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Conbrasul 2025 homenageia lideranças da produção e industrialização de ovos

Ricardo Faria, Leandro Pinto, João Carlos Muller, Daniel Bampi e Edival Veras receberão reconhecimento pela trajetória de contribuição ao desenvolvimento do setor.

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Ricardo Faria será um dos homenageados pela sua trajetória de contribuição ao desenvolvimento do setor - Foto: Divulgação/OPR

A  5ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (Conbrasul Ovos) vai homenagear lideranças da produção e industrialização de ovos nesta edição. De acordo com o presidente executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e organizador do encontro, José Eduardo dos Santos, o Prêmio Personalidades Destaques da Conbrasul Ovos 2025 tem como objetivo reconhecer a trajetória e o legado de contribuições para o desenvolvimento do setor. “Esta premiação é um reconhecimento do amor incondicional que estas lideranças demonstram ao segmento. Como entidade, e como evento, temos assistido batalhas que não podem ser esquecidas”, enfatizou.

A homenagem será realizada no jantar de encerramento da Conbrasul Ovos 2025, a partir das 19h30, no dia 03 de junho, na Sociedade Recreio Gramadense, em Gramado (RS). Entre os homenageados estão o presidente do Conselho do Grupo Faria, Ricardo Faria; o presidente do Conselho da Mantiqueira Brasil, Leandro Pinto; o diretor-presidente da Naturovos, João Carlos Muller; o diretor presidente da Granja Avícola Bampi, Daniel Bampi e o presidente do Instituto Ovos Brasil (IOB), Edival Veras.

Organizada pela Asgav, a Conbrasul Ovos 2025 vai reunir líderes de todos os elos da indústria e produção de ovos do Brasil e do exterior, além de dirigentes de associações de representantes do setor e órgãos oficiais de 1º a 03 de junho, em Gramado, na serra gaúcha.

Evento

O encontro terá cerca de 25 palestras em três dias de evento, que vai compartilhar desafios e conquistas do mercado, além de proporcionar um ambiente ideal para networking, possibilitando que os participantes ampliem sua rede de contatos e identifiquem novas oportunidades. “A cada edição vemos mais produtores, empresários e executivos se inspirando e se capacitando para inovar e contribuir com o desenvolvimento da avicultura da indústria e produção de ovos. Acreditamos no potencial deste segmento por meio de iniciativas como essa, que oferece conhecimento e conexões estratégicas para impulsionar a produção e comercialização de ovos”.

Inscrições

Os interessados podem se inscrever clicando aqui, pelo valor de R$ 880. As inscrições para acompanhantes na programação social do evento são realizadas por R$ 700.

Nesta edição, Santos reforça uma nova regra de inscrição. Para profissionais de empresas prestadoras de serviços, produtos, equipamentos e tecnologias para a cadeia produtiva, é importante que a companhia tenha algum vínculo de patrocínio, ou exposição na central de negócios do evento, através de uma nova categoria de participação: de Membro Conbrasul Premium (MCP), que oferece uma série de benefícios até dois anos após o evento. “Para produtores, profissionais da indústria e produção de ovos, representantes de instituições estaduais e federais, as inscrições podem ser realizadas normalmente, conforme os anos anteriores”, ressalta. Outras informações sobre a Conbrasul Ovos 2025 estão disponíveis no site do evento www.conbrasul.com.br, ou podem ser obtidas através do e-mail conbrasul@ovosrs.com.br ou do telefone (51) 9 8600.9684.

Apoio
Algumas das mais importantes empresas do setor já confirmaram participação. A Moba está participando na categoria Ovo Diamante. Na categoria Ovo de Ouro está a Vaccinar e a Zucami. Na categoria Ovo de Prata, estão a Naturovos e a Mercoaves. E na categoria Ovo de Bronze estão Giordano, Artabas, Big Dutchman, FS Energia, Plasson, MSD, Alltech, Sanovo, American Nutrients, Rio Bonito, Vencomatic, PlanET Biogás, Grupo Fasa, Senar/RS, Tectron e Eurofins. Entre os expositores confirmados estão Moba, Audax, Dimel, Suiaves, Jofama Equipamentos, Agroceres Multimix, Agrosys, Dalmak, Gallus, Nutritec, Grupo Krabbe, Bionutri, Uniave, Royale Equipamentos, Sanex, Brasfeed e Instituto Ovos Brasil (IOB).

 

Fonte: Assessoria Asgav

Avicultura

Rio Grande do Sul registra foco de gripe aviária em aves silvestres

Secretaria da Agricultura informa que caso não altera status sanitário do Estado nem impacta o comércio de produtos avícolas.

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Foto: Divulgação/Seapi

O governo do Estado, por meio do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), detectou foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), conhecida como gripe aviária, em aves silvestres encontradas na Lagoa da Mangueira, no município de Santa Vitória do Palmar, na Reserva do Taim.

A Seapi esclarece que a infecção pelo vírus da gripe aviária em aves silvestres não afeta a condição sanitária do Rio Grande do Sul e do país como livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), não impactando o comércio de produtos avícolas. Também ressalta-se que não há risco na ingestão de carne e de ovos, porque a doença não é transmitida por meio do consumo.

O vírus foi identificado em aves silvestres da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba. A notificação de animais mortos ou doentes foi atendida pelo Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS), no dia 28 de fevereiro, e as amostras coletadas foram enviadas para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), unidade referência da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), que confirmou a doença.

O SVO está no local para aplicar as medidas e os procedimentos para a contingência da Influenza Aviária na região. A vigilância está sendo realizada na região por servidores da Seapi, em parceria com as equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Além disso, ações de educação sanitária e conscientização serão realizadas na região.

O diretor do DDA, Fernando Groff, informa que serão conduzidas medidas de vigilância e prevenção nas criações de subsistência locais. “O Rio Grande do Sul convive com o vírus da influenza desde 2023, e temos priorizado as atividades de prevenção e reforço das condições de biossegurança das granjas avícolas, de forma contínua, visando proteger o plantel avícola e manter a condição sanitária do nosso Estado”, ressaltou Groff.

Sobre a gripe aviária e notificação de casos suspeitos

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves, mas também pode infectar mamíferos, cães, gatos, outros animais e mais raramente humanos.

Entre as recomendações, estão que as pessoas não se aproximem ou tentem socorrer animais feridos ou doentes e não se aproximem de animais mortos. Todas as suspeitas de influenza aviária, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em animais devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura através da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou através do WhatsApp (51) 98445-2033.

Fonte: Assessoria Ascom Seapi
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Conflito no Oriente Médio pressiona exportações brasileiras de frango

Risco sobre rotas marítimas estratégicas pode elevar fretes, seguros e custos de energia, com impacto nas margens do setor.

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Foto: Shutterstock

A intensificação das tensões entre Irã, Israel e Estados Unidos reposiciona o risco geopolítico no radar do agronegócio brasileiro. Embora não haja, até o momento, interrupção formal de contratos, o setor avalia que o impacto pode se materializar por meio de custos logísticos mais elevados, volatilidade cambial e pressão sobre insumos energéticos.

O Oriente Médio é destino relevante para a pauta agropecuária do Brasil. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços indicam que milho, açúcar e carnes de aves figuram entre os principais produtos embarcados para a região. As carnes de frango e miúdos comestíveis respondem por 14,5% das exportações brasileiras destinadas a esses mercados, atrás apenas de milho e açúcar.

A dependência regional de importações de proteína animal mantém a demanda estruturalmente ativa. A preocupação, segundo representantes do setor, não está na absorção do produto, mas na previsibilidade operacional.

Logística no centro da incerteza

Foto: Claudio Neves

O foco das atenções recai sobre corredores marítimos estratégicos, como o Estreito de Ormuz e o Mar Vermelho, por onde transita parcela expressiva do comércio global de energia e mercadorias. Qualquer instabilidade nessas rotas tende a encarecer o frete marítimo, elevar prêmios de seguro e alongar prazos de entrega.

Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal afirmou que acompanha a evolução do cenário. “A ABPA e suas associadas estão mapeando e monitorando os pontos críticos à logística na área influenciada pelo conflito. Neste momento, o setor analisa rotas alternativas que foram utilizadas em outras ocasiões de crises na região”, informou a entidade.
A associação ressalta que “não há embarques significativos de carne de frango para o Irã”, o que reduz o risco de impacto direto sobre contratos bilaterais com o país. O efeito esperado, portanto, é indireto e sistêmico.

Petróleo e frete como vetores de transmissão

A região é peça central na oferta global de petróleo. Em momentos de escalada militar, o preço da commodity tende a reagir, influenciando tanto o custo do bunker, combustível utilizado por navios, quanto despesas com transporte terrestre e produção industrial.

Foto: Ari Dias

Análise publicada pela Farmnews aponta que a principal via de transmissão da crise para o agro brasileiro deve ocorrer por meio da energia e dos fertilizantes. “Crises geopolíticas na região não necessariamente derrubam a demanda por alimentos, mas aumentam a imprevisibilidade operacional”, destaca o estudo.

Para o frango brasileiro, que opera em ambiente de forte concorrência internacional e margens ajustadas, qualquer elevação de frete ou atraso logístico pode comprimir resultados. O mesmo raciocínio vale para milho e açúcar, que lideram a pauta regional.

No curto prazo, exportadores avaliam rotas alternativas e monitoram contratos de frete. No médio prazo, a trajetória do petróleo e o comportamento do transporte marítimo devem definir a extensão dos impactos sobre custos e competitividade.

Até aqui, o fluxo comercial segue sem ruptura formal. O ponto de atenção está no custo de manter esse fluxo em um ambiente de risco elevado.

Fonte: O Presente Rural
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Queda do frango vivo reduz poder de compra do avicultor paulista

Após quatro meses consecutivos de perdas, produtor consegue adquirir menos milho e farelo de soja, apesar do ritmo recorde das exportações brasileiras.

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Foto: Shutterstock

Os recuos nos preços do frango vivo ao longo de fevereiro devem consolidar o quarto mês consecutivo de perda no poder de compra do avicultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja, conforme apontam pesquisadores do Cepea.

Até o dia 25, o frango registra o menor patamar real desde maio de 2024, considerando série deflacionada pelo IGP-DI de janeiro de 2026. No mesmo período, os preços médios do milho permanecem praticamente estáveis, enquanto os do farelo de soja apresentam leve alta.

Em São Paulo, a média do frango vivo está em R$ 5,04 por quilo nesta parcial de fevereiro, recuo de 2,1% frente a janeiro. Segundo o Cepea, o ritmo recorde das exportações da proteína brasileira tem ajudado a conter uma desvalorização mais intensa no mercado interno.

Com a atual relação de troca, o produtor paulista consegue adquirir 4,47 quilos de milho com a venda de um quilo de frango, volume 1,9% inferior ao de janeiro. No caso do farelo de soja, a compra possível é de 2,73 quilos por quilo de ave comercializada, queda de 2,6% na mesma comparação.

Fonte: Assessoria Cepea
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