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Como diferenciar as fontes de selênio disponíveis para a indústria animal?

O selênio é um mineral essencial ao desenvolvimento de plantas e animais e sua eficácia biológica depende de sua forma química. O conhecimento das fontes de selênio disponíveis para a indústria animal, e a utilização de fonte selênio de adequada disponibilidade metabólica, como a selenometionina, é importante para o melhor aproveitamento dos benefícios deste mineral.

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Arquivo OP RURAL

O que é Selênio (Se)?

O selênio é um mineral pertencente à família VIA da tabela periódica (calcogênios), mesma família onde estão localizados o oxigênio e o enxofre. Dessa forma, o selênio (Se) apresenta características semelhantes a esses elementos, porém possui maior massa atômica e maior capacidade em trocar elétrons. Por isso, o Se é um elemento altamente reativo quando encontrado em formas livres, podendo apresentar toxicidade aos animais e plantas.

No solo, o Se é encontrado em formas inorgânicas (sais livres), principalmente como selenito de sódio. Esses sais são absorvidos pelo sistema radicular das plantas e como não possuem mecanismos de excreção, ele é metabolizado e depositado em tecidos em uma forma orgânica estável, conhecida como selenometionina (SeMet). A SeMet é um análogo do aminoácido metionina, com o enxofre (S) substituído pelo elemento Se (Figura 1). Apesar deste mecanismo ser comum a todos os vegetais, a quantidade de Se encontrado neles é bastante variável e depende de alguns fatores.  O principal fator é a concentração de Se no solo.

Assim como nas plantas, uma molécula de SeMet pode se incorporar às proteínas que compõe qualquer tecido animal e no local onde estaria presente uma molécula de metionina, sem causar alterações de estrutura ou função proteica deste tecido. Essa substituição de metionina por SeMet torna-se um mecanismo de armazenamento reversível de SeMet nos órgãos e tecidos dos animais. SeMet é a única forma de armazenar Se em organismos vegetais e animais.

Figura 1 – Comparação da estrutura química entre metionina e selenometionina.

 

Selenocisteína: a forma metabolicamente ativa do selênio

Atualmente, sabe-se que o selênio desempenha diversas funções fisiológicas através de uma família de proteínas, denominadas selenoproteínas. Para que sejam sintetizadas, outro análogo do enxofre é utilizado, a selenocisteína (SeCys). Este aminoácido é incorporado no sítio catalítico destas proteínas, sob controle gênico, por meio de um ‘maquinário’ de síntese proteica dedicado e específico. As funções biológicas particulares deste aminoácido e incorporação codificada através de genes específicos conferem à SeCys sua classificação como um aminoácido essencial para os animais, sendo considerada o 21º aminoácido essencial.

A maioria dos animais, como mamíferos e aves, possui 25 selenoproteínas diferentes, essas proteínas apresentam funções enzimáticas importantes com ações antioxidantes bem descritas e, ainda, desempenham papéis importantes na sinalização celular, bem como na desintoxicação de espécies reativas de oxigênio (ROS, do inglês Reactive Oxigen Species) e espécies reativas de nitrogênio (RNS), normalmente denominados radicais livres. As glutationas peroxidases e tioredoxina redutase são selenoproteínas bem conhecidas por seus papéis antioxidantes contra algumas ROS, como o peróxido de hidrogênio (H2O2), produzido durante o estresse oxidativo. As informações sobre outras selenoproteínas é mais recente; muitas ainda estão sendo estudadas e isso poderá explicar melhor os efeitos positivos do Se em distintos sistemas, como seu efeito na fertilidade e imunidade.

O selênio e a nutrição animal

Dada a baixa disponibilidade do selênio nas forrageiras, a suplementação desse mineral em animais de produção é uma prática quase unânime desde 1970. Durante as últimas décadas, uma quantidade crescente de estudos sugere que a forma de selênio ofertada através da dieta é fator determinante para sua eficiência e dessa maneira atingir os requerimentos nutricionais.

Atualmente, temos disponíveis no mercado dois grupos de produtos à base de selênio para nutrição animal: (1) fontes inorgânicas de Se, representadas pelo selenito de sódio e proteinatos e glicinatos de Se, e (2) fontes orgânicas, que possuem SeMet como principal componente. O desenvolvimento recente de informações relacionadas à bioquímica do selênio nos ajuda a entender um pouco mais sobre as principais diferenças de absorção e metabolismo entre essas fontes.

A principal vantagem em suplementar os animais com SeMet frente às fontes inorgânicas é que, devido à similaridade química entre as moléculas, a SeMet é absorvida e metabolizada como uma molécula de metionina. Como mencionado, essa característica leva à formação de um depósito de Se, que pode ser utilizado posteriormente pelos animais de uma maneira mais eficiente e segura. Por outro lado, todas as outras formas de Se não criam depósitos de Se e, portanto, qualquer excesso é excretado imediatamente para evitar sua toxicidade.

Outro fator importante é a ação pró-oxidante que o selenito de sódio pode ter. Pesquisadore como Spahholz (1997) e Surai et al. (1999) demonstraram que o selenito de sódio pode ser um catalisador durante a metabolização da glutationa. Durante tal processo, o selenito de sódio pode catalisar a glutationa, culminar na formação de um superóxido e selênio elementar. A SeMet tem efeito contrário, com propriedades marcadamente antioxidantes sobre a glutationa (Schrauzer, 2000).

Uma ampla gama de produtos no mercado pode ser considerada como fonte orgânica de selênio. De uma maneira prática, são consideradas fontes orgânicas de Se, todos os produtos que possuem SeMet. De acordo com Surai (2018), fontes verdadeiras de Se orgânico são as seleno-leveduras, L-SeMet, OH-SeMet e L-Zn-SeMet.

Dada a grande quantidade de opções disponíveis, a comunidade científica busca maneiras de avaliar a eficácia destes diferentes aditivos. Admite-se que a melhor maneira de avaliar a bioeficácia é utilizando a deposição de Se em diferentes tecidos animais, sendo em músculos a mais utilizada. Diversas publicações demonstraram que a proporção de Se sob a forma de SeMet é o principal fator relacionado a sua bioeficácia. Simon et al. (2013) concluíram que a diferença de eficiência das fontes de Se pode estar relacionada aos seus diferentes conteúdos de SeMet.

A fim de comparar algumas das opções disponíveis, uma meta-análise compilou resultados de 13 estudos em frangos, onde diferentes fontes de Se foram avaliadas: Selenito de Sódio, Glicinato de Se, Seleno-levedura (Se-lev), Hidróxi-selenometionina (OH-SeMet) e Selenometionina (L-SeMet). Esta meta-analise concluiu que a deposição de Se em músculo é igual quando fontes orgânicas de Se, como a OH-SeMet e a L-SeMet, são suplementadas na ração; porém ocorre menor deposição com o uso de SeMet oriundas de levedura, provavelmente pela menor concentração de SeMet nesses produtos; e redução ainda mais evidente na deposição de Se com o uso de fontes inorgânicas (Figura 2).

Figura 2 – Efeito de fontes e diferentes níveis de Se sobre a deposição muscular de Se. Adaptado de Jachacz et al., 2017.

Seleno-leveduras, grande variabilidade em concentração de SeMet

Diversas publicações confirmam a grande variabilidade na concentração de SeMet nos produtos comerciais a base de seleno-leveduras existentes no mercado. O seu processo produtivo ocorre pela fermentação de uma cultura de leveduras, que cresce em um meio rico em selênio mineral, de forma que as leveduras são capazes de incorporar parte deste Se como SeMet. Esse processo de fermentação não é um processo simples. Suplementar leveduras com um mineral de potencial tóxico e buscar maximizar o seu crescimento gera alta variabilidade de SeMet no produto da fermentação, que pode variar de 20 até 65% de concentração de SeMet.

Nesse contexto, Bierla et al. (2012) avaliaram a composição completa de produtos à base de seleno-leveduras (Se-lev), de forma a pesquisar quais seriam os demais compostos presentes nesses produtos. Tais autores puderam evidenciar ao menos 50 outros componentes. Após a SeMet, o componente mais abundante foi a Selenocisteína (SeCys), presente nestes produtos entre 10 e 15%.

Entretanto, neste ponto, existe uma confusão; as selenocisteínas encontradas nas Se-lev não podem ser diretamente incorporadas nas selenoproteínas. Após a absorção intestinal, todas as moléculas de SeCys precisam ser metabolizadas e, por fim, sintetizar a selenocisteína “de novo”, apenas assim, poderão ser incorporadas ao sítio catalítico das selenoproteínas. Trabalhos recentes já demonstraram que a SeCys, não é capaz de ser armazenada e, por isso, não tem o mesmo valor biológico que a SeMet. (Briens et al., 2019)

Dessa forma, o valor biológico das seleno-leveduras está diretamente relacionado a sua concentração de SeMet, ou seja, sua atividade está correlacionada ao seu conteúdo deste composto e por serem produzidas por fermentação, existe variabilidade entre diferentes lotes do mesmo produto comercial (Figura 3).

 

Figura 3 – Teor de selenometionina em produtos de seleno-leveduras (Se-Lev) de diferentes fabricantes e lotes de produção, comparadas à OH-SeMet. Colunas com cores diferentes mostram fabricantes diferentes, colunas de mesma cor representam lotes diferentes de um mesmo produto. Adaptado de Geraert et al., 2015.

 

Formas Puras: OH-SeMet, L-SeMet e Zn-SeMet

Há menos de 10 anos, algumas empresas começaram a sintetizar SeMet quimicamente. Esses produtos são frutos de reações químicas e por isso, possuem processos de fabricação controlados e capazes de garantir os mesmos resultados em todos os lotes produzidos. Essa consistência na concentração de SeMet nos produtos quimicamente produzidos, aliada ao avanço nos conhecimentos sobre a SeMet e sua importância no metabolismo, fez com que esses produtos ganhassem espaço no mercado de suplementação animal mundialmente.

Esse grupo de produtos é caracterizado por garantir todo seu aporte de selênio na forma de maior valor biológico, a L-SeMet ou OH-SeMet. Segundo Surai (2018), a OH-SeMet é facilmente convertida em SeMet após a absorção, e segue pelas mesmas vias que a SeMet, seja na sua atividade biológica ou na sua capacidade de formação de reservas corporais.

Dessa forma, todas as formas puras de selênio, OH-SeMet, L-SeMet e L-Zn-SeMet, apresentam o mesmo valor biológico entre elas, e superior ao das seleno-leveduras, dada a maior concentração de SeMet (Tabela 1).

Um ponto relevante, capaz de diferenciar tais fontes, é a estabilidade (Tabela 1). A L-SeMet purificada pode ser facilmente oxidada (Surai, 2018). O produto da oxidação da SeMet é conhecido como selenóxido (SeMetO) e é facilmente encontrado após algum tempo de armazenamento. Além disso, o SeMetO pode ser quimicamente formado no intestino (Lavu et al., 2016). De acordo com a opinião científica emitida pela EFSA, a estabilidade da L-SeMet em premix contendo minerais e vitaminas é reduzida, existindo grande perda durante seu armazenamento (55%, 54% e 37% de recuperação após 3, 6 e 12 meses de armazenamento).

Por outro lado, a alteração do grupamento químico presente na OH-SeMet confere a esse produto uma estabilidade superior entre as fontes puras, comprovada tanto ao armazenamento quanto ao processamento térmico, como peletização ou extrusão (Geraert, 2015).

Conclusão

O uso de selênio na nutrição animal teve seu início para evitar a deficiência deste mineral na produção animal. Atualmente, os nutricionistas buscam otimizar o uso deste mineral, a fim de garantir o desempenho produtivo do seu plantel frente aos desafios de estresse oxidativo e imunocompetência que os animais de alta performance experimentam. Para atingir tais objetivos, as fontes orgânicas são as que mostram maior potencial, pois são depositadas em tecidos proteicos dos animais e estão disponíveis sempre que existe essa ‘demanda metabólica’. Dentre as fontes orgânicas de Se, a OH-SeMet é a única fonte capaz de garantir todos os benefícios da selenometionina, pois é a fonte de maior estabilidade no processo de fabricação de rações. Um aditivo nutricional estável garante a concentração do produto ativo nos alimentos que oferecemos aos nossos animais.

Referências bibliográficas disponíveis mediante solicitação.

Fonte: Garros Fontinhas e Wanderley Quinteiro Filho, Adisseo América Latina
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Ceva reuniu referências da indústria avícola, tecnologia e ações solidárias durante o Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Empresa encerra sua participação com a sensação de dever cumprido

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Tharley Carvalho

Felipe Pelicioni

De 6 a 8 de abril a CEVA mais uma vez marcou presença em dos mais respeitados encontros técnico-científico da avicultura nacional, a vigésima primeira edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura, evento organizado pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas/SC (Chapecó/SC), entregando para os participantes que estiveram reunidos virtualmente nas plataformas digitais do simpósio e por meios das redes sociais da multinacional, devido a pandemia da Covid-19, a assinatura do seu slogan: “Juntos, além da Saúde Animal”. “Acreditamos que entregamos o melhor de nós a fim de reduzir o distanciamento social necessário frente a estes novos tempos”, compartilharam os líderes de marketing da Unidade Avicultura Ciclo Curto e Longo da CEVA, Tharley Carvalho e Felipe Pelicioni respectivamente.

Stand virtual, palestras com líderes do setor e ação solidária conduziram os trabalhos da multi durante os três dias do evento reafirmando mais uma vez junto aos profissionais que formam a cadeia avícola o seu compromisso com o setor.

No stand os visitantes tiveram acesso a todas as tecnologias oferecidas pela CEVA, como por exemplo as vacinas Cevac IBras, Cevac Maxmune e Cevac Eggmune, soluções voltadas para os desafios zootécnicos e econômicos em torno dos impactos negativos causados pela Bronquite Infecciosa (BI) que afetam sobremaneira o desempenho das aves e lucratividade das granjas nacionais. “As vacinas desenvolvidas pela CEVA com o vírus BR1 tem contribuído enormemente com a produtividade e rentabilidade juntos aos desafios das granjas já que garantem segurança e eficácia durante o processo de atenuação. Marcas que garantiram pela primeira vez o controle verdadeiro e eficaz da BI brasileira causados pela cepa BR1”, destacou o Gerente de Serviços Veterinários CEVA, Jorge Luis Chacón.

Além do suporte aos participantes através do stand, o Painel CEVA intitulado ‘A inovação como aliada para o crescimento sustentável do negócio’, realizado na manhã do dia 8 de abril, foi o ponto alto das ações. O Diretor da BU Aves, Branko Alva durante a abertura deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou o papel da companhia neste momento delicado vivido pela humanidade. “Novos tempos requerem a nossa solidariedade”, iniciou o diretor referindo-se as ações sociais que seriam realizadas ao decorrer do evento.

O primeiro convidado foi o superintendente de produção da Copacol, Irineu Dantes Peron que abordou a inovação na cooperativa. “Inovação é um tema cada vez mais presente em nossas vidas, por isso sua importância”, descreveu.

Para ele, o marco dentro da Copacol iniciou nos anos 2000 com a introdução da tecnologia SAP e que de lá para cá, por meio das informações obtidas e interpretadas, estes processos continuaram. “Vemos ano a ano que a velocidade da inovação tecnológica ocorre em um tempo mais curto. As tomadas de decisão deverão acompanhar este mesmo ritmo”, apontou.

Aliado a isso, o profissional revelou o poder da educação continuada. Uma ação iniciada por volta de 2004 na cooperativa através da metodologia in company preparando gestores e lideranças para os anos vindouros. “Além da introdução da tecnologia é necessário que o time esteja preparado para as aberturas, mudanças e escolhas dos melhores momentos das decisões”, completou Irineu.

Contudo alertou sobre se ter a clareza sobre as oportunidades haja vista recursos finitos. “Tarefa que só é possível por meio de planejamentos estratégicos para priorizar e estruturar as melhores decisões de forma coletiva de um time/empresa que estejam preparados para introduzir inovações e tecnologias capazes de viabilizarem os processos.”

Um bom exemplo disso nas questões sanitárias, destacou Irineu, foi a experiência que tiveram junto a CEVA Saúde Animal. “Há dois anos realizamos um trabalho de mudança e introdução de inovação para minimizar perdas relativas às condenações e qualidade de pele e o resultado foi extremamente positivo”, concluiu.

Na sequência José Antonio Ribas Junior, Diretor Corporativo de Agropecuária da Seara, deixou suas impressões sobre a pauta inovação.

O profissional, em um bate-papo bem informal, traduziu de forma clara o olhar estratégico da companhia. “O que nos trouxe até aqui e nos fez referência mundial na indústria de produção avícola foi trabalho, suor e inspiração de muitos profissionais que deixaram para nós este legado e que devemos nos preparar para o futuro”, iniciou o executivo.

De acordo com ele, olhando para o futuro, as novas gerações trarão novos questionamentos que tornam a inovação uma premissa de sobrevivência das empresas. “O agronegócio brasileiro é o novo Vale do Silício do mundo e que pulsa o movimento das inovações e tecnologias que serão responsáveis por grandes transformações nos próximos cinco anos jamais vistos nos últimos trinta anos da atividade”, previu.

No entanto, há riscos. Para ele, o setor não pode olhar para inovação/tecnologia como fim. “Não podemos cometer este erro, ela é a nossa jornada de um futuro que não seremos capazes de compreender por inteiro, mas dentro de alguns parâmetros devemos entender e começar a construção agora”, alertou. Portanto, para José Antonio, olhar para dentro, aplicar tecnologia e comunicar para fora de forma proativa farão toda a diferença.

Na mesa redonda virtual as lideranças deixaram suas posições sobre a formação das pessoas e biosseguridade, um dos bens mais preciosos da avicultura nacional. E pegando carona em uma frase de efeito José Antonio lançou: “custo machuca, sanidade mata”, provocou.

Após a mesa redonda a CEVA realizou uma ação solidária que por meio de jogos de perguntas e respostas – formato quiz – a quantidade de participantes na ação seria revertida em um quilo de carne de frango. As entidades escolhidas ficaram a cargo dos três primeiros vencedores do quiz que neste ano foram quatro, devido ao empate nos terceiros colocados.

Para fechar o ciclo de Painel CEVA, a multinacional francesa trouxe o professor e pesquisador Sjaak de Wit, referência global em Bronquite Infecciosa na avicultura mundial que atualizou os participantes sobre o tema destacando a importância  de escolher uma vacina adequada à sua realidade e que tenha o perfeito balanço entre proteção e segurança. Acesse todo o conteúdo pelo link: https://bit.ly/2OxAyoR

Fonte: Assessoria
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Vaxxon IBr® e Vaxxon SE +SG® têm proposta única de valor para avicultura

Assistência técnica e gerência de produtos Vaxxinova destacam o compromisso com os clientes das novas vacinas contra BIG e salmoneloses do amplo portfólio da marca.

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Arquivo / OP Rural

Nesta semana, a empresa expôs sua proposta de valor ao mercado durante a 21ª Edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), realizado entre os dias 6 e 8 de abril de modo on-line, em paralelo à feira de negócios Brasil Sul Poultry Fair.

Bio-Coccivet, Vaxxon Intemulti 6 SG, Vaxxon SE +SG, Vaxxon IBr, Vaxxon IBD IMC são vacinas que têm em comum sua proposta única de valor para os produtores avícolas, agregando segurança, eficácia e tecnologia à produção de proteína animal. Desse modo, destacam-se tanto pela liderança como pela inovação num amplo portfólio de produtos.

A família Bio-Coccivet, por exemplo, tem entre seus produtos a solução líder no setor de reprodutoras, Bio-Coccivet R, com grande impacto na proteção de aves de ciclo longo, quer seja na imunização de reprodutoras ou poedeiras comerciais criadas em diferentes sistemas de criação. É um produto que acumula em seu histórico anos de resultados dentro da cadeia avícola.

 Outras inovações Vaxxinova para avicultura brasileira, como Vaxxon SE +SG e Vaxxon IBr, também têm mostrado total comprometimento com os resultados dos clientes, conforme acrescenta a assistente técnica Jeniffer Pimenta e o gerente de produtos Rodrigo Pedralli que, respectivamente, respondem pelo atendimento técnico e pela gestão das marcas do portfólio de vacinas avícolas no mercado nacional.

Segundo Pedralli, a vacina Vaxxon IBr tem sido o principal foco de promoção no mercado avícola neste semestre. Não é para menos. Lançada em setembro para tratamento da Bronquite Infecciosa das Galinhas (BIG), o produto contém vírus vivo atenuado do sorotipo BR1, muito prevalente atualmente no país, tornando-se uma ferramenta de uso estratégico para avicultura brasileira.

“A BIG é uma enfermidade viral altamente contagiosa e responsável por uma série de impactos econômicos negativos para indústria avícola, afetando os frangos de corte e ainda as aves de ciclo longo”, explica Pedralli. “Neste contexto, Vaxxon IBr é uma solução brasileira para a BIG, que pode ser associada a vacinas do grupo Massachusetts, ampliando seu espectro de proteção e mostrando excelente performance conforme indicam os resultados obtidos em diferentes regiões do Brasil”.

Pedralli fala com propriedade. Graduado em Medicina Veterinária, está acostumado a acompanhar de perto no campo os dados de desempenho das aves, tendo atuado em diferentes frentes da indústria avícola durante a carreira, o que lhe confere uma visão multidisciplinar sobre a atividade e os produtos biológicos em particular. Na agroindústria, por exemplo, Pedralli já trabalhou com matrizes, mais especificamente em incubatório. O conhecimento acumulado no decorrer de mais de uma década como profissional da avicultura está agora a serviço dos clientes da linha de produtos biológicos para frango de corte e reprodutoras da empresa.

Por sua vez, com uma linha completa que inclui vacinas vivas e inativadas para as aves de postura comercial, o portfólio de produtos Vaxxinova fortaleceu neste semestre seu atendimento customizado voltado ao controle das salmoneloses – uma alternativa real para ajudar os clientes de postura comercial na redução do custo de produção através da sanidade do plantel.

Especificamente na linha de produtos voltados à proteção contra salmoneloses, passou a contar com Vaxxon Intemulti 6 SG e Vaxxon SE +SG, que inclui a proteção para o Tifo aviário (Salmonella Gallinarum) e Paratifo aviário (Salmonella Enteritidis). “Nossos clientes podem estar certos de ter uma vacina inativada que, em conjunto com a nossa vacina viva, permite estruturar de uma forma mais completa a imunização das aves frente à pressão de infecção existente na produção de ovos comerciais”.

Graduada em Medicina Veterinária, com mestrado em produção animal-avicultura, Jeniffer Pimenta trouxe à equipe sua experiência prévia em granjas de matrizes e em pesquisa acadêmica associada ao sistema imune das poedeiras. “De fato, sou apaixonada por todo o universo do ‘ovo’, agregando em meu currículo conhecimento teórico e prático a fim de auxiliar os produtores a alcançar os melhores índices produtivos. Desse modo, medir e analisar em conjunto com o cliente todos os aspectos técnicos necessários para ter uma ave mais saudável e produtiva faz parte do meu propósito de trabalho na empresa”.

Fonte: Assessoria
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Cargill lança Feeding Intelligence, plataforma de apoio aos produtores rurais

Novo programa oferece conteúdos e soluções para ajudar os produtores rurais a enfrentarem os desafios e aproveitarem as oportunidades com o objetivo comum de produzir alimentos nutritivos e responsáveis

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Foto: Divulgação

A Cargill lançou essa semana o Feeding Intelligence no Brasil, um programa desenvolvido para ajudar os produtores a inovar com o rápido avanço da indústria de nutrição e saúde animal, bem como com as tecnologias e imperativos de sustentabilidade, enquanto navegam pelas demandas dos consumidores. O lançamento da plataforma inclui um novo site desenvolvido para compartilhar histórias, apoiando a inovação e o avanço tecnológico dos produtores rurais.

“Em todo o mundo, os produtores têm a tarefa de inovar rapidamente enquanto navegam pelas demandas da indústria e dos consumidores”, disse Celso Mello, Diretor-Geral da Cargill Nutrição Animal. “Para apoiar os produtores rurais em seus esforços, é fundamental equipá-los com as informações que precisam para atender às demandas de um mundo em crescimento. O programa Feeding Intelligence foi criado para fazer exatamente isso – ajudar os produtores brasileiros a fornecerem alimentos para um mundo em crescimento por meio do uso das mais recentes tecnologias de ponta e práticas da indústria”.

Feeding Intelligence fornece aos produtores rurais informações sobre as mais recentes práticas inteligentes de produção animal a fim de ajudá-los a melhorar as operações com todas as espécies. No novo site, produtores podem encontrar conteúdos sobre uma variedade de tópicos relevantes, incluindo avanços tecnológicos, saúde e bem-estar animal, desempenho, sustentabilidade e muito mais.

A Cargill tem sido parceira e defensora dos produtores rurais há mais de um século. Feeding Intelligence é o mais recente compromisso da Cargill, criado para reconhecer os desafios que eles enfrentam, oferecer uma plataforma para promover o sucesso de seus negócios e ampliar a narrativa em torno dos seus esforços globais para alimentar o mundo.

“Os produtores rurais precisam de consultores de confiança que possam ajudar a avaliar as necessidades dos animais, aconselhar dentro do contexto de suas operações e compartilhar continuamente soluções e inovações”, acrescentou Celso. “Os funcionários da Cargill em todo o mundo trabalham arduamente em parceria com produtores para mantê-los na vanguarda das soluções e tecnologias inovadoras. Nossa prioridade é defender os produtores de todo o mundo e ajudá-los a serem mais produtivos, sustentáveis e bem-sucedidos”.

Um estudo recente da Cargill descobriu que 84% dos consumidores geralmente confiam nos produtores rurais para atender às demandas e alimentar as populações em crescimento, com mais da metade deles indicando que se sentem positivos e agradecidos pelos produtores. O estudo também descobriu que o uso da tecnologia na produção rural é desejado pelos consumidores, e que no Brasil, um quarto deles afirmam que fazendas que usam tecnologia de ponta com o objetivo de melhorar a eficiência, a sustentabilidade e/ou bem-estar animal são vistas como fonte preferencial de alimentos. Isso sugere o aumento do apoio e do interesse do consumidor na inovação e no avanço tecnológico dos produtores.

Como uma empresa global e importante participante da cadeia de valor alimentar, a Cargill tem uma perspectiva única sobre os complexos desafios enfrentados por produtores rurais e consumidores. Este ponto de vista posiciona a Cargill em apoio às conversas produtivas ao longo de toda cadeia de valor e em incentivo às mudanças positivas para produtores de todo o mundo.

“A Cargill está empenhada em fazer as operações dos produtores avançarem de uma forma que se alinhe às necessidades do consumidor – ajudando-os a se tornarem mais sustentáveis, inovadores e lucrativos para que o ciclo possa continuar”, observou Celso.

 

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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