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Como controlar a mastite no período seco?

Para otimizar a produção de leite na lactação seguinte, a glândula mamária requer um período seco, cuja duração deve ser de aproximadamente 60 dias

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Artigo escrito por Marcos Veiga, que é professor associado, Qualileite-Laboratório de Pesquisa em Qualidade do Leite, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo (USP), campus de Pirassununga (SP)

O período seco é uma fase de mudanças fisiológicas significativas no ciclo produtivo da vaca leiteira, cujo principal objetivo é manter a saúde da glândula mamária, maximizar a produção e a reprodução da vaca leiteira. Para otimizar a produção de leite na lactação seguinte, a glândula mamária requer um período seco, cuja duração deve ser de aproximadamente 60 dias. Em relação à saúde do úbere, neste período existe maior risco de novos casos de mastite logo após a secagem e no período peri-parto. Por outro lado, a secagem é um dos momentos mais vantajosos para o tratamento das mastites subclínicas, que se iniciam durante a lactação. Desta forma, o objetivo da secagem das vacas é reduzir o número de quartos infectados no momento do parto, de forma a otimizar a produção de leite com baixa contagem de células somáticas (CCS) na lactação seguinte.

Após a secagem, o úbere passa por três fases fisiologicamente muito diferentes. Durante as três primeiras semanas após secagem, ocorre a fase de involução ativa, na qual há acúmulo de leite, aumento da pressão intramamária e alto risco de novas infecções. Nesta fase, há aumento da contagem e da atividade das células imunes, cuja função é a absorção dos componentes do leite e das células produtores de leite. Além disso, durante as primeiras semanas após a secagem ocorre a formação de tampão de queratina no canal do teto, o qual funciona como uma barreira física contra entrada de patógenos causadores de mastite. Após três semanas a secagem, o úbere está completamente involuído, sem a presença de secreção e, desta forma, o risco de novas infecções é baixo. A terceira fase inicia cerca de três semanas antes do parto, quando a glândula mamária inicia a produção de colostro, o que envolve aumento da concentração de anticorpos e de componentes do leite. Durante esta fase final, além do aumento da pressão do úbere, a vaca apresenta menor capacidade de resposta imune, o que aumenta a suscetibilidade da vaca a novos casos de mastite, principalmente aquelas causadas por agentes ambientais.

A taxa de novos casos de mastite é maior durante o período seco que durante a lactação. Infecções adquiridas durante o período seco são normalmente causadas por agentes ambientais, e algumas destas infecções persistem durante a lactação seguinte. O risco de ocorrência de mastite durante a secagem depende dos mecanismos de defesa da vaca leiteira e do desafio causado pela contaminação por microrganismos ambientais e contagiosos. A ocorrência de casos de mastite durante o período seco causa prejuízos em razão da menor produção e qualidade do leite na lactação seguinte e pelo aumento da mastite clínica pós-parto. Na ausência de um programa de prevenção de mastite e medidas eficazes de controle durante o período seco, ocorre aumento da incidência de mastite no período pós-parto. O controle dos agentes causadores de mastite ambiental é um desafio constante para a glândula mamária durante todo o período seco. Isto ocorre principalmente em rebanhos com condições de ambiente inadequado, como altas temperaturas e umidade, acúmulo de lama, barro e esterco, falta de sombra e de conforto para os animais secos.

Método de secagem de vacas leiteiras

O nível de produção de leite no momento da secagem é um fator de fundamental importância para o sucesso da secagem, pois quanto maior a produção de leite maior o aumento da pressão intramamária e do risco de vazamento de leite no período após a secagem, o que consequentemente aumenta o risco de novos casos de mastite. Para cada 5 kg de aumento de produção de leite acima de 12,5 kg/dia (no momento da secagem), o risco de novos casos de mastite ambiental aumenta em 77%.

Atualmente, os dois principais métodos de secagem utilizados em fazendas leiteiras são a secagem abrupta e a intermitente. Na secagem abrupta, as ordenhas são interrompidas no dia da aplicação do antibiótico para vacas secas, cerca de 50 a 60 dias antes da data prevista do parto, independentemente da produção da vaca. Após a última ordenha, as vacas devem ficar sob observação durante 1-2 semanas para identificar a ocorrência de novos casos de mastite clínica, quando ocorre aumento de volume em apenas um dos quartos mamários.

No método de secagem intermitente ocorre redução da frequência de ordenhas na última semana de lactação, até a completa secagem da vaca. Ordenhas intermitentes são usadas para reduzir a produção de leite antes da secagem de vacas com altas produções, o que pode facilitar a involução da glândula mamária, reduzir o risco de novas infecções (menor pressão intramamária após a secagem) e aumentar os fatores de defesa naturais contidos no leite.

O método mais simples para secagem das vacas e um dos mais utilizados é a secagem abrupta. Em vacas de alta produção, este método pode causar aumento da pressão na glândula mamária e canal do teto, o que leva ao gotejamento de leite e permanência do canal dos tetos abertos por períodos prolongados. Sendo assim, uma alternativa de manejo nutricional é a retirada do concentrado das vacas, cerca de uma semana antes da secagem. Esta medida de manejo auxilia na redução da produção de leite e permite a secagem abrupta. Pela simplicidade e pelos bons resultados obtidos, quando associados ao tratamento de vaca seca, a secagem abrupta é uma das principais práticas de manejo em rebanhos nos países desenvolvidos.

Terapia completa da vaca seca

O uso do tratamento da vaca seca no final da lactação é uma das medidas mais importantes e recomendadas para prevenção de novas novos casos de mastite durante o período seco. Este procedimento consiste da infusão intramamária de antibiótico de longa ação específico com indicação específica na bula para este fim, em cada quarto do úbere após a última ordenha. Além da função de prevenção de novos casos de mastite durante a fase inicial do período seco, a terapia da vaca seca é um componente indispensável para a eliminação de infecções subclínicas existentes na secagem. A terapia da vaca seca elimina em média 80% das mastites subclínicas existentes e previne até 80% das novas infecções intramamárias durante o período seco.

Os benefícios diretos do tratamento de vacas secas são a maior da taxa de cura em relação aos tratamentos durante a lactação, assim como o menor custo, pois não há a necessidade de descarte do leite com resíduos de antibióticos. Além disso, ocorre redução do risco de resíduos no leite após o parto, desde que seja observado o período mínimo de duração do período seco, com duração média de 60 dias. Entre as outras vantagens do tratamento da vaca seca, destacam-se a possibilidade de usar maiores concentrações de antibióticos, redução de novas infecções no período, possibilidade do tecido danificado poder se regenerar antes do parto e diminuição da mastite clínica nas primeiras semanas após o parto.

Atualmente, recomenda-se a terapia completa da vaca seca, na qual o uso do selante de tetos deve ser feito em conjunto com o tratamento de vaca seca. A formação do tampão de queratina faz parte do processo natural de involução da glândula mamária após a secagem e tem função de proteção contra a invasão bacteriana. No entanto, em quase metade dos tetos ocorre falha na formação de tampão de queratina após a secagem, o que aumenta o risco de ocorrência de mastite durante esta fase. Para reduzir os riscos de novas infecções nas vacas nas quais não há formação do tampão de queratina nos tetos, foi desenvolvido o selante de tetos. O selante interno deve ser aplicado no teto logo após o tratamento de vaca seca com o objetivo de formar uma barreira física na extremidade dos tetos, que impede a entrada de bactérias causadoras de mastite. O selante de tetos é um produto inerte a base de subnitrato de bismuto e não tem ação antimicrobiana.

Devido à boa capacidade de fixação, o selante de tetos permanece na cisterna do teto até o final de período seco. A retirada do selante após o parto pode ser facilmente realizada manualmente, mas caso ocorra ingestão do colostro pelo bezerro, o selante é inerte no trato gastrointestinal e não traz risco para a saúde. Em termos gerais, o uso do selante interno em quartos sadios apresenta efeito preventivo similar ao do tratamento de vaca seca (aproximadamente 80%).

O uso associado do tratamento de vaca seca juntamente com o selante permite obter os benefícios da cura das infecções subclínicas existentes no momento da secagem com a prevenção de novos casos de mastite durante o período seco. Desta forma, o uso do selante de tetos deve ser feito em associação com a terapia de vaca seca visando obter alta proteção contra novas infecções durante o período seco e eliminar as existentes no momento da secagem.

O período seco é uma necessidade fisiológica para a vaca leiteira e apresenta relação direta com a saúde da glândula mamária e a produção de leite na lactação seguinte. O uso do tratamento de vacas seca e do selante de tetos, em conjunto com um ambiente limpo e confortável, são ferramentas indispensáveis no controle da mastite durante o período seco. 

Mais informações você encontra na edição de agosto/setembro de 2016 ou online.

Fonte: O Presente Rural

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Pecuária brasileira investe em rastreabilidade e práticas sustentáveis para modernizar o setor

Programa da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável orienta produtores sobre recuperação de pastagens, formalização e monitoramento da cadeia para aumentar eficiência e atender exigências ambientais e comerciais.

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Foto: Divulgação

Pressionada por novas exigências ambientais, regras comerciais mais rigorosas e pela necessidade de ampliar a produção sem expandir área, e ao mesmo tempo impulsionada pelos avanços produtivos que vêm transformando o setor, a pecuária brasileira atravessa um momento decisivo. Ao mesmo tempo em que enfrenta questionamentos sobre emissões e desmatamento, o setor reúne condições técnicas e práticas sustentáveis para liderar uma transição baseada em tecnologia, eficiência, recuperação de áreas já abertas e maior integração dos produtores à cadeia formal.

Nesse cenário, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável tem reforçado sua atuação como articuladora de propostas estruturantes e como referência técnica para o debate público. A entidade sustenta que a competitividade da carne brasileira dependerá da capacidade de transformar o momento atual em ativos estratégicos.

Presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Ana Doralina Menezes: “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe” – Foto: Clever Freitas

Um dos pilares dessa agenda é a recuperação de pastagens degradadas, apontada como eixo central do Caminho Verde, política pública defendida pela instituição para impulsionar a intensificação sustentável da atividade. A estratégia parte de um diagnóstico claro: “o Brasil possui um volume importante de áreas consideradas de baixa produtividade. Requalificá-las, por meio de manejo adequado, melhoria do solo, tecnologias e integração de sistemas, permite elevar a produção por hectare, reduzir emissões relativas e otimizar a produção”, explica a presidente, Ana Doralina Menezes.

De acordo com a profissional, o programa representa uma solução pragmática e alinhada às demandas globais. “O Brasil tem a oportunidade de demonstrar que é possível produzir mais utilizando melhor o que já existe. Recuperar pastagens é aumentar eficiência, melhorar renda no campo e responder de forma concreta aos compromissos climáticos”, afirma.

A transformação, porém, não se limita à dimensão produtiva. Parte relevante do desafio está na reinserção de pecuaristas na cadeia formal. A informalidade restringe acesso a crédito, assistência técnica, mercados que exigem comprovação socioambiental, além de fragilizar a imagem do setor como um todo, por isso é imprescindível que o pecuarista esteja alinhado e de acordo com o Código Florestal vigente.

Foto: Breno Lobato

Para o vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, Lisandro Inakake de Souza, a inclusão é condição para que a transição seja efetiva. “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado. A formalização precisa ser vista como instrumento de fortalecimento econômico e não apenas como obrigação”, destaca.

A ampliação da rastreabilidade também integra esse movimento, uma vez que ela se apresenta como infraestrutura que conecta sanidade, ambiente e gestão. Em relação ao mercado, com compradores cada vez mais atentos à origem e à conformidade ambiental, sistemas consistentes de monitoramento tornam-se fator determinante para manutenção e novas aberturas. Por isso, como reforça a Mesa, transparência é elemento estruturante da competitividade. “Rastreabilidade é credibilidade. Ela protege quem produz corretamente e permite que o Brasil apresente dados sólidos sobre sua cadeia”, frisa Lisandro.

Ao articular recuperação de pastagens no âmbito do Caminho Verde, inclusão produtiva e avanço da rastreabilidade, a instituição busca incentivar o setor de forma propositiva diante das transformações regulatórias e comerciais em curso. “Mais do que reagir a pressões externas, a estratégia é demonstrar que produtividade, responsabilidade socioambiental e inserção competitiva podem avançar de forma integrada, incentivando o produtor a atuar como centro da solução”, complementa Ana Doralina.

Uma agenda conectada ao campo

Lisandro Inakake de Souza, vice-presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável: “Quando o produtor está regularizado, ele tem acesso a financiamento, pode investir em tecnologia e atender às exigências de mercado”  – Foto: Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável

Para apoiar o pecuarista nos temas estratégicos que vêm moldando o futuro da atividade, a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável iniciou 2026 com uma programação propositiva de webinars voltados à qualificação e à disseminação de informação técnica.

No dia 29, foi realizado o segundo encontro dedicado à reinserção de produtores na cadeia formal. Em 26 de fevereiro, o foco esteve na rastreabilidade, aprofundando desafios e caminhos para ampliar transparência e conformidade. Um terceiro webinar sobre reinserção está previsto para maio, dando continuidade às discussões.

Todos os conteúdos já disponibilizados podem ser acessados no canal oficial da instituição no YouTube, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo o diálogo com produtores, técnicos e demais elos da cadeia.

“Nosso compromisso é transformar temas complexos em orientação prática para quem está no campo. Quando promovemos debates sobre recuperação de pastagens, reinserção na cadeia formal e rastreabilidade, estamos oferecendo instrumentos concretos para que o produtor tome decisões mais seguras, amplie sua competitividade e participe de forma ativa dessa nova etapa da pecuária brasileira”, finaliza a presidente.

Fonte: Assessoria Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável
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Sistema Faep assume coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira no biênio 2026/27

Fórum reúne entidades e produtores para discutir estratégias de competitividade e desenvolvimento da cadeia do leite.

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Foto: Isabele Kleim/Divulgação

O Sistema Faep está à frente da coordenação geral da Aliança Láctea Sul Brasileira para o biênio 2026/27. O comando é rotativo entre os Estados participantes e, neste novo ciclo, ficará sob responsabilidade do Paraná, representado pelo Sistema Faep. Mais recentemente, o Mato Grosso do Sul passou a integrar a iniciativa, ampliando a articulação regional em torno do fortalecimento da produção e da competitividade do leite brasileiro.

Ronei Volpi, coordenador geral da Aliança Láctea, em sua propriedade – Foto: Divulgação/Sistema Faep

“A Aliança contribui para a integração entre os Estados e a construção de estratégias conjuntas voltadas à cadeia do leite. O Sistema Faep seguirá trabalhando ao lado das entidades do setor para avançar em pautas que ampliem a competitividade e as oportunidades para a produção”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Criada em 2014, a Aliança Láctea Sul Brasileira é um fórum público-privado que reúne representantes do setor produtivo e de instituições dos estados da região Sul. O grupo discute ações voltadas à cadeia leiteira e busca alinhar iniciativas nas áreas de produção, indústria e comercialização de leite e derivados, com foco nos mercados interno e externo. No ciclo 2026/27, a coordenação será exercida pelo consultor do Sistema Faep, Ronei Volpi, produtor rural com atuação há décadas na cadeia leiteira e participação em discussões voltadas ao desenvolvimento do setor.

A agenda de trabalho da Aliança para 2026 começou recentemente. No início de março, o Sistema Faep foi anfitrião da primeira reunião do ano, quando foram apresentados o Plano de Incentivo à Exportação de Lácteos e o plano de trabalho voltado à sanidade na cadeia leiteira, iniciativas que buscam fortalecer a competitividade do setor e ampliar oportunidades de mercado para os produtores da região.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Demanda externa impulsiona exportações brasileiras de carne bovina

Volume embarcado supera 267 mil toneladas em fevereiro, com crescimento expressivo em mercados como Rússia, México e Chile.

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Fotos: Shutterstock

As exportações brasileiras de carne bovina totalizaram 267.319 mil toneladas em fevereiro de 2026, com receita de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Na comparação com fevereiro de 2025, o resultado representa crescimento de 21,6% no volume embarcado e de 38,2% na receita, refletindo a ampliação da demanda internacional pela proteína brasileira. O desempenho também supera levemente o registrado em janeiro de 2026, quando as exportações somaram US$ 1,404 bilhão e 264 mil toneladas, consolidando o melhor resultado já registrado para um mês de fevereiro na série histórica.

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 531.298 toneladas, com receita de US$ 2,84 bilhões, avanço de 23,8% em volume e 39,2% em valor em relação ao mesmo período do ano passado.

A carne bovina in natura segue como principal produto exportado, com 235.890 toneladas embarcadas em fevereiro, o equivalente a 88,2% do volume total exportado e 92,2% da receita obtida no mês.

Entre os destinos, a China permanece como principal mercado, com 106.702 toneladas importadas em fevereiro, seguida pelos Estados Unidos, com 39.440 toneladas, além de Rússia (15.762 t), Chile (13.857 t) e União Europeia (9.084 t) entre os principais compradores da carne bovina brasileira.

Foto: Divulgação/Porto de Santos

Entre os mercados relevantes, Rússia, México e Chile apresentaram crescimento expressivo nas compras em relação ao mês anterior, com altas de 111,6%, 132% e 37,6%, respectivamente, enquanto as exportações para a União Europeia avançaram 21,2% no período.

Para o presidente da ABIEC, Roberto Perosa, os números reforçam a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional. “O Brasil segue ampliando sua presença nos mercados internacionais com regularidade de oferta, qualidade do produto e diversificação de destinos, fatores que sustentam o crescimento das exportações de carne bovina”, conclui.

Fonte: Assessoria ABIEC
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