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Com eficiência operacional, Albaugh reduzirá custos do agricultor na compra de defensivos, diz presidente

Companhia que chegou ao Brasil em 2016 realiza encontro com parceiros estratégicos e aposta na reinvenção do mercado de agroquímicos genéricos

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Reunido na cidade de São Paulo com um grupo de 20 distribuidores de defensivos agrícolas das regiões-chave do agronegócio, o presidente da Albaugh Brasil, Renato Seraphim, disse que a companhia de origem americana mira a fatia de 4% do mercado local de agroquímicos até 2021, para se posicionar entre as 10 principais empresas do setor. A estratégia de ação da Albaugh, informou ele, será ancorada na eficiência operacional, ampliação do portfólio e na distribuição de insumos da marca através de revendas.

“A comercialização de nossos produtos passa a ser feita exclusivamente pelo distribuidor. Deixamos de atuar na modalidade venda direta”, antecipou Renato Seraphim a sócios e diretores de empresas como Agromave, I.Riedi, Semear, Pantanal Agrícola e outras. Sediada no meio-oeste americano, a Albaugh atua focada no mercado de agroquímicos genéricos. A companhia chegou ao Brasil no ano passado, após a aquisição das fabricantes Atanor e Consagro.

“A aceitação dos genéricos no Brasil é crescente. Se não aumentarmos a oferta desses produtos a rentabilidade do agricultor será cada vez mais comprometida”, enfatizou Seraphim no evento. O executivo lembrou, por exemplo, que nos últimos 15 anos a produtividade da soja saltou 28%, enquanto o custo de produção das lavouras aumentou 178%. 

“Nós vendemos produtos que irão ajudar o produtor a ganhar dinheiro. Quanto mais eficiente formos na tarefa de levar ao campo as tecnologias de qualidade, entregues na hora certa, maior será a confiança nos genéricos”, destacou Seraphim.

Junto ao diretor comercial da Albaugh, Paulo Tiburcio, ele divulgou ainda que a empresa prioriza ampliar o portfólio de produtos para as culturas de cana-de-açúcar, soja e algodão, além de aumentar a participação de mercado da linha de fungicidas multissítios da empresa – formulada à base de cobre – na sojicultura.

Segundo Seraphim, a resistência do fungo causador da ferrugem asiática aos chamados produtos sistêmicos fará com que até 2022 pelo menos 80% da área da soja brasileira, cerca de 100 milhões de hectares, venha a ser tratada com fungicidas multissítios. “Fungicidas multissítios não são moda, vieram para ficar”, endossou o engenheiro agrônomo Fabiano Siqueri, da Fundação MT. Especialista em manejo integrado da soja, ele foi convidado pela Albaugh para falar sobre impactos econômicos da ferrugem asiática.

Para Jonas Assmann, sócio proprietário da revenda Pantanal Agrícola, com oito unidades nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a baixa rentabilidade das lavouras brasileiras tende a elevar a procura do agricultor pelos produtos genéricos. “O produtor tem buscado preço. Sua procura é pelo ingrediente ativo, por isso o mercado de genéricos é crescente. A estratégia da Albaugh certamente trará condições para o distribuidor ser mais competitivo”, declarou o empresário.

O CEO do grupo Agromave, Marcos Antônio Camargo, avalia que o mercado brasileiro de genéricos está consolidado e concentra oportunidades de expansão, citando o caso dos fungicidas multissítios para soja. “A Albaugh traz um novo modelo de negócios ao mercado, formando com o distribuidor uma única empresa. Essa filosofia ampliará o conhecimento do agricultor sobre genéricos e resultará na oferta de um leque de soluções customizadas”, diz Camargo. A Agromave conta com 12 revendas no entorno da BR-163, no Estado de Mato Grosso.

De acordo com Renato Seraphim, no ano passado a Albaugh foi uma das empresas que mais cresceram no mercado brasileiro de defensivos agrícolas – saltou de 1,5% para 2,4% em share, enquanto o setor teve declínio de 1% nas vendas. A companhia deverá elevar seu faturamento deste ano para US$ 230 milhões, ante US$ 150 milhões de 2016 (+ 53%). Até 2021, o objetivo é chegar a US$ 500 milhões, cifra hoje equivalente a 25% do negócio global da companhia.

Fonte: Ass. Imprensa

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Conexão Aviagen in Company reúne lideranças da Granja Faria para excelência em manejo

Encontro de três dias em Santa Catarina focou no manejo de matrizes e na maximização do potencial genético da linhagem Ross

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Divulgação / Fotos: Aviagen

A Aviagen® promoveu a sua mais recente edição do Conexão Aviagen in Company em Lauro Müller (SC), entre os dias 3 e 5 de março. O evento reuniu a equipe técnica e de gestão da Granja Faria de todas as regiões do Brasil, para fortalecer o manejo dos lotes e as práticas de bem-estar animal.

A Granja Faria possui um histórico de alta eficiência com as matrizes Ross®, figurando frequentemente no terço superior de produtividade do setor, inclusive com premiações anteriores.

Aviagen oferece suporte prático no manejo

Uma característica marcante do formato Conexão in Company é sua abordagem personalizada. A programação combinou discussões em sala com aplicação prática na granja, incluindo análise de dados, visitas a granjas de recria e de produção, além de palestras sobre conformação ideal de machos e fatores críticos dos processos, sempre com um olhar direcionado para os objetivos de produção da Granja Faria.

O supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Denilson Vanin, enfatizou a importância de conceber o programa em torno da realidade do cliente: “Este evento foi especificamente desenvolvido com base nos objetivos e realidade da Granja Faria, para compartilhar conhecimento técnico, ferramentas de manejo e gestão operacional que auxiliem suas equipes a fortalecer o bem-estar animal e a assertividade de decisões em todas as unidades”.

Já o supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Alcides Paes, destacou como o progresso genético e o manejo responsável das matrizes caminham juntos: “Conhecemos a capacidade de entrega da genética Ross e o nosso principal objetivo foi fornecer as ferramentas adequadas para que continuem atingindo os melhores resultados zootécnicos possíveis”.

Impulsionando resultados por meio da colaboração

Iniciativas como o Conexão Aviagen in Company reforçam o compromisso da Aviagen com o sucesso de seus clientes, fornecendo suporte prático e próximo que os ajuda a traduzir o progresso genético em resultados diários.

O gerente de Serviços da Aviagen no Brasil, Rodrigo Tedesco, afirmou que “reunir representantes de todo o país ajuda a elevar os padrões em suas operações. Quando equipes de diferentes regiões se alinham em torno de objetivos comuns, a produtividade aumenta em toda a organização. O sucesso vem do aprimoramento do manejo das aves e das decisões diárias. Estar perto de nossos clientes nos permite fazer esses ajustes de forma significativa”.

Por meio da colaboração contínua, a Aviagen continua a apoiar seus clientes no avanço de práticas de produção de carne de frango responsáveis que priorizem o bem-estar animal e o manejo ambiental, ajudando a garantir um fornecimento global confiável de proteína de qualidade.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Primeiro módulo do Qualificases 2026 reúne suinocultores para discutir gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas.

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Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES) realizou o primeiro módulo do Qualificases 2026 no dia 26/02. A iniciativa é voltada à formação e atualização técnica dos suinocultores capixabas, com foco em gestão, nutrição, sanidade e sustentabilidade.

Com o tema “Gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados”, a palestra foi conduzida pelo gerente Nacional Suínos na Agroceres Multimix, Edmo Carvalho, que trouxe uma reflexão estratégica sobre um dos maiores desafios atuais do setor: a gestão de pessoas em um cenário de escassez de mão de obra e equipes cada vez mais diversas.

Durante sua apresentação, Edmo destacou que, apesar do avanço técnico dos gestores, impulsionado pelo acesso facilitado à informação, cursos e plataformas digitais, muitos ainda encontram dificuldades no essencial: liderar pessoas. “Liderança vai muito além do cargo. É a capacidade de influenciar de forma voluntária, sem deixar rastros de sangue decorrentes de estilos autoritários e relações frágeis”, afirmou.

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas. Segundo o palestrante, falar é simples, mas comunicar com presença, escuta ativa e empatia é um diferencial competitivo. Ele alertou ainda que o excesso de interações digitais e impessoais pode empobrecer as relações e reduzir a sensibilidade emocional, especialmente em momentos de tensão.

Outro ponto de destaque foi a gestão de equipes multigeracionais. Baby Boomers, gerações X, Y e Z possuem expectativas distintas em relação ao trabalho, hierarquia e propósito. “Nada é tão desigual quanto tratar igualmente pessoas desiguais”, ressaltou Edmo, reforçando a necessidade de adaptar a liderança às diferentes realidades e perfis dentro das organizações.

Entre as soluções práticas apresentadas estão a criação de rituais de conexão, a presença mais próxima da liderança no dia a dia das equipes, o estímulo à colaboração e a revisão das cargas de trabalho para evitar a exaustão emocional. Pequenos gestos constantes, como conversas semanais curtas, pausas coletivas e rodas de diálogo, podem gerar impactos mais duradouros do que grandes ações pontuais.

Neste módulo, a ASES contou com o apoio da empresa Agroceres Multimix, parceira constante do setor, reforçando a importância da cooperação entre a iniciativa privada e as entidades representativas na construção de uma suinocultura cada vez mais técnica, humana e sustentável.

Para o diretor executivo da ASES, Nélio Hand, a qualificação é o caminho para resultados cada vez mais sustentáveis e competitivos. “Reunimos em Conceição do Castelo produtores e profissionais comprometidos com a evolução do setor numa noite de aprendizado, conexão e troca de experiências. Tudo isso visa fortalecer a suinocultura capixaba”, pontua Hand.

O Qualificases 2026 segue ao longo do ano com novos módulos, ampliando o debate sobre temas estratégicos e reforçando o compromisso da ASES com o desenvolvimento contínuo do setor no Espírito Santo.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Agrifirm reúne sua equipe da América Latina para impulsionar soluções sustentáveis que transformam a produção animal e elevam a rentabilidade do campo

Encontro anual reuniu representantes do Brasil, Uruguai, Paraguai e Colômbia em Toledo (PR) para alinhar estratégias comerciais e técnicas

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Divulgação / Foto: Agrifirm

A Agrifirm realizou seu Encontro Anual de Vendas entre os dias 3 e 5 de março, em Toledo, no Oeste do Paraná, berço de grandes cooperativas e da produção nacional de proteína animal. O foco do encontro foi centrado no fortalecimento das soluções responsáveis, ou seja, soluções que promovem uma produção animal sustentável, eficiente e rentável, que respeitam o meio ambiente, garantem o bem-estar animal e geram resultados econômicos concretos para o produtor.

O evento reuniu equipes do Brasil, Uruguai, Paraguai e Colômbia e refletiu um alinhamento estratégico com as exigências do mercado nacional e internacional, cada vez mais orientado por protocolos de produção sustentável e por resultados concretos e consistentes para os clientes.

Estratégia orientada por quatro pilares

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM

Sob o tema “A Bússola das Soluções Responsáveis”, o encontro organizou suas discussões em torno de quatro eixos: tecnologia aplicada ao campo, capacitação técnica das equipes, qualidade no atendimento e proximidade com o produtor.

Para Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, a metáfora da bússola traduz bem o momento da empresa. “As soluções responsáveis já fazem parte do nosso portfólio, mas o objetivo agora é intensificar sua aplicação e consolidar a Agrifirm como parceira estratégica, não apenas como fornecedora de produtos”, afirma Miguel.

Foco em resultado econômico para o produtor

Um dos eixos centrais do encontro foi a chamada “venda de valor”: a capacidade das equipes comerciais de demonstrar, com dados concretos, o retorno técnico e econômico que as soluções da Agrifirm proporcionam ao produtor.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil

Segundo Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, a abordagem foi ilustrada com casos reais.
“Apresentamos casos práticos que mostram, em números, os benefícios produtivos e financeiros das nossas soluções. O objetivo é que o cliente perceba o valor antes de discutir o preço”, explica Mariane Pfeifer.

Além disso, os times da LATAM visitaram o complexo fabril da Agrifirm em Maripá, onde são produzidas soluções nutricionais e aditivos tecnológicos. A unidade é a única da Agrifirm fora da Europa dedicada à produção de aditivos e conta com certificações que habilitam a fabricação de tecnologias responsáveis com padrão global.

O evento contou também com a participação de clientes convidados que, guiados pelos valores de união e intercooperação, demonstraram na prática como construir uma verdadeira parceria de valor. A presença deles reforçou o caráter aplicado do encontro, aproximando as discussões estratégicas da realidade do campo e mostrando que os resultados nascem quando cooperação e prática caminham juntas.

Fonte: Assessoria
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