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Como ter uma visão panorâmica sobre a saúde respiratória na granja?
Ceva Lung Health tem como propósito contribuir para manutenção da saúde pulmonar dos suínos no campo.

As doenças respiratórias representam um desafio significativo para a suinocultura. Afinal, essas enfermidades são extremamente comuns nas granjas tecnificadas, e tem impacto financeiro muito relevante em todos os elos da cadeia de produção. Os prejuízos englobam desde despesas com tratamento, incluindo mão de obra e medicações, piora nos índices de conversão alimentar e ganho de peso dos animais, além da proteína com qualidade inferior e o descarte de carcaças como consequência de lesões pulmonares encontradas ao abate.
No Brasil, a prevalência de lesões pulmonares ao abate é elevada, podendo resultar em uma perda financeira estimada em US$6.55 por animal abatido, de acordo com estudo conduzido por Ferraz et al. (2020).
Dessa forma, a adoção de medidas de prevenção e controle são essenciais para minimizar os impactos dessas patologias. “Uma abordagem integrada e abrangente para monitorar a saúde pulmonar dos suínos em granjas, conhecida como visão 360º, traz benefícios significativos para toda a cadeia produtiva, incluindo produtores, frigoríficos e consumidores de proteína suína”, afirma Marcio Dahmer, médico-veterinário gerente de Marketing da linha de Suínos da Ceva Saúde Animal.
Para os produtores, o processo permite identificar precocemente doenças respiratórias, como Pneumonia Enzoótica, Circovirose e Pleuropneumonia Suína que tem alta prevalência nas granjas do Brasil. Isso possibilita intervenções rápidas e eficazes, reduzindo custos com tratamentos e otimizando o uso de recursos.
Os frigoríficos também se beneficiam diretamente, já que suínos saudáveis resultam em carne de maior qualidade, com menos perdas durante o abate e processamento. Isso aumenta a eficiência operacional e reduz o descarte de carcaças devido a problemas sanitários. Já para os consumidores, a visão integrada nas granjas garante maior segurança alimentar, oferecendo um produto de alta qualidade. Além disso, práticas mais eficientes na produção atendem às crescentes demandas da sociedade por sustentabilidade.
Combinando tecnologia, monitoramento constante e análise de dados, essa abordagem transforma a produção suína em um processo mais eficiente, seguro e alinhado às expectativas globais.
Sempre alinhada com as necessidades, a Ceva Saúde Animal, especialista em saúde pulmonar na suinocultura, desenvolveu um programa abrangente que proporciona aos produtores uma visão panorâmica da granja, o Ceva Lung Health.
A iniciativa oferece um verdadeiro leque de soluções para qualquer que seja o desafio enfrentado na granja. Alicerçado no bem-estar animal, o programa abrange quatro aspectos: desempenho e impacto financeiro, serviços, diagnóstico, prevenção e tratamento.
O objetivo é oferecer aos produtores uma visão 360º da granja sobre a presença e impacto dos principais agentes respiratórios. A avaliação é baseada em dados e análises, sustentada por metodologia diagnóstica e acompanhada de serviços personalizados de acordo com as necessidades individuais do plantel.
O Ceva Lung Health aborda os principais pilares atuais da suinocultura, ou seja, bem-estar animal, uso racional de antibióticos, conveniência (mão de obra) e tecnologia.
Entre as soluções oferecidas pelo programa está o já consagrado Ceva Lung Program (CLP), que avalia a saúde pulmonar dos animais ao abate e classifica de maneira precisa e em poucos minutos a presença, incidência, padrões de circulação e o impacto das doenças respiratórias na granja. “Muitas informações encontradas por meio da observação dos pulmões dos suínos abatidos, incluindo a diferenciação de lesões e suas localidades, são essenciais para melhorar o status das doenças respiratórias dos suínos no Brasil”, comenta o Marcio.

Com foco na imunização dos suínos contra os agentes mais prevalentes no campo, a Ceva oferece aos produtores uma série de inovações, como a DUO® uma combinação contra a Pneumonia Enzoótica (Hyogen®) e a Circovirose Suína (Circovac®), capaz de promover dupla proteção dos leitões com uma única aplicação por até 26 semanas de vida.
Já para a pleuropneumonia suína, a companhia conta com a Coglapix®, uma vacina inativada que protege contra os principais sorotipos da doença existentes no Brasil, estimulando a imunidade e evitando efeitos pirogênicos.
Para auxiliar na definição dos protocolos mais adequados de acordo com as necessidades de cada granja, o programa ainda oferece outras soluções, como análise de resultados zootécnicos, cálculo do retorno financeiro, treinamento, consultorias, checklist de vacinação, monitoria clínica, análises laboratoriais, protocolos vacinais, uso racional de antimicrobianos e medidas de biosseguridade.
O Ceva Lung Health é mais uma iniciativa da companhia pautada na inovação como ferramenta de transformação do mercado.

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Glicinatos da MCassab passam a ser fornecidos pela Biochem, após aquisição do negócio da Basf
Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização.

A MCassab Nutrição e Saúde Animal (NSA), empresa do Grupo MCassab, comunica que os glicinatos utilizados em sua linha de minerais orgânicos são, agora, fornecidos pela alemã Biochem – empresa que assumiu a fabricação dos ingredientes da Basf, que anunciou a saída do negócio.
“Ambos são glicinatos nos quais o mineral está complexado a uma molécula de glicina, seguindo o mesmo princípio químico e padrão tecnológico de produção. Trata-se da mesma base estrutural e conceitual em termos de formulação e qualidade, mantendo o reconhecimento já consolidado pelo mercado.”, afirma o diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, Mauricio Graziani.
Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização. Esses ingredientes estão presentes na linha MinerPAC, da MCassab, e são destinados tanto à inclusão direta em rações (feed) quanto à aplicação via água de bebida (solúveis), com produtos à base de zinco, cobre, manganês, ferro, cromo e blends específicos, aplicados em diferentes espécies, como aves e suínos.
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Parasitas na pecuária: o custo escondido que ameaça a rentabilidade e o bem-estar animal
Com perdas anuais que chegam a R$ 70 bilhões, o manejo estratégico contra parasitas se torna imperativo para a pecuária brasileira.

A pecuária brasileira, pilar econômico e o maior protagonista no mercado global de carne bovina, responsável por cerca de 20% de toda a produção mundial, enfrenta um inimigo invisível de alto impacto: os parasitas. Mais que um incômodo sanitário, a infestação parasitária impõe um custo oculto e contínuo que mina a rentabilidade das fazendas, afeta a saúde dos animais e compromete o posicionamento do Brasil em mercados exigentes.
Estudos de instituições do setor constantemente evidenciam a magnitude desses prejuízos. Segundo levantamento publicado em 2025 pela Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, os parasitas podem causar um prejuízo de até R$ 70 bilhões à pecuária nacional anualmente. Isso ocorre, pois, a atividade parasitária gera um ciclo de perdas significativas ao animal: menor ganho de peso, redução na produção de leite e carne, queda na eficiência reprodutiva e maior suscetibilidade a outras doenças, elevando custos com medicamentos. Em casos graves, pode levar à mortalidade ou descarte, corroendo margens de lucro e impactando diretamente a competitividade do produtor.
O impacto se estende à saúde e ao bem-estar dos animais. Parasitas causam desconforto, estresse crônico, anemia e imunossupressão, tornando animais debilitados mais vulneráveis e menos produtivos. O controle é vital não apenas para a produtividade, mas para a qualidade do rebanho e a entrega de produtos superiores, alinhando-se às expectativas de mercados que valorizam o bem-estar animal e a sustentabilidade.
“O controle de parasitas na pecuária não deve ser visto como uma despesa, mas um investimento estratégico essencial e contínuo para a viabilidade econômica”, destaca Filipe Fernando, diretor da unidade de negócios de grandes animais da Boehringer Ingelheim. “As consequências de uma infestação se traduzem em perdas financeiras e degradação sanitária do rebanho. Produtores que adotam um manejo proativo blindam sua produtividade e asseguram a competitividade de seus negócios”, complementa o executivo.
Adicionalmente, os pecuaristas devem ter atenção redobrada com os parasitas internos, como nematódeos gastrintestinais, uma vez que sua detecção visual direta é inviável, dificultando seu controle. “Esse tipo de agente patogênico representa cerca de 50% das perdas econômicas na pecuária, segundo estimativas de mercado, sendo ainda mais perigoso que os parasitas externos. Por isso, uma estratégia preventiva e eficaz é tão recomendada para minimizar riscos, principalmente quando entendemos a dimensão do mercado brasileiro de bovinocultura de corte, com um valor bruto de produção de mais de R$205 bilhões, de acordo com o MAPA”, explica o executivo.
Nesse contexto, a indústria de saúde animal busca inovar com ferramentas eficientes para o controle parasitário, com produtos como Ivomec® e Topline®. “A presença de soluções robustas e eficazes é crucial para que o pecuarista possa traduzir o conhecimento sobre o manejo parasitário em resultados efetivos no campo”, afirma Filipe. “Esses produtos consolidaram-se como pilares no combate aos parasitas, contribuindo diretamente para a saúde dos animais e, por consequência, para a rentabilidade da fazenda”, finaliza.
Assim, a pecuária exige uma abordagem estratégica e contínua no combate aos parasitas, que vai desde o diagnóstico preciso e o uso racional de antiparasitários, até o manejo adequado de pastagens e a adoção de boas práticas. É a partir dessa visão holística e tecnicamente embasada, aliada à disponibilidade de soluções inovadoras da indústria, que o setor poderá não apenas mitigar perdas, mas também garantir a sanidade, o bem-estar e a sustentabilidade lucrativa do agronegócio brasileiro.
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MSD Saúde Animal fortalece o time de Suinocultura
Primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave.

Com o intuito de dar sustentação ao crescimento da unidade de negócio de Suinocultura, com a velocidade e capacidade de resposta que o mercado exige, a MSD Saúde Animal apresenta movimentações estratégicas no time. A primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional, marcando uma nova fase de trabalho do profissional na companhia. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave e passa a integrar a equipe de liderança da unidade.

João Xavier, gerente técnico nacional da unidade de negócio de Suinocultura
Segundo Fernando Chucid, diretor de Suinocultura, a unidade de negócio vive uma fase de forte desenvolvimento na MSD Saúde Animal. “Com um time altamente especializado, estamos expandindo nosso portfólio, realizando lançamentos e reforçando nossa presença estratégica no mercado de suínos. Essas mudanças no time trazem ainda mais força, especialmente pela experiência do João e do Ronaldo.”

Ronaldo Risso, coordenador de Contas-Chave da unidade de negócio de Suinocultura
O doutor em Ciências Veterinárias e mestre em Medicina Veterinária João Xavier está retornando à MSD Saúde Animal, onde atuou de 2018 a 2024 como coordenador técnico. Na nova fase, como gerente técnico nacional de Suinocultura, ele terá a missão de fortalecer ainda mais o diferencial e posicionamento técnico da companhia. Já Ronaldo ingressou na MSD Saúde Animal em 2018 e, desde então, atuou como coordenador de assistência técnica e coordenador de território. Agora, será responsável pela gestão de parceiros distribuidores da unidade de negócio de Suinocultura.



