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Compartimentação é conquista histórica para a avicultura, destaca presidente da UBABEF

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O presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (UBABEF), Francisco Turra, destacou hoje (5) que a introdução do modelo de produção compartimentada na avicultura brasileira é uma conquista histórica para o setor. O relatório final de implantação do Programa de Compartimentação da Avicultura Brasileira foi entregue hoje ao diretor-geral da Organização Mundial de Saúde Animal, Bernard Vallat, em Foz do Iguaçu (PR).
Na ocasião, Vallat destacou o pioneirismo e a importância da ação brasileira e elogiou a celeridade das empresas participantes do projeto.  Destacou, ainda, a necessidade de agilizar a adesão de mais empresas ao modelo compartimentado.
“O modelo de compartimentação está pronto. Agora a avicultura brasileira parte para uma nova etapa, envolvendo todo o setor para que a produção compartimentada consolide-se como um de nossos mais importantes diferenciais competitivos no mercado internacional”, ressalta o presidente da UBABEF, Francisco Turra.
O Programa de Compartimentação da Produção Avícola Brasileira é uma das mais importantes ações focadas no fortalecimento sanitário da avicultura mundial dos últimos anos.
A ação foi idealizada pela OIE, tendo no setor avícola brasileiro seu projeto piloto, sob coordenação do Ministério da Agricultura do Brasil e da UBABEF. O programa consiste na estruturação da produção em compartimentos, que mapeiam e isolam plantas e estruturas produtoras de granjas.
Com a divisão da produção em compartimentos da produção, a reação a eventos epidemiológicos será mais rápida e de mais fácil controle, reduzindo os impactos econômicos gerados e dando maior segurança sanitária à cadeia produtiva.  Garante-se, assim, o status sanitário da produção avícola nacional, evitando interrupções no comércio internacional do setor avícola brasileiro.  
Os estudos para a instalação do programa começaram em 2008.  Cinco unidades produtoras – uma da BRF (em MT), uma da Seara-JBS (em SC) e três da Cobb-Vantress (em MS, SP e MG) – participaram da iniciativa, e hoje estão compartimentadas.   Todas as adequações propostas pelo programa foram auditadas por missões da própria OIE.
Além de Turra e Vallat, participaram do encontro o diretor de Produção da UBABEF, Ariel Antônio Mendes, e o presidente da Comissão Regional da OIE nas Américas e diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques, que fez a entrega do relatório.  O documento passará, ainda, por uma validação final da OIE, o que deverá ocorrer nas próximas semanas.

Fonte: Ass. Imprensa da Ubabef

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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