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Avicultura

Conbrasfran 2024 discute campanhas de promoção do consumo da carne de frango

Além de melhorar a competitividade das indústrias que produzem no Rio Grande do Sul, ações de marketing e campanhas promovidas pelas agroindústrias são essenciais para impulsionar as vendas.

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Presidente Executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos: “Estas campanhas setoriais podem atingir um público mais amplo, já que representam uma categoria inteira de produtos e são vistas com entusiasmo pelos consumidores” - Foto: Divulgação/Asgav

As principais ações e estratégias de marketing para a promoção do consumo de carne de frango realizadas pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) foram apresentadas pelo presidente executivo da entidade, José Eduardo dos Santos, durante a Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango (Conbrasfran 2024), realizada recentemente em Gramado, na serra gaúcha.

De acordo com o executivo, as ações de marketing e campanhas promovidas pelas agroindústrias são essenciais para impulsionar as vendas. Assim, ações setoriais promovidas por entidades do setor são estratégicas para complementar coletivamente este trabalho realizado individualmente por empresas avícolas. “Estas campanhas setoriais podem atingir um público mais amplo, já que representam uma categoria inteira de produtos e são vistas com entusiasmo pelos consumidores”, defendeu Santos.

Ele explica a importância de haver uniformidade nas mensagens destas ações e também salienta a importância de contar histórias que sensibilizem o consumidor. “Uma boa campanha de marketing precisa contar histórias, emocionar e conectar a marca com pessoas”, afirmou enquanto mostrava resultados de campanhas promovidas pela entidade. A terceira edição da campanha envolveu iniciativas em emissoras de rádios, redes sociais e anúncios em jornais e revistas com um alcance total estimado em 2,4 milhões de pessoas só nesta edição.

Competitividade

Em um mercado que passa por transformações cada vez mais rápidas, Santos destaca a velocidade no desenvolvimento de novos produtos de empresas de todo os portes. Para se ter uma ideia, um levantamento realizado pelo Mintel GNPD, mostrou que foram lançados 263 novos produtos apenas na categoria de carnes processadas no ano de 2023.

“Os centros de desenvolvimento de produtos e novos produtos estão cada vez mais dinâmicos e criativos. Os observadores buscam ideias, incrementam outras, reproduzem, copiam e colocam maior variedade de produtos no mercado. Neste cenário, a necessidade impulsiona a velocidade da chegada de novos produtos. O mercado está em transformação constante e trazendo muitos desafios para a sobrevivência e competitividade”, lembrou o executivo.

Diante deste quadro, Santos destaca as iniciativas da Asgav como forma de melhorar a competitividade do setor, chamar a atenção dos consumidores e compradores de todos os portes. “Nós, da Asgav, temos desenvolvido campanhas de valorização das indústrias que produzem carne de frango no Rio Grande do Sul. A estratégia é trazer um olhar mais atento e sensibilizar mais as pessoas, os consumidores e também compradores de redes varejistas”.

A estratégia

A primeira edição da campanha de promoção da carne de frango foi de 9 de fevereiro de 2022 até 19 de maio do mesmo ano. Esta edição teve anúncios em outdoors e ações de publicidade nas ruas com o objetivo de despertar o interesse do consumidor. Na segunda etapa, a campanha trouxe um apelo para as tradições gaúchas, com músicas e uma série de materiais para as redes sociais. “Sempre evidenciamos o conjunto de empresas que produzem no estado”, disse Santos.

O uso de linguagem regional da tradição gaúcha e influencers nas redes sociais para estimular o consumo da carne de frango produzida no estado também fizeram parte deste trabalho. “Começamos com divulgações coletivas das marcas que produzem aqui no Rio Grande do Sul nos materiais promocionais. Depois iniciamos ações individuais, valorizando e evidenciando cada uma das marcas, dando muita atenção ao consumidor jovem”.

Santos antecipa que a quarta edição da campanha das marcas que produzem carne de frango no Rio Grande do Sul em 2025 vai exaltar profissões e a importância da carne de frango para cada público, como o médico, o advogado, a modelo e o pedreiro, entre outras atividades. “Vamos abordar a importância nutricional da proteína de carne de frango para as pessoas em seu cotidiano profissional e social”.

Fonte: Assessoria Asgav

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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