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Com mais de R$ 40 milhões em investimentos, Biogénesis Bagó está entre as três empresas que mais crescem no mercado veterinário brasileiro

A multinacional Argentina presta contas dos três anos de um trabalho que mudou a cara do mercado veterinário brasileiro, com serviços e profissionais envolvidos com a extensão rural e com o objetivo de ajudar a pecuária brasileira a produzir cada vez mais e melhor

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Atuação da equipe de campo da Biogénesis Bagó pelo Brasil - Fotos: Divulgação

A Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal, chega ao final de 2020 com uma marca histórica de crescimento no mercado veterinário. O resultado é fruto de um planejamento focado nas relações entre os profissionais da empresa e os seus clientes revendedores e pecuaristas no oferecimento de produtos de qualidade e serviços focados na extensão rural e no suporte para que o produtor brasileiro possa produzir cada vez mais e melhor.

Desde 2018, a Biogénesis Bagó investiu mais de 40 milhões em investimentos na operação no Brasil. “Lançamos um projeto inédito para revendas agropecuárias do país e queríamos crescer mais que o mercado, chegando ao Top 10 da saúde animal brasileira até 2020. Conseguimos! Crescemos em uma média progressiva de mais de 40% ao ano e atingimos a 8ª posição no Ranking SINDAN, que engloba as maiores empresas veterinárias do mercado brasileiro”, comemora o Country Manager da Biogénesis Bago no Brasil, Marcelo Bulman, que lidera o processo de expansão da companhia no País.

“Esse trabalho de três anos é o reflexo do comprometimento que temos com nossos clientes e que envolve todos os setores da empresa. Há um esforço diário do nosso time de mais de 130 colaboradores, em Curitiba (PR) e distribuídos pelo Brasil para manter um padrão de excelência nos atendimentos, de segurança e de qualidade aos nossos clientes. Os prêmios e os reconhecimentos que estamos recebendo são importantes, mas a conquista da confiança com os parceiros é o que mais nos importa. Somos responsáveis por ajudar o produtor a produzir cada vez mais e melhor para consequentemente termos um Brasil cada vez maior e melhor”, completa Marcelo Bulman.

Um exército azul e branco espalhado por todo o Brasil com um objetivo claro: implementar o maior e mais inovador programa de varejo do segmento de saúde animal do país, focado na capacitação com preparo técnico e criação de um modelo moderno e eficiente de atendimento nas revendas e cooperativas agropecuárias. Uma ‘virada de página’ na história do segmento e principalmente na história da empresa no Brasil. “Convidamos nosso time para pintar o Brasil de Azul”, relembra o Gerente Nacional de Vendas, Paulo Bondan. “Saímos da atuação em 512 para mais de 2.800 munícipios atendidos, com a ativação de mais de 500 novos PDV´s (Pontos de Venda) totalizando em 2020 mais de 30.000 visitas realizadas”, completa Bondan.

O Projeto ‘Na Estrada’ liderou uma série de ferramentas trazidas pela Biogénesis Bagó nesses três anos. O contato sempre direto com revendas e cooperativas, envolvendo balconistas, gerentes, proprietários, médicos veterinários, zootecnistas e principalmente pecuaristas, numa profunda interação e troca de experiências. Foram mais de 8.000 balconistas capacitados e mais de 6.000 peões e capatazes treinados sobre técnicas de utilização racional de produtos e práticas de bem-estar animal. No âmbito da extensão rural, a Biogénesis Bagó realizou mais de 15.000 ações focadas em ajudar a produção pecuária.

Todos esses números expressivos se traduziram na conquista de diversos prêmios e no reconhecimentos ao trabalho da empresa nesses três anos. Já em 2018 a Biogénesis Bagó foi campeã do troféu Agroleite, conquistou o selo Great Place To work em razão do excelente ambiente de trabalho, posicionando-se no ranking das 20 melhores empresas do agronegócio para se trabalhar no Brasil. Conquistou pela terceira vez o prêmio Animal Pharm como melhor empresa de saúde animal na América Latina, além da conquista do primeiro Troféu Touro de Ouro. Em 2019 a empresa repetiu a façanha conquistando mais um Touro de Ouro, além de ser reconhecida com o Projeto Na Estrada como melhor ação de marketing do mercado veterinário pelo Top Rural.  Em 2020, a Biogénesis Bagó iniciou o ano conquistando o prêmio Top Brands Quality, na categoria “Proximidade com o Cliente” por meio dos vários programas e projetos de relacionamento com os clientes. Além disso, a empresa fecha o ano com uma leva de reconhecimentos. A conquista de mais dois troféus Touro de Ouro, e dois Prêmios Top rural, além do prêmio mais importante do varejo brasileiro que foi o Troféu POPAI 2020 com o Projeto ‘Na Estrada’, concorrendo com empresas gigantes do varejo brasileiro.

Para Carlos Godoy, Gerente de Marketing da Biogénesis Bagó no Brasil, todas essas conquistas e reconhecimentos são frutos de um trabalho de credibilidade com o mercado. “Respeitamos as pessoas envolvidas em todos os elos da cadeia. Trabalhamos com profissionalismo e dedicação, gerando confiança sobre os nossos serviços e produtos. Implementamos um novo modelo de fazer negócios através de projetos e programas que envolvem todas as partes do business”, salienta Godoy.

Contribuíram para essas conquistas os programas de fidelização de clientes como o “Prova Canal” voltado para as revendas agropecuárias, o “Prova Fazendeiro” que atende pecuaristas, o Reproduz+ para veterinários com foco em reprodução, o projeto “Na Estrada” que focou nos balconistas de revendas e cooperativas e o movimento Fronteiras Produtivas que dialoga com todos os elos da cadeia pecuária.

Em um forte processo de integração entre as áreas de saúde e nutrição animal, a Biogénesis Bagó vem colhendo resultados na parceria técnico comercial com a multinacional canadense Lallemand e desenha novos investimentos na consolidação dessa parceria em 2021.

 

Banco de antígenos USDA

Conhecida pela alta performance de suas vacinas no Brasil, em especial contra a febre aftosa com a “Aftogen Óleo”, a Biogénesis Bagó vem cada vez mais ocupando lugar de grande destaque no cenário mundial. Um dessas conquistas foi ter sido selecionada para firmar o contrato o USDA-APHIS (United States Department of Agriculture – Animal and Plant Health Inspection Service) como fornecedor do Banco de Antígenos e Vacinas contra o vírus da Febre Aftosa para os próximos 17 anos (2020 – 2037).

Criado recentemente pelo governo dos Estados Unidos, este novo Banco faz parte do programa da lei de promoção agrícola, aprovada em 2018, que visa prevenir possíveis focos da doença naquele país. Embora os Estados Unidos já façam parte do Banco de Antígenos e Vacinas contra a Febre Aftosa da América do Norte (NAFMDVB – North America Foot And Mouth Disease Vaccine Bank), o qual integra juntamente com o México e Canadá, o governo americano considerou necessário reforçar ainda mais sua soberania sanitária através de um banco próprio. Neste contexto, a Biogénesis Bagó que já é fornecedora oficial do imunógeno para o NAFMDVB desde 2008, passa também a fornecer Antígenos e Vacinas para o Banco dos EUA.

Segundo Fabricio Bortolanza, Gerente de Assuntos Regulatórios da Biogénesis Bagó, esse importante marco é resultado do constante investimento em Pesquisa & Desenvolvimento, o que permite com que a Biogénesis Bagó siga desenvolvendo processos biotecnológicos sob os mais altos padrões de qualidade, conquistando cada vez mais os mercados mundiais.

“O know-how tecnológico e científico somado à capacidade produtiva comprovada de atenção a emergências sanitárias credenciam a Biogénesis Bagó como um dos laboratórios candidatos para abrigar o Banco de Antígenos e Vacinas junto ao Governo Brasileiro, assegurando a evolução do status sanitário e contribuindo para o desenvolvimento do país”, ressalta Fabricio.

Equipe de gestores da Biogénesis Bagó Brasil que liderou a “virada de página” da empresa no mercado veterinário brasileiro

Para 2021, a Biogénesis Bagó segue o ritmo de crescer, integrar e avançar no mercado, na mesma direção das diretrizes globais da companhia, que vem ampliando sua participação em vários países da América Latina, América Central, Ásia e África. “O mercado brasileiro pode aguardar uma Biogénesis Bagó ainda mais experiente e mais integrada para continuar trazendo muitas novidades em produtos e serviços para os clientes do Brasil”, finaliza Bulman.

 

Fonte: Assessoria

Empresas Agenda de sustentabilidade

Com reaproveitamento de mais 17,6 mil toneladas de resíduos, GTF reforça sua economia circular em 2025

Relatório de Sustentabilidade destaca modelo produtivo integrado, desenvolvimento de comunidades rurais e alinhamento a padrões internacionais de ESG

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GTF / Divulgação

A GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade em 2025, consolidando práticas de economia circular, eficiência operacional e fortalecimento da governança ESG em suas operações industriais. Ao longo do ano, a companhia destinou aproximadamente 87% dos seus resíduos não perigosos para processos de recuperação e valorização, totalizando 17.638 toneladas reaproveitadas de um volume de 20.245 toneladas processadas. As soluções incluem reaproveitamento de recursos e processos biológicos, reforçando o compromisso da empresa com a hierarquia de redução, reutilização e reciclagem.

Além disso, foram gerenciadas 6.609 toneladas de lodo centrifugado oriundo de abatedouros, com destinação ambientalmente adequada. A GTF também manteve programas de logística reversa e apoio a cooperativas de reciclagem, contribuindo para a inclusão social e para o fortalecimento da cadeia de reciclagem.

Na frente de energia renovável, a empresa deu continuidade ao uso de biodigestão para geração de biogás nas unidades de fecularia. A carga orgânica dos efluentes é direcionada para biodigestores, permitindo a geração de energia renovável utilizada nos próprios processos produtivos, o que reforça a redução da dependência de fontes convencionais de energia.

No eixo de gestão hídrica, a GTF manteve uma abordagem integrada envolvendo captação, monitoramento, tratamento, reuso e destinação de efluentes. Entre as iniciativas de destaque estão a higienização a seco na unidade de Maringá, o reuso de água industrial em Paraíso do Norte e o desenvolvimento de projetos voltados ao aproveitamento de efluente tratado. A empresa também opera estações próprias de tratamento com etapas físico-químicas e biológicas.

Em relação às mudanças climáticas, o relatório aponta redução das emissões de CO₂ do Escopo 2 em comparação ao ano anterior, impulsionada por ganhos de eficiência energética e melhorias operacionais. A companhia também ampliou seu inventário de emissões, incorporando novas fontes do Escopo 3 e fortalecendo o monitoramento ambiental. A empresa também iniciou o fortalecimento da avaliação ESG de fornecedores, ampliando a rastreabilidade e o controle ambiental em toda a cadeia de suprimentos.

“Em 2025, a GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade, consolidando práticas de economia circular e eficiência operacional. Destinamos aproximadamente 87% dos nossos resíduos não perigosos para recuperação e valorização, além de avançarmos em iniciativas de energia renovável, gestão hídrica e redução de emissões. Esses resultados reforçam nosso compromisso com a inovação, a responsabilidade ambiental e o fortalecimento contínuo da nossa governança ESG em toda a cadeia produtiva”, disse Rafael Tortola, CEO da GTF.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

Da versatilidade à nutrição: como a carne suína tem conquistado o paladar dos brasileiros

A qualidade da carne está diretamente ligada ao processo produtivo no campo; o setor de suinocultura é um dos motores do superávit da balança comercial do agronegócio nacional

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Foto: Divulgação Abcs

A carne suína segue ganhando destaque na mesa do brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Anual (ABPA), o consumo alcançou a marca de aproximadamente 19,1 quilos por habitante em 2025, o que representa um aumento de 19% nos últimos cinco anos. Esse cenário promissor é reflexo de uma produção nacional que ultrapassa 5,5 milhões de toneladas anuais e exportações que atingiram cerca de 1,51 milhão de toneladas no ano passado.

Por trás desses números expressivos está o trabalho de produtores de alimentos, empenhados em atender às exigências do consumidor moderno, com transparência, bem-estar animal e segurança alimentar. Para alcançar padrões elevados e conquistar a confiança do consumidor em atributos como maciez, suculência e cor, a cadeia produtiva se profissionalizou e se modernizou.

“A qualidade da carne suína que chega à mesa do consumidor é resultado de uma cadeia produtiva altamente complexa e integrada, na qual manejos sanitários, estratégias nutricionais, melhoramento genético, ambiência e bem-estar animal atuam de forma sinérgica. No Brasil, essa cadeia é considerada uma das mais modernas do mundo, sustentada por avanços contínuos em tecnologia, manejo e ciência aplicada”, afirma a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

A trajetória de consolidação da carne suína

Historicamente, o consumo de carne suína no Brasil foi impactado por mitos relacionados à saúde, alguns deles baseados em sistemas produtivos antigos que já não representam a realidade atual. “A associação da carne suína a altos teores de gordura, colesterol ou riscos sanitários ainda persiste em parte do imaginário coletivo, embora essas percepções venham sendo progressivamente desconstruídas com o avanço da ciência e da produção moderna”, destaca Amanda.

Essa mudança de percepção está diretamente relacionada à evolução tecnológica da suinocultura e ao maior acesso à informação por parte da população. “Atualmente, a carne suína apresenta perfil nutricional significativamente diferente daquele observado há décadas, com maior magreza, melhor padronização e maior controle sanitário, reflexo do melhoramento genético, da nutrição de precisão e das práticas modernas de manejo”, complementa a profissional.

A força que a carne suína tem hoje no mercado brasileiro é justamente consequência do trabalho sério e dedicado de diversos produtores e profissionais do agro. Para que o consumidor final possa ter acesso a cortes saborosos e de alta qualidade, existe uma ampla cadeia produtiva, com processos rigorosos e muito cuidado.

No Brasil, toda a carne suína comercializada passa por um sistema oficial de inspeção veterinária para assegurar a qualidade e segurança do alimento, a fim de proteger o consumidor e permitir que apenas produtos próprios cheguem ao mercado. “Durante o abate, cada animal e carcaça são avaliados. Caso seja identificado qualquer problema de saúde ou lesão que possa comprometer o consumo, a carne pode ser condenada parcialmente ou até totalmente descartada”, pontua Ísis Pasian, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

 

A versatilidade da proteína

Com cortes variados, temperados e de fácil preparo, a proteína suína deixou de ser uma coadjuvante para se tornar, em muitas ocasiões, o prato principal nas refeições das famílias. “A carne suína é uma proteína extremamente versátil, que atende às mais diversas ocasiões de consumo e perfis de consumidores. Hoje, contamos com uma ampla variedade de cortes, desde opções mais magras e práticas para o dia a dia até cortes especiais que agregam sabor e sofisticação às refeições”, destaca Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Ainda segundo o executivo, a carne suína evoluiu muito nas últimas décadas e, atualmente, destaca-se pelo excelente valor nutricional. “É fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais importantes para a saúde. Essa combinação de versatilidade, sabor e nutrição faz da carne suína uma escolha cada vez mais presente na mesa dos brasileiros.”

Para ressaltar a força dessa proteína, ocorreu em junho a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), organizada pela ABCS e com apoio de empresas parceiras, como a MSD Saúde Animal. Uma ação que promove ainda mais o consumo, valorizando os cortes e desmistificando a carne suína junto aos consumidores.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Better Beef produz carne premium em modelo verticalizado de autossuficiência energética e agricultura regenerativa

Na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas

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Foto e texto: Assessoria

O Better Beef, empresa do Better Group, um dos maiores grupos frigoríficos do Brasil, transformou mais de 40 mil toneladas de resíduos industriais em nutrição animal, em apenas um ano. Com base em fatores de emissão de referência do setor (GHG Protocol), esse resultado representa redução de 20.537 toneladas de CO₂ no ambiente.

“Enquanto o mercado discute sustentabilidade, o Better Group pratica esse conceito em cada elo da cadeia. Com nosso propósito de ‘Alimentar Hoje. Cuidando do Amanhã”, construímos um sistema para entregar carne de excelência com impacto ambiental reduzido, em um modelo maduro de economia circular aplicado à pecuária”, informa Everton Gardezan, gerente de marketing do Better Group.

Esse não é o único exemplo. Por meio do processamento e recuperação da levedura oriunda da fermentação de usinas e cervejaria, o Better Beef produziu, no ano passado, mais de 2 milhões de litros de álcool, contemplando álcool industrial, álcool neutro e álcool carburante.

O álcool carburante é utilizado no abastecimento da frota própria, promovendo autossuficiência energética e redução do consumo de combustíveis fósseis. Já o álcool industrial e o álcool neutro atendem aos mercados industriais e domissanitários, agregando valor ao processo e fortalecendo o conceito de economia circular dentro do ecossistema agroindustrial. Baseada em fatores de referência setorial, esse processamento representa economia de aproximadamente 4.000 toneladas de CO₂ equivalente.

Os números crescerão ainda mais com a entrada em operação do Projeto Batata-Doce, que prevê o aproveitamento de descarte agrícola da região para produção de 15.000 litros de álcool, 20 toneladas de WDG (aditivo nutricional) e biogás na ordem de 10.000 Nm³/dia, que será utilizado inicialmente como energia térmica no processo industrial.

Além disso, na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas. O esterco produzido por mais de 136 mil animais/ano é reaproveitado para enriquecimento do solo, reduzindo a dependência de adubos químicos e contribuindo para o sequestro de carbono.

“Nosso negócio não é somente produzir carne. Nosso compromisso é restaurar o ecossistema. Estamos provando que é possível ter alta produtividade e, ao mesmo tempo, fortalecer a terra para as próximas gerações”, assinala Everton Gardezan.

Fonte: Assessoria
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