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Pet Especialista dá dicas

Como evitar que um cachorro seja atropelado?

Médico veterinário explica os cuidados necessários para evitar qualquer acidente

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Há muitos casos de cachorros abandonados, como também há muitos tutores que deixam seus cachorros darem as famosas “voltinhas por aí”. Essa atitude implica em muitos riscos para a vida do animal, como brigas, doenças e até acidentes. A adoção de cães evita que mais animais sofram com atropelamentos que, em alguns casos, podem ser fatais.

Vai passear com o seu cachorro? Não esqueça de levar a coleira para que ele não escape. Mas, antes de soltá-lo, tenha certeza que ele não correrá para longe do seu alcance. Praticar a guarda responsável de animais pode salvar a vida do seu “aumiguinho.”

Seu cachorro é adestrado? Castrar cães é um cuidado importante, que também pode evitar o atropelamento e é a melhor escolha para quem quer garantir longevidade e qualidade de vida para seu pet. A castração do cachorro ajuda a deixá-lo mais tranquilo e reduz as chances de fuga, dentre outros benefícios que envolvem a sua saúde.

“Caso encontre um cão atropelado, ligue para uma clínica veterinária e peça ajuda para profissionais capacitados e que já estão acostumados a lidar com esse tipo de situação. Somente um veterinário poderá examinar, identificar e estabilizar a dor do cão atropelado. Quanto mais cedo ele receber o tratamento adequado, mais rápida será a recuperação”, orienta o médico veterinário, Marcello Machado.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde Animal

Coronavírus: Cuidados de higiene devem ser estendidos a animais domésticos

Apesar de cães e gatos não serem passíveis de contaminação, eles podem levar o vírus para o ambiente familiar

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A Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná alerta a população sobre  cuidados com os animais domésticos durante o período de isolamento social. Eles não contraem o Covid-19, mas podem levar o vírus para o ambiente familiar em decorrência das saídas para ruas, praças e parques.

A higiene dos animais também é fundamental. O secretário Márcio Nunes ressalta que passear com os pets pode representar um risco dobrado de contaminação para os donos. Ele explica que os cuidados devem ser estendidos aos pets.

“É preciso limpar as patas e pêlos com água e sabão ou álcool em gel. Quando os pets tocam uma superfície contaminada, eles podem levar o vírus para dentro de casa”, disse o secretário.

Não adquirem

A coordenadora de recursos naturais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e secretária executiva do Conselho Estadual de Direitos dos Animais (CEDA), Fernanda Góss Braga, esclarece que os animais domésticos não contraem o Covid-19.

Os animais contraem outro tipo de vírus corona, da mesma família do Covid-19. Cientistas atestam que a tipologia do corona a qual esses animais são suscetíveis não é transmitida aos humanos. “O corona que os animais contraem não afeta o sistema respiratório, apenas provoca distúrbios de trato intestinal no animal contaminado”, comenta Fernanda Braga.

Ela lembra que nesse período de isolamento social, muitas pessoas sofrem de solidão pela falta de companhia, da presença física de familiares e amigos.

“Os animais de estimação são grandes aliados e podem fazer a diferença nesse período de quarentena. “Não negligenciar com os cuidados ajudará a evitar novas contaminações com o Covid-19”, diz ela.

Fonte: AEN/Pr
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Pet Saúde Animal

COVID-19 não é transmitido por cachorros e gatos

Creches e Pet Shops devem ser evitados? Quais cuidados com os peludos diante deste cenário? Confira as respostas com a Dra. Daniele Perrella

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Desde que o COVID-19 chegou ao Brasil, a busca por informações a respeito do contágio por animais domésticos aumentou muito e muitas informações equivocadas e ambíguas estão sendo divulgadas. Segundo a médica veterinária Daniele Zurita Perrella, não há qualquer evidência de que cães e gatos possam ser infectados pelo COVID-19, bem como possam transmiti-lo para humanos. “Entretanto, não é por isso que vamos deixá-los em ambiente contaminado”, afirma.

“Recentemente li uma matéria que está sendo amplamente divulgada de que os pets pegam Coronavírus, mas que os seus sintomas são diferentes, semelhantes a uma Parvovirose e fim. A matéria limitava-se a essa informação. Para um veterinário, essa informação não tem nada de errada. Para tutores, que não tem conhecimento de que o Coronavirus tem diversas “versões” essa informação pode ser um problema”, alerta.

De acordo com ela, o Coronavirus é na verdade um grupo de vírus comum entre os animais. Em casos muito raros, ele é o que os cientistas chamam de zoonótico, que pode ser transmitido de animais para seres humanos, de acordo com os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças.

“Logo, existem vários tipos de Coronavírus, tem Coronavírus bovino, felino, canino, de galinha, diversos coronavírus em morcegos e em seres humanos, entre outros. Cada tipo de Coronavírus tem um conjunto específico de sintomas para os seus hospedeiros”, explica.

Coronavírus canino e felino

Nos cachorros, o Coronavirus pode aparecer de duas formas: uma com manifestação respiratória e outra entérica – essa última mais comum e que causa um quadro de diarreia. “É importante salientar que essas duas formas de Coronavirose canina são prevenidas por meio da vacinação anual, a V8 ou V10”, diz Daniele.

Já os felinos, explica, também têm seu coronavírus próprio (FCoV), que pode causar a Peritonite Infecciosa Felina, a PIF. A doença é encontrada em praticamente todo o mundo e, infelizmente, até o momento, não existem vacinas para prevenir o FCoV. “Em resumo, nos pets o sistema gastrointestinal é acometido, o que é muito semelhante a Parvovirose, causando sintomas completamente distintos dos coronavírus humanos. Esses tipos de Coronavírus que acometem pets não são transmissíveis aos humanos e não têm relação com o covid-19”, afirma.

O COVID-19 foi transmitido por animais?

Segundo a profissional, ainda é cedo para fazer afirmações a respeito do COVID-19, o que se sabe é que é uma doença zoonótica, como a SARS (síndrome respiratória aguda grave) e que o surto iniciou-se, aparentemente, no mercado de Wuhan, na China, o qual contava com uma seção de animais silvestres, onde eram vendidos animais vivos ou abatidos.

“Assim que os cientistas decifraram o código genético do novo Coronavírus, os morcegos se tornaram os principais suspeitos, seja por transmissão direta aos humanos ou por meio de um animal infectado (um intermediário). O que se pode afirmar até o momento é que do morcego – ou outro hospedeiro intermediário, para o humano o COVID-19 é uma zoonose, mas somente nesta hipótese. Os animais domésticos, gatos e cachorros, não contraem ou transmitem covid-19”, afirma.

E o caso do cão de Hong Kong?

Qualquer animal que esteja em um ambiente com extrema contaminação pode apresentar o vírus no organismo. É preciso tomar cuidado com a desinformação. “Quando tivemos o surto da SARS em 2003 alguns animais que estavam em ambientes contaminados apresentaram teste positivo para doença, apesar de não desenvolverem nenhum tipo de sintoma, bem como, não tivemos casos de animais domésticos transmitindo a doença para humanos, e vice e versa”, afirma Daniele.

“Sendo assim, a respeito do caso em questão, sigo o que a Dra. Shelley Rankin, microbiologista da Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, Filadélfia, afirmou em uma matéria recentemente publicada no jornal Science: ‘No momento, não há pesquisas para apoiar a disseminação humano a animal. Amostras do cão de Hong Kong tinham um pequeno número de partículas virais presentes. Em um animal sem sinais clínicos de doença, é difícil dizer o que isso significa. Foi um caso único e aprendemos que precisamos fazer muito mais pesquisas sobre o potencial do vírus humano SARS-CoV-19 para infectar animais'”, comenta.

Cuidados gerais

De acordo com a médica veterinária, estamos diante de um vírus de baixa taxa de mortalidade (comparado ao seu antecessor, SARS), mas alta virulência. “Tosse, espirro, beijos ou abraços podem causar exposição. O vírus também pode ser transmitido ao tocar em algo que uma pessoa infectada tocou e depois em sua boca, nariz ou olhos, e é aí que surge o problema”, diz.

“Pense bem, se uma pessoa infectada espirrar na mão, fazer carinho no cachorro e, depois outra pessoa entrar em contato com aquele cachorro o que pode acontecer? Bem, se essa pessoa colocar a mão na boca, olho ou nariz, há grande chance de contágio. Exatamente como pode acontecer com maçanetas e balcões. Ainda, esse cachorro poderá sim apresentar o vírus no seu organismo, uma vez que ele pode lamber o próprio pelo ou um ambiente contaminado, o que não significa que ele apresentará sintomas. O pet não estará transmitindo COVID-19, mas sendo um meio de transmissão, carregando vírus pelo ambiente. É uma questão de higiene básica, se a pessoa não entender que deve usar máscaras, luvas e manter a distância adequada de outros seres vivos, não só o pet dela como toda a casa será um ambiente com alta carga viral”, explica.

Para quem está com a doença, informam, o contato com o animal deve ser evitado, sem os famosos lambeijos. “Atualmente, os pets são como um integrante da família, sendo assim, o interessante seria deixá-lo em um hotel para animais ou aos cuidados de outra pessoa durante o período de quarentena do tutor, assim, evitamos que o pet carregue o vírus por todo o ambiente familiar. Caso não tenha essa possibilidade, é importante passar álcool em gel sempre que for brincar com eles, mexer em ração, brinquedos ou petiscos”, diz.

Os passeios não devem ser cortados, por uma questão de bem-estar animal – algo que não se pode esquecer, sendo assim, é importante escolher os horários de menor movimento nas ruas, bem como evitar locais aglomerados, e usar produtos de higiene animal nos pelos e patas antes e depois do passeio.

Creches e pet shops devem ser evitados?

“Não vejo motivo para evitar esses locais. O importante é respeitar a quarentena, então se estiver doente, deixe outra pessoa passear com o pet, levá-lo ao veterinário ou creche. Assim evita a contaminação humana”, informa Daniele. Segundo ela, esses locais costumam ter protocolos de limpeza e desinfestação melhor que o doméstico, exatamente para diminuir riscos de contágios de doenças entre pets e colaboradores. “É essencial verificar que o local que você levando o seu pet é limpo e mantém um protocolo de higiene entre clientes, pets e colabores. Na situação em que estamos, os banhos são essenciais, afinal, o vírus não gosta da limpeza”, diz.

A recomendação para as creches de cachorro é a mesma, não há contágio de covid-19 entre cães, logo, não há motivo para evitar. É importante apenas diminuir ao máximo a proximidade com humanos, para isso, a tecnologia ajuda muito.

Fonte: Assessoria
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Pet Dicas

Confira os principais cuidados para aproveitar a folia com o pet

Atenção com o calor e aglomeração, vacinação e controle de carrapatos estão entre as recomendações do médico veterinário

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Já foi o tempo em que animais de estimação eram proibidos em restaurantes, hotéis e shoppings. Os lugares pet friendly ganharam espaço com a mudança de comportamento diante a necessidade dos tutores curtirem os momentos junto com os pets. E no carnaval, não é diferente. Além dos animais serem permitidos nos bloquinhos, eles possuem até uma folia exclusiva. De acordo com Marcio Barboza, médico-veterinário e gerente Técnico da MSD Saúde Animal, o carnaval também pode ser benéfico para os animais. Porém, para uma comemoração saudável, é preciso estar atento a alguns cuidados.

“Precisamos ter consciência que algumas espécies, como os gatos, possuem um perfil mais introspectivo e, por isso, não é aconselhável leva-los para a farra. Os cachorros, dependendo da personalidade e temperamento, conseguem se adaptar facilmente e, com certeza, vão curtir o passeio”, alerta.

Vale lembrar que as orientações concedidas abaixo pelo médico-veterinário são importantes também para aqueles que fugirão das festas tradicionais do carnaval e irão viajar para a praia ou sítio, por exemplo. A mudança de rotina pode afetar o pet e, portanto, é necessário respeitar a alimentação, repouso, estar com a vacinação e prevenção de parasitas internos e externos atualizados. Para aproveitar o feriadão com tranquilidade em ambas as situações, confira as dicas:

  • Cuidado com o calor – Se para nós nem sempre é fácil lidar com o sol e calor intenso, imagine para o seu pet? “Se for curtir com o animal no bloquinho, prefira os que acontecem de manhã ou no final do dia e atente-se à temperatura do solo, que pode queimar as patinhas do seu amigo. Além disso, é necessário oferecer ao bichinho paradas para descanso e água fresca”, lembra Marcio Barboza. E se for viajar, não se esqueça de trocar a água do pet com frequência e deixar o local de descanso fresco.
  • Evite aglomerações — elas deixam os lugares barulhentos, quentes e estressantes para o animal. Se você quiser levar seu amigo de quatro patas a algum evento de rua, procure aqueles mais calmos. Dica: algumas cidades já promovem eventos voltados a quem quer levar seus pets para a folia. Informe-se.
  • Prevenção é tudo – Independentemente de onde você vai passar o carnaval, não se esqueça de manter o pet com as vacinas em dia e protegido contra pulgas e carrapatos — de preferência com produtos de longa duração. Isso porque, em feriados e datas festivas como essa é comum sairmos da rotina, o que implica o pet ter contato com pessoas e animais diferentes da rotina dele. Mas lembre-se: iniciativas de proteção à saúde do seu pet como essas merecem atenção ao longo de todo o ano.
  • Fantasia só se for confortável — As redes sociais estão repletas de ideias de fantasias para os pets. Muito divertido entrar na brincadeira, mas atente-se a alguns detalhes, especialmente aos materiais que compõem a peça escolhida. O gliter, por exemplo, pode causar dermatite, entrar nas narinas ou nos olhos dos animais. Vale ainda checar se a roupa ou acessório não está apertado ou quente demais, isso pode estressá-lo.
  • Identificação completa — Para finalizar, aí vai uma dica valiosa, que vale também para todo o ano: use coleira de identificação. Com o acessório, caso o animal se perca, vai conseguir ser identificado, evitando que fique perdido nas ruas, e seja, então, devolvido para você.

Depois dessas informações importantes, você já sabe como curtir da melhor forma o carnaval com o seu amigo de quatro patas. E vamos combinar que, se por algum caso, alguma emergência ocorrer, só um veterinário poderá ajudá-lo.

Fonte: Assessoria
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