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Comitiva brasileira quer diversificar produtos do agronegócio na China

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Ampliar e diversificar a pauta comercial entre Brasil e China é o objetivo da missão da qual o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, participará no período de 5 a 15 de novembro deste ano.
A iniciativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o convite partiu da senadora e presidente da entidade Kátia Abreu.  Participarão da missão em Pequim e Xangai, empresários e lideranças de entidades do agronegócio. Além disso, a programação terá a presença do vice-presidente da República, Michel Temer.  
“A comitiva irá ao país asiático para fazer a promoção comercial dos produtos agropecuários brasileiros no mercado chinês, com o objetivo de ampliar e diversificar a pauta comercial entre os dois países”, antecipa Pedrozo.
De acordo com a senadora, atualmente a pauta está concentrada basicamente na soja, que responde por 72% das exportações dos produtos do agronegócio brasileiro para aquele país. “Precisamos do apoio das agroindústrias para buscar essas parcerias com este mercado tão promissor”, destaca.
Levantamentos apontam, que nos últimos anos, a China se tornou um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Porém, a lista de produtos do agronegócio é pouco diversificada, o que tem reforçado o interesse da CNA em contribuir para aumentar a venda e atrair investimentos chineses em segmentos como carnes bovina, suína e de aves, café, açúcar e etanol, produtos lácteos, produtos florestais, suco de laranja, caprinos e ovinos e pescados.
A senadora argumenta que a China tem 1,3 bilhão de pessoas que precisam consumir alimentos e uma classe média que cresce cada vez mais. “Queremos fortalecer a agroindústria brasileira, especialmente a média. Por isso, estamos negociando linhas de crédito especiais para este segmento”, realça.
Para dar subsídio aos chineses para formalizar negócios com os brasileiros, a CNA disponibilizará o portal Agroinvest Brasil, no qual as empresas estrangeiras interessadas em investir no Brasil poderão acessar os projetos das empresas brasileiras interessadas em ampliar suas vendas ao mercado asiático. No portal estarão todas as informações sobre o agronegócio brasileiro e a legislação do setor.
PROGRAMAÇÃO
A agenda inclui na sexta-feira (8), às 19 horas, em Pequim, jantar de gala oferecido pela CNA com a presença do vice-presidente do Brasil, Michel Temer. 
Na segunda-feira (11), em Xangai, das 9 às 12 horas, está prevista visita à Zona Econômica Especial (ZEE) e ao Parque Industrial e Tecnológico e Centro de Logística de Suzhou. Na sequência, das 14h30 às 16 horas, acontece visita à cidade história de Suzhou.

Fonte: MB Comunicação

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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