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Complexo nutricional de base orgânica é o mais novo aliado dos agricultores

No Brasil foi desenvolvido o BIO-SYNC™, um complexo nutricional de base orgânica capaz de equilibrar todos os fatores envolvidos no sistema de produção

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Fotos: Divulgação

Muito tem se falado da escassez de insumos e da crise hídrica que assola o Sul do País e alguns estados do Centro-Oeste. E não poderia ser diferente, pois a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) já estima perdas na ordem dos R$ 100 bilhões na safra de verão. Porém, outros fatores também impactam a lavoura negativamente, como a baixa presença de micro-organismos benéficos no solo.

Este problema, em particular, pode ser corrigido com a aplicação de inoculantes, também chamados de produtos biológicos, mas, sozinhos, eles não garantem a máxima produtividade da lavoura, mesmo nas propriedades adeptas de integração lavoura-pecuária ou que já iniciaram a adoção de boas práticas de produção. Em casos de desiquilíbrio no sistema produtivo existente entre planta e fatores físicos, químicos e biológicos do solo, perdas são factíveis.

O sistema de produção pode ser impactado por meio de germinações desuniformes e plantas com raízes superficiais ou até mesmo morte da semente antes da germinação. Essas situações são comuns em regiões de altas temperaturas, a exemplo dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Goiás, que também enfrentam solos ácidos, ou até mesmo na terra argilosa do Norte do Paraná, que, se não manejada corretamente, por meio de práticas conservacionistas, como rotação de cultura e plantio sobre a palhada, pode ter as sementes impedidas de germinarem e o sistema radicular limitado, por conta da compactação.

Visando a problemáticas como essas, foi desenvolvido no Brasil o BIO-SYNC™, um complexo nutricional de base orgânica capaz de equilibrar todos os fatores envolvidos no sistema de produção. O produto sincroniza os estímulos fisiológicos da planta com as frações biológicas, físicas e químicas do solo.

“Esta é uma inovação sem igual no mercado, isso porque o produto consegue promover o aumento da troca de cargas, favorecendo a adsorção de elementos importantes para a fertilidade do solo e a nutrição das plantas, como macro e micronutrientes. Inclusive, aumenta a capacidade de aeração e retenção d’água”, explica o engenheiro agrônomo Eli de Oliveira, gerente de Projetos Especiais da Oro Agri Brasil, empresa responsável pelo lançamento do produto.

Como resultado, a cultura apresenta arranque inicial uniforme e um crescimento vegetativo robusto. “A planta precisa ter comunicação com os micro-organismos do solo. Ela faz isso por meios de compostos orgânicos liberados na região próxima das radicelas, chamada rizosfera. Se ela não está bem estabelecida e vigorosa, não possui sistema radicular profundo, tem pouco acesso à água, fica vulnerável a doenças”, complementa.

Eli de Oliveira, gerente de Projetos Especiais da Oro Agri Brasil,

O benefício à lavoura é a presença de plantas padronizadas e com raízes profundas e mais noduladas, além de uma arquitetura de folha bem estabelecida, que, na soja, por exemplo, é percebida entre 25 e 30 dias. “Importante esclarecer que não se trata de um enraizador. BIO-SYNC™ atua na rizosfera sincronizando a vida no solo”, esclarece o gerente de Projetos Especiais da Oro Agri Brasil.

Com isso, a planta se desenvolve mais rápido, produz mais exsudatos, atrai mais fungos e bactérias que solubilizarão fósforo do solo e otimizarão a simbiose de nitrogênio atmosférico, além de ter maior acesso a água e minerais. Uma planta saudável, em um ambiente aerado e equilibrado, fica menos suscetível a doenças, reduzindo a necessidade de produtos químicos. “Não espere milagre, BIO-SYNC™ deve ser utilizado junto às demais práticas de manejo do produtor. Ele não às substitui, mas, sim, se soma às técnicas conservacionistas, que permitem produzir mais por hectare, preservando os recursos renováveis”, conclui Eli Oliveira, lembrando que a recomendação do produto é via sulco de plantio.

 

Fonte: Assessoria
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Cobb-Vantress defende revisão nutricional para acompanhar melhoramento genético

O médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, fala da importância de uma revisão na formulação das dietas para acompanhar o potencial genético das aves, com características para melhor ganho de peso diário, conversão alimentar e rendimento de carcaça, entre outros indicadores

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Vitor Hugo Brandalize / Divulgação

A nutrição das aves sempre despontou entre os desafios mais importantes da cadeia produtiva em função do impacto que tem nos custos de produção, chegando até cerca de 80%. O atual cenário de preços muito elevados dos grãos, principais insumos, combinado com os avanços do melhoramento genético tem levado as principais empresas avícolas a rever estratégias nutricionais, explicou o médico veterinário e especialista Mundial em Nutrição da Cobb-Vantress, Vitor Hugo Brandalize, durante sua apresentação no XV Simpósio Goiano de Avicultura.

De acordo com ele, o melhoramento genético evoluiu rapidamente na direção de melhores resultados em indicadores como ganho de peso diário, conversão alimentar, rendimento de carcaça e empenamento precoce, entre outros benefícios. Este quadro exige das empresas atenção às formulações das dietas para acompanhar estes avanços e extrair o máximo do potencial genético do plantel. “É uma revisão necessária, como em relação aos níveis de aminoácidos, cálcio e fósforo, por exemplo. Outro ponto a ser avaliado é para uma redução da energia metabolizável, que indiretamente reduz o custo da ração”, salientou.

Brandalize ressalta ainda a importância de avaliar a alta inclusão de produtos de origem animal e o nível de potássio da dieta. “Tenho observado menor mortalidade em aves cujas dietas incluem produtos de origem vegetal na comparação com aquelas aves que consomem nutrição com alta inclusão de produtos de origem animal. São questões já estudadas, mas que devemos investigar para acompanhar as necessidades desta nova ave que está no mercado”.

Fonte: Assessoria
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Agroceres PIC inaugura nova Unidade de Disseminação de Genes no Paraná

Em operação, a nova UDG terá capacidade para alojar 800 reprodutores e potencial para processar 1,2 milhão de doses de sêmen por ano.

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Fotos: Sandro Mesquista e Selmar Marquesin/OP Rural 

Esta sexta-feira (1º) marca o início de um novo ciclo na história da empresa de genética Agroceres PIC, que nesta manhã inaugurou uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG), na cidade de Paranavaí, na região Noroeste do Paraná. Através deste empreendimento e de mais duas novas UDGs, que serão implantadas no Centro-Oeste e outra na região Sul, a companhia projeta em até três anos fornecer sêmen para mais de 70% de seus clientes.

Diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa: “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial”

Durante o ato solene de inauguração da UDG, o diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa, destacou o crescimento do mercado suinícola no Estado paranaense, a importância do setor para a economia nacional e os novos rumos que a empresa busca através da expansão de seu negócio de genética líquida no país “Esse novo ciclo de investimentos nos permitirá aumentar a eficiência da disseminação de genes superiores e acelerar o progresso genético nas unidades de produção comercial, agregando valor e competitividade ao negócio de nossos clientes”, enalteceu.

O moderno Centro Tecnológico de Excelência Com a UDG Paranavaí em operação, a produção total da Agroceres PIC salta para 4,5 milhões de doses inseminantes por ano.

A nova unidade vai atender a demanda da rede de multiplicadores de material genético Agroceres PIC, de parceiros Multiplicadores de Rebanho Fechado (MRF) e clientes instalados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

As primeiras doses de genética líquida da nova unidade paranaense devem chegar ao mercado em setembro.

A equipe do Jornal O Presente Rural está fazendo a cobertura jornalística da inauguração da nova UDG, a reportagem completa você confere na próxima edição de Suínos e Peixes e também nas nossas plataformas digitais.

Fonte: O Presente Rural
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Francisco Dolejal é o novo Gerente de Vendas Sênior da NOVUS para o estado do Paraná

Anúncio reforça o compromisso da companhia por um atendimento estratégico e afinado às particularidades dos seus clientes paranaenses

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Francisco Dolejal / Divilgação

A NOVUS apresentou mais um profissional estratégico visando estreitar ainda mais sua proximidade com os produtores de proteína animal de todo estado às especialidades exclusivas contidas no seu portfólio, programas e conhecimento técnico global que fazem da multinacional referência no mercado de nutrição animal.

Graduado em Zootecnia em 2009 pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste, Campus Marechal Cândido Rondon/PR), Francisco Dolejal agora responde por todo o atendimento técnico-comercial do Estado.

Há 12 anos no mercado, o profissional construiu toda sua rede de relacionamento na região de suma importância para as operações da NOVUS. “Paraná é uma referência multiproteína, um grande polo agroindustrial dentro do nosso segmento e em constante evolução. Portanto, atento a todos estes movimentos deste estado referência produtiva, anunciamos mais este reforço ao time. Gente certa no lugar certo”, inicia o Gerente Sênior Regional de Negócios da NOVUS, Alessandro Lima.

“Estou feliz e motivado com esta nova casa. Logo nos meus primeiros dias de integração me surpreendi com a organização, conhecimento técnico, equipe altamente qualificada, soluções e programas diferenciados. Um mundo de oportunidades para uma série de desafios produtivos que quero, apoiado a toda essa minha bagagem, contribuir ainda mais para o desenvolvimento dos nossos clientes e prospectar novos negócios”, insere o Gerente de Vendas Sênior para o Paraná, Francisco Dolejal.

O profissional, que também possui especialização em Nutrição pelo Instituto Rehagro (Belo Horizonte/MG), “agregará muito ao nosso time”, inclui Alessandro em menção a importância do estado do Paraná que em 2021 produziu 6,213 milhões de toneladas entre carne bovina, suína e frango, além de ser protagonista nacional no setor avícola, segundo colocado no ranking de produção suinícola, ovos e leite de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Brasília/DF).

Fonte: Assessoria
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