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Como armazenar e manipular ovos in-natura

Katayama Alimentos lista os principais cuidados, que incluem retirar os ovos da embalagem de papelão e acondicioná-los nas prateleiras da parte interna da geladeira para evitar variação de temperatura e impactos

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Foto: Divulgação

A produção de ovos de qualidade e seguros envolve uma série de medidas preventivas que começam na criação das aves e terminam no local onde serão consumidos. Afinal, uma maneira eficaz de consumir ovos com segurança começa em saber como comprar, armazenar, manusear e preparar o alimento. Em tempos de pandemia então, o lema é atenção redobrada às práticas de higiene e conservação.

Desde 2013 a Katayama Alimentos produz ovos em grande escala 100% livres de antibióticos, um processo que envolveu pesquisa, investimento em um sistema operacional de ponta e, acima de tudo, a implementação de um rigoroso programa de biosseguridade no intuito de prevenir, controlar e limitar a exposição de aves a agentes causadores de doenças, garantindo assim o bem-estar animal e a segurança alimentar dos consumidores.

Os ovos da Katayama Alimentos são produzidos sem qualquer contato manual e passam por um moderno sistema de limpeza e desinfecção, onde são lavados e higienizados um a um, além de passarem por uma câmara onde recebem um banho de luz ultravioleta que elimina fungos e bactérias nocivas à saúde. Neste processo, os ovos com microfissuras são excluídos, garantido que o consumidor receba ovos em perfeitas condições de consumo.

 

Os cuidados nos pontos de venda

Nos supermercados e demais pontos de venda, os ovos devem ser mantidos em lugar fresco e arejado, onde a temperatura não ultrapasse 25°C. Eles devem ser expostos de forma que a casca não seja danificada e não devem permanecer próximos a outros alimentos que tenham um odor mais forte (por exemplo, alho e desinfetante). Devido à casca porosa, os ovos podem absorver odores e sabores estranhos do ambiente de armazenamento.

Não podemos esquecer que a embalagem dos ovos fica exposta nos pontos de venda e pode ser manipulada por outras pessoas. Por isso, recomenda-se ao consumidor retirá-los da embalagem e guardá-los em local onde não sofram variação de temperatura nem qualquer tipo de impacto para evitar possíveis contaminações.

 

Armazenamento adequado

A indicação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é manter os ovos, preferencialmente, refrigerados. Inclusive, essa informação é obrigatória nos rótulos do produto. A Katayama Alimentos determina que o prazo de validade dos seus ovos é de 25 dias, em temperatura ambiente.

De acordo com Camila Cuencas, Gestora de Operações Industriais da empresa, a recomendação é manter os ovos sob refrigeração no local de consumo (em casa, por exemplo), para que eles permaneçam num ambiente mais controlado e menos suscetíveis a contaminações. “Na geladeira, dificilmente sofrerão variação de temperatura, a exemplo do que acontece quando são mantidos em uma bancada ao lado do fogão”.

Camila adverte que os ovos devem ser guardados em recipientes adequados, nas prateleiras da parte interna da geladeira, e não na porta, evitando contato com qualquer outro alimento que possa contaminar a casca, como carnes e outros produtos crus. “Na lateral ou porta da geladeira, temos variação constante de temperatura e há maior chance de ocorrer trincas, aumentando, assim, os riscos de contaminação”.

Não é indicado lavar os ovos antes de guardá-los na geladeira. A lavagem prematura pode causar contaminação na sua parte interna devido à porosidade da casca e com isso aumentar as chances de contaminação. Na indústria, eles são lavados com água potável com cloro a uma temperatura adequada entre 35 a 45°C. Por fim, é importante lavar com água e sabão as superfícies de trabalho, utensílios e mãos antes de manusear o produto.

 

Em resumo, as dicas de segurança alimentar são:

-Compre sempre ovos de origem conhecida e inspecionados pelos serviços oficiais;
-Certifique-se da data de validade e que os ovos não estejam com a casca suja, trincada ou quebrada;
-Mantenha-os em local limpo, fresco e arejado, preferencialmente em refrigeradores;
-Evite armazenar na porta do refrigerador, que sofre maior variação de temperatura e risco de quebra;
-Lave os ovos somente quando for utilizá-los;
-Lave com água e sabão as superfícies de trabalho, utensílios e mãos antes de manusear o produto;
-De preferência, consuma os ovos bem fritos e cozidos, tal como nos alimentos que os utilizam. Nas receitas que indicam ovos crus, procure escolher ovos certificados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e que estejam bem frescos e com a casca intacta.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Especialista da Boehringer Ingelheim Saúde Animal explica como prevenir a devastadora doença de Newcastle em aves

Por ser uma doença com alta taxa de transmissibilidade, produtores devem seguir o controle oficial estabelecido pelo MAPA. Vacinação é a medida mais eficaz para conter a doença e proteger a cadeia avícola de riscos sanitários e econômicos

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Arquivo / OP Rural

A doença de Newcastle, uma das mais letais na avicultura devido à sua alta taxa de transmissibilidade, acarreta elevadas perdas econômicas à cadeia avícola e ao país atingido, caso o surto não seja controlado. O vírus da família Paramyxoviridae, causador da enfermidade, traz problemas respiratórios, nervosos e digestivos para as aves e pode ser transmitido pela respiração, fezes, ovos ou restos mortais do animal infectado. As aves infectadas apresentam espirros e respiração ofegante, falta de apetite, paralisia completa, diarreia aquosa, desorientação (andar em círculos e de costas), entre outros sintomas.

Apesar de ser livre da doença de Newcastle desde 2006, o Brasil detém um controle oficial estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para estabelecimentos avícolas de reprodução e postura comercial e, caso algum surto ocorra, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deve ser notificada. De acordo com o gerente técnico de Avicultura da Boehringer Ingelheim, Tobias Filho, para evitar que ocorram surtos da doença nas granjas, o produtor deve seguir os protocolos de biosseguridade adequados e realizar a prevenção da doença por meio de vacinação: “Para garantir a segurança e evitar quaisquer tipos de surtos na propriedade, o produtor deve seguir os protocolos estabelecidos pelas autoridades locais e, no caso de exportação, os protocolos sanitários que regem os acordos comerciais. Qualquer tipo de negligência neste sentido pode acarretar perdas econômicas imensuráveis ao produtor e ao comércio do país”, explica. “Em caso de surto em uma propriedade com animais suscetíveis à doença, a incidência de mortes pode chegar a 100% das aves infectadas antes mesmo de apresentarem sinais clínicos evidentes, acarretando perda total de plantel do produtor”, conclui.

A vacinação, portanto, é fundamental para garantir o bem-estar dos animais, sustentar a produção e proteger a propriedade de perdas financeiras. Além disso, ela garante que a carne de frango e os ovos comercializados estejam dentro dos padrões estabelecidos pelas instituições competentes, chegando à mesa dos consumidores de forma segura e saudável, de acordo com os preceitos de “saúde única”, que corresponde os animais e humanos.

Vacina para doença de Newcastle

A Boehringer Ingelheim Saúde Animal lançou recentemente a vacina Newxxitek® HVT + ND, para proteção de aves contra as doenças de Newcastle e Marek. É a única vacina do mercado com o mesmo vetor da Vaxxitek® HVT+IBD – que protege contra Marek e Gumboro e já vacinou mais de 100 bilhões de aves no mundo –, expressando o gene da proteína F de um vírus velogênico do genótipo IV, o que traz maior segurança aos desafios de vírus de campo. Além disso, a solução combina a conveniência da administração única em incubatório (in ovo ou subcutânea) com a proteção de início rápido e de longo prazo contra Marek e Newcastle com a replicação do vetor HVT.

“A Newxxitek® HVT + ND se soma ao restante do portfólio da empresa de soluções para a avicultura, deixando-o mais completo e com flexibilidade de escolha, atendendo às necessidades da cadeia de produção”, afirma Filipe Fernando, gerente de marketing da área de Aves e Suínos da empresa. “Com esta solução, oferecemos uma cobertura vacinal robusta e variada para as principais enfermidades que acometem as aves, auxiliando no processo de produção e melhorando ainda mais os resultados”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Tecnologia

Novo recurso de áudio oferece praticidade dentro do agBlog

Agroceres Multimix realiza parceria com startup e oferece uma nova experiência aos seus usuários

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Divulgação.

Relevante, atualizado e prático. O blog da Agroceres Multimix assume seu papel de fornecedor de conteúdo técnico de qualidade para o setor de produção de proteína animal e, agora, disponibiliza mais um recurso para seus usuários. Dentro do agBlog será possível consumir cerca de 500 publicações através de áudio, uma tecnologia que promove a inclusão e autonomia.

Ao acessar qualquer texto disponível no agBlog, os usuários encontrarão uma caixa contendo um “play”, logo abaixo da imagem de capa que ilustra o artigo. Com apenas um clique, o software de inteligência artificial fará com que uma voz humana narre o texto na íntegra.

“Mesmo depois de atingirmos um grande nível de maturidade, achamos que o agBlog poderia oferecer ainda mais opções aos usuários, por isso, realizamos uma parceria com a startup Audima e disponibilizamos mais esse recurso a todos que buscam informações técnicas de qualidade sobre o agronegócio. Nosso objetivo sempre foi oferecer uma experiência excepcional aos nossos leitores, portanto não medimos esforços para aprimorar cada vez mais nossas plataformas digitais”, explica Eric Wood, coordenador de marketing da Agroceres Multimix.

A Agroceres Multimix é pioneira entre as empresas de nutrição animal ao oferecer essa funcionalidade. Praticidade para quem não tem tempo de se dedicar à leitura e uma ótima opção para aqueles que estão sempre viajando ou praticando outras atividades. Sem contar, é claro, que a nova função torna mais inclusivo e democrático o consumo de conteúdo técnico de qualidade.

Para curtir essa experiência, confira abaixo alguns textos do agBlog com o novo recurso de áudio:

BOVINOS DE CORTE

BOVINOS DE LEITE

AVES DE CORTE

AVES DE POSTURA

SUÍNOS

Fonte: Assessoria
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Empresas Reconhecimento.

Cobb recebe certificação de bem-estar animal pela PAACO

Empresa valida medidas de bem-estar no mês Abril Laranja, destacado para conscientizar e prevenir maus-tratos aos animais

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Marcio Gereti / Divulgação

A Cobb-Vantress recebeu certificação de Bem-estar Animal em algumas de suas unidades do Brasil pela WQS, vinculada com a PAACO (Organização de Certificação de Auditores Profissionais de Saúde Animal, da sigla em inglês). “Essa validação assegura que estamos cumprindo todos os critérios do nosso programa de BEA, isso aos olhos de uma pessoa externa, ou empresa, é muito positivo, pois é uma certificação internacional”, destacou o biólogo e gerente de Laboratório e Bem-Estar Animal da Cobb-Vantress na América do Sul, Marcio Gereti.

Disponibilidade de alimento aos animais, checagem do conforto das aves, treinamentos dos colaboradores sobre bem-estar animal, relatórios de parâmetros técnicos e responsáveis pela aderência do programa nas unidades foram alguns dos critérios avaliados durante a certificação, explicou a bióloga e analista de Bem-Estar Animal e Controle Entomológico da Cobb-Vantress na América do Sul, Gracieli Araújo.

Ela salienta que a Cobb tem esta certificação anual no país e que todas as unidades estão 100% dentro do programa. “Assim como da última vez, tivemos agora 100% de aproveitamento, pois atendemos a todos os requisitos pedidos durante a auditoria”, afirmou.

Gereti defende que o bem-estar animal está diretamente atrelado ao processo produtivo. “Muitos dos indicadores que prezamos na produção animal podem ser melhorados e medidos através de melhorias no bem-estar dessas aves. Com isso, então, estamos cuidando de duas áreas ao mesmo tempo: o Bem-Estar Animal e a Produção. Uma não vive sem a outra, pois todos os recursos empregados na produção acabam impactando o bem-estar animal, e vice-versa”.

Ele ressalta a cultura do bem-estar animal. “Está enraizada em nossos colaboradores. Eles sabem muito bem do que se trata e o que fazer para nos mantermos com excelência nesse assunto. E, para o cliente, é uma garantia de que ele está comprando produtos de uma empresa que está cumprindo com o que há de mais exigente e atual no que se refere ao bem-estar animal”.

Gracieli reforça a importância do apoio da alta direção da empresa na implementação destas normas. “Demanda muito treinamento e mudança de cultura. Então, se eu pudesse pontuar os desafios desta conquista, diria que fora os investimos de tempo das pessoas e também a criação de um hábito de olhar para nossas aves pensando especificamente no Bem-Estar”.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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