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Como contornar os altos custos de produção na bovinocultura de leite?

Equipe técnica da Agroceres Multimix, orienta produtores durante a 7ª Expoagro Cotricampo

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Gerente regional de bovinos de leite da Agroceres Multimix, Anderson Jorge de Assis

A bovinocultura de leite enfrenta quedas na receita desde agosto de 2022, ao mesmo tempo em que os preços dos insumos seguem firmes, especialmente da ração. No último mês de janeiro, os pecuaristas precisaram de 34,2 litros de leite para poder comprar uma saca de milho de 60 kg, contra os 23,1 litros necessários em agosto de 2022, segundo dados do Cepea.

No Sul, o avanço da entressafra, que seria normal nesta época do ano, foi intensificado devido à forte estiagem na região, levando o Índice de Captação Leiteira do Cepea (ICAP-L) a uma retração média de 2% nos estados do Sul do país. Enfrentar desafios é algo que faz parte da rotina dos produtores, porém, como contornar os altos custos de produção?

De 23 a 25 de fevereiro, a equipe técnica de bovinos de leite da Agroceres Multimix estará em Campo Novo (RS), onde participa da 7ª Expoagro Cotricampo. A empresa, que há mais de 45 anos oferece ao setor agropecuário muito mais que nutrição, investe anualmente mais de R$10 milhões em pesquisa e desenvolvimento com o objetivo de apoiar os produtores no enfrentamento aos desafios do campo.

Segundo o gerente regional de bovinos de leite da Agroceres Multimix, Anderson Jorge de Assis, a empresa tem como filosofia investir em pesquisa e formação de seu corpo técnico para garantir que seus clientes tenham assistência qualificada no campo, sem perder o foco nas principais tendências e necessidades do mercado.

“Recentemente lançamos tecnologias inovadoras que apoiam os produtores de leite no enfrentamento a dois grandes problemas do setor, que são os desequilíbrios metabólicos de vacas no pós-parto e a diarreia em bezerras”, explica Anderson. “São tecnologias com eficiência garantida, testadas com rigor científico e que têm demonstrado resultados muito positivos a campo”, conclui.

 

Pós-parto e diarreia

Promover a rápida recuperação de vacas no pós-parto e combater a diarreia em bezerras durante o aleitamento são o foco de duas especialidades que a Agroceres Multimix está apresentando no Show Tecnológico Copercampos. Ambas as tecnologias focam as fases em que ocorre o maior número de perdas de animais e rendimento nas fazendas.

Desenvolvido com a tecnologia Propyl Dry, o agVitta promove reposição energética e recuperação imediata das vacas leiteiras no pós-parto. Ele conta com compostos propiônicos enriquecidos, eliminando a necessidade de uso de sonda esofágica para a hidratação dos animais.

O agLyt, por sua vez, é voltado para o tratamento da diarreia em bezerras e se diferencia de todos os produtos disponíveis no mercado pela possibilidade de ser fornecido não apenas na água, como também junto ao leite, ou sucedâneo. O agLyt proporciona reposição de eletrólitos e correção da acidose metabólica e pode ser fornecido a um maior número de bezerras pela praticidade de seu uso.

A equipe técnica de bovinos de leite da Agroceres Multimix pode ser encontrada no estande da empresa, dentro do pavilhão Gado de Leite, onde acontece o concurso leiteiro e as feiras regionais.

Fonte: Assessoria

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Vilomix consolida fase de crescimento no Brasil ao marcar 28 anos de trajetória no setor de nutrição animal.

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Divulgação Vilomix

Com uma trajetória de 28 anos no setor de nutrição animal, a empresa que iniciou suas atividades como Vitamix vive, desde 2023, uma nova fase de crescimento e consolidação sob a marca Vilomix Brasil, que integra o Danish Agro Group, uma das maiores cooperativas agropecuárias da Europa.

Ao longo de quase três décadas, a operação construiu uma base sólida de conhecimento técnico, proximidade com produtores e desenvolvimento de soluções nutricionais voltadas à eficiência produtiva. Esse histórico foi fundamental para a evolução da empresa, ampliando o acesso a inovação, pesquisa e uma visão global do agronegócio.

Nos últimos anos, a Vilomix Brasil vem registrando recordes de produção, sustentados por investimentos em estrutura, processos e portfólio, além de uma atuação cada vez mais estratégica junto a parceiros, revendas e clientes. A empresa segue executando planos de expansão com o objetivo de ampliar sua presença e atendimento em diferentes regiões do país.

“Ao longo desses 28 anos, construímos uma história sólida no campo. Hoje, contamos com uma estrutura global que amplia nossa capacidade de investimento, inovação e visão de futuro, sem abrir mão do compromisso com quem produz”, afirma Enio Sônego, CEO para a América do Sul.

Com atuação conectada a uma rede internacional presente em diversos países, a Vilomix combina conhecimento técnico local e inovação global, reforçando seu posicionamento como parceira estratégica da produção animal brasileira e avançando de forma consistente em seu plano de crescimento sustentável no Brasil.

Fonte: Ass. de imprensa
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GTF reforça bancabilidade e avança em nova fase de crescimento com emissão de R$ 375 milhões em CRA

Com aumento de mais de 350%, segunda emissão do CRA reforça estrutura financeira da empresa.

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Foto: Divulgação/GTF

A GTF, uma das seis maiores empresas produtoras de carne de frango do Brasil e uma das dez maiores exportadoras dessa proteína no país, anuncia a conclusão de sua segunda emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), no valor de R$ 375 milhões.

A segunda emissão tem o objetivo de fortalecer a estrutura de capital da companhia, alongar seu passivo e melhorar o mix de produtos. A nova captação de recursos permitirá à GTF investir no desenvolvimento de novos produtos, incluindo os IQF (Individually Quick Frozen), voltados à exportação e ao mercado consumidor doméstico. O objetivo é expandir o share da empresa no mercado externo e entregar mais valor ao consumidor.

Com uma meta de faturamento de R$ 5 bilhões até 2026, a GTF projeta um crescimento contínuo e sustentável nos próximos anos. Em 2024, a empresa alcançou a marca de R$ 4 bilhões em faturamento, o que impulsionou o lançamento de um novo plano estratégico.

A GTF é proprietária das marcas Canção, de proteínas congeladas de frango e peixe, que juntas representam 90%, do faturamento da empresa, e da Lorenz, maior esmagadora de mandioca do Brasil, responsável pelos 10% restantes. A companhia tem planos para ampliar sua capacidade de produção, por meio da expansão de suas plantas, e projeta atingir, nos próximos cinco anos, uma capacidade de abate superior a 800 mil aves por dia. Esse crescimento faz parte de uma estratégia mais ampla, voltada para o fortalecimento da presença da GTF no mercado de capitais e para a consolidação de sua liderança no setor de alimentos.

“Nós projetamos um crescimento contínuo e sustentável nos próximos anos. Em 2024, alcançamos a marca de R$ 4 bilhões em faturamento, o que impulsionou o lançamento de um novo plano estratégico. Esta segunda emissão marca mais um passo importante nesse processo de expansão. Estamos reforçando a empresa com investimentos em novas plantas, automação, inovação, embalagens e sustentabilidade, com o objetivo de continuar crescendo de forma sólida”, afirmou Vinícius Gonçalves, vice-presidente da GTF.

Fonte: Assessoria GTF
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LCA e cooperativismo fortalecem o agronegócio e elevam renda fixa do Sicoob

Crescimento de 17% em nove meses reflete a confiança dos cooperados e o papel do crédito cooperativo no financiamento seguro e sustentável do campo.

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Reprodução / Foto: Site Sicoob

A carteira de renda fixa do Sicoob registrou um salto de 17% em apenas nove meses, passando de R$ 187,98 bilhões, em dezembro de 2024, para R$ 219,98 bilhões, em setembro de 2025. O desempenho expressivo confirma a preferência dos cooperados por produtos que oferecem segurança, liquidez e estabilidade.
Do total, 81% da carteira é composta por RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), título exclusivo das cooperativas financeiras, tradicionalmente associado a proteção e previsibilidade. Outros 18,5% correspondem às LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), instrumento essencial para financiar o agronegócio e muito buscado por investidores que priorizam isenção de IR e rentabilidades competitivas. Na comparação de setembro de 2024 a setembro de 2025, o avanço na captação total chega a 19%.
“Os cooperados reforçaram sua confiança na renda fixa, que oferece maior previsibilidade e equilíbrio às carteiras. Esse movimento evidencia como o cooperativismo financeiro se consolidou como uma alternativa sólida, competitiva e eficiente para quem busca segurança e bons retornos”, afirma Francisco Reposse Junior, diretor Comercial e de Canais do Sicoob.
A base de cooperados investidores também cresceu: passou de 1,54 milhão para 1,67 milhão no período analisado. Hoje, 18% de todos os cooperados do Sicoob utilizam produtos de renda fixa da instituição.

“A ampliação da base impulsionou também o crescimento dos fundos de investimento. Desde 2023, o patrimônio líquido dos fundos renda fixa distribuídos pelo Sicoob cresceu mais de 346%, mostrando que estamos democratizando o acesso a soluções antes restritas aos grandes centros financeiros”, destaca Mario Sergio Dornas, diretor de Gestão De Recursos De Terceiros do Sicoob.
O avanço dos fundos ganhou tração a partir da ampliação do portifólio e a criação da plataforma de investimento, em junho de 2023. Naquele ano, o patrimônio líquido dos fundos distribuídos pelo Sicoob era de R$ 307,9 milhões. Em setembro de 2025, esse valor chegou a R$ 1.065,8 bilhões. Do total, quase 99% dos recursos dos fundos de varejo renda fixa estão alocados no Fundo DI, reforçando a busca por liquidez e estabilidade. “Nosso compromisso é continuar oferecendo produtos alinhados à realidade dos cooperados, com alternativas que tragam segurança e retornos consistentes para quem cresce junto com o Sicoob”, Reposse.

Fonte: Assessoria Sicoob
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