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Conbrasfran 2024 debate mercado global e desafios da produção de proteína animal com lideranças da BRF, Seara, Aurora e ABPA

Executivos de algumas das principais produtoras de carnes de aves, suínos e derivados do país vão discutir suas perspectivas para o mercado de frango de corte.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Diretor Comercial de Mercado Externo da Aurora Coop, Dilvo Casagranda – Fotos: Divulgação/Asgav

Quais são as tendências mais importantes para o mercado de proteína animal? Como o comportamento do consumidor moderno pode impactar a produção avícola? Quais são os desafios mais importantes da produção de proteína de origem animal no mundo? E as oportunidades? Quais são as expectativas da agroindústria para 2025? Enfim, como será a produção e a comercialização de carne de frango e suínos no futuro? Essas são algumas das perguntas que serão respondidas por lideranças de algumas das principais produtoras de proteína animal do país, representadas pela BRF, Seara e Aurora Coop, durante a Conbrasfran 2024, a Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango, que vai ser realizada pela Asgav (Associação Gaúcha de Avicultura) entre os dias 25 e 27 de novembro, em Gramado, no Rio Grande do Sul.

O painel A tendência mundial no mercado de proteínas de origem animal e a alimentação da humanidade vai ser aberto às 14h45, do dia 27 de novembro, com um debate sobre O mercado mundial de alimentos e os desafios da produção de proteína animal na visão dos big players.

Diretor Executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas

As discussões serão encabeçadas pelo diretor vice-Presidente de Agro e Qualidade da BRF, Fabio Duarte Stumpf, pelo diretor Executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas e pelo diretor Comercial de Mercado Externo da Aurora Coop, Dilvo Casagranda. A moderação deste painel será do presidente da ABPA, Ricardo Santin. Os interessados podem se inscrever através do site do evento. As vagas são limitadas a 500 participantes.

O presidente Executivo da Asgav e organizador do evento, José Eduardo dos Santos, destaca a importância de reunir representantes da cadeia produtiva para discutir a atividade. “Este encontro de profissionais do setor para debater os rumos dos setores de proteína animal é essencial para o segmento alinhar demandas, discutir os desafios, vislumbrar oportunidades e se desenvolver como cadeia produtiva. Além disso, a Conbrasfran é uma oportunidade para os participantes acessarem insights estratégicos, ampliarem networking e se capacitarem para enfrentar os desafios da gestão e inovação do setor”. O evento ainda vai abordar temas como energia alternativa e desafios ambientais e sanitários, entre outros.

Diretor vice-Presidente de Agro e Qualidade da BRF, Fabio Duarte Stumpf

O desafio central proposto pela Conbrasfran 2024 é conectar lideranças com o propósito de colaboração em um cenário global em que as empresas enfrentam mudanças de maneira muito rápida e profunda nas relações com o consumidor e em suas operações, salientou Santos.

A programação completa da Conbrasfran 2024 está disponível , acesse clicando aqui. “Os interessados em participar devem se inscrever com antecedência porque estamos com poucas vagas disponíveis”.

Fonte: Assessoria Asgav

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Mercado do frango congelado apresenta pequenas variações em fevereiro

Levantamento do Cepea mostra estabilidade em alguns dias e recuos pontuais no período.

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O preço do frango congelado no Estado de São Paulo foi cotado a R$ 7,29 o quilo na última sexta-feira (20), segundo dados do Cepea. No dia, houve recuo de 0,14%, enquanto a variação acumulada no mês está em 4,29%.

Na quinta-feira (19), o produto foi negociado a R$ 7,30/kg, também com queda diária de 0,14% e avanço mensal de 4,43%.

Na quarta-feira (18), a cotação ficou em R$ 7,31/kg, sem variação no dia e com alta de 4,58% no acumulado do mês.

Já no dia 13 de fevereiro, o preço foi de R$ 7,31/kg, com elevação diária de 0,69% e variação mensal de 4,58%. No dia 12, o valor registrado foi de R$ 7,26/kg, estável no dia e com avanço de 3,86% no mês.

Os dados são divulgados pelo Cepea, referência no acompanhamento de preços agropecuários.

Fonte: O Presente Rural
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Preços do frango podem reagir após período de demanda enfraquecida no início do ano

Custos equilibrados de milho e competitividade frente à carne bovina reforçam cenário mais positivo.

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Com o fim do período tradicionalmente mais fraco para o consumo, o mercado de frango pode entrar em uma fase de estabilização e recuperação de preços nas próximas semanas. A expectativa é de que a queda observada nos valores da ave seja interrompida após o feriado de Carnaval, acompanhando a melhora da demanda doméstica.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, o ambiente segue favorável para o setor, sustentado por exportações aquecidas, elevada competitividade da carne de frango em relação à bovina e custos equilibrados de ração.

No campo da oferta, o ritmo de crescimento pode perder força a partir deste período, dependendo do volume de alojamentos realizados em janeiro. Caso tenham sido menores do que a forte colocação registrada em dezembro, a disponibilidade de aves tende a se ajustar gradualmente. As aves alojadas no fim de dezembro influenciam diretamente a oferta até meados de fevereiro.

As exportações continuam com perspectiva positiva e devem seguir contribuindo para o equilíbrio entre oferta e demanda, reforçando o suporte aos preços no mercado interno.

Em relação aos custos, o cenário também é considerado favorável. A primeira safra de milho apresentou resultado acima das expectativas e, até o momento, a safrinha mantém boas perspectivas. No entanto, o plantio da segunda safra ainda está em fase inicial no Cerrado, e não há definição sobre o percentual que poderá ficar fora da janela ideal, que se encerra no fim do mês.

Mesmo com expectativa de boa oferta de milho e demanda doméstica firme, a tendência é de um mercado equilibrado para o cereal, sem espaço para oscilações expressivas. Ainda assim, as condições climáticas nos meses de março e abril continuarão sendo determinantes para o comportamento dos preços.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Ovos retomam alta e frango mantém preços estáveis no pós-Carnaval

Equilíbrio entre oferta e demanda sustenta cotações dos ovos, enquanto setor avícola monitora consumo para possível reação em março.

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O mercado de ovos voltou a registrar alta após cinco meses consecutivos de queda nos preços. Levantamentos do Cepea indicam que, em algumas regiões acompanhadas, a média parcial até 18 de fevereiro apresenta avanço superior a 40% em relação a janeiro.

Segundo o Centro de Estudos, o equilíbrio entre oferta e demanda tem sustentado a recuperação das cotações, mesmo na segunda quinzena do mês, período em que as vendas costumam perder ritmo. Apesar da recente reação, os preços ainda seguem abaixo dos verificados no mesmo período do ano passado, acumulando retração real superior a 30% nas regiões monitoradas.

A expectativa do setor agora está voltada para a Quaresma, iniciada no último dia 18. Pesquisadores do Cepea destacam que, durante os 40 dias do período religioso, o consumo de ovos tende a aumentar gradualmente, já que a proteína ganha espaço como alternativa às carnes. A perspectiva é de que a demanda mais aquecida continue dando sustentação aos preços.

No mercado de frango, a semana de recesso de Carnaval registra estabilidade nas cotações, reflexo da demanda firme. Ainda assim, na média mensal, o valor da proteína congelada negociada no atacado da Grande São Paulo está em R$ 7,00/kg até o dia 18 de fevereiro — o menor patamar real desde agosto de 2023, quando foi de R$ 6,91/kg, considerando valores deflacionados pelo IPCA de dezembro.

Os preços mais baixos refletem as quedas intensas observadas nas primeiras semanas do ano, movimento que já se estende por pouco mais de três meses. O cenário mantém os agentes cautelosos.

De acordo com participantes consultados pelo Cepea, uma possível recuperação dos preços do frango pode ocorrer apenas a partir do início de março, diante da expectativa de maior consumo no começo do mês. Para esta segunda metade de fevereiro, a liquidez deve permanecer no ritmo atual, limitando avanços mais expressivos nas cotações.

Fonte: Assessoria Cepea
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