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Começou nesta sexta-feira a maratona Vacathon, da Embrapa Gado de Leite

Vacathon começou com palestras que objetivam abrir os horizontes dos alunos e auxiliá-los nos projetos

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Os estudantes de 16 universidades de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás estão literalmente acampados na sede da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora (MG), onde ficam até o sábado (10) para o Vacathon, a campus party do leite.

O Vacathon começou com palestras que objetivam abrir os horizontes dos alunos e auxiliá-los nos projetos. O primeiro tema envolveu os recursos para o desenvolvimento das soluções digitais, com a participação das empresas Cisco e Microsoft. Representando a Cisco, o arquiteto de soluções Edson Barbosa apresentou a palestra “Lets talk about IoT – what Cisco can do for you?”.  Ele abordou várias ferramentas da Cisco, que estão em 11 Centros de inovação no mundo. “Em 2020, o mercado de IoT (Internet das Coisas) movimentará 9 trilhões de dólares. Porém, vale lembrar: apaixone-se pelo problema, não pela tecnologia, pois sua ideia somente será reconhecida se de fato ela resolver o problema”, declara Barbosa.

Na linha da tecnologia IoT, David Arruda, gerente-executivo da Microsoft, tratou do tema “Utilizando inteligência artificial Microsoft nos desafios”. Ele conta que, hoje, o celular é o IoT mais avançado que existe e comentou sobre algumas tecnologias Microsoft que podem ajudar a transformar o negócio do leite. “Business Inteligence é a grande moda. Ela consegue utilizar a inteligência de negócio por meio de gráficos ou relatórios para poder dar uma cara bonita para a informação. Não adianta ter uma massa crítica de dados e não saber como mostrá-los. Não importa a informação crua, mas sim a informação trabalhada, e ela pode ter três versões: ser descritiva, quando você descreve a situação; já quando você traz a sua análise, é possível prescrever a situação; e quando se tem um dado e assume por meio de inteligência artificial, você prevê certa situação, que é conhecida como preditivo, considerada a mais importante, uma vez que os dados podem ser apresentados com uma maior riqueza”, fala Arruda.

Tatiana Silva, consultora do Sebrae, falou sobre a lapidação da ideia, construção de pitchs, personas e estrutura de storytelling, com a palestra “Problema, persona…Pitch!”. Ela explica que um pitch é uma apresentação ou comunicado para vender um modelo de mercado ou projeto. Ele precisa ser cativante, rápido e fácil, prender a atenção do cliente. “Para se fazer um bom pitch, você precisa entender qual é a mensagem a ser passada, o público e o objetivo com o pitch, além do discurso mais estratégico. Daí não tem erro”, explica.   

A última palestra do dia contou com a participação de Fernanda Abreu e Lana Fonseca, da Bovcontrol, apresentando a plataforma Internet das Vacas – IPI, que objetiva que as vacas também estejam conectadas. Afinal, todos estamos conectados. Trata-se de uma ferramenta de coleta e análise de dados para melhorar a performance da produção de carne, leite ou genética. “O aplicativo funciona totalmente off-line. Por isso, mesmo o produtor não estando com internet na fazenda ele salvará todos os dados e, a partir do momento em que conseguir se conectar, as informações serão armazenadas na nuvem”, diz Fonseca.

O final da tarde foi o grande momento: o início da  maratona de programação, que deve ter duração de 36 horas. Será o tempo para as 16 equipes de estudantes desenvolverem soluções tecnológicas a partir de um problema relacionado aos sistemas de produção de leite. No sábado, dia 10, os projetos serão apresentados e terá a decisão dos ganhadores. O público poderá participar.

O Vacathon faz parte do projeto IDEAS FOR MILK, realização da Embrapa Gado de Leite, com parceria das empresas Agripoint, Kick Venture, Qranio, Carrusca Innovation e Texto Comunicação Corporativa. Em sua trajetória, o projeto já atraiu mais de 50 entidades parceiras e 25 instituições de ensino superior.

Fonte: Assessoria

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Notícias Pro-CDD Agro

Dívidas de financiamento para produtores e cooperativas no BNDES são prorrogadas

Linha de Programa do Mapa tem limite de R$ 5 bilhões incluindo custeio e investimento

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Foto: O Presente Rural
Foi prorrogado para 30 de março o prazo para pagamento das dívidas do programa BNDES Pro-CDD Agro, conforme a circular 12/2019 do BNDES. O programa solicitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) possui limite orçamentário de R$ 5 bilhões. O objetivo do Pro-CDD AGRO é conceder créditos para liquidação integral de dívidas de produtores rurais ou de cooperativas de produção.

Serão incluídas nesta prorrogação operações de crédito rural de custeio ou investimento que foram contratadas até 28 de dezembro de 2017, dívidas contraídas junto a fornecedores de insumos agropecuários ou instituições financeiras, inclusive decorrentes da emissão de Cédula de Produto Rural (CPR) e Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A rolagem poderá incluir até 100% do valor do saldo devedor, limitado a R$ 20 milhões, com prazo de até 12 anos, incluindo carência de até 3 anos.

Os recursos podem ser contratados com base na Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP). O custo final inclui a remuneração do BNDES, de 1,5% ao ano, e a dos agentes financeiros, limitado a até 3% ao ano, totalizando uma taxa mensal final de aproximadamente 1%.

As operações de financiamento poderão ser contratadas com os 55 agentes financeiros credenciados para operar com recursos do banco. Entre eles há bancos públicos, privados, bancos de cooperativa, cooperativas de crédito, bancos de montadoras, agências de fomento e bancos de desenvolvimento.

Fonte: Mapa
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Notícias Brasil

Procura da soja começa a aumentar e preços sobem

Além dos compradores externos, algumas indústrias brasileiras já sinalizam necessidade de adquirir novos lotes de soja

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Divulgação/Ocepar

A valorização do dólar frente ao Real no acumulado de fevereiro atraiu compradores de soja para o Brasil. No entanto, as negociações foram limitadas pelo baixo interesse de venda por parte de produtores, que estão com as atenções voltadas aos trabalhos de campo e às entregas de contratos. Além dos compradores externos, algumas indústrias brasileiras já sinalizam necessidade de adquirir novos lotes de soja para abastecer os estoques.

Esse cenário impulsionou os prêmios de soja no Brasil, que, por sua vez, influenciaram as altas nos preços do grão no mercado doméstico. Entre 31 de janeiro e 15 de fevereiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) subiu 1%, indo para R$ 77,83/sc de 60 kg na sexta-feira (15). No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná teve alta de 0,5%, a R$ 72,62/sc de 60 kg.

A moeda norte-americana se valorizou 1,45% no mesmo período, a R$ 3,704 na sexta. A alta nos preços do grão, no entanto, foi limitada pela baixa demanda por derivados. Alguns avicultores e suinocultores têm reduzido as aquisições do farelo, e fábricas de ração sinalizam diminuição nas vendas. No mercado interno, a retração de produtores continua atrelada às incertezas quanto ao volume a ser colhido nesta safra (2018/19), devido ao clima desfavorável no período crítico de desenvolvimento dos grãos.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Demanda firme e recuo vendedor sustentam altas do milho

Este cenário de demanda firme e retração vendedora têm mantido as cotações em alta

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Arquivo/OP Rural

Compradores de milho vêm, aos poucos, retomando as negociações, visto que sinalizam ter estoques mais curtos para as próximas semanas. Já vendedores seguem retraídos, fundamentados na redução da oferta e em dificuldades logísticas – na semana passada, a Conab divulgou novos números para a temporada 2018/19 que reforçam a queda na produção da safra de verão e o aumento da estimativa de produção para a segunda safra.

Este cenário de demanda firme e retração vendedora têm mantido as cotações em alta. Conforme colaboradores do Cepea, os valores estão em elevação na maior parte das regiões brasileiras, exceto no Rio Grande do Sul, onde a safra de verão é mais representativa e a colheita vem ocorrendo de maneira satisfatória. Além da retração de produtores dos estados de São Paulo e Santa Catarina, produtores do Centro-Oeste, que vinham ofertando volumes maiores até as semanas anteriores, já têm limitado os lotes e/ou aumentado o valor de venda.

Assim, entre 8 e 15 de fevereiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP) subiu 2,8%, fechando a R$ 41,10/sc de 60 kg na sexta-feira (15). No acumulado do mês, a alta é de 4,5%.

Fonte: Cepea
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