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Como proteger lavouras e rebanhos contra ataques de Javalis

Cercamento eficiente das propriedades rurais é opção diante da ausência de predadores naturais

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Foto: Ibama- divulgação

Potenciais depredadores de propriedades rurais – agrícolas e pecuárias –, destruidores de solos, vegetações e responsáveis pela contaminação de cursos d’água, os javalis estão presentes em 650 municípios de 12 estados brasileiros, segundo o IBAMA.

“Um dos aspectos mais graves da presença desses animais selvagens no meio rural é o desequilíbrio ecológico que eles proporcionam, prejudicando a reprodução das espécies nativas ali presentes”, informa Guilherme Vianna, gerente de negócios da Belgo Arames, ressaltando a grande capacidade predatória dos javalis, que têm entre seus alvos bovinos, ovinos, repteis e até peixes.

Além dos danos ambientais, produtivos e, consequentemente, econômicos, essa espécie transmite doenças que acometem a fauna nativa e podem afetar inclusive os seres humanos.

Como a falta de predadores naturais dificulta muito o controle da enorme população de javalis, a Belgo Arames desenvolveu dois importantes produtos contra suas invasões: as telas Belgo Campestre e Belgo Cercar.

Recomendadas para as áreas rurais e semiurbanas, ambas possuem características importantes para proteção de lavouras e rebanhos bovinos, como alta durabilidade, resistência ao impacto de animais de médio e grande porte, além de flexibilidade acentuada, o que facilita sua adaptação a diversos tipos de terrenos e relevos.

Além das áreas rurais, as telas também são boas opções para proteger rodovias, evitando que javalis e outros animais invadam as pistas ocasionando acidentes.

“Duas ações são prioritárias: o cercamento eficiente das propriedades rurais e o eficaz monitoramento da presença dos javalis. A Belgo Arames faz a sua parte, colocando à disposição do mercado telas comprovadamente eficazes para proteger as propriedades contra esses invasores indesejados”, assinala Vianna.

Guilherme Vianna, gerente de negócios da Belgo Arames – Foto: Divulgação

Fonte: Assessoria
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A pecuária que não pode mais crescer para os lados

Soja e eucalipto forçam produtores de Mato Grosso do Sul a produzir mais por hectare. Movimento atrai operação de gigante da nutrição, que projeta adicionar até R$ 100 milhões à receita anual até 2032

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Foto: Giuliano De Luca/ChatGPT/OP Rural

Mato Grosso do Sul encerrou 2025 com 17,96 milhões de bovídeos, 799 mil a menos que no ano anterior. No mesmo período, a área agrícola colhida avançou de 7,16 milhões para 7,61 milhões de hectares. São 450 mil hectares adicionais em apenas um ano, movimento que expõe a nova conta da pecuária estadual: produzir mais carne em menor espaço relativo, reduzir o tempo de permanência dos animais e elevar o retorno obtido por hectare.

Foi essa mudança no uso da terra que levou a Nutripura, empresa mato-grossense de nutrição animal, manejo de pastagens e gestão pecuária, a escolher Mato Grosso do Sul como primeira frente de seu novo plano de expansão. A companhia pretende inaugurar em novembro um escritório em Campo Grande, com uma equipe inicial de oito profissionais liderada pelo diretor Lainer Leite, que trabalha há mais de 20 anos na empresa.

Lainer Leite: “O Mato Grosso do Sul será o primeiro vetor para sustentar esse crescimento projetado. É um estado que tem o perfil dos nossos clientes e oferece um enorme potencial para ampliar nossa atuação”

A operação integra uma estratégia de crescimento orgânico aprovada pelo Conselho de Administração. A meta é dobrar o tamanho da Nutripura nos próximos seis anos e acrescentar até R$ 100 milhões à receita anual da empresa até 2032.

“O Mato Grosso do Sul será o primeiro vetor para sustentar esse crescimento projetado. É um estado que tem o perfil dos nossos clientes e oferece um enorme potencial para ampliar nossa atuação”, afirma Lainer.

Embora a estrutura comercial seja nova, a presença da empresa no estado começou há aproximadamente 15 anos. Atualmente, a Nutripura atende 33 propriedades sul-mato-grossenses. Dez delas são consideradas estratégicas para aprofundar projetos de aumento da produtividade e de preparação das fazendas para a sucessão familiar.

Soja quase dobra de área em dez anos

A escolha de Mato Grosso do Sul foi precedida pela avaliação de diferentes mercados. Além da proximidade com Rondonópolis (MT), sede da empresa, pesaram a escala da bovinocultura, a expansão agrícola, os investimentos na cadeia de celulose e a adoção crescente de confinamentos e sistemas integrados.

Na safra 2015/16, a soja ocupava aproximadamente 2,4 milhões de hectares no estado. A área chegou a 4,52 milhões de hectares em 2024/25, crescimento de 88% em uma década, e pode alcançar 4,79 milhões de hectares em 2025/26. Os dados são da Semadesc, elaborados com informações da Conab e do Siga/MS.

Sede da Nutripura no estado do Mato Grosso

A silvicultura também ampliou a disputa pela terra. Mato Grosso do Sul contabilizava 1,5 milhão de hectares de florestas plantadas em 2024, a segunda maior extensão estadual do país. Desse total, 98% eram ocupados por eucalipto. Somente entre 2023 e 2024, a atividade incorporou aproximadamente 275 mil hectares, alta de 15%, segundo a Semadesc.

Nem toda expansão agrícola ou florestal ocorre diretamente sobre pastagens. O governo estadual estima, porém, que aproximadamente 4 milhões de hectares de áreas pecuárias degradadas foram convertidos, desde 1999, para lavouras, cana-de-açúcar, silvicultura e outros usos.

O Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas identificou 4,7 milhões de hectares passíveis de recuperação no estado em 2023. Outra análise da Semadesc, baseada em dados do MapBiomas, mostra que as pastagens de baixo vigor diminuíram de 6,2 milhões de hectares em 2010 para 2,9 milhões em 2024. Parte foi recuperada para continuar na pecuária, outra parcela recebeu lavouras ou florestas. A área estadual com integração lavoura-pecuária-floresta já supera 3,6 milhões de hectares. Os dados foram divulgados pela Semadesc em fevereiro de 2026.

Rebanho menor, abate maior

A redução da disponibilidade relativa de terra não interrompeu o crescimento da produção. Em 2024, mesmo com retração das pastagens e do rebanho, Mato Grosso do Sul abateu mais de 3,5 milhões de bovinos, aumento de 13,8% sobre 2023.

O avanço foi acompanhado por uma mudança na idade dos animais. O abate de novilhos precoces passou de 722,2 mil cabeças em 2018 para 1,53 milhão em 2024, alta de 112%, segundo dados do programa Precoce MS. O resultado indica maior giro do rebanho, uso de suplementação e terminação mais rápida. Os números foram apresentados pela Semadesc em 2025.

A pecuária respondeu por R$ 28,24 bilhões do Valor Bruto da Produção Agropecuária estadual em 2025, crescimento de 20,91% sobre o ano anterior. A bovinocultura, sozinha, representou mais de um quarto do VBP de Mato Grosso do Sul.

Para a Nutripura, esses indicadores mostram que o pecuarista passou a competir não apenas com outros produtores de carne, mas com atividades capazes de gerar receitas elevadas por hectare. Confinamento, suplementação nas águas e na seca, correção do solo, recuperação de pastagens e controle dos índices zootécnicos deixam de ser intervenções isoladas e passam a compor o planejamento econômico da fazenda.

Nutrição entra em um pacote mais amplo

A Nutripura pretende explorar esse mercado com um modelo que ultrapassa a comercialização de suplementos. A empresa oferece programas de manejo de pastagens, monitoramento por drones, recuperação de solos, planejamento nutricional e acompanhamento técnico das propriedades.

Também fazem parte da estrutura o Conselho Técnico, o Centro de Pesquisa Nutripura e o programa Canivete, direcionado à gestão e à intensificação dos sistemas pecuários. O trabalho começa pela identificação dos objetivos do produtor e pelo diagnóstico dos limites produtivos da fazenda.

“Nossa proposta é entender os objetivos de cada cliente e caminhar ao lado dele na construção de fazendas cada vez mais produtivas, sustentáveis e lucrativas”, afirma Lainer.

O Centro de Pesquisa Nutripura foi criado em 2015. Segundo a empresa, possui capacidade para realizar experimentos com 1,7 mil bovinos em 44 baias de confinamento. A estrutura inclui ainda 12 piquetes de terminação, com capacidade para 1,8 mil animais por ano, e 20 divisões de pastagens para pesquisas com até 300 bovinos. As linhas de estudo abrangem aditivos, coprodutos agroindustriais, dietas de confinamento, suplementação a pasto, bem-estar e impactos ambientais.

180 arrobas por hectare

A Agropecuária Palmares, localizada em São Gabriel do Oeste, é um dos casos utilizados pela Nutripura para demonstrar seu modelo de atuação. Cliente desde 2018, o grupo tem origem na agricultura e passou a investir na bovinocultura como estratégia de diversificação.

A propriedade mantém um confinamento com capacidade estática para 6,6 mil animais e adotou o Canivete Intensificação, programa voltado ao aumento da produtividade das pastagens por meio de manejo, monitoramento, nutrição e suplementação.

“Começamos o projeto com mil bois e, no fim do primeiro ano, já estávamos com dois mil animais. Desde então seguimos crescendo. É uma relação de confiança. Os técnicos da Nutripura nos apresentam novas tecnologias e, quando colocamos em prática, vemos os resultados. Eles estiveram conosco desde o início da implantação do confinamento”, afirma Mauricio Castilho, líder da área de pecuária da Agropecuária Palmares.

Segundo informações da propriedade e da Nutripura, a produção se aproxima de 180 arrobas por hectare ao ano. O resultado equivale a mais de 30 vezes a produtividade média nacional, estimada em pouco menos de cinco arrobas por hectare ao ano pelo Beef Report 2025, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A Embrapa trabalha com referência nacional de 4,4 arrobas.

O indicador da Palmares, contudo, deve ser interpretado como resultado de um sistema específico, com confinamento e elevada concentração de animais. Comparações com fazendas exclusivamente a pasto dependem da metodologia empregada, da área considerada, da origem dos alimentos e do período contabilizado.

A propriedade também informa ter registrado, na última safra, intensidade de emissões de 11,9 quilos de dióxido de carbono equivalente por quilo de carcaça produzida. De acordo com a Nutripura, o índice é cerca de cinco vezes inferior à referência nacional adotada no levantamento. A comparação exige que os inventários utilizem a mesma metodologia e incluam as mesmas fontes de emissão, como produção de alimentos, fertilizantes, combustíveis e eventuais mudanças no uso da terra. Com esse sistema, a Palmares estima produzir carne suficiente para atender ao consumo anual de aproximadamente 30 mil pessoas.

Produtividade não elimina a conta dos custos

A intensificação permite aumentar a produção por hectare e reduzir a emissão de gases de efeito estufa por quilo de carne, mas não assegura rentabilidade por si só. Correção e adubação do solo, divisão de pastos, estruturas de alimentação, compra de insumos, mão de obra especializada e capital de giro elevam o custo e a complexidade operacional.

O resultado depende da relação entre o investimento, o ganho adicional de peso, o preço da arroba e a capacidade da fazenda de manter o sistema durante todo o ciclo. Produzir mais por hectare só amplia a margem quando o custo da arroba adicional permanece abaixo da receita gerada.

É justamente nesse ponto que a Nutripura pretende posicionar a nova operação: combinar nutrição, produção de forragem e gestão para transformar o aumento da produtividade física em resultado econômico. A meta de adicionar até R$ 100 milhões à receita anual indica o tamanho do mercado que a empresa identifica nessa reorganização da pecuária sul-mato-grossense.

Fonte: O Presente Rural
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Maria Eduarda Lucion aposta em inovação para dar continuidade ao legado da Nutribras

Integrante da diretoria da empresa participou de talk show no GAFFFF e defendeu a sucessão familiar baseada em tecnologia, aprendizado e valorização das pessoas.

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Foto: Divulgação

A sucessão no agronegócio passa, cada vez mais, pelas mãos de uma geração que cresceu dentro das propriedades e empresas familiares, mas chega à gestão com uma visão voltada para inovação, tecnologia e profissionalização. Aos 26 anos, Maria Eduarda Lucion representa esse movimento. Integrante da diretoria da Nutribras Alimentos, ela participou na sexta-feira (24) do talk show “Jovens que cultivam o futuro no agro”, realizado no estande do Sebrae durante o Global Agribusiness Forum & Festival (GAFFFF), o maior de cultura agro do mundo, em Sorriso.

Nascida em Xanxerê (SC), Maria Eduarda chegou a Sorriso ainda com nove meses de idade, acompanhando a mudança da família para Mato Grosso. Apesar de ter crescido em meio ao agronegócio, afirma que a decisão de seguir na empresa não foi imediata.

O sonho inicial era cursar Medicina. Depois de vivenciar a rotina da área da saúde durante a época de cursinho preparatório, decidiu mudar de caminho e ingressou em Administração no Insper, em São Paulo. Foi durante a graduação, especialmente na elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso sobre a Nutribras, que passou a enxergar o negócio da família sob uma nova perspectiva.

“Quando voltei para Sorriso, percebi o impacto e a importância do que a gente faz. Passei a olhar a empresa não apenas como uma construção dos meus pais, mas também como um projeto de vida meu”.

Hoje, como integrante da diretoria, ela acompanha diferentes áreas da empresa para conhecer toda a operação. Segundo Maria Eduarda, a formação de um sucessor exige entender o funcionamento do negócio como um todo e aprender diariamente com quem construiu a empresa.

“Eu escolhi não ter uma sala. Quero estar perto dos meus pais e do meu irmão porque são eles que me ensinam todos os dias. Cada dia é uma oportunidade de aprender um pouco mais sobre a empresa”, disse.

Durante a entrevista, a jovem executiva defendeu que a sucessão não deve significar ruptura, mas evolução. Para ela, cabe à nova geração incorporar ferramentas de inovação e tecnologia sem perder os valores que sustentaram o crescimento das empresas familiares.

“Precisamos honrar o legado de quem veio antes da gente. A nossa geração chega com novas ideias e mais inovação, mas o agro continuará sendo feito por pessoas. A tecnologia é fundamental, mas nunca vai substituir quem faz o setor acontecer”.

Ao falar sobre os próximos anos, Maria Eduarda afirmou que o principal desafio será lidar com um ambiente cada vez mais imprevisível. Para ela, fatores como clima e economia estão fora do controle dos produtores, o que torna indispensáveis características como disposição para aprender, capacidade de adaptação e dedicação.

“O que a gente controla é a vontade de acordar todos os dias e fazer acontecer. É isso, junto com a busca por conhecimento, que prepara os jovens para os desafios do agro”.

Fonte: Assessoria Nutribras
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NOVUS reúne referências globais de ingredientes de ração em uma única ferramenta digital

A líder em nutrição inteligente anunciou hoje o lançamento do NOVUS® Raw Material Compendium, uma plataforma digital desenvolvida para apoiar estratégias de formulação de rações mais informadas e orientadas por dados.

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Foto e texto: Assessoria

A plataforma, acessível em www.novusint.com/rawmaterial/, oferece a nutricionistas e formuladores de ração um recurso centralizado para avaliar a variabilidade dos ingredientes, comparar valores nutricionais entre as bases de dados mais relevantes, avaliar dados internos de ingredientes e explorar matérias-primas alternativas. Ao reunir múltiplas fontes de dados em uma única ferramenta, a NOVUS está ajudando a simplificar um processo que costuma ser complexo e demandar muito tempo.

“Ao formular, os nutricionistas normalmente trabalham com uma única base de dados ou fonte de informações nutricionais para cada um de seus ingredientes. Mas é bem conhecido que existe variabilidade dos ingredientes com base na base de dados utilizada, bem como na origem geográfica, nas condições da cultura, nas diferenças de processamento, nas variações entre fornecedores e em outros fatores”, afirma a Dra. Marisol Castillo, DMV, gerente executivo – soluções globais para suínos da NOVUS. “Infelizmente, os nutricionistas não têm tido tempo nem acesso fácil para examinar as diferenças entre essas variações nutricionais dos ingredientes e garantir uma formulação otimizada. Esta nova plataforma digital da NOVUS coloca dados de várias fontes ao alcance deles”.

A plataforma digital inclui detalhes de composição nutricional de ingredientes proteicos de origem vegetal e animal, como farelo de palmiste, farelo de soja, DDGS (grãos secos de destilaria com solúveis), farinha de penas, farinha de peixe, entre outros. Os dados de matérias-primas foram autorizados para uso a partir de referências globais estabelecidas, incluindo National Research Council (NRC), Association Française de Zootechnie (AFZ), French National Research Institute for Agriculture, Food, and Environment (INRAE), Fundación Española para el Desarrollo de la Nutrición Animal (FEDNA), Centraal Veevoeder Bureau (CVB) e Brazilian Tables for Poultry and Swine.

Após criar uma conta em www.novusint.com/rawmaterial/, os usuários podem selecionar ingredientes de ração e nutrientes, comparar valores entre conjuntos de dados e exportar gráficos e tabelas comparativos para análises adicionais. A ferramenta também permite que os usuários carreguem seus próprios conjuntos de dados de ingredientes para compará-los com as referências disponíveis em um ambiente privado e seguro.

“Reunir esses conjuntos de dados em um único lugar apoia uma avaliação mais consistente das matérias-primas e pode ajudar a agilizar as decisões de formulação”, afirma Castillo. “Isso permite que os nutricionistas trabalhem com mais eficiência, mantendo a propriedade e a confidencialidade de seus próprios dados”.

O NOVUS® Raw Material Compendium se baseia no histórico da empresa de fornecer recursos técnicos à indústria. Anteriormente, a NOVUS oferecia uma versão impressa dos dados. O novo formato digital facilita a visualização e a comparação dos dados e amplia a acessibilidade, permitindo que os usuários acessem as informações em dispositivos móveis, computadores e tablets.

“À medida que a indústria continua evoluindo, fornecer ferramentas e insights acessíveis é essencial”, afirma Ricardo Teles, gerente executivo – soluções globais para ruminantes da NOVUS. “Nutricionistas e produtores estão sob pressão crescente para otimizar o desempenho e a eficiência. Soluções que apoiam a tomada de decisões estratégicas podem desempenhar um papel importante para atender a essas expectativas”.

O compêndio faz parte do compromisso mais amplo da NOVUS com o avanço do conhecimento e com o apoio à indústria de produção animal. No início deste ano, a empresa publicou um Informativo Técnico chamado Superando os inibidores de tripsina, que resumiu as descobertas de uma década de sua pesquisa global sobre a qualidade do farelo de soja. O documento está disponível para download em novusint.com/TIwhitepaper26.

A NOVUS é líder em nutrição inteligente, apoiando produtores de aves, suínos e leite em todo o mundo. Orientada pela ciência, a NOVUS entrega soluções Made of More para ajudar os animais a alcançar todo o seu potencial. Saiba mais em novusint.com.

Fonte: Assessoria
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