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Como identificar, prevenir e tratar problemas no sistema urinário de cães e gatos

Veterinário indica os sinais de alerta e os cuidados essenciais para uma vida saudável dos pets.

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A saúde urinária é de extrema importância para o bem-estar e a qualidade de vida de cães e gatos. Compreender os cuidados necessários e reconhecer os sinais de possíveis problemas é essencial para garantir uma vida saudável aos nossos animais de estimação.

O tratamento correto é importante para a saúde e o conforto dos animais de estimação. Por isso é fundamental compreender os cuidados necessários e as possíveis causas desses transtornos.

Cuidados essenciais do trato urinário em cães e gatos

Quando se trata de desordens relacionadas à micção, é importante observar os sinais mais evidentes, ou a combinação deles, que indicam os desafios que o médico-veterinário encontra no manejo do trato urinário dos animais.

Segundo o supervisor de assuntos veterinários da Hill’s Pet Nutrition Brasil, Flavio Lopes, as principais manifestações incluem dificuldade para urinar que pode ser acompanhada de dor (disúria), presença de sangue na urina (hematúria), vontade de urinar com muita frequência, em pequenas quantidades (polaciúria), dificuldade de urinar, micção dolorosa e lenta frequentes (estrangúria) e urinar em locais inapropriados (periúria).

Fotos: Divulgação/Hill’s Pet Nutrition Brasil

Diversos fatores podem causar dificuldades no trato urinário, e o veterinário destaca os três mais comuns: cistite idiopática felina, urolitíase e tampões uretrais (plugs uretrais). Os urólitos e plugs uretrais são classificados de acordo com sua composição mineral. Os tipos de minerais mais frequentes identificados nos urólitos caninos e felinos são estruvita (fosfato de amônio e magnésio) e oxalato de cálcio. “A obstrução uretral é uma complicação tanto dos urólitos quanto dos tampões uretrais, principalmente em animais machos devido a extensão da uretra ser maior”, explica Lopes.

Problemas no sistema excretor podem ter origem genética ou ambiental. Muitos gatos, por exemplo, desenvolvem esses transtornos devido a situações estressantes. Assim, alguns cuidados devem ser tomados, como manter um ambiente saudável, livre de estresse e evitar mudanças bruscas de rotina. Também é importante garantir a limpeza adequada da caixa de areia para evitar desconforto ao urinar, disponibilizar água fresca em recipientes distribuídos pela residência e oferecer alimentos úmidos para aumentar a ingestão de água por outras fontes.

O veterinário ressalta que a alimentação também desempenha um papel fundamental no tratamento dos distúrbios do sistema urinário, pois, por vezes, é possível, por meio de um alimento próprio, dissolver um urólito (estruvita) sem a necessidade de um procedimento cirúrgico para retirá-lo. Hoje existem no mercado algumas opções de alimentos desenvolvidos especificamente para auxiliar no cuidado e prevenção de problemas urinários.

O manejo nutricional adequado desempenha um papel fundamental no sucesso do tratamento e prevenção de problemas urinários mais comuns. “A nutrição pode ajudar a reduzir a concentração urinária de minerais que formam os urólitos, aumentar a solubilidade de cristais na urina, promover concentrações aumentadas de inibidores de cristalização na urina e diminuir a retenção de cristais e/ou urólitos no trato urinário”.

Sinais de alerta

Observar os sinais de alerta em casa é importante para identificar possíveis complicações, como alterações na cor da urina, presença de sangue na urina, mudanças no padrão de micção e outros sintomas como apatia, sintomas de dor, urina espalhada pela residência em pequenas quantidades e dificuldade em urinar. “Caso o tutor perceba esses sintomas, é fundamental buscar assistência veterinária imediatamente para um diagnóstico adequado e um tratamento eficaz”, alerta o veterinário.

Fonte: Assessoria Hill’s Pet Nutrition Brasil

Pet

Conferência sobre alimentos para animais de estimação destaca esforços de sustentabilidade e tendências emergentes

Evento reuniu 500 profissionais da indústria de alimentos para animais de estimação, esta semana, para ouvir as últimas novidades em inovação, sustentabilidade e tendências emergentes em alimentos para animais de estimação que impactam a indústria na 17ª Conferência Anual de Alimentos para Animais de Estimação da American Feed Industry Association.

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Foto: Divulgação/EPPE

Quase 500 profissionais da indústria de alimentos para animais de estimação se reuniram esta semana para ouvir as últimas novidades em inovação, sustentabilidade e tendências emergentes em alimentos para animais de estimação que impactam a indústria na 17ª Conferência Anual de Alimentos para Animais de Estimação da American Feed Industry Association (AFIA), realizada durante a Conferência Internacional de Produção e Processamento de 2024.

“A AFIA Pet Food Conference deste ano reuniu um número recorde de participantes, demonstrando o compromisso da indústria de alimentos para animais de estimação em aprender mais sobre como eles podem inovar e se tornar mais sustentáveis ​​para enfrentar os desafios futuros da nutrição de animais de estimação”, disse Louise Calderwood, diretora de assuntos regulatórios da AFIA. . “A programação de palestrantes deste ano certamente nos levou a pensar mais sobre como abordamos as realidades atuais e aproveitamos as oportunidades futuras na indústria.”

A conferência incluiu sessões sobre tendências do mercado global, formulações e embalagens sustentáveis ​​de alimentos para animais de estimação, impactos da indústria nas mudanças climáticas e o burburinho em torno da biótica. 

Além disso, a conferência organizou um painel de discussão com dois convidados ilustres, o Embaixador Doug McKalip, negociador-chefe agrícola no Gabinete do Representante de Comércio dos Estados Unidos, e Alexis Taylor, subsecretário de comércio e assuntos agrícolas estrangeiros do Departamento de Agricultura dos EUA.

O painel de discussão gerou conversas animadas em torno da intersecção entre a agricultura e a política comercial e como os fabricantes de alimentos para animais de estimação podem se envolver mais na educação dos compradores estrangeiros sobre os seus produtos. “Olhando para o panorama geral, personalização de produtos e formulações, produtos naturais e fáceis de entender pelo consumidor e, claro, sustentabilidade são tendências importantes para a indústria de alimentos para animais de estimação”, disse Lynn Dornblaser, diretora de inovação e visão na Mintel. “Os donos de animais de estimação querem saber o que há em um produto, por que está nele e como chegou lá”, frisou.

O Comitê AFIA Pet Food, que tem a tarefa de construir a agenda da conferência todos os anos, convidou quatro estudantes de pós-graduação para apresentarem pesquisas atuais na indústria de alimentos para animais de estimação. Os tópicos de pesquisa incluíram: “Ingrediente à base de levedura afeta a dinâmica de fermentação da microbiata gastrointestinal canina”, “Análise situacional para sorgo focado no consumidor em alimentos para animais de estimação na América do Norte”, “Efeitos da reformulação de uma dieta de referência de aminoácidos cristalinos em cães para determinar a qualidade da proteína de ingredientes” e “Percepção dos produtores de alimentos para animais de estimação sobre o sorgo como ingrediente em alimentos/guloseimas para animais de estimação”.

A AFIA também anunciou Angele Thomas, Ph.D., fundadora e presidente da Thompson PetTech, como ganhadora do prêmio 2024 Friend of Pet Food .

A AFIA agradece aos patrocinadores ouro da Pet Food Conference 2024, ADM, Alltech, Wilbur-Ellis Nutrition e Zinpro, bem como aos patrocinadores de mídia All Pet Food, Petfood Industry e Pet Food Processing.

A AFIA Pet Food Conference 2025 acontecerá em 28 de janeiro em Atlanta, Geórgia. Para obter mais informações, visite afia.org/events .

Fonte: Assessoria EPPE Expo
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Pet

Governo do Paraná convida organizações da sociedade civil para o Conselho de Direitos Animais

É uma oportunidade para participarem da formulação e avaliação das políticas públicas, contribuindo para a promoção de uma cultura de respeito, cuidado e proteção aos animais. As entidades interessadas devem enviar a documentação até 23 de fevereiro.

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Foto: Divulgação/ONG Bicho Bom

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável do Paraná (Sedest-PR) faz um chamamento público para inscrição das organizações da sociedade civil (OSC) de Proteção Animal que desejam compor o Conselho Estadual de Direitos Animais (CEDA) na gestão 2024-2025.

É uma oportunidade para essas OSCs participarem da formulação e avaliação das políticas públicas, contribuindo para a promoção de uma cultura de respeito, cuidado e proteção aos animais.

Foto: Karolina Fabbris Pacheco/AEN-PR

As entidades que desejam participar do processo seletivo devem enviar um e-mail para cedapr@sedest.pr.gov.br até 23 de fevereiro de 2024 com a documentação exigida.

O secretário do Desenvolvimento Sustentável do Paraná, Valdemar Bernardo Jorge, reforça importância da participação da sociedade civil no CEDA para a definição das políticas estaduais. “O CEDA tem como missão promover o bem-estar animal e a convivência harmoniosa entre humanos e animais no Estado. Com a participação da sociedade civil podemos encontrar soluções que atendam os diversos setores envolvidos com a causa animal”, afirma.

Para serem consideradas aptas a participar, as OSCs devem ter mais de dois anos de atuação comprovada na área de proteção animal, conforme atestado em relatório de atividades enviado.

Conselho

O CEDA é um órgão que tem por finalidade subsidiar e assessorar tecnicamente as secretarias de Estado na regulamentação e execução das ações previstas na Política Estadual de Direitos Animais. É composto por 22 membros, sendo nove representantes do poder público estadual e nove da sociedade civil, além de Ibama, CRBio, CRMV e OAB.

Dos nove assentos destinados à sociedade civil, quatro serão ocupados pelas OSCs interessadas com maior tempo de atuação e cinco serão definidos por sorteio entre as demais interessadas.

O sorteio só será realizado caso haja mais de nove OSC habilitadas. O mandato dos membros é de dois anos. Se houver necessidade de sorteio, ele ocorrerá em 26 de fevereiro de forma online. As OSCs participantes receberão um link para acompanhar ao vivo.

O CEDA se reúne a cada três meses – em março, junho, setembro e dezembro – podendo os encontros serem presenciais ou virtuais conforme a disponibilidade e a conveniência dos conselheiros.

Foto: Divulgação/ONG Corbélia Proteção Animal

As OSCs integrantes da nova gestão serão comunicadas por e-mail para indicação dos seus representantes, e terão seus nomes publicados no site da Sedest. A posse dos novos conselheiros está prevista para março de 2024, durante a primeira reunião ordinária do CEDA.

Documentação

As entidades que desejam participar devem encaminhar a seguinte documentação por mail: comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; cópia da ata de fundação devidamente registrada em cartório; cópia do estatuto em vigor devidamente registrado em cartório; cópia da ata de eleição e posse da atual diretoria da entidade registrada em cartório; comprovante de endereço da organização; e relatório de atividades desenvolvidas nos últimos 24 meses, assinado pelo representante legal.

Fonte: AEN-PR
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Pet Tutoria responsável

De furão e iguana à aranhas e serpentes: saiba como garantir segurança de pets exóticos e silvestres

Cuidados como registro e documentação e escolha correta garantem bem-estar para animal e proteção do meio ambiente

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Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

Furão, iguana, sagui, porquinho-da-índia, chinchila, tartaruga, cacatua e até mesmo aranhas e serpentes são algumas das muitas espécies exóticas que caíram no gosto dos tutores de pet. No entanto, para preservar o bem-estar do animal e evitar riscos aos ecossistemas, é preciso seguir uma série de parâmetros para uma tutoria responsável.

Em São Paulo, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) é o órgão responsável por normatizar a criação e o comércio de animais silvestres e exóticos para fins de companhia. Assim, todos os estabelecimentos precisam de autorização específica para a venda ou criação, de acordo com cada espécie.

Já os animais precisam de uma marcação individual e permanente. No caso das aves, o mais comum é ter uma anilha, que é uma espécie de anel colocado na pata; e no caso de répteis e mamíferos, um microchip, implantado abaixo da pele do animal. Ambos possuem numeração única, que funcionam como uma espécie de “RG” e ajudam a identificar a sua origem.

Esta numeração precisa estar impressa na nota fiscal da compra, bem como nomes popular e científico da espécie e o sexo do animal. No caso de aves, também é necessário informar a marcação dos pais e a data de nascimento. Além de ser preciso efetuar a leitura do microchip ou anilha antes do transporte do animal, para que o tutor tenha certeza que os dados estão inseridos no sistema da Semil.

O estabelecimento também tem que emitir um documento chamado Autorização de Transporte para Consumidor Final, contendo todos os dados idênticos aos da nota fiscal. Este documento, emitido pelo pelo sistema de controle da Semil, indica que tanto o estabelecimento quanto o animal estão regulares.

Também é necessário verificar se o criadouro ou a loja possui Autorização de Uso e Manejo (AM), documento que garante que o estabelecimento é registrado e está apto para exercer a atividade.

Riscos

Todos estes cuidados são necessários para garantir não apenas o bem-estar do animal, mas também para evitar riscos ao meio ambiente e para rastrear os animais em caso de abandono em área verde.

Uma espécie exótica – ou seja, que não pertence à fauna local – ainda que domesticada, pode representar riscos, como predar espécies locais, reproduzir ou levar parasitas e outros microrganismos desconhecidos, o que pode acarretar infestações indesejadas, causar desequilíbrio ambiental.

Portanto, é preciso também estudar sobre o animal antes de decidir pela tutoria. Aspectos como espaço adequado, alimentação correta, limpeza, cuidados veterinários, necessidade de atividades físicas, disponibilidade para brincadeiras e companhia, entre outros, devem ser ponderados antes da decisão.

Também são vetadas, desde 1998, a importação e implantação de novos criadores de invertebrados, anfíbios, répteis, marsupiais, insetívoros, coelhos e lebres, roedores, carnívoros e ungulados (como cervos, girafas e hipopótamos). Isso inclui os hedgehogs (ouriço pigmeu) e esquilos voadores.

Entenda a diferença entre animais silvestres e selvagens

Diferente dos pets mais comuns, como gatos e cachorros, que passaram por um processo de domesticação de milhares de anos, os animais silvestres ou não são domesticados, ou foram domesticados recentemente. Porém são, necessariamente, da fauna local. Exemplos: araras, papagaios, coelhos, lagartos e tartarugas.

Já os animais exóticos não pertencem à fauna local, independente de terem sido domesticados ou não. Ou seja, podem ser animais silvestres em outros ecossistemas. Exemplos: cobra píton, ferret (furão) e hamster.

Fonte: Governo de São Paulo
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