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Como a tecnologia e a inovação beneficiam o mercado de saúde animal

Empresas do setor, como a pioneira nessa jornada, MSD Saúde Animal, aplica as novas tecnologias e produtos para desenvolver ainda mais os setores de animais de produção e de companhia

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Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal. - Foto e texto: Assessoria

As tecnologias e a inovação têm ganhado cada vez mais espaço na sociedade, e isso não é diferente do setor de saúde animal. As empresas desenvolvem tecnologias para assegurar a sanidade e o bem-estar dos animais de produção no campo e para os cuidados com os pets. A MSD Saúde Animal é uma das pioneiras nessa jornada e, nos últimos anos, tem focado em ser mais que uma companhia que desenvolve medicamentos e vacinas, para também ofertar soluções e serviços tecnológicos. Com investimentos significativos nessa área de tecnologia, permitiu a empresa ter acesso e oferecer novas soluções como acessórios de identificação, rastreabilidade e monitoramento de dados, nos últimos três anos. No entanto, a inovação dentro da companhia vai além, trazendo também produtos inovadores como a única e primeira insulina do mercado pet, a vacinação sem agulhas e a primeira a única vacina para controle de Lawsonia via injetável; a tecnologia exclusiva de Sphereon em avicultura; a primeira e única vacina para Irido em Tilápias e único antipulgas e carrapatos com duração de até doze semanas.

Com esses investimentos, o mercado se desenvolve e se prepara para uma nova era, em que não só a tecnologia, mas produtores inovadores chegam para mudar o conceito de sanidade e bem-estar para os rebanhos e tratar cada animal individualmente, incluindo os pets. É assim que a inovação está chegando no setor saúde animal.

“Falando em inovação, mais especificamente em tecnologia, esses produtos tecnológicos já representam cerca de R$100 milhões em um total de quase R$ 2 bilhões de receita da companhia no Brasil. Estamos nessa jornada desde 2020 e desde então realizamos aquisições de empresas de tecnologia para os mercados de pecuária, suinocultura, aquicultura e pet. Nossa jornada nesse sentido continua, afinal, acreditamos muito que o uso da tecnologia e dedos vai gerar ainda mais impacto transformacional na saúde, bem-estar e produtividade animal, o que beneficiará ainda mais a produção, cuidado com o meio ambiente e a saúde dos animais e das pessoas”, explica Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal.

No setor de animais de produção, dentro da MSD Saúde Animal, uma das inovações se dão por tecnologias de identificação, rastreabilidade e monitoramento de dados. De acordo com Bolis, as tecnologias em identificação, monitoramento e rastreabilidade são o grande carro chefe da área de tecnologia no Brasil, uma vez que representam cerca de 95% da receita nesse setor. As soluções, que utilizam Inteligência Artificial, geram ganhos de eficiência, produtividade e qualidade nos segmentos da pecuária, avicultura, suinocultura e piscicultura.

Para a avicultura, a companhia possui as soluções da SenseHub Poultry, que analisam continuamente o desempenho geral da vida das aves. Uma ferramenta com capacidade de medir, comparar e registrar indicadores-chave de saúde e do ambiente, capturados por sensores sem fio, além de identificar padrões e tendências para cuidados preventivos. A tecnologia é inovadora porque contribui com o aumento da produtividade e das medidas de avaliação de eficácia produtiva.

Na pecuária de leite, destaca-se o SenseHub Dairy, uma solução modular sofisticada de monitoramento de gado que fornece informações úteis sobre os status de reprodução, saúde, nutrição e bem-estar de vacas individuais e grupos. Com o SenseHub Dairy, os pecuaristas de leite podem tomar decisões baseadas em dados, para maximizar a produtividade. Há opções de brinco ou colar e diversos níveis de plano de aplicação.

Em 2020, a tecnologia de rastreamento entrou para o portfólio da MSD Saúde Animal com a aquisição da IdentiGEN, empresa líder em soluções de rastreabilidade para pecuária e aquicultura. A tecnologia combina o DNA único de cada espécie (ácido desoxirribonucléico) e análise de dados para fornecer uma solução de identificação baseada em evidências, chamada DNA TraceBack®, que monitora com precisão carne bovina, frutos do mar, porcos e aves, que são rastreáveis da fazenda à mesa. Ainda, recentemente, em 2022, a companhia fez um investimento minoritário na LeeO Precision Farming BV (Lee O), na qual assume a distribuição da solução de rastreabilidade digital de suínos da empresa em mercados selecionados nos próximos meses.

Já em animais de estimação, no final de 2021, a farmacêutica animal trouxe ao Brasil uma linha inovadora exclusiva para os animais de estimação, a Sure PetCare. São vários os produtos para cães e gatos que mudam o jeito de cuidar dos pets, com monitoramento de dados para mapear seus hábitos e comportamentos ao longo do dia, a tecnologia pode revelar, por exemplo, quando e quanto os pets comem e a entrada e saída dentro de casa. “A Petnologia, como chamamos a tecnologia atrelada aos cuidados pet, já é realidade”, diz Bolis.

 

A inovação além da tecnologia

Não podemos dizer que inovação é sinônimo de tecnologia. A inovação vai além e isso se dá, por exemplo, também por desenvolvimento de novos produtos e pela forma como as empresas adotam ou não essa tecnologia. São ferramentas que não seriamente transformarão as organizações e processos sozinhas. Isso somente vai acontecer se as pessoas forem muito treinadas, engajadas e empoderadas para essa transformação. É o que a MSD Saúde Animal faz, com a criação o ano 2020 de uma área chamada Estratégia & Inovação que lidera a jornada ambidextra interna e externa da empresa. O DNA é de inovação e acreditam na ciência da prevenção para animais mais saudáveis, por meio de imunizantes há mais 20 anos.

Em 2003, a empresa apresentava ao mercado de suinocultura um novo jeito de vacinar nas granjas: o sistema IDAL, tecnologia que eliminou o uso de agulhas na vacinação contra cinco importantes doenças que ocorrem na suinocultura mundial: Pneumonia Enzoótica, Circovirose dos Suínos, Doença de Aujeszky e PRRS (duas variantes). Lançado em 2018, no Brasil, atualmente de cada 10 suínos vacinados, 2 já são com o sistema exclusivo IDAL, além de entregar às granjas um certificado de boas práticas e por promover a saúde, o bem-estar e a melhoria do trabalho no campo.

No setor de animais de companhia, a inovação chegou há muito tempo, antes das tecnologias, os tutores e veterinários de pet tiveram acesso à primeira e única caneta de insulina para animais diabéticos e um antipulgas e carrapatos com proteção de até doze semanas.

 

Mais tecnologia, mais vantagem competitiva e a licença verdadeira para vencer

A inovação tecnológica vai contribuir com os negócios e sustentabilidade, melhorar a qualidade do alimento e também a saúde e o bem-estar dos animais e das pessoas. Isso também vai refletir na economia do país. “No setor de animais de produção, por exemplo, com acesso a dados, melhoramos a informação e produção, aumentamos a transparência por meio da rastreabilidade e o Brasil tem uma garantia melhor do produto que oferece, o que proporciona ao setor brasileiro a entrada em novos mercados e consolidação para atender às demandas de exportações”, comenta Bolis.

O presidente da MSD Saúde Animal também conta sobre a importância de se democratizar essas soluções. “Não é só falar, mas colocar em prática e, para isso, é preciso que todos tenham acesso a essas inovações. Ao incluir novas tecnologias no que fazemos, precisamos tornar esses produtos e serviços acessíveis e é nisso que estamos trabalhando também”, finaliza Bolis.

Fonte: Assessoria MSD

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Transição águas-seca: uso estratégico da suplementação proteica para potencializar o desempenho animal

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares

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Keuven dos Santos Nascimento - Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition - Foto : Assessoria

Por Keuven dos Santos Nascimento – Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition

A criação de bovinos de corte a pasto tem seu ápice produtivo no período chuvoso; momento em que é possível reduzir os custos com o aumento da produtividade baseando-se na quantidade e qualidade da forragem disponível. Com o avanço das estações, o fim do período chuvoso é marcado pelo amadurecimento do capim e pelo declínio considerável da quantidade e qualidade nutricional das pastagens – fato que pode resultar em deficiências dietéticas, prejudicando o desempenho animal.

Um dos principais fatores que afetam o ganho de peso é a redução da ingestão de matéria seca (MS) em decorrência da diminuição da oferta de forragem. De acordo com o NRC (National Research Council), principal base de informações para a formulação de dietas de bovinos, as pastagens com oferta menor que 2.000 kg de MS oferecem menor consumo de pasto e aumento do tempo de pastejo. Ou seja, o animal tem de caminhar e gastar mais horas do dia em busca de alimentos que atendam à sua exigência, muitas vezes sem sucesso, devido às limitações físicas e climáticas.

Além disso, o consumo também pode ser reduzido quando a forragem ingerida tem porcentagem de proteína bruta inferior a 6 a 8%, o que ocorre devido ao menor suprimento de nitrogênio no rúmen. Sendo necessário para o crescimento microbiano e a digestibilidade adequada do alimento ingerido.

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares. A suplementação ajuda a atender às exigências nutricionais dos animais em pastejo, desde que a disponibilidade de forragem não seja limitante. O fornecimento de suplementos proteicos permite ajustar o teor de nitrogênio na dieta total dos animais, maximizando o consumo de forragem que antes era limitado pela baixa digestibilidade.

Nesse sentido, é essencial oferecer suplementos que atendam a demanda proteica dos animais a pasto nos diferentes momentos de desenvolvimento da forragem. Como é o caso de Lambisk VS, suplemento proteico idealizado para animais a pasto no período de transição. Além de minerais e aditivos, o Lambisk VS possui em sua composição 40% de PB decorrente de um ajuste das diferentes fontes de proteína e nitrogênio ruminal (proteína verdadeira e NNP), que permitem corrigir o teor proteico da dieta a níveis que maximizem a ingestão e digestão de MS (i.e. retornando a dieta para valores entre 6 e 8% de proteína).

Por exemplo, animais de recria (300 kg) em pasto de transição com teor proteico 5%, ao serem suplementados, têm ingestão proteica de 120 g via suplemento. Esse ajuste nutricional tem o potencial de elevar o teor proteico da dieta em 1,7 pontos percentuais, ou seja, corrigindo a dieta para valores entre 6 e 8% de PB. Fato que melhora a utilização da forragem ingerida e o desempenho animal, com ganhos adicionais esperados de 150 a 200 g/cabeça/dia em relação ao sal mineral.

Além de uma ótima estratégia para maximizar a utilização de forragem no período seco, o Lambisk VS atua na melhoria dos processos digestivos e metabólicos do animal nesses períodos tão desafiadores do ponto de vista nutricional.

Referencias bibliográficas com o autor – via email: thiago@textoassessoria.com.br

Fonte: Assessoria
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Empresas Palestrante convidado

CEO da Agrifim LATAM levou experiências e visões sobre oportunidades e desafios para alunos da USP

Como palestrante convidado da 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia, Rodrigo Miguel, ex-aluno, contribuiu apresentando uma visão holística sobre as mudanças do consumidor e projeções sobre produção de proteína animal

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Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, durante sua palestra sobre oportunidades e desafios na produção de proteína animal

A Agrifirm marcou sua presença na 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia da USP, um evento organizado pelas agremiações acadêmicas Zotti Junior e Zooforte associadas à Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP), que aconteceu entre os dias 15 e 18 de maio, no prédio principal do Campus.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, e ex-aluno da USP retornou à faculdade como palestrante convidado em um evento tradicional, apresentando aos graduandos o tema: “Tendências de Mercado da Proteína”. Segundo ele, “o propósito da Agrifirm é construir uma cadeia alimentar responsável e sustentável para as futuras gerações, e os profissionais que estão ingressando agora no mercado serão os protagonistas dessa realidade”.

Durante sua palestra, Rodrigo Miguel destacou a importância de eventos como a Semana da Zootecnia para o desenvolvimento dos futuros profissionais da área. Ele compartilhou sua visão sobre as mudanças no comportamento dos consumidores e as projeções para o futuro da cadeia de produção de proteína animal.

“Participar da Semana da Zootecnia foi muito importante. Eu tenho falado sobre as tendências do mercado de consumo de proteína no mundo para diversos públicos, mas o que mais me marcou aqui foi a atenção e o interesse dessa nova geração no tema. O assunto flui. As perguntas vieram de uma geração que já entendeu as mudanças de comportamento do consumidor e do perfil de consumo de proteína no mundo.”

Ele também ressaltou a relevância de eventos acadêmicos para a formação dos estudantes: “Aqui no ambiente universitário, é o local ideal para relembrar uma frase, um slogan que usamos muito: ‘esta turma está tendo acesso a mais conhecimento para se tornar à prova de futuro’, ou seja, participar ativamente e ser protagonista na construção do amanhã.”

Rodrigo Miguel expressou sua satisfação em retornar à USP como palestrante convidado: “Foi muito bom receber esse convite. Como fruto da casa, foi uma experiência gratificante. A USP segue sendo a referência em formação universitária e poder contribuir com isso nos dá a sensação de retribuição.”

A Agrifirm tem o compromisso em contribuir para o desenvolvimento do setor agropecuário, promovendo a troca de conhecimento e apoiando a formação de novos profissionais.

Fonte: Assessoria
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Com vocação em mercado internacional, Rio Pardo Proteína Vegetal chega à sua 4ª Fenagra

Empresa bateu marca de 21 países importadores de seu concentrado proteico de soja; processo de produção é patenteado em todo o mundo

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Estande da Rio Pardo Proteína Vegetal na Fenagra 2023 (Foto: Divulgação)

A 4ª participação na Fenagra (Feira Internacional da Agroindústria) por mais um ano, confirma, novamente, a vocação da Rio Pardo Proteína Vegetal: além de abastecer o mercado interno com o concentrado proteico de soja (SPC, para utilização na composição de rações) mais digestível do Brasil (segundo estudo da Universidade Federal de Viçosa, principal especialista do país no assunto), também ser um grande exportador do setor em diversos continentes. A empresa, que estará nos próximos dias 5 e 6 de junho (quarta e quinta-feira), com estande montado no setor I 12 do Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), pela 17ª edição do evento, já bateu a marca de 21 países para os quais exporta o seu principal produto: cinco asiáticas (Filipinas, Tailândia, Taiwan, Vietnã e Malásia), dez europeias (Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Dinamarca, Turquia, Lituânia, Portugal, Grécia e Holanda) e seis nas Américas (Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, Peru e Venezuela).

“Nossa ‘expansão’ continentes afora tem muito a ver com parcerias firmadas em contatos em feiras internacionais, como a Fenagra, que, neste ano, aumentou e terá presença ainda mais robusta de público e empresas multinacionais”, explica Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da empresa.

Na França e na Alemanha, por exemplo, o SPC da Rio Pardo chegou por meio de parceria com a Barentz, gigante mundial de distribuição de insumos alimentícios. “A Barentz representa a Rio Pardo nos principais países da Europa. Hoje, estamos em 22 países, contando o Brasil, e as feiras do setor são importantes ferramentas para o desenvolvimento desse mercado global”, adiciona.

 

Produção diferenciada

Fábrica da Rio Pardo Proteína Vegetal, em Sidrolândia (MS) (Foto: Divulgação/ Rio Pardo)

Patenteada no Brasil, nos Estados Unidos, na União Europeia, no Japão, no Chile e no Canadá, a tecnologia desenvolvida pela Rio Pardo traz vantagens que agregam em saúde e no melhor refino do SPC. A principal diferença é a unificação de etapas no processamento dos grãos de soja. “Nos tradicionais, primeiro, separa-se o óleo do grão e faz-se um aquecimento para remover os solventes. Em seguida, uma segunda etapa extrai os carboidratos solúveis, onde estão os fatores antinutricionais. Para isso, utiliza-se álcool e, para removê-lo, o grão é aquecido novamente. Em nosso processo, tudo isso é feito de uma só vez”, detalha Leandro Baruel, gerente de exportações da Rio Pardo.

Além de ser mais sustentável, pois reduz drasticamente o consumo das energias térmica e elétrica, a qualidade do produto aumenta. “Com menos aquecimentos dos grãos, diminuímos a possibilidade de ocorrer a ‘reação de Maillard’, que é a formação de um complexo da proteína com carboidrato e açúcares que interfere na digestibilidade”, adiciona.

Segundo recente artigo científico publicado pela revista Animal Nutrition, uma das mais respeitadas no mundo sobre nutrição animal, quanto maior a digestibilidade do ingrediente proteico da ração, além de melhorar a absorção dos nutrientes, mais saúde a leitões recém desmamados: tal fator reduz a transferência de proteínas não digeridas no intestino grosso, diminuindo a produção de resíduos tóxicos do metabolismo microbiano, resultando em profunda melhora da saúde intestinal dos animais. Assim, contribui diretamente para que cresçam com melhores desempenho, desenvolvimento muscular e ganho de peso.

“Proteínas altamente digestíveis permitem aos leitões absorverem os aminoácidos essenciais (blocos de construção das proteínas) mais eficientemente. Isso resulta na melhor utilização dos nutrientes, promovendo um crescimento mais rápido e saudável. Além disso, auxilia na melhora do sistema imunológico e da saúde da mucosa intestinal, com a redução de doenças e infecções”, complementa Baruel.

Grãos de soja são a principal matéria-prima da Rio Pardo (Foto: Pixabay)

Segundo o estudo da UFV, a digestibilidade de proteína e dos aminoácidos dos RPSOY700 e RPSOY180 (Concentrados Proteicos da Rio Pardo) foi significativamente superior (veja tabela com os principais produtos do mercado).

“A melhor digestibilidade das proteínas ainda proporciona economia ao produtor com a nutrição, que representa o maior custo da produção. E o impacto ambiental também diminui, pois uma ração mais digestível resulta em menor excreção de resíduos de nitrogênio pelos animais, poluindo bem menos o meio ambiente”, conclui.

 

Fenagra 2024

A Fenagra chega à 17ª edição e é a junção de seis grandes eventos no mesmo local e horário, dentro do Distrito Anhembi: Feed&Food: Tecnologia e Processamento; Reciclagem Animal; Expo Pet Food, Expo Aqua Feed, Expo Animal Feed e Expo Óleos & Gorduras. Desta forma, é a principal feira de negócios do setor de Nutrição Animal e Nutrição Humana juntas (e a maior do setor na América Latina no mercado Feed e Food), abrangendo setores importantes da economia brasileira como: Biodiesel, Frigoríficos e Graxarias, Nutrição Animal – Pet Food, Aqua Feed e Animal Feed (aves, suínos e bovinos), Indústria de Óleos e Gorduras Vegetais, Grãos e Derivados.

Em mais de 11 mil metros quadrados de área, ao todo, quase 260 expositores, 260 marcas e 120 palestras vão compor a programação durante os dois dias de evento, que deve passar da marca de 7,1 mil visitantes de 17 países, fora o Brasil. A organização, que gerou dois mil empregos diretos e injetou R$ 7 milhões em recursos na economia local, projeta um giro de mais de R$ 500 milhões em negócios.

Fonte: Assessoria
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