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Como o controle das doenças respiratórias suínas ajuda o produtor?

Tecnologia é amiga da granja quando o foco é melhor sanidade do plantel e uma suinocultura mais rentável e competitiva

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Foto: Assessoria

O complexo das doenças respiratórias dos suínos (CDRS) é um grande desafio para a suinocultura mundial. As bactérias causadoras da Pneumonia Enzootica Suína (Mycoplasma hyopneumoniae), Pleuropneumonia (Actinobacillus pleuropneumoniae) e o vírus da Influenza podem ser considerados os três principais agentes causadores de prejuízos nas granjas brasileiras. Durante o inverno, especialmente no Sul do Brasil, estes problemas são ainda mais frequentes.

Algumas pesquisas apontam que, no Brasil, mais de 60% dos suínos apresentam lesões pulmonares ao abate. Além dos gastos com antimicrobianos, refugagem e o aumento das condenações no abatedouro, as doenças também afetam a produção acarretando na perda de peso dos animais doentes e na piora na conversão alimentar, impactando de maneira negativa os índices produtivos da granja e o lucro do produtor.

Fatores como o estresse ambiental, responsável por promover queda de imunidade nos animais, e um manejo sanitário deficiente podem facilitar a incidência e proliferação das doenças respiratórias nas granjas de suínos, sendo o controle (por meio de medicações) e a prevenção (através da vacinação) etapas comuns e necessárias no dia a dia das propriedades.

Parceira do produtor e indo muito além da saúde animal, a Ceva Saúde Animal desenvolveu o CLP (Ceva Lung Program), software que avalia de maneira global a saúde pulmonar dos suínos abatidos, informando o produtor de maneira precisa sobre os impactos das doenças respiratórias na granja. Com uma metodologia exclusiva, a ferramenta conta com diretrizes que possibilitam avaliar a presença, incidência e padrões de circulação das principais doenças respiratórias do plantel, por meio da criação de um índice de lesões associadas à pneumonia enzoótica, bem como outro índice associado à pleurisias encontradas ao abate.

Com um robusto banco de dados alimentado por informações do mundo todo, o CLP auxilia na mensuração dos impactos das doenças respiratórias nas granjas e possibilita conhecer o real status sanitário dos rebanhos nacionais, além de fornecer aos produtores possíveis abordagens preventivas mais efetivas contra as principais patologias respiratórias dos suínos.

“O objetivo principal do CLP é ser uma ferramenta estratégica para o produtor. Nós sabemos que a prevenção e o monitoramento dessas afecções respiratórias são muito importantes para toda a cadeia de produção de proteína suína”, explica Marcio Dahmer, gerente de linha Suínos da Ceva. “Com o CLP a gente auxilia os suinocultores a terem um plantel mais sadio, uma produção mais rentável, e isso faz com que na mesa do consumidor chegue uma proteína de maior qualidade”.

Com base nos dados obtidos ao abate, um protocolo sanitário mais assertivo é elaborado, abrangendo desde o treinamento das equipes de vacinação até o acompanhamento dos lotes durante todas as fases produtivas, visando proteger os animais dos desafios presentes na granja e, por consequência, melhorar os resultados para o produtor. A ferramenta, que tem uma fácil usabilidade, está disponível para Android e IOS em mais de 18 línguas, basta baixar o aplicativo, de forma gratuita, e solicitar o acesso à equipe Ceva Suínos.

Fonte: Assessoria
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Embrapa apresenta bioinsumo para redução de estresses abióticos durante Congresso Andav

Solução inovadora é grande aliada nos momentos de seca e altas temperaturas.

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Foto: Divulgação

Durante o Congresso Andav, a ser realizado de entre quarta (17) e quinta-feira (18), na cidade de São Paulo, a Embrapa destacará os benefícios do AURAS®, bioinsumo capaz de mitigar os efeitos causados por estresses abióticos, como em momentos de secas e altas temperaturas.

A solução, uma tecnologia da Embrapa em parceria com a NOOA Ciência e Tecnologia Agrícola, tem como base a rizobactéria Bacillus aryabhattai CMAA 1363, única do gênero validada pela Embrapa.

De acordo com o pesquisador da Embrapa, Dr. Itamar Melo, o isolado CMAA 1363  apresenta propriedades que contribuem para o sólido desenvolvimento dos cultivos. “Os resultados, após 12 anos de pesquisas, comprovaram a eficácia da rizobactéria como base de um bioinsumo para aumentar a resiliência das lavouras e a capacidade de tolerar longos períodos de estiagem e altas temperaturas”, destaca o pesquisador da Embrapa.

Temperatura acima de 30 °C

Já o diretor de Desenvolvimento de Produtos da empresa brasileira NOOA, Glauco Bahia, acrescenta que o AURAS® estimula a produção de um sistema radicular mais ativo, com maior volume de radicelas e profundo, proporcionando maior absorção de água. “O aumento de temperatura na planta acima de 30 °C já traz efeitos negativos na fotossíntese, o que afeta diretamente a produtividade. Com o AURAS®, o aproveitamento da água e sua absorção são maximizados, possibilitando a planta um melhor controle da temperatura foliar e, consequentemente, uma redução do estresse térmico, em comparação com as lavouras que não utilizam a solução da NOOA”, pontua Bahia.

O diretor de Desenvolvimento de Produtos da NOOA acrescenta que o AURAS® propicia a produção de substâncias que reduzem o acúmulo de estresse nas células. “Com o estresse térmico ocorre a produção de compostos tóxicos resultantes do metabolismo oxidativo da planta. Se acumulados, esses compostos interferem em diversos processos, como, por exemplo, na atividade da fotossíntese da planta que, consequentemente, impacta a produtividade da lavoura. Com a aplicação do AURAS®, temos maior produção de substâncias protetoras, os antioxidantes ”, explica.

Benefícios para os produtores rurais 

De acordo com Dr. Carlos Marcelo Soares, diretor técnico da NOOA, a rizobactéria propicia outros importantes benefícios para os produtores rurais, por meio do produto AURAS®.

“Além de maior segurança no ambiente de produção, a solução da NOOA promove maior estabilidade do ambiente biológico do solo e otimiza o uso de água da planta, possibilitando a expressão do potencial das lavouras”, explica.

Avaliações de campo comprovam o excelente desempenho do AURAS® após períodos de estiagem. “O uso da tecnologia permitiu que as plantas inoculadas percebessem o efeito da estiagem dias após as plantas da área sem a tecnologia, contribuindo para o sólido desenvolvimento dos cultivos em que o AURAS® foi aplicado”, acrescenta o diretor da NOOA.

Outros estudos realizados pela NOOA em parceria com a Fundação MS apontam também a alta eficácia do AURAS® na redução do estresse hídrico do cultivo de milho, devido ao melhor desenvolvimento radicular, à retenção de água na planta e a produção de substâncias que protegem e hidratam o sistema radicular.

Fonte: Assessoria
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Como ajudar fêmeas hiperprolíficas a produzir mais leite?

Entre os resultados alcançados com o uso do concentrado estão menor perda de peso e maior produção de leite pelas matrizes, além de maior ganho de peso pela leitegada, chegando a corresponder, em peso, a um animal a mais por leitegada.

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Foto: Divulgação/Agroceres

O intenso melhoramento genético experimentado pela suinocultura resulta hoje, entre outras coisas, no aumento do potencial produtivo das matrizes em hiperprolificidade. Alguns levantamentos apontam para um aumento, na média nacional, de 1,5 leitão nascido vivo, chegando a até dois leitões nascidos vivos em algumas granjas.

Entre os desafios trazidos por este progresso genético está a necessidade de as fêmeas produzirem leite suficiente para alimentar uma leitegada cada vez maior e mais exigente. E como ajudar a fêmea a produzir mais leite, que inquestionavelmente é o alimento mais eficiente para ganho de peso dos leitões na maternidade?

Após diversos anos de pesquisa, a equipe da Agroceres Multimix apresentou ao mercado o Flavocac, concentrado com tecnologia exclusiva que age através da modulação da resposta imune da fêmea, favorecendo a produção de leite. “Nossa equipe trabalhou por mais de três anos, pesquisando e testando a tecnologia em mais de 800 matrizes até chegar a um resultado final”, salienta Luis Henrique De Bortoli, gerente regional de suínos da Agroceres Multimix.

A equipe técnica da Agroceres Multimix, que há mais de 45 anos oferece ao setor agropecuário muito mais que nutrição, estará no Simpósio Brasil Sul de Suinocultura atendendo aos produtores e técnicos do setor discutindo o tema. Organizado pelo Nucleovet (Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas), o Simpósio acontece de 16 a 18 de agosto no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC).

“Fortalecendo a barreira intestinal, reduzindo os efeitos negativos dos fatores de estresse e possibilitando a manutenção da integridade hormonal e metabólica das fêmeas conseguimos melhorar a produção de leite das fêmeas”, explica Fabrício Santos, que é nutricionista de suínos da Agroceres Multimix e trabalhou no desenvolvimento do Flavolac.

Entre os resultados alcançados com o uso do concentrado estão menor perda de peso e maior produção de leite pelas matrizes, além de maior ganho de peso pela leitegada, chegando a corresponder, em peso, a um animal a mais por leitegada. Fabrício Santos, Luis Henrique De Bortoli e outros membros da equipe da Agroceres Multimix estarão no estande da empresa durante a PIG Fair.

 

Fonte: Assessoria
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Agroceres Multimix apresenta soluções para o pós-parto de vacas e diarreia em bezerras na Agroleite

Desenvolvido com a tecnologia Propyl Dry, o agVitta promove reposição energética e recuperação imediata das vacas leiteiras no pós-part

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Foto: Divulgação Assessoria

Promover a rápida recuperação de vacas no pós-parto e combater a diarreia em bezerras durante o aleitamento. Estes são os focos de duas especialidades que serão apresentadas pela Agroceres Multimix durante a Agroleite, que acontece de 16 a 20 de agosto em Castro (PR).

As especialidades focam as fases em que ocorre o maior número de perdas de animais e rendimento nas fazendas. Segundo Anderson Jorge de Assis, que é gerente regional de bovinos de leite na Agroceres Multimix, as soluções foram desenvolvidas e validadas no Núcleo de Tecnologia e Inovação da empresa.

“Se trata de extrapolar o nosso papel de fornecedores de nutrição para prover soluções para os diferentes fatores que impactam no resultado do campo”, salienta Anderson. “Após vários testes e estudos, conseguimos entender e conciliar as demandas fisiológicas dos animais, o comportamento e a preferência dos mesmos, bem como a praticidade de manejo”, completa.

Desenvolvido com a tecnologia Propyl Dry, o agVitta promove reposição energética e recuperação imediata das vacas leiteiras no pós-parto. Ele conta com compostos propiônicos enriquecidos, dentre eles o propilenoglicol, e minerais específicos.

O agLyt, por sua vez, é voltado para o tratamento da diarreia em bezerras. Ele se diferencia de todos os produtos disponíveis no mercado pela possibilidade de ser fornecido não apenas na água, como também junto ao leite, ou sucedâneo, garantindo reposição de eletrólitos e correção da acidose metabólica, além de poder ser fornecido a um maior número de bezerras pela praticidade de seu uso.

O Agroleite é um evento técnico voltado a todas as fases da cadeia do leite. Durante o evento são realizados fóruns, seminário internacional e painel para se discutir genética, alimentação, qualidade animal, qualidade do leite e tecnologias voltadas ao setor.

Fonte: Assessoria
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