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Como verificar se as entradas de ar estão abertas corretamente para ventilação mínima
Os ajustes finais de ventilação devem ser determinados pelo comportamento das aves

Artigo escrito pela equipe técnica da Aviagen
Por que verificar se as entradas de ar estão abertas corretamente para ventilação mínima?
- O manejo correto das entradas de ar é um aspecto crucial da ventilação mínima.
- Durante a ventilação mínima, as entradas de ar devem ter a abertura correta, para garantir o fluxo de ar correto no galpão para ventilar as aves de forma eficaz
- Aberturas de ar uniforme e corretamente abertas criam:
- Direção correta do fluxo de ar para o conforto das aves e ventilação eficaz.
- Distribuição uniforme do fluxo de ar em todo o galpão.
Procedimento para verificar se as entradas de ar estão abertas corretamente para ventilação mínima
Antes de determinar se as aberturas de entrada de ar estão corretas ou não, é importante saber se a pressão dentro do galpão está correta e se o galpão está adequadamente vedado (ver Como… Medir a Vedação do Galpão).
Para garantir que o ar seja aquecido adequadamente, o melhor momento para testar se as entradas de ar estão abertas corretamente é quando há maior diferença entre a temperatura externa e a interna (p. ex., durante a criação, quando a temperatura interna do ar do galpão está mais quente).
A determinação da abertura correta das entradas de ar para ventilação mínima deve ser realizada uma vez a cada lote ou se houver preocupações quanto à ventilação do galpão (p. ex., se a qualidade da cama piorar, houver condensação ou o comportamento das aves mudar).
Etapa 1:
Calcular a pressão aproximada necessária do galpão para atingir a velocidade correta do ar. Exemplo de cálculo:
Orientação: Para cada 3-4 Pa de redução da pressão, o ar recebido será aproximadamente 1 m.
Portanto, em um galpão de 12 m de largura, a pressão operacional para puxar o ar para o centro do galpão de ambos os lados deve ser de aproximadamente: 3 – 4 Pa x 6 m = 18 – 24 Pa.
Etapa 2:
Ligar 1 ou 2 exaustores de ventilação mínima (91 cm) ou o número desejado de exaustores usados para as configurações de ventilação mínima do galpão.
Etapa 3:
Abrir as entradas de ar até que a pressão calculada seja alcançada (etapa 1 acima). Lembrar que é improvável que todas as entradas precisem ser abertas. As entradas abertas devem estar distribuídas uniformemente pelo galpão e todas as entradas que estiverem sendo utilizadas devem ter o mesmo nível de abertura. Se instaladas, as venezianas de direcionamento do ar devem ser ajustadas para garantir que o ar seja direcionado para cumeeira.
Etapa 4:
Realize um teste de fumaça para determinar se o fluxo de ar está correto. Desde que todas as entradas de ar tenham a mesma abertura, o teste de fumaça pode ser realizado em qualquer entrada. Mantenha a bomba de fumaça a aproximadamente 5-10 cm abaixo ou distante da entrada de ar ou da abertura da cortina para permitir que haja volume suficiente de fumaça para que a direção do fluxo possa ser vista claramente.
Interpretação dos resultados
- A fumaça sobe até a cumeeira antes de voltar para o chão
Nenhuma ação é necessária: As entradas de ar abrem corretamente, o ar frio não é dirigido sobre as aves.
- A fumaça passa ao longo da linha do telhada para baixo do lado oposto do galpão
Ação necessária: A pressão do ar e a velocidade do ar no galpão estão demasiadamente altas. Abra mais entradas de ar ou reduza a velocidade dos exaustores. Uma vez realizados os ajustes, refazer o teste de fumaça e continuar a ajustar (entradas ou exaustores) até que a situação 1 seja obtida. A combinação correta da abertura das entradas de ar com a capacidade do ventilador é essencial para uma boa ventilação.
- A fumaça cai diretamente sobre o piso
Ação necessária: A pressão do ar e a velocidade do ar no galpão estão demasiadamente baixas, indicando que as entradas de ar estão excessivamente abertas ou que a velocidade dos exaustores está muito baixa. A ventilação será inadequada e aumenta o risco de cama úmida. Diminuir a abertura das entradas de ar ou aumentar a velocidade dos exaustores e verificar se as venezianas (quando instaladas) estão na direção correta. Depois de feitos os ajustes, refaça um teste de fumaça e continue a ajustar (entradas de ar ou exaustores) até atingir a condição 1.
Observação
Os ajustes finais de ventilação devem ser determinados pelo comportamento das aves. Se o comportamento das aves indicar que a ventilação não está correta (p. ex., se as aves estão se amontoando ou reunidas em uma área específica), talvez seja necessário alterar os ajustes da ventilação. Depois de feitas as alterações nos ajustes de ventilação, sair do galpão por 15 a 20 minutos e reavaliar o comportamento das aves, fazendo alterações adicionais, se necessário.
Outras notícias você encontra na edição de Avicultura de janeiro/fevereiro de 2021 ou online.

Avicultura
Asgav/Sipargs elege Conselho Diretivo para triênio 2026/2029
Nestor Freiberger foi reconduzido à presidência e José Eduardo dos Santos foi reeleito presidente executivo da Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul.

A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs) realizou, nesta terça-feira (24), em sua sede em Porto Alegre (RS), a assembleia de eleição do Conselho Diretivo para o triênio 2026/2029, com a participação de associados. Na ocasião, a única chapa inscrita até o prazo estabelecido foi aprovada por aclamação, reconduzindo à presidência do Conselho Diretivo, Nestor Freiberger, diretor-presidente da Agrosul Foods, que segue à frente do conselho diretivo da entidade por mais um mandato.
A assembleia também confirmou, por unanimidade, a reeleição de José Eduardo dos Santos como presidente executivo da entidade. O cargo integra o novo modelo de governança implementado em agosto de 2020, quando Asgav e Sipargs passaram a atuar de forma integrada como Organização Avícola do Rio Grande do Sul e adotado novo sistema de gestão.
Com a nova eleição, o sistema de gestão adotado pelas entidades ingressa em sua terceira etapa, consolidando um formato dinâmico, proativo e de ampla atuação institucional. A estrutura tem como objetivo fortalecer a representatividade institucional, ampliar a competitividade do setor e garantir maior alinhamento estratégico entre as lideranças da avicultura gaúcha.
Durante sua manifestação, Santos destacou os avanços alcançados ao longo dos últimos anos e reforçou o compromisso com a continuidade do trabalho. “Seguimos com o propósito de fortalecer ainda mais o setor e as entidades avícolas, intensificando a atuação institucional e defendendo os interesses da avicultura gaúcha em todas as esferas”, afirmou.
Freiberger também ressaltou a importância da assertividade e continuidade do modelo de gestão e do alinhamento entre as lideranças. Segundo ele, a reeleição reflete a confiança no trabalho desenvolvido até aqui e reforça o compromisso com o crescimento sustentável do setor e que também abre espaço para futuras lideranças na próxima gestão.
A nominata completa dos eleitos para o Conselho Diretivo e Conselho Fiscal da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs) para o triênio 2026/2029 estará disponível no site, acesse clicando aqui, e no aplicativo Avicultura RS On a partir de 06 de abril.

Avicultura
Diagnóstico rápido é chave para combater doenças respiratórias na avicultura
Professora Renata Assis Casagrande apresenta métodos inovadores de identificação de enfermidades no 26º SBSA, em Chapecó (SC), destacando a tríade clínico-laboratorial-epidemiológica.

As doenças respiratórias representam um dos principais desafios sanitários da avicultura moderna, exigindo diagnóstico rápido e estratégias eficientes de controle. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o assunto estará em pauta durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) com a palestra Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias, ministrada pela professora Renata Assis Casagrande, no dia 9 de abril, às 8h, durante o Bloco Sanidade, em Chapecó (SC).
A professora Renata atua na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), no Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), em Lages (SC), na área de Patologia Veterinária. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal (PPGCA) desde 2015, atuando como orientadora de mestrado e doutorado, além de ser bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq nível 1D.

Palestra sobre “Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias” será ministrada pela professora Renata Assis Casagrande
Renata foi a primeira mulher a coordenar o PPGCA-CAV/UDESC, entre 2022 e 2024, e também atuou como subcoordenadora do programa em duas gestões. Atualmente é subcoordenadora do curso e do departamento de Medicina Veterinária do CAV/UDESC e coordena o Laboratório de Patologia Animal (LAPA) desde 2021. Desde 2015 ocupa uma cadeira no Comitê Estadual de Sanidade Avícola de Santa Catarina, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias voltadas à sanidade do setor no Estado. Possui graduação em Medicina Veterinária pela UDESC, mestrado em Patologia Experimental e Comparada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP) e doutorado em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A Laringotraqueíte infecciosa é uma das enfermidades respiratórias que impactam a produção avícola e exige diagnóstico preciso para a adoção de estratégias eficientes de controle. Durante a apresentação, serão abordados diferentes métodos utilizados na identificação de doenças respiratórias em aves, destacando a importância da integração entre avaliação clínica, análises laboratoriais e interpretação epidemiológica para garantir maior segurança sanitária nas granjas.
Para a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, a sanidade animal é um dos pilares da produção avícola e demanda atualização constante dos profissionais do setor. “O SBSA tem o compromisso de reunir especialistas que tragam conhecimento científico aplicado à realidade da produção. Debates sobre diagnóstico e controle de doenças são fundamentais para manter a competitividade da avicultura e fortalecer as estratégias de biosseguridade”, destaca.
A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que o bloco de sanidade reúne temas estratégicos para a cadeia produtiva. “A identificação correta das enfermidades é essencial para a tomada de decisões rápidas e eficazes nas granjas. Trazer especialistas com experiência em pesquisa e diagnóstico contribui para ampliar o conhecimento técnico e apoiar os profissionais que atuam diretamente no campo”, afirma.
O 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e é considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana. Paralelamente ao Simpósio ocorre a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira que reúne empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola.
Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750,00 para profissionais e R$ 450,00 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100,00. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.
Programação geral
26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 07/04 – Terça-feira
13h30 – Abertura da Programação
13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.
Palestrantes:
Delair Bolis
Joanita Maestri Karoleski
Vilto Meurer
Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda
15h40 – Intervalo
16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)
17h- Solenidade de Abertura Oficial
17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC
19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 08/04 – Quarta-feira
Bloco Abatedouro
8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.
Palestrante: Darwen de Araujo Rosa
(15 minutos de debate)
9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.
Palestrante: Dianna V. Bourassa
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
Bloco Nutrição
10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.
Palestrante: Wilmer Pacheco
(15 minutos de debate)
11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.
Palestrantes: Roselina Angel
(15 minutos de debate)
12h30 – Intervalo almoço
Eventos Paralelos
Painel Manejo
14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno
Palestrantes:
Lucas Schneider
Rodrigo Tedesco Guimarães
16h – Intervalo
Bloco Conexões que Sustentam o Futuro
16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.
Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo
(15 minutos de debate)
17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme
(15 minutos de debate)
18h30 – Eventos Paralelos
19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 09/04 – Quinta-feira
Bloco Sanidade
8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande
(15 minutos de debate)
9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.
Palestrante: Dr. Ricardo Rauber
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.
Palestrante: Gonzalo Tomás
(15 minutos de debate)
11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.
Palestrante: Taís Barnasque
(15 minutos de debate)
Sorteios de brindes.
Avicultura
Indústria avícola amplia uso de matérias-primas alternativas para reduzir custo de ração
Com alimentação representando cerca de 70% do custo do frango vivo, empresas avaliam dietas multi-ingredientes para mitigar a volatilidade de milho e soja. Tema será debatido em maio durante Reunião Anual do CBNA.

O atual cenário de instabilidade geopolítica e a volatilidade nos preços de grãos e insumos tem levado empresas da cadeia avícola a buscar novas estratégias para reduzir custos de produção. Uma das alternativas em discussão na indústria é a diversificação de matérias-primas na formulação das rações, tradicionalmente baseadas em milho e farelo de soja.
O zootecnista Especialista em Nutrição de Aves da Seara, Bruno Reis de Carvalho, lembra que cerca de 70% do custo de produção do frango vivo está associado à alimentação das aves. “A base da ração ainda é milho e soja, e o preço desses ingredientes acaba determinando grande parte do custo do frango. O papel do nutricionista é justamente encontrar ajustes na formulação que permitam manter o desempenho das aves e, ao mesmo tempo, melhorar a eficiência econômica”, afirma.
O tema será debatido pelo especialista durante a 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, encontro técnico que reúne especialistas da academia, da agroindústria e da indústria de nutrição animal para discutir avanços e desafios do setor, entre os dias 12 e 14 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).
O uso de dietas multi-ingredientes

O zootecnista Especialista em Nutrição de Aves da Seara, Bruno Reis de Carvalho. “A base da ração ainda é milho e soja, e o papel do nutricionista é justamente encontrar ajustes na formulação que permitam manter o desempenho das aves e, ao mesmo tempo, melhorar a eficiência econômica”.
Quando falamos de dietas multi-ingredientes é importante investir pensando na aplicabilidade prática. Ferramentas nutricionais, como aditivos que melhoram o aproveitamento dos nutrientes, também podem contribuir para aumentar a eficiência da dieta, defende Carvalho. “Quando falamos em ROI (o retorno sobre o investimento), estamos falando de dinheiro aplicado na estratégia nutricional”, reforça.
Assim, a adoção de dietas mais diversificadas, com inclusão de matérias-primas alternativas quando o cenário de preços se torna desfavorável para os insumos tradicionais, deve levar em consideração o investimento em dinheiro. “Em determinados momentos é possível utilizar ingredientes com melhor custo, como sorgo, trigo ou outros cereais, sem perder desempenho. A ideia é sair de uma dieta baseada apenas em milho e soja e trabalhar com formulações mais diversificadas, sempre avaliando o custo e o resultado produtivo”, explica.
Desafios técnicos e logísticos
Apesar das oportunidades, a adoção de novas matérias-primas envolve desafios técnicos e logísticos. A disponibilidade de volume, a adaptação das fábricas de ração e a confiabilidade dos dados nutricionais dos ingredientes são fatores que influenciam as decisões da indústria. “Para utilizar novos ingredientes é preciso ter escala e garantir fornecimento. Além disso, as fábricas precisam estar preparadas para trabalhar com mais matérias-primas, o que pode exigir estrutura adicional de armazenagem e manejo”, diz.
Na avaliação do especialista, decisões nutricionais têm impacto direto na rentabilidade da cadeia produtiva, já que a formulação da ração influencia tanto o custo quanto o desempenho zootécnico das aves. “Quando desenhamos uma dieta, buscamos manter o desempenho com o menor custo possível. Em alguns casos, pode valer a pena investir em nutrientes para acelerar o crescimento das aves e reduzir o tempo até o abate. Em outros cenários, o foco pode ser reduzir o custo da dieta mantendo o mesmo resultado produtivo”, afirma.
O desafio de equilibrar diferentes objetivos
Para Carvalho, o desafio da produção animal moderna está justamente em equilibrar diferentes objetivos ao mesmo tempo. “O grande desafio é entregar carcaça de qualidade com baixo custo e alta eficiência zootécnica. Muitas vezes melhorar um desses fatores impacta outro, e encontrar esse equilíbrio é o que define a competitividade da produção”, diz o executivo que, durante a Reunião Anual do CBNA, pretende discutir estratégias práticas para aumentar o retorno econômico da nutrição animal, incluindo o uso de dietas multi-ingredientes e ferramentas que permitam melhorar a eficiência de utilização dos nutrientes.
Debate na Reunião Anual do CBNA
Confirmado no Painel Retorno do investimento na nutrição, ele vai ministrar a palestra Custo de produção de aves com foco na diversidade de matérias-primas, no dia 13 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Este painel terá ainda a participação de especialistas da agroindústria e da academia, como o médico veterinário e Nutricionista Animal da MBRF, Keysuke Muramatsu, o professor da FMVZ/USP, Cesar Augusto Garbossa e o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Marcelo Miele.
A 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos vai reunir especialistas da cadeia produtiva para discutir o futuro da nutrição animal. Além da Reunião Anual, o CBNA vai promover outros dois eventos técnicos no mesmo local. Um deles é o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e outro é o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio.
Toda essa programação será paralela à Fenagra, feira internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.



