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Com diferentes iniciativas, BRF antecipa a granja do futuro

Climatização e sensorização de aviários com inteligência artificial, energia solar e entrega com drone estão entre as tecnologias que a BRF investe para o desenvolvimento do setor

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Uma das maiores companhias de alimentos do mundo, a BRF antecipa, com diferentes iniciativas na Região Sul, como serão as granjas de seus produtores integrados no futuro. Um futuro, vale ressaltar, nada distante.

Os aviários terão cada vez mais painéis para captação de energia solar – cuja instalação conta com financiamento do Banco do Brasil, graças a um convênio firmado com a BRF. Em Santa Catarina, por exemplo, dois produtores estão com as obras de instalação das placas quase concluídas e outros produtores em fase de avaliação.

A entrega de insumos, como de material genético para aprimoramento do plantel de suínos, será feita por drone, especialmente em regiões de difícil acesso. A tecnologia já foi testada, com sucesso, no Paraná, no município de Toledo, e visa, principalmente, a biossegurança e o aumento da frequência de entregas, evitando estoques nas granjas.

O bem-estar animal também é ampliado com novas tecnologias. Em muitas granjas, os aviários já são climatizados e têm controle digital, para manutenção das melhores condições de vida e desenvolvimento das aves. Nestas instalações, o controle digital do ambiente é feito desde a chegada dos pintinhos até o carregamento para a indústria, com gestão de temperatura, umidade, ventilação e pesagem, por meio da integração de dados do controlador para dentro da nossa plataforma, permitindo que os dados sejam compartilhados entre produtor e BRF.

“A BRF mantém constantemente o desenvolvimento de novas tecnologias a serem aplicadas no campo, para facilitar a vida dos integrados, permitindo maior controle, qualidade e visibilidade do seu lote. Cada vez mais BRF e integrado estarão conectados. Todas as iniciativas fazem parte da iniciativa de Agro 4.0 e estamos focados na busca de melhoria constante através de soluções de IoT, inteligência artificial, agropecuária de precisão, energia sustentável, entre outras iniciativas que estão por vir””, ressalta Fabio Stumpf, Diretor Geral de Agropecuária da BRF.

Em todo o Brasil, os produtores integrados já acompanham em tempo real, pelo telefone, desde informações como o peso das aves até a sanidade do lote e previsões de remuneração por meio da plataforma Digital Agro (AgroBRF), implantada há um ano. Por meio do APP, o produtor integrado que também produz grãos pode entrar em contato para negociar sua produção diretamente com a companhia.

Visando a segurança dos motoristas, a Companhia também conta com com iniciativas logísticas, como sensor de fadiga, bloqueio do caracol do veículo quando em movimento e telemetria nos caminhões para reforçar a importância da segurança das operações em toda a cadeia.

As diferentes ações da BRF rumo à granja do futuro

Plataforma Digital Agro (AgroBRF)

Reúne informações como o peso das aves, status do lote, acompanhamento da saúdedos animais, programação de ração, programação de apanha, jejum pré-abate, notícias, previsões de remuneração que podem ser acessadas em tempo real, ganhou uma nova funcionalidade. O produtor integrado também pode negociar grãos diretamente com a BRF, eliminando burocracia, facilitando o contato e otimizando o processo de comercialização. Outra possibilidade é gerenciar, com apoio de inteligência artificial e armazenamento em nuvem, a climatização do ambiente interno dos aviários.

Entrega com drone

Em maio deste ano, a BRF fez a primeira entrega de material genético a produtor integrado com um drone. No teste, o drone entregou doses de sêmen suíno para inseminação em uma granja integrada na zona rural do município paranaense de Toledo. A iniciativa verificou tempo, praticidade e segurança do transporte. Com rota predefinida, a aeronave decola de forma automatizada e usa softwares de navegação, câmeras e sensores para voar até o destino, onde a carga, refrigerada, é desacoplada e deixada na área de entrega. A seguir, retorna ao ponto de origem. Foram testados dois drones, com capacidade de transporte de 2kg a 5kg e autonomia de até 50 quilômetros.

Energia solar

No início de 2021 a BRF reforçou seus investimentos para aumentar a eficiência econômica e energética dos produtores integrados. A meta é ampliar em 50% a autoprodução de energia elétrica provenientes de fontes limpas ou renováveis nos próximos 10 anos. Em janeiro, a empresa firmou um convênio com o Banco do Brasil para disponibilizará R$ 200 milhões em limites de crédito para financiar investimentos na instalação de painéis de energia solar nas

granjas. Com a ação, a BRF está fazendo um pool de compras no mercado de modo que o produtor tenha acesso a um equipamento com tecnologia de ponta, garantia estendida e um custo menor do que se fosse comprar diretamente do fornecedor.

Fonte: Assessoria
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Fotos: Divulgação

Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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Biochem site – lateral

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