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Rodrigo Capella Opinião

Como se comunicar melhor no agro?

Resposta para essa pergunta é, aparentemente, complexa, difícil, mas alguns pontos podem nos ajudar no dia a dia

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Artigo escrito por Rodrigo Capella, diretor geral da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio

Amigos e Amigas,

Como se comunicar melhor no agro?

A resposta para essa pergunta é, aparentemente, complexa, difícil, mas alguns pontos podem nos ajudar no dia a dia.

Confiram a seguir 04 dicas para vocês colocarem em prática agora mesmo. Sucesso e força agro!

1) Discurso Único

Elabore um discurso único para ser utilizado em várias ocasiões, como apresentação da sua propriedade para uma trading, preenchimento de protocolos para elaboração de marca de produto, entre outras possibilidades. Destaque os diferenciais da sua propriedade, como produtividade, insumos utilizados, rentabilidade, tempo de cultivo, práticas sustentáveis etc.

2) Uma boa história

Pense em uma história sobre a sua propriedade, com começo, meio e fim. Isso vai ajudar você durante as conversas e também na divulgação de sua propriedade. Destaque fatores como sucessão familiar, início da propriedade e sua relação com o campo.

3) Descomplique

Evite utilizar linguagem técnica, explique com calma e esteja preparado para tirar eventuais dúvidas. Planeje uma boa conversa.

4) Não tenha medo

Por fim, não tenha medo de errar. Afinal, aprendemos e sempre vamos aprender com nossos erros, não é mesmo?

Fonte: Assessoria
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Rodrigo Capella Novidade

Dicas para inovar no agronegócio e vender mais

Novo livro de Rodrigo Capella, com download gratuito, é indicado para produtores rurais, empresas de agronegócio, startups e cooperativas

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O jornalista Rodrigo Capella, diretor geral da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio, acaba de lançar seu novo livro, intitulado “Como inovar no agronegócio para alavancar as vendas”. A obra tem 90 páginas e traz diversas dicas e orientações para produtores rurais, empresas de agronegócio, startups e cooperativas.

De acordo com Capella, o livro, que tem download gratuito, está dividido em duas partes: Preparação e Ação. “Na Preparação, os leitores encontrarão rico conteúdo sobre reputação e lucro, além de dicas básicas. Já em Ação, os textos abordarão marketing, vendas, agronegócio digital, alto impacto, tecnologia, entre outros pontos”, pontua o autor, com diversos livros e artigos publicados, no Brasil e no exterior.

Capella acrescenta que o seu novo livro estimula os leitores a pensarem na estratégia mais adequada. “Nem sempre ela será a melhor, somente será a mais apropriada. Isso será bom porque em uma engrenagem, uma boa peça ajudará no ritmo adequado”, destaca o diretor da Ação Estratégica, que tem forte atuação nas redes sociais.

Fonte: Assessoria
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Rodrigo Capella Opinião

Dicas para sucessão familiar no agro

Chave está em um bom planejamento estratégico, que inclui distribuição clara das funções entre as partes e cronograma preciso de execução

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Artigo escrito por Rodrigo Capella, diretor geral da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio

A sucessão familiar é complexa e exige total atenção. A chave está em um bom planejamento estratégico, que inclui distribuição clara das funções entre as partes e cronograma preciso de execução.

Sem estes dois pontos, dificilmente se obtém êxito nesta importante tarefa. Além disso, outros fatores devem ser levados em conta durante o processo de sucessão familiar, que deve ser conduzido com cautela e de uma forma muito sólida.

Vamos as dicas:

1. Preparação Natural

O processo de sucessão familiar deve ocorrer naturalmente, com a inserção, pouco a pouco, das novas gerações no negócio da família. Leve, por exemplo, o seu filho ou filha para a propriedade durante os finais de semana para que ele/ela conheça as atividades rurais e se apaixone pelo campo. Isso ajudará futuramente na hora de dividir as tarefas.

2. Não há afastamento

Em conversa, o produtor rural Thiago Silveira me disse: “A sucessão consiste em preparar as próximas gerações, mas isso não quer dizer que as outras têm que sair”. Concordo plenamente. Uma geração complementa a outra e as duas devem trabalhar em harmonia, sem competição. Um verdadeiro trabalho em equipe. Ganha a propriedade, ganha toda a sociedade.

3. Tecnologia

É incrível como a tecnologia tem sido cada vez mais utilizada no campo. Dentro do processo de sucessão familiar, é fundamental contemplar a utilização de aplicativos, softwares e outras inovações. As novas gerações estão amplamente conectadas a este cenário e, juntamente com seus pais, contribuirão bastante para a maior produção em menor espaço.

4. Boas práticas de produção

Adote técnicas e iniciativas relacionadas à rastreabilidade, alta rentabilidade, manejo correto do solo, combate às pragas e amplo desenvolvimento da planta. Elas irão contribuir para um efetivo e diferenciado processo de sucessão familiar, aliando questões tradicionais a diferenciais competitivos. Contemplar apenas elementos básicos poderá proporcionar uma continuidade, sem evolução.

Analise todas estas dicas com calma. Reflita. Veja quais realmente fazem sentido em sua propriedade.

A vida no campo é um aprendizado diário, com muitas superações e muitas conquistas.

Vamos juntos valorizar o nosso agronegócio! Força Agro!

Fonte: Assessoria
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Rodrigo Capella Opinião

A fiscalização no agronegócio

Este contexto envolvendo agronegócio e meio ambiente é muito complexo

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Artigo escrito por Rodrigo Capella, diretor geral da Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio

Tenho como hábito conversar com produtores rurais, de vários tipos de cultivos, de vários Estados brasileiros. No último ano, ouvi, com frequência, queixas variadas. No entanto, algumas prevaleceram: pouco crédito disponível, restrições para realizar exportações e ainda falta de logística.

Mas, a reclamação que se fez mais presente foi em relação à fiscalização realizada na propriedade por órgãos ambientais. Produtores rurais me disseram que suas observações são apoiadas no seguinte tripé: a) fiscalizações rigorosas; b) multas abusivas; e c) burocracia.

Sobre as fiscalizações rigorosas, diversos produtores rurais sinalizaram que as inspeções ambientais têm ocorrido de forma mais intensa do que o necessário, prejudicando os vários personagens do agronegócio.

Já em relação às multas abusivas, há um claro descontentamento dos produtores brasileiros sobre as taxas cobradas e seus respectivos desdobramentos e impactos, como possíveis medidas.

O terceiro ponto – a burocracia – demandaria muitas linhas de explanação. Mas, resumidamente, ela é citada pelos produtores quando eles se referem à necessidade de se recorrer de multas e solicitar o fim de determinadas medidas, entre outros pontos.

Conversei, não faz muito tempo, sobre o tema fiscalização com o Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele destacou: “Nós temos a lei. No Brasil, é possível e é necessário seguir a Lei. Nem mais do que isso, que é perseguição, e nem menos do que isso, que seria prevaricação. Vamos seguir a lei. Temos uma boa Lei no Brasil”.

Na mesma ocasião, perguntei ao Ministro sobre como o agronegócio e o meio ambiente podem conviver com harmonia. Salles destacou que o meio ambiente é insumo para a produção agropecuária. “Com o meio ambiente desequilibrado, a produção cai, piora e aumentam os custos. A harmonia do agro com o meio ambiente, e do meio ambiente com o agro, precisa ser permanente”, disse.

Este contexto envolvendo agronegócio e meio ambiente é muito complexo. Se fiscalizações extremas atrapalham realmente o desenvolvimento da atividade agropecuária; abrir mão das vistorias ambientais também pode trazer graves complicações, principalmente em relação ao mercado internacional.

A solução está na flexibilidade das ações, que só pode ser construída com base em um diálogo frequente e produtivo entre governo e os agropecuaristas. Esta aproximação ou a falta dela será decisiva para a nossa retomada econômica e para que o Brasil se torne – em poucos anos – uma verdadeira e clara potência econômica mundial.

Fonte: Assessoria
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