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Como diferenciar as fontes de selênio disponíveis para a indústria animal?

O selênio é um mineral essencial ao desenvolvimento de plantas e animais e sua eficácia biológica depende de sua forma química. O conhecimento das fontes de selênio disponíveis para a indústria animal, e a utilização de fonte selênio de adequada disponibilidade metabólica, como a selenometionina, é importante para o melhor aproveitamento dos benefícios deste mineral.

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Arquivo OP RURAL

O que é Selênio (Se)?

O selênio é um mineral pertencente à família VIA da tabela periódica (calcogênios), mesma família onde estão localizados o oxigênio e o enxofre. Dessa forma, o selênio (Se) apresenta características semelhantes a esses elementos, porém possui maior massa atômica e maior capacidade em trocar elétrons. Por isso, o Se é um elemento altamente reativo quando encontrado em formas livres, podendo apresentar toxicidade aos animais e plantas.

No solo, o Se é encontrado em formas inorgânicas (sais livres), principalmente como selenito de sódio. Esses sais são absorvidos pelo sistema radicular das plantas e como não possuem mecanismos de excreção, ele é metabolizado e depositado em tecidos em uma forma orgânica estável, conhecida como selenometionina (SeMet). A SeMet é um análogo do aminoácido metionina, com o enxofre (S) substituído pelo elemento Se (Figura 1). Apesar deste mecanismo ser comum a todos os vegetais, a quantidade de Se encontrado neles é bastante variável e depende de alguns fatores.  O principal fator é a concentração de Se no solo.

Assim como nas plantas, uma molécula de SeMet pode se incorporar às proteínas que compõe qualquer tecido animal e no local onde estaria presente uma molécula de metionina, sem causar alterações de estrutura ou função proteica deste tecido. Essa substituição de metionina por SeMet torna-se um mecanismo de armazenamento reversível de SeMet nos órgãos e tecidos dos animais. SeMet é a única forma de armazenar Se em organismos vegetais e animais.

Figura 1 – Comparação da estrutura química entre metionina e selenometionina.

 

Selenocisteína: a forma metabolicamente ativa do selênio

Atualmente, sabe-se que o selênio desempenha diversas funções fisiológicas através de uma família de proteínas, denominadas selenoproteínas. Para que sejam sintetizadas, outro análogo do enxofre é utilizado, a selenocisteína (SeCys). Este aminoácido é incorporado no sítio catalítico destas proteínas, sob controle gênico, por meio de um ‘maquinário’ de síntese proteica dedicado e específico. As funções biológicas particulares deste aminoácido e incorporação codificada através de genes específicos conferem à SeCys sua classificação como um aminoácido essencial para os animais, sendo considerada o 21º aminoácido essencial.

A maioria dos animais, como mamíferos e aves, possui 25 selenoproteínas diferentes, essas proteínas apresentam funções enzimáticas importantes com ações antioxidantes bem descritas e, ainda, desempenham papéis importantes na sinalização celular, bem como na desintoxicação de espécies reativas de oxigênio (ROS, do inglês Reactive Oxigen Species) e espécies reativas de nitrogênio (RNS), normalmente denominados radicais livres. As glutationas peroxidases e tioredoxina redutase são selenoproteínas bem conhecidas por seus papéis antioxidantes contra algumas ROS, como o peróxido de hidrogênio (H2O2), produzido durante o estresse oxidativo. As informações sobre outras selenoproteínas é mais recente; muitas ainda estão sendo estudadas e isso poderá explicar melhor os efeitos positivos do Se em distintos sistemas, como seu efeito na fertilidade e imunidade.

O selênio e a nutrição animal

Dada a baixa disponibilidade do selênio nas forrageiras, a suplementação desse mineral em animais de produção é uma prática quase unânime desde 1970. Durante as últimas décadas, uma quantidade crescente de estudos sugere que a forma de selênio ofertada através da dieta é fator determinante para sua eficiência e dessa maneira atingir os requerimentos nutricionais.

Atualmente, temos disponíveis no mercado dois grupos de produtos à base de selênio para nutrição animal: (1) fontes inorgânicas de Se, representadas pelo selenito de sódio e proteinatos e glicinatos de Se, e (2) fontes orgânicas, que possuem SeMet como principal componente. O desenvolvimento recente de informações relacionadas à bioquímica do selênio nos ajuda a entender um pouco mais sobre as principais diferenças de absorção e metabolismo entre essas fontes.

A principal vantagem em suplementar os animais com SeMet frente às fontes inorgânicas é que, devido à similaridade química entre as moléculas, a SeMet é absorvida e metabolizada como uma molécula de metionina. Como mencionado, essa característica leva à formação de um depósito de Se, que pode ser utilizado posteriormente pelos animais de uma maneira mais eficiente e segura. Por outro lado, todas as outras formas de Se não criam depósitos de Se e, portanto, qualquer excesso é excretado imediatamente para evitar sua toxicidade.

Outro fator importante é a ação pró-oxidante que o selenito de sódio pode ter. Pesquisadore como Spahholz (1997) e Surai et al. (1999) demonstraram que o selenito de sódio pode ser um catalisador durante a metabolização da glutationa. Durante tal processo, o selenito de sódio pode catalisar a glutationa, culminar na formação de um superóxido e selênio elementar. A SeMet tem efeito contrário, com propriedades marcadamente antioxidantes sobre a glutationa (Schrauzer, 2000).

Uma ampla gama de produtos no mercado pode ser considerada como fonte orgânica de selênio. De uma maneira prática, são consideradas fontes orgânicas de Se, todos os produtos que possuem SeMet. De acordo com Surai (2018), fontes verdadeiras de Se orgânico são as seleno-leveduras, L-SeMet, OH-SeMet e L-Zn-SeMet.

Dada a grande quantidade de opções disponíveis, a comunidade científica busca maneiras de avaliar a eficácia destes diferentes aditivos. Admite-se que a melhor maneira de avaliar a bioeficácia é utilizando a deposição de Se em diferentes tecidos animais, sendo em músculos a mais utilizada. Diversas publicações demonstraram que a proporção de Se sob a forma de SeMet é o principal fator relacionado a sua bioeficácia. Simon et al. (2013) concluíram que a diferença de eficiência das fontes de Se pode estar relacionada aos seus diferentes conteúdos de SeMet.

A fim de comparar algumas das opções disponíveis, uma meta-análise compilou resultados de 13 estudos em frangos, onde diferentes fontes de Se foram avaliadas: Selenito de Sódio, Glicinato de Se, Seleno-levedura (Se-lev), Hidróxi-selenometionina (OH-SeMet) e Selenometionina (L-SeMet). Esta meta-analise concluiu que a deposição de Se em músculo é igual quando fontes orgânicas de Se, como a OH-SeMet e a L-SeMet, são suplementadas na ração; porém ocorre menor deposição com o uso de SeMet oriundas de levedura, provavelmente pela menor concentração de SeMet nesses produtos; e redução ainda mais evidente na deposição de Se com o uso de fontes inorgânicas (Figura 2).

Figura 2 – Efeito de fontes e diferentes níveis de Se sobre a deposição muscular de Se. Adaptado de Jachacz et al., 2017.

Seleno-leveduras, grande variabilidade em concentração de SeMet

Diversas publicações confirmam a grande variabilidade na concentração de SeMet nos produtos comerciais a base de seleno-leveduras existentes no mercado. O seu processo produtivo ocorre pela fermentação de uma cultura de leveduras, que cresce em um meio rico em selênio mineral, de forma que as leveduras são capazes de incorporar parte deste Se como SeMet. Esse processo de fermentação não é um processo simples. Suplementar leveduras com um mineral de potencial tóxico e buscar maximizar o seu crescimento gera alta variabilidade de SeMet no produto da fermentação, que pode variar de 20 até 65% de concentração de SeMet.

Nesse contexto, Bierla et al. (2012) avaliaram a composição completa de produtos à base de seleno-leveduras (Se-lev), de forma a pesquisar quais seriam os demais compostos presentes nesses produtos. Tais autores puderam evidenciar ao menos 50 outros componentes. Após a SeMet, o componente mais abundante foi a Selenocisteína (SeCys), presente nestes produtos entre 10 e 15%.

Entretanto, neste ponto, existe uma confusão; as selenocisteínas encontradas nas Se-lev não podem ser diretamente incorporadas nas selenoproteínas. Após a absorção intestinal, todas as moléculas de SeCys precisam ser metabolizadas e, por fim, sintetizar a selenocisteína “de novo”, apenas assim, poderão ser incorporadas ao sítio catalítico das selenoproteínas. Trabalhos recentes já demonstraram que a SeCys, não é capaz de ser armazenada e, por isso, não tem o mesmo valor biológico que a SeMet. (Briens et al., 2019)

Dessa forma, o valor biológico das seleno-leveduras está diretamente relacionado a sua concentração de SeMet, ou seja, sua atividade está correlacionada ao seu conteúdo deste composto e por serem produzidas por fermentação, existe variabilidade entre diferentes lotes do mesmo produto comercial (Figura 3).

 

Figura 3 – Teor de selenometionina em produtos de seleno-leveduras (Se-Lev) de diferentes fabricantes e lotes de produção, comparadas à OH-SeMet. Colunas com cores diferentes mostram fabricantes diferentes, colunas de mesma cor representam lotes diferentes de um mesmo produto. Adaptado de Geraert et al., 2015.

 

Formas Puras: OH-SeMet, L-SeMet e Zn-SeMet

Há menos de 10 anos, algumas empresas começaram a sintetizar SeMet quimicamente. Esses produtos são frutos de reações químicas e por isso, possuem processos de fabricação controlados e capazes de garantir os mesmos resultados em todos os lotes produzidos. Essa consistência na concentração de SeMet nos produtos quimicamente produzidos, aliada ao avanço nos conhecimentos sobre a SeMet e sua importância no metabolismo, fez com que esses produtos ganhassem espaço no mercado de suplementação animal mundialmente.

Esse grupo de produtos é caracterizado por garantir todo seu aporte de selênio na forma de maior valor biológico, a L-SeMet ou OH-SeMet. Segundo Surai (2018), a OH-SeMet é facilmente convertida em SeMet após a absorção, e segue pelas mesmas vias que a SeMet, seja na sua atividade biológica ou na sua capacidade de formação de reservas corporais.

Dessa forma, todas as formas puras de selênio, OH-SeMet, L-SeMet e L-Zn-SeMet, apresentam o mesmo valor biológico entre elas, e superior ao das seleno-leveduras, dada a maior concentração de SeMet (Tabela 1).

Um ponto relevante, capaz de diferenciar tais fontes, é a estabilidade (Tabela 1). A L-SeMet purificada pode ser facilmente oxidada (Surai, 2018). O produto da oxidação da SeMet é conhecido como selenóxido (SeMetO) e é facilmente encontrado após algum tempo de armazenamento. Além disso, o SeMetO pode ser quimicamente formado no intestino (Lavu et al., 2016). De acordo com a opinião científica emitida pela EFSA, a estabilidade da L-SeMet em premix contendo minerais e vitaminas é reduzida, existindo grande perda durante seu armazenamento (55%, 54% e 37% de recuperação após 3, 6 e 12 meses de armazenamento).

Por outro lado, a alteração do grupamento químico presente na OH-SeMet confere a esse produto uma estabilidade superior entre as fontes puras, comprovada tanto ao armazenamento quanto ao processamento térmico, como peletização ou extrusão (Geraert, 2015).

Conclusão

O uso de selênio na nutrição animal teve seu início para evitar a deficiência deste mineral na produção animal. Atualmente, os nutricionistas buscam otimizar o uso deste mineral, a fim de garantir o desempenho produtivo do seu plantel frente aos desafios de estresse oxidativo e imunocompetência que os animais de alta performance experimentam. Para atingir tais objetivos, as fontes orgânicas são as que mostram maior potencial, pois são depositadas em tecidos proteicos dos animais e estão disponíveis sempre que existe essa ‘demanda metabólica’. Dentre as fontes orgânicas de Se, a OH-SeMet é a única fonte capaz de garantir todos os benefícios da selenometionina, pois é a fonte de maior estabilidade no processo de fabricação de rações. Um aditivo nutricional estável garante a concentração do produto ativo nos alimentos que oferecemos aos nossos animais.

Referências bibliográficas disponíveis mediante solicitação.

Fonte: Garros Fontinhas e Wanderley Quinteiro Filho, Adisseo América Latina

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Cobb-Vantress realiza treinamento para a Tecavi em Pacasmayo, no Peru, com foco em matrizes, incubação e frangos de corte

Treinamento promovido pela Cobb-Vantress reuniu equipes da Tecavi para atualização técnica e compartilhamento de boas práticas voltadas à eficiência na produção avícola.

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Foto: Divulgação

Com o objetivo de fortalecer o conhecimento técnico e compartilhar as melhores práticas na produção avícola, a Cobb-Vantress, casa genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou um treinamento exclusivo para a equipe da Tecavi na cidade de Pacasmayo, no Peru. O encontro reuniu profissionais envolvidos com as áreas de matrizes, incubação e produção, consolidando um espaço para atualização e troca de conhecimentos técnicos visando otimizar os resultados em campo.

A “Escola de Treinamento Tecavi”, organizada pela Cobb, focou em temas-chave para a produção moderna sob o tema “Manejo de Matrizes e Incubação”, abordando aspectos estratégicos para maximizar o desempenho produtivo e a eficiência das operações avícolas.

Durante o treinamento, foi apresentado um programa técnico especializado, incluindo diversas apresentações de renomados profissionais da Cobb. Entre os temas abordados, destacou-se o Benchmarking de resultados Cobb, apresentado por Cassiano Bevilaqua, diretor-associado de Marketing e Serviço Técnico da Cobb-Vantress para a América Latina, onde foram compartilhados indicadores e benchmarks de produção para avaliar e aprimorar o desempenho.

Guadalupe Pardo, gerente regional da companhia para América Central, também apresentou sobre o Manejo da fêmea Cobb800™ e Manejo do MachoMX™, abordando aspectos fundamentais relacionados ao desempenho e manejo de aves reprodutoras.

O especialista em Frango de Corte e Incubação, Antonio Duplat, por sua vez, liderou as palestras sobre Manejo da Incubação e Manejo dos Frangos de Corte Cobb800™, compartilhando recomendações e estratégias focadas na eficiência da produção desde os estágios iniciais até o desempenho final na granja.

Esse tipo de iniciativa reflete o foco da Cobb no suporte técnico e na transferência de conhecimento para seus clientes e parceiros estratégicos, promovendo treinamento contínuo baseado em resultados, inovação e alinhamento com as necessidades do setor avícola.

A realização desse evento privado na Tecavi reafirma a importância do treinamento especializado e da troca de experiências para continuar impulsionando o desenvolvimento de uma indústria avícola cada vez mais eficiente e competitiva.

Fonte: Assessoria Cobb-Vantress
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Eventos “Conexão Aviagen” no Brasil focam em manejo, ambiência e estrutura

Organizados em Maringá e Cascavel, encontros exploraram os principais fatores que influenciam o bem-estar, a sustentabilidade e o desempenho dos lotes

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Divulgação / Foto: Aviagen

Duas novas edições do Conexão Aviagen® no Paraná reuniram profissionais da avicultura para discutir estratégias práticas de manejo para as oscilações climáticas e fortalecimento sanitário dos plantéis. Realizados em Maringá, no dia 26 de maio, e em Cascavel, no dia 28 de maio, os eventos receberam aproximadamente 200 profissionais da avicultura das regiões norte, oeste e sudoeste do Estado. As discussões focaram em como o manejo eficaz, o ótimo controle do ambiente e uma abordagem sistemática para a excelência na produção avícola podem apoiar a produtividade, o bem-estar e a sustentabilidade das aves. Os eventos refletiram o compromisso contínuo da Aviagen com o sucesso do melhoramento genético, em conjunto com seus clientes e a indústria avícola brasileira, por meio da troca de conhecimento prático e da estreita colaboração.

Principais estratégias de controle ambiental e saúde do plantel

Segundo o gerente Comercial da Aviagen, Luiz Mansano, manter um controle ambiental rigoroso e aprimorar a sanidade e o bem-estar animal estão entre as melhores formas de apoiar a operação diária do avicultor frente à realidade atual do campo. “A grande participação em ambas as regiões reflete o forte comprometimento da avicultura paranaense. Nosso principal objetivo com estas edições do Conexão Aviagen foi compartilhar estratégias práticas de ambiência e biossegurança. Queremos ajudar os produtores a proteger a sustentabilidade econômica e manter a eficiência do lote, independentemente da instabilidade climática ou dos desafios relacionados a doenças”, afirmou.

Estratégias práticas para a sanidade e o controle ambiental

O programa focou em áreas que influenciam o desempenho diário da granja. Abrindo as discussões, o gerente Técnico da Vaxxinova, Gustavo Schaeffer, compartilhou as melhores práticas no intervalo entre lotes, destacando medidas para ajudar a prevenir doenças e promover a saúde geral do plantel. Em seguida, o coordenador Técnico da Plasson na América Latina, Ricardo Parente, discutiu como a eficiência da estrutura e o uso correto dos equipamentos contribuem para uma ambiência eficaz, especialmente em condições climáticas de amplitudes desafiadoras.

O impacto direto dessas variáveis no desenvolvimento da ave foi detalhado pelo supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen e especialista em frangos de corte da Aviagen, Ivan Filippini. Ele apresentou práticas operacionais para potencializar os resultados zootécnicos independentemente das oscilações de temperatura. Para incentivar a participação e a troca de ideias, ambas edições incluíram sessões de perguntas e respostas.

Visão regional e manejo de excelência

Além dos temas principais abordados em ambos os eventos, o programa de Maringá contou com uma sessão adicional conduzida pelo supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen no Brasil, Bruno Machado. Sua apresentação examinou o impacto das estações do ano na qualidade da progênie e compartilhou abordagens de manejo para ajudar a manter o desempenho consistente do lote durante todo o ano.

No evento de Cascavel, os participantes também ouviram o sócio-proprietário da Granjas Pampeano Avicultura e Consultoria, João Nelson Tolfo. Ele compartilhou dicas práticas sobre como transformar conhecimento técnico em melhores resultados na granja.

Refletindo sobre as discussões realizadas durante os dois encontros, o gerente de Serviços Técnicos da Aviagen, Rodrigo Tedesco, enfatizou a importância de aplicar práticas de manejo eficazes para alcançar o bem-estar e o desempenho consistente do lote. “O ajuste fino do ambiente é o que garante a máxima expressão da genética Ross®. Quando reunimos a cadeia produtiva para discutir o controle climático e a biosseguridade em alto nível nós entregamos ao cliente as ferramentas precisas para ele traduzir o potencial da ave em eficiência e obter lotes produtivos o ano inteiro”, concluiu Tedesco.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim confirma participação na Megaleite 2026 com portfólio completo de leite

Com destaque para a solução Bovikalc®, a farmacêutica marca presença em mais uma edição do evento, com estande próprio e equipe técnica robusta

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Foto e texto: Assessoria

A multinacional farmacêutica Boehringer Ingelheim confirma presença em mais uma edição da Megaleite, que ocorrerá entre 2 e 6 de junho no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte. Considerado um dos principais eventos do setor, o encontro será a oportunidade ideal para a marca exibir suas soluções voltadas ao segmento leiteiro em um estande próprio. Para isso, a companhia levará um time robusto de especialistas técnicos, preparados para demonstrar os diferenciais de seu portfólio completo aos visitantes.

O principal destaque do estande será a exposição do Bovikalc®, suplemento de cálcio lançado em abril de 2025. A solução foi desenvolvida para otimizar a saúde e a produtividade de vacas leiteiras ao combater a hipocalcemia subclínica, especialmente no pós-parto. “Estamos muito satisfeitos com o desempenho do produto no mercado desde o seu lançamento e queremos continuar dando visibilidade a ele nos eventos setoriais. Essa solução promove o bem-estar e garante a saúde das vacas em um momento crítico, que é o pós-parto, sendo altamente recomendada para produtores de todos os portes”, explica Filipe Fernando, diretor da unidade de Grandes Animais da Boehringer Ingelheim.

Além da solução de suplementação, a marca também dará destaque às suas principais linhas de combate antiparasitário, com foco no Ivomec® e no Topline®, conhecidas no mercado como a ‘dupla imbatível’. “Esses produtos já contam com a confiança do mercado e carregam a marca da empresa nacionalmente. Queremos reforçar sua tradição e confiabilidade em um palco tão importante quanto a Megaleite”, complementa Fernando.

Com essa forte presença na Megaleite, a Boehringer Ingelheim reafirma seu compromisso de estar lado a lado com os produtores de leite brasileiros, oferecendo inovação e suporte técnico para potencializar os resultados do campo. A equipe da companhia estará à disposição dos visitantes durante todos os dias do evento, pronta para compartilhar conhecimento, fechar novos negócios e fortalecer parcerias estratégicas para o desenvolvimento da pecuária leiteira no país.

 

 

Fonte: Assessoria
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