia página de anúncio comercial na Revista Asgav; exibição do logotipo do MCP por 1 ano no app Avicultura RS ON; divulgação dos eventos da empresa no calendário oficial dos sites Asgav e Ovos Rio Grande do Sil; envio de uma newsletter exclusiva sobre a empresa/produtos em 2026; 10% de desconto na aquisição de cota de patrocínio da 6ª Conbrasul 2027; apoio institucional da Asgav na divulgação de eventos da empresa realizados no Rio Grande do Sul em 2026 e envio de uma mala direta (informativo ou folder da empresa) aos produtores de ovos do Rio Grande do Sul em 2026.“Este conjunto de ações e nova regra traz isonomia de participação para fornecedores e prestadores de serviços que investem no evento, além de valorizar quem investe no fortalecimento da cadeia avícola nacional, ampliando visibilidade, relacionamento e oportunidades de negócio”, defendeu Eduardo Santos durante a reunião que teve a participação de membros de cerca de 10 empresas do setor, dirigentes das principais associações estaduais e os principais veículos de imprensa da avicultura nacional.

Fonte: Assessoria Asgav

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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