Conectado com

Notícias Boa notícia

Com boa fluidez de negócios e oferta ajustada, preço do suíno sobe

Mercado brasileiro apresentou preços firmes no decorrer da semana, tanto para quilo vivo quanto para cortes vendidos no atacado

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne suína apresentou preços firmes no decorrer da semana, tanto para o quilo vivo quanto para os cortes vendidos no atacado. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, os frigoríficos relataram boa fluidez nos negócios, aliado a um quadro de disponibilidade doméstica ajustada, o que favoreceu um reajuste nas cotações. “As indústrias estão demandando mais animais para atender a demanda das festividades de final de ano e a procura externa está elevada, puxada pelas compras da China”, comenta.

Maia afirma que é esperado um aquecimento na procura pela carne suína neste último bimestre, avaliando também o forte movimento de alta no preço da carne bovina em todo o país, o que deve levar uma parcela dos consumidores a migrarem para proteínas mais acessíveis, como a carne suína e a de frango.

Levantamento semanal de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil passou de R$ 4,67 para R$ 4,73, alta de 1,39%. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 8,36, alta de 2,45% frente aos R$ 8,16 praticados na semana passada. A carcaça registrou um valor médio de R$ 7,82, aumento de 1,38% frente à semana passada, de R$ 7,71.

A habilitação de novas plantas pela China, segundo Maia, traz ainda mais otimismo ao mercado, com possibilidade de um bom incremento dos embarques brasileiros no decorrer dos próximos meses.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 34,7 milhões em novembro (6 dias úteis), com média diária de US$ 5,8 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 14,7 mil toneladas, com média diária de 2,5 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.356,80.

Em relação a outubro, houve baixa de 3,6% na receita média diária, perda de 3,3% no volume diário e recuo de 0,3% no preço. Na comparação com novembro de 2018, houve aumento de 22,5% no valor médio diário exportado, perda de 3,8% na quantidade média diária e elevação de 27,3% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo ao longo da semana passou de R$ 101 para R$ 103. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,95. No interior do estado a cotação aumentou de R$ 4,85 para R$ 4,95. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração continuou em R$ 4. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 4,95 para R$ 5,10. No Paraná o quilo vivo permaneceu em R$ 5 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo continuou em R$ 3,90.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração avançou de R$ 3,90 para R$ 4, enquanto em Campo Grande o preço aumentou de R$ 4 para R$ 4,10. Em Goiânia, o preço avançou de R$ 5,35 para R$ 5,40. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno aumentou de R$ 5,40 para R$ 5,50. No mercado independente mineiro, o preço também passou de R$ 5,40 para R$ 5,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis subiu de R$ 4,20 para R$ 4,35. Já na integração do estado a cotação aumentou de R$ 3,85 para R$ 3,90.

Fonte: Agência SAFRAS
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

2 × dois =

Notícias Grãos

USDA vê oferta de trigo nos EUA em mínima de 5 anos em 2019/20

USDA manteve inalteradas suas perspectivas para os estoques finais de milho e soja do país

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

A oferta de trigo nos Estados Unidos vai recuar para uma mínima de cinco anos em 2019/20, em meio a um avanço nas exportações do país devido às reduzidas colheitas de importantes competidores globais, disse o governo norte-americano na terça-feira (10).

Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) manteve inalteradas suas perspectivas para os estoques finais de milho e soja do país. O órgão também não alterou sua previsão para as safras de milho e soja de Brasil e Argentina.

O governo norte-americano reduziu sua projeção para os estoques finais de trigo dos EUA no ano-safra 2019/20 para 974 milhões de bushels, ante 1,014 bilhão de bushels na previsão anterior. Se a estimativa se confirmar, este será o menor estoque final de trigo norte-americano desde 2014/15, quando foram registrados 752 milhões de bushels.

Analistas esperavam os estoques finais do cereal em 1,010 bilhão de bushels, de acordo com a média das estimativas compiladas pela Reuters em pesquisa. Ainda assim, a oferta será suficientemente grande para atender à demanda, disseram analistas. “Os estoques são tão grandes que essa redução é como tirar um copo d’água de um lago”, afirmou Craig Turner, corretor de commodities da Daniels Trading. “Não muda o cenário, de jeito nenhum.”

O governo dos EUA elevou suas perspectivas para as exportações de trigo do país em 25 milhões de bushels, para 975 milhões de bushels, após reduzir suas projeções para as safras do produto na Austrália, Argentina e Canadá.

Após a divulgação do relatório, os contratos futuros do trigo na bolsa de Chicago passaram a subir, enquanto os futuros da soja devolveram ganhos e os do milho permaneceram em leve alta.

Sobre a América do Sul, o USDA afirmou que a produção de milho da Argentina em 2019/20 será de 50 milhões de toneladas, enquanto a do Brasil totalizará 101 milhões de toneladas.

Para a soja, o órgão estima a safra brasileira nesta temporada em 123 milhões de toneladas. A produção argentina é vista em 53 milhões de toneladas.

O USDA disse também que os estoques finais de milho dos EUA serão de 1,91 bilhão de bushels, valor inalterado ante a previsão de novembro. A estimativa para os estoques finais de soja foi mantida em 475 milhões de bushels.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Recorde

Abiec estima exportação de carne bovina em 1,8 mi t em 2019

Embarques dispararam em 2019 com maior número de frigoríficos habilitados pela China

Publicado em

em

Divulgação

A exportação brasileira de carne bovina foi estimada em recorde de 1,828 milhão de toneladas em 2019, ante 1,643 milhão em 2018, informou na terça-feira (10) a associação da indústria do setor Abiec. A exportação de carne bovina do Brasil em dezembro foi estimada em 185.344 toneladas, o que seria o segundo maior volume mensal no ano, segundo a entidade.

Os embarques dispararam em 2019 com maior número de frigoríficos habilitados pela China, que tem importado mais para lidar com a menor oferta de carne de porco, em função da peste suína africana, que reduziu drasticamente o plantel do país.

A receita com exportação do produto pelo Brasil, maior exportador global, foi estimada em cerca de US$ 7,45 bilhões, de acordo com a Abiec.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Sanidade

Reino Unido registra caso de gripe aviária pela 1ª vez desde 2017

Cerca de 27 mil aves da fazenda serão abatidas após a descoberta da variedade H5

Publicado em

em

REUTERS/Darren Staples

O governo do Reino Unido informou o registro de ocorrência de gripe aviária em uma criação de frangos no leste da Inglaterra na terça-feira (10), no primeiro relato da doença no país desde junho de 2017.

Cerca de 27 mil aves da fazenda serão abatidas após a descoberta da variedade H5, que o Ministério da Agricultura britânico descreve como “pouco contagiosa”.

“O risco do vírus à saúde pública é muito baixo”, acrescentaram as autoridades da saúde. “Aves completamente cozidas e produtos de aves, incluindo ovos, podem ser ingeridos com segurança.”

Fonte: Reuters
Continue Lendo
Biochem site – lateral
Mais carne

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.