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Comitê Estadual da Suinocultura é reativado no RS

A reativação do Comitê foi demanda levantada durante auditoria do Ministério da Agricultura realizada no final do ano passado

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Em reunião do Conselho Técnico Operacional da Suinocultura (CTOS) do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), realizada na manhã desta quinta-feira (18) em Porto Alegre, definiu-se a retomada das atividades do Comitê Estadual de Sanidade Suína. O grupo foi criado em 1997 e estava parado há algum tempo. A reativação do Comitê foi demanda levantada durante auditoria do Ministério da Agricultura realizada no final do ano passado. Entre as atribuições do grupo estão auxiliar na divulgação de campanhas de educação sanitária, acompanhar o desenvolvimento de atividades técnicas e contribuir para a elaboração e implementação de programas de sanidade.

Entidade integrante do Fundesa, a Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS participou através da atuação do presidente, Valdecir Luis Folador, do diretor executivo, Fernando Gimenez, e do médico veterinário Everson Walter, que é o representante titular da ACSURS no Comitê Estadual de Sanidade Suína.

Professor da Faculdade de Veterinária do Rio Grande do Sul, David Barcellos foi eleito coordenador do Comitê. Já a auditora fiscal federal agropecuária Rafaela Coqueiro de Sá, do Mapa, será a vice-coordenadora e a coordenadora do Programa de Sanidade Suídea da Secretaria da Agricultura, Juliane Webster Galvani, será a secretária geral. A primeira reunião do Comitê deve ser realizada nos próximos dias.

Para Barcellos, um dos principais assuntos a ser debatido é a ocorrência de enfermidades como Síndrome Respiratória Reprodutiva Suína (PRRS) e Diarreia Suína Epidêmica (PED).  As duas doenças ainda não foram registradas no Brasil, “mas estão aqui do lado, no Uruguai”, alertou o coordenador. Segundo ele, a PRRS tem potencial para causar prejuízo de quase R$ 1 bilhão por ano no Brasil, diante do tamanho da suinocultura brasileira. “Trabalhar com conscientização do produtor, para que encare medidas de biosseguridade com muita responsabilidade é fundamental para evitar a entrada das doenças, bem com como ter planos de emergência fortemente consolidados para uma atuação rápida do Serviço Veterinário Oficial”, completa. 

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, afirma que o Conselho Técnico Operacional da Suinocultura (CTOS) vem trabalhando constantemente na divulgação de medidas de biosseguridade.  “Temos, o Comitê e o CTOS, que continua na prevenção e no fortalecimento das estruturas de controle do Serviço Veterinário Oficial, com orientações claras para o enfrentamento de uma eventual ocorrência das doenças”.

 

De olho nos dejetos

Com a ocorrência e disseminação da Peste Suína Africana em vários países, o Serviço Veterinário Oficial no Rio Grande do Sul está trabalhando para manter o Estado livre da doença. O último caso registrado no país, no final dos anos 1970, aconteceu pelo consumo – pelos suínos – de restos de alimentos de voos provenientes de áreas contaminadas. Por isso, o Ministério da Agricultura está verificando se o descarte destes alimentos está sendo feito da forma correta e se os produtos estão recebendo um tratamento prévio. Já a Secretaria da Agricultura emitiu esta semana uma Ordem de Serviço para que mais de 400 aterros e lixões sejam verificados para a detecção da presença de animais se alimentando. Em caso positivo, existem medidas a serem tomadas, como o imediato recolhimento dos animais e destinação para o abate sanitário.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Fundesa com edição da ACSURS.

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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