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Com investimentos para uma suinocultura mais tecnificada, Topigs Norsvin promove “Conexão Tecnológica”
Série de eventos reuniu na última semana funcionários de granjas parceiras da empresa para aprimoramento técnico

A Topigs Norsvin, líder mundial em pesquisa e desenvolvimento de genética suína, reuniu na última semana clientes para o “Conexão Tecnológica”. Os eventos foram realizados em Xanxerê (SC) e em Campinas (SP).
Investindo em uma suinocultura cada dia mais tecnificada e próxima a quem atua no campo, o objetivo do evento, que tem o cunho extremamente técnico, é promover o desenvolvimento dos profissionais que trabalham nas granjas parceiras da Topigs Norsvin, principalmente os que fazem parte do programa Connect. Este é um modelo de relacionamento único no setor suinícola brasileiro e baseado no B2B, ou business-to-business. A Topigs Norsvin foi a primeira empresa no Brasil a implantar um programa de benefícios aos clientes do setor.
Lançado em 2016, o Programa Connect retorna aos clientes parte dos investimentos com genética em ações personalizadas e objetiva oferecer ao suinocultor e seus colaboradores uma estrutura que permita acesso a informações e técnicas que privilegiem o seu negócio, cursos e treinamentos presenciais e a distância, além de consultorias, viagens técnicas, uniformes para as granjas e conteúdos técnicos de treinamento para toda a equipe. “Esse programa tem um papel fundamental, pois cria a possibilidade de a empresa ajudar seus clientes a extrair o máximo do seu produto, trazendo soluções que criam valor para o negócio”, explica o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin no Brasil, Adauto Canedo Jr. “A Topigs Norsvin tem a cultura de investir em seus clientes. Entendemos como um dos principais pilares a capacitação dos funcionários e este trabalho ajuda muito a gerar o resultado esperado com a nossa genética”, disse.
Segundo ele, participam hoje do Connect clientes que são modelos e referência no segmento. “São desenvolvidos treinamentos específicos, com planos de negócios e toda a ação com os clientes é programada. Elas têm o objetivo de apresentar a evolução da genética e o que ela representa financeiramente na granja”, explicou Canedo.
Conexão Tecnológica promove avanço técnico na suinocultura
Os temas principais debatidos nos encontros para o Conexão Tecnológica foram o melhoramento genético, manejo reprodutivo, gestão de oportunidades, manejo alimentar da fêmea TN70 e fatores associados à mortalidade de porcas.
Em três dias de eventos, dois em Xanxerê e um em Campinas, a empresa promoveu discussões e análises para melhoria do trabalho feito no campo.
Segundo a Gerente e Proprietária da Granja Ianni, Ângela Cristina Ianni, o Conexão Tecnológica foi muito didático e proveitoso. “De forma prática, o evento mostrou claramente como um dos principais pilares da suinocultura, a genética, pode nos auxiliar a atingir todo o potencial zootécnico e os resultados produtivos”, ressaltou.
Para o Gerente Geral do Grupo Água Branca, Denílson César da Silva, este foi um grande espaço para a troca de informações com outros produtores e com os responsáveis técnicos da Topigs Norsvin. “Somos clientes da empresa há muito tempo e sempre participamos, pois o encontro sempre promove novos horizontes para a melhoria de nossos resultados”, apontou.
O médico-veterinário Caio Zácaro, do Grupo Cabo Verde, participou pela primeira vez do Conexão Tecnológica. “O encontro abriu espaço para uma nova visão sobre a produção, gerando maior proximidade e possibilidade de melhorias”, destacou.
O Presidente da Associação Paulista de Criadores de Suínos, Valdomiro Ferreira Júnior, destacou o papel da Topigs Norsvin para o desenvolvimento da suinocultura. “Acreditamos na Topigs Norsvin como empresa, pois ela nos entrega qualidade. Ela vende uma genética altamente alinhada com a demanda do consumidor. Estamos em uma grande cadeia, que é o agronegócio, e a empresa tem claramente o seu foco de atuação não somente em nós, suinocultores, mas no consumidor final e suas exigências”, disse.
João Vítor Ferreira, Encarregado da Produção do Sítio Bom Retiro, profissional que ainda está em formação no Curso Técnico em Veterinária, apontou os diferenciais do evento. “Foi de extrema importância. Fiquei surpreso com o nível profissional das discussões e o evento mostrou claramente o avanço da suinocultura rumo ao futuro”, disse.
Já o Gerente da Granja Santa Rita, Silvanei Donizette Machado, apontou como destaque as análises sobre como a genética influencia na qualidade da carne. “Principalmente no marmoreio da linha Duroc. É grande o investimento da Topigs Norsvin com o olhar ao futuro da atividade”, apontou.
Já Edvar Peixoto, da Agrofito, também participante pela primeira vez do evento, destacou o preparo dos profissionais presentes. “Fiquei muito impressionado como em uma única palestra podem surgir informações que podem mudar todo o resultado final da produção com ajustes finos”, afirmou.

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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo
Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.
Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.
Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.
Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”
A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.
Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.
Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.
É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.
Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.
Sustentabilidade como impulsionador de produtividade
A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.
O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.
Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.
“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.
Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono
O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.
Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.
Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)
Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.
Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
